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Prólogo
Diana Jones
‘’Diana Rose Jones ficará como CEO do Grupo Editorial Moore por doze meses, tendo ao seu lado Tyler Jace Moore, o qual será treinado por ela e assumirá o cargo posteriormente. Contudo, Tyler só poderá assumir a vaga caso seja aprovado pelo conselho. Se não for aprovado, permanecerá como funcionário no cargo da escolha dos superiores, submetendo-se à CEO, Diana Jones.’’
As lágrimas que descem pelo rosto de Tyler, a julgar pelos seus olhos vermelhos e seu maxilar trincado, são de raiva. A advogada termina de exibir o vídeo e fecha a tela do notebook, estendendo papéis por cima da mesa, para que assinemos. Porém, Tyler é mais rápido. Ele se levanta, amassa o papel e caminha até a parede socando-a e transtornado com tudo o que acabamos de ouvir.
Ele não possui poder nenhum sobre a empresa fundada pelos pais, nem mesmo sua mesada ou as diversas casas e carros que os mais velhos adquiriram ainda em vida.
O herdeiro não herdou nada... ainda.
— Está me dizendo que eu vou ter que me sujeitar a ela? — Ele pergunta apontando para mim com desdenho. — A maior puxa-saco da empresa... — Ele ri e passa as mãos pelo rosto, deixando claro o seu estado de nervosismo.
Eu penso em milhares de respostas que o colocariam no devido lugar dele, mas eu apenas fecho os meus olhos e sorrio e balanço minha cabeça em negação.
— Seus pais só confiavam nela para manter esse lugar funcionando. Ela conhece a empresa como ninguém e eu tenho certeza que você se tornará um grande CEO se aprender tudo o que ela tem para ensinar. — Meghan se levanta. — Até porque, Tyler, você precisa disso. Digo, sem emprego como vai sobreviver? Sem a mesada, sem os pais com costas quentes para te tirar das encrencas... Sem falar que eu acho que você entendeu muito bem tudo o que está em risco.
— ELES NÃO TINHAM O DIREITO! — Tyler grita ainda sem aceitar e meus seguranças adentram a sala alerta.
— Sim, eles tinham. — Eu falo e me levanto, farta pelo escândalo desnecessário. — Para você eu sou a puxa-saco, mas eu sei que sou muito mais.
— Você se aproveitou dos meus pais, sua vadia! — Ele se aproxima de mim lentamente e me encarando com seus olhos castanhos em chamas.
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