Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher

Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher

Bantang Kafei

5.0
Comentário(s)
474
Leituras
11
Capítulo

Estava na cozinha, a preparar uma sopa reconfortante para a minha cunhada grávida, quando o telefone tocou. A voz do inspetor do outro lado da linha informou-me que o meu irmão, Pedro, tinha morrido. A minha mão tremeu e o mundo desabou. Mas quando liguei ao meu marido, João, para partilhar a notícia devastadora, a sua resposta foi um gélido: "Ok. E?" Ele não só estava com a minha cunhada, Sofia, a discutir a licença de maternidade dela, como me disse que o meu luto podia esperar! A sua prioridade era a Sofia, grávida e "frágil", enquanto o corpo do meu próprio irmão ainda não tinha sido identificado. Foi então que uma frase saiu da minha boca, sem pensar: "Vamos divorciar-nos, João." Ele berrou, chamou-me egoísta, disse que eu estava a ser irracional e bloqueou-me. No hospital, vi-os: João e Sofia, de braços dados, pareciam um casal a lamentar a perda. E nos olhos da Sofia, por trás das lágrimas encenadas, vislumbrei um brilho de triunfo. A dor da perda do meu irmão misturou-se com o choque da traição. Percebi que não estava apenas a perder Pedro, mas também o meu casamento – e talvez nunca o tivesse tido. Como se atrevem a fazer-me isto? Não vou ficar calada e ver a minha vida ser destruída. A minha vingança mal tinha começado.

Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher Introdução

Estava na cozinha, a preparar uma sopa reconfortante para a minha cunhada grávida, quando o telefone tocou.

A voz do inspetor do outro lado da linha informou-me que o meu irmão, Pedro, tinha morrido.

A minha mão tremeu e o mundo desabou.

Mas quando liguei ao meu marido, João, para partilhar a notícia devastadora, a sua resposta foi um gélido: "Ok. E?"

Ele não só estava com a minha cunhada, Sofia, a discutir a licença de maternidade dela, como me disse que o meu luto podia esperar!

A sua prioridade era a Sofia, grávida e "frágil", enquanto o corpo do meu próprio irmão ainda não tinha sido identificado.

Foi então que uma frase saiu da minha boca, sem pensar: "Vamos divorciar-nos, João."

Ele berrou, chamou-me egoísta, disse que eu estava a ser irracional e bloqueou-me.

No hospital, vi-os: João e Sofia, de braços dados, pareciam um casal a lamentar a perda.

E nos olhos da Sofia, por trás das lágrimas encenadas, vislumbrei um brilho de triunfo.

A dor da perda do meu irmão misturou-se com o choque da traição.

Percebi que não estava apenas a perder Pedro, mas também o meu casamento – e talvez nunca o tivesse tido.

Como se atrevem a fazer-me isto?

Não vou ficar calada e ver a minha vida ser destruída.

A minha vingança mal tinha começado.

Continuar lendo

Outros livros de Bantang Kafei

Ver Mais
Amor e Traição Musical

Amor e Traição Musical

Romance

5.0

O cheiro de café requentado e poeira eletrônica misturava-se ao silêncio. Eram duas da manhã e eu, Sofia, produtora musical, estava sozinha no estúdio que construí com cada centavo da herança dos meus pais. Para ele, Lucas, meu namorado e um DJ ambicioso, que eu ajudei a transformar em "estrela". Ele disse que estava "enterrado em projetos", finalizando uma colaboração. Mas então, vi a foto. Não era de um estúdio. Era de Bruna, a cantora que ele "produzia", com o braço possessivamente ao redor da cintura dela, sorrindo para a câmera de um jeito que não via há muito tempo. A legenda dizia: "Noite incrível... O talento e a voz de Bruna vão conquistar o mundo. Orgulho de fazer parte disso." Meu coração não acelerou, nem afundou. Apenas uma calma gelada me tomou. Ele ligou, irritado, cobrando os arquivos do álbum da Bruna. "Qual é o seu problema, Sofia? Você sumiu? Você está tentando sabotar o projeto?" Enquanto ele gritava, ouvi um oficial de justiça ao fundo. "Senhor Lucas Almeida? Eu tenho uma intimação para o senhor." Eu não tinha feito nada. Que intimação era essa? Meu sangue gelou. Ele me ligou de volta, furioso. "Que porra você fez? Tem um oficial de justiça aqui com um papel do divórcio!" Divórcio? Nós nem éramos casados. "Você quer me ferrar a ponto de inventar uma palhaçada dessas?" ele berrou. "Mas não pense que vai ser fácil", ele continuou. "Você vai assinar um acordo, e parte de qualquer dinheiro que você ganhar com música no futuro vai ter que ser repassado pra Bruna, como compensação pelo estresse emocional que você está causando nela." Fui acusada de ser a "louca ciumenta" que sabotava o projeto e de tentar roubar o que, em suas mentes, era dele. Foi então que entendi: eles não queriam apenas me roubar, queriam me humilhar e apagar da minha própria história. Eu tinha as demos originais, os e-mails, as provas. Eu tinha as cicatrizes de sete anos de sacrifício. Eu não gritei. Não chorei. A guerra havia começado. E eu não era do tipo que se rendia.

