O Labirinto de Elias

O Labirinto de Elias

Gavin

5.0
Comentário(s)
4
Leituras
16
Capítulo

A escuridão se tornou uma rotina para o Dr. Elias, um arqueólogo renomado, forçado a um jogo de sobrevivência brutal onde apenas os mais impiedosos resistiam à carnificina do labirinto. Mas a falsa liberdade chegou com um novo pesadelo: um templo flutuante e a aterrorizante descoberta de que ele e os outros sobreviventes haviam sido numerados, meros cobaias para uma entidade sedenta. Testemunhando o horror de companheiros sendo absorvidos por uma criatura grotesca por não terem a "oferenda" certa, Elias sentiu o veneno da impotência queimar em suas veias, um rato em um experimento sádico. Ele se perguntou: como pôde um homem de ciência, tão versado nos segredos do passado, ser reduzido a isso? Que monstro sádico estava por trás desse jogo doentio, transformando a humanidade em farrapos? Mas a canção de ninar sinistra, que ecoava como um lembrete constante de seu tormento, também se tornou uma chave. Elias, o arqueólogo, se recusou a ser apenas uma vítima; ele desvendará os segredos mais sombrios desse inferno, não apenas para sobreviver, mas para derrubar o mestre do jogo.

Introdução

A escuridão se tornou uma rotina para o Dr. Elias, um arqueólogo renomado, forçado a um jogo de sobrevivência brutal onde apenas os mais impiedosos resistiam à carnificina do labirinto.

Mas a falsa liberdade chegou com um novo pesadelo: um templo flutuante e a aterrorizante descoberta de que ele e os outros sobreviventes haviam sido numerados, meros cobaias para uma entidade sedenta.

Testemunhando o horror de companheiros sendo absorvidos por uma criatura grotesca por não terem a "oferenda" certa, Elias sentiu o veneno da impotência queimar em suas veias, um rato em um experimento sádico.

Ele se perguntou: como pôde um homem de ciência, tão versado nos segredos do passado, ser reduzido a isso? Que monstro sádico estava por trás desse jogo doentio, transformando a humanidade em farrapos?

Mas a canção de ninar sinistra, que ecoava como um lembrete constante de seu tormento, também se tornou uma chave. Elias, o arqueólogo, se recusou a ser apenas uma vítima; ele desvendará os segredos mais sombrios desse inferno, não apenas para sobreviver, mas para derrubar o mestre do jogo.

Continuar lendo

Outros livros de Gavin

Ver Mais
O Acerto de Contas: Amor ou Dinheiro?

O Acerto de Contas: Amor ou Dinheiro?

Romance

5.0

A festa da escola da minha filha, Sofia, deveria ser um dia de alegria, mas um vazio me consumia. Meu marido, Pedro, jurou ter uma reunião importante e não apareceu. Mas lá estava ele, no meio da festa, com sua assistente, Joana, e o filho dela, agindo como uma família feliz. Meu coração desabou ao vê-lo sorrir para o menino, um sorriso que eu não via há anos. A traição não era mais uma sombra, era uma cena viva diante dos meus olhos. Joana, com um sorriso vitorioso, ainda me mandou um bilhete cínico: "Aproveite a festa. Pedro e eu estamos nos divertindo muito." Joguei o bolo e o bilhete no lixo, mas a humilhação só aumentou quando Pedro me repreendeu, defendendo Joana publicamente e me acusando de ciúmes. Foi ainda pior na corrida de três pernas, quando Joana me empurrou, me fez cair e fingiu uma lesão. Pedro a amparou, cheio de preocupação, sequer olhando para mim ou para nossa filha de cinco anos, caída e chorando. Ele me acusou de agressão, e a diretora cancelou a corrida. Joana foi levada para a enfermaria nos braços dele, enquanto eu e Sofia ficamos sozinhas, humilhadas. Naquela noite, a gota d' água: Joana postou fotos nas redes sociais de um carro de luxo que Pedro lhe deu e um vídeo dele a ensinando a dirigir. De repente, entendi a verdade: todo o sucesso dele, cada contato, cada centavo, veio da minha família, do meu dinheiro, um segredo que mantive a pedido dele. A raiva fria me consumiu. Peguei os documentos e liguei para o advogado da minha família. Eu ia tirar tudo dele.

Você deve gostar

Rejeitado pelo Ômega: O Arrependimento do Alfa

Rejeitado pelo Ômega: O Arrependimento do Alfa

Gavin
5.0

Para o mundo, eu era a inveja de toda loba, a noiva do Alfa Caio. Mas, dentro da gaiola dourada que era a mansão da alcateia, eu era um fantasma. Eu me moldei à perfeição por ele, usando as cores que ele gostava e sufocando minha própria voz. Até o dia em que passei por seu escritório e o vi com Lia — a órfã que ele chamava de "irmã". A mão dele repousava de forma íntima na coxa dela enquanto ele ria, dizendo: "Helena é apenas uma necessidade política. Você é a lua no meu céu." Meu coração se estilhaçou, mas o golpe físico veio dias depois. Durante um exercício de treinamento, o cabo de segurança se rompeu. Eu caí de uma altura de seis metros, quebrando minha perna. Caída na terra, ofegante de dor, eu vi meu Companheiro Destinado correr. Não para mim. Ele correu para Lia, que enterrava o rosto em seu peito, fingindo pânico. Ele a confortou enquanto eu sangrava. Mais tarde, na enfermaria, eu o ouvi sussurrar para ela: "Ela não vai morrer. Isso só vai ensiná-la quem é a verdadeira Luna." Ele sabia. Ele sabia que ela havia sabotado a corda com prata, e estava protegendo sua tentativa de assassinato. O último fio do meu amor se incinerou, virando cinzas. Na manhã seguinte, entrei no Salão do Conselho, joguei um arquivo grosso sobre a mesa e encarei os Anciãos nos olhos. "Estou rompendo o noivado", declarei friamente. "E estou retirando o suprimento de prata da minha família. Vou deixar essa Alcateia morrer de fome até que vocês implorem." Caio riu, achando que eu estava blefando. Ele não notou o Beta letal da alcateia rival parado nas sombras atrás de mim, pronto para me ajudar a incendiar o reino de Caio até que só restassem cinzas.

Capítulo
Ler agora
Baixar livro