O Divórcio Que Revelou um Segredo Sombrio

O Divórcio Que Revelou um Segredo Sombrio

Moderno

5.0

Com nove meses de gravidez, sozinha em casa, no meio de uma inundação histórica em Lisboa, o meu telemóvel tocou. Era Diogo, o meu marido. Pensei que ele viria salvar-me, mas a sua voz soou distante e irritada, abafada pelos latidos de um cão. Ele estava em casa da minha meia-irmã Sofia, a confortar o cão dela assustado com a tempestade. Liguei-lhe em trabalho de parto, com as águas a subirem pela porta, mas ele disse: "Não sejas dramática, Clara. A Sofia precisa de mim." E desligou. Sozinha, na escuridão, com a dor a rasgar-me o corpo, perdi o nosso filho. O meu bebé não sobreviveu. No hospital, Diogo apareceu fingindo preocupação, culpando a tempestade e dizendo que eu era "emotiva". O meu padrasto Rui defendeu-o, dizendo que "fatalidades acontecem" e que Sofia era a sua prioridade. Foi aí que a dor se transformou em fúria fria. Decidi que lhes faria pagar. Contratei a advogada mais implacável e comecei a investigar. Encontrei transferências avultadas da nossa conta conjunta para a conta de Sofia. Jantares caros, viagens de luxo. Não era apenas negligência; era traição contínua. Mas o pior estava por vir. Uma foto anónima revelou Sofia... grávida. E a data mostrava que era do meu próprio marido. Eles tinham concebido um filho, enquanto eu carregava o nosso. E depois, livraram-se dele. Convoquei uma reunião com Diogo e Rui. A minha mãe estava presente. Com provas irrefutáveis, revelei tudo. "Vocês mataram o vosso filho. E depois, tu deixaste o meu morrer." O choque nos seus rostos foi a minha vitória. Gravei toda a conversa. E, com a voz firme, dei o golpe final: "Tu não cometeste um erro. Tu és um erro." Agora, iriam pagar por tudo.

Você deve gostar

Renascendo dos Escombros: O Retorno Épico de Starfall

Renascendo dos Escombros: O Retorno Épico de Starfall

Su Liao Bao Zi
5.0

Sangrando no volante do meu carro destruído, com a visão turva e o gosto de cobre na boca, usei minhas últimas forças para ligar para o meu marido. Era a minha única chance de salvação nesta tempestade. Mas quem atendeu foi o assistente dele, com uma frieza metálica: "O Sr. Wilson disse para parar com o teatro. Ele mandou avisar que não tem tempo para a sua chantagem emocional hoje." A linha ficou muda. Enquanto os paramédicos me arrastavam para fora das ferragens, vi na TV da emergência o motivo da "ocupação" dele. Meu marido estava ao vivo, cobrindo sua ex-namorada, Gema, com seu paletó para protegê-la da mesma chuva que quase me matou. O olhar dele para ela era de pura adoração. Quando voltei para a nossa cobertura para pegar minhas coisas, encontrei no bolso daquele mesmo paletó uma ultrassonografia com o nome dela. Ao me ver, ele não perguntou se eu estava bem. Ele me chamou de "decoração quebrada", jogou um cheque em branco na minha cara e congelou todos os meus cartões de crédito. "Você não é nada sem mim," ele disse, rindo com desdém. "Vai rastejar de volta em uma semana quando a fome apertar." Ele achava que tinha se casado com uma esposa troféu inútil e dependente. O que Arpão não sabia é que a "decoração" tinha uma vida secreta. Eu sou Starfall, a lenda anônima da dublagem, com milhões escondidos em contas offshore que ele nem sonha que existem. Limpei o sangue do rosto, peguei meu microfone profissional e caminhei até o estúdio da empresa dele. Não para pedir desculpas. Mas para roubar o papel principal do filme que a amante dele desesperadamente queria, e destruir o império deles com a minha voz.

Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

PageProfit Studio
5.0

"Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele." Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis. Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas. Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda. Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito. Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona: ☽ Aquela noite não foi um acidente; ☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro; ☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la. Pena que ela estava cansada de ser controlada. *** O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa. "Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha." Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você." "Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora."

Capítulo
Ler agora
Baixar livro
Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher Bantang Kafei Moderno
“Estava na cozinha, a preparar uma sopa reconfortante para a minha cunhada grávida, quando o telefone tocou. A voz do inspetor do outro lado da linha informou-me que o meu irmão, Pedro, tinha morrido. A minha mão tremeu e o mundo desabou. Mas quando liguei ao meu marido, João, para partilhar a notícia devastadora, a sua resposta foi um gélido: "Ok. E?" Ele não só estava com a minha cunhada, Sofia, a discutir a licença de maternidade dela, como me disse que o meu luto podia esperar! A sua prioridade era a Sofia, grávida e "frágil", enquanto o corpo do meu próprio irmão ainda não tinha sido identificado. Foi então que uma frase saiu da minha boca, sem pensar: "Vamos divorciar-nos, João." Ele berrou, chamou-me egoísta, disse que eu estava a ser irracional e bloqueou-me. No hospital, vi-os: João e Sofia, de braços dados, pareciam um casal a lamentar a perda. E nos olhos da Sofia, por trás das lágrimas encenadas, vislumbrei um brilho de triunfo. A dor da perda do meu irmão misturou-se com o choque da traição. Percebi que não estava apenas a perder Pedro, mas também o meu casamento – e talvez nunca o tivesse tido. Como se atrevem a fazer-me isto? Não vou ficar calada e ver a minha vida ser destruída. A minha vingança mal tinha começado.”
1

Introdução

27/06/2025

2

Capítulo 1

27/06/2025

3

Capítulo 2

27/06/2025

4

Capítulo 3

27/06/2025

5

Capítulo 4

27/06/2025

6

Capítulo 5

27/06/2025

7

Capítulo 6

27/06/2025

8

Capítulo 7

27/06/2025

9

Capítulo 8

27/06/2025

10

Capítulo 9

27/06/2025

11

Capítulo 10

27/06/2025