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SINOPSE
No momento em que esse pesadelo começou, mais uma vez me vejo presa, destino desconhecido. No entanto, desta vez, meu sequestrador é o homem que destruiu meu mundo de forma irreparável.
Aleksei Popov – o mafioso número um da Rússia e o homem a quem fui vendida.
Suas intenções comigo são claras – submeta, obedeça e o chame de mestre – mas não vou me render. Não sou como as outras garotas. Seja isso uma bênção ou maldição, ainda tenho que decidir. O problema é que minha desobediência intriga ainda mais meu raptor.
Quando chegamos à Rússia, as regras mudam.
Saint, o homem que já foi um pecador, é minha única salvação. O que era proibido, agora me dá esperança de que haja luz na escuridão. Ele arriscará tudo para me libertar.
Mas, por trás dessas paredes luxuosas, as coisas não são o que parecem, e quando a linha tênue entre o prazer e a dor começa a se confundir, só uma coisa importa – salvar minha alma.
Vou mentir. Enganar. Roubar.
Já fui um anjo, mas agora... sou uma santa caída, pronta para infligir minha própria dor e queimar esse inferno até o fim.
Capítulo 1
Tudo isso foi em vão… não, isso não é inteiramente verdade.
Eu a conheci.
E agora devo protegê-la. Mas primeiro preciso acordar.
Dia 34
Mesmo que ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo...
Salmo 23: 4
ESSA PASSAGEM era a favorita do meu pai. Seu objetivo é para quando os tempos estão difíceis. Me lembro de estar sentada no meu melhor domingo com as mãos pequenas ligadas enquanto ouvia seus sermões. Eles sempre me enchiam de tanta esperança, e sempre que falava desse Salmo, sentia-me tão ligada a Deus.
Como não poderia?
A passagem afirma que, independentemente do mal que se enfrenta, nunca se está sozinho.
Mas, sentada aqui atada, observando Saint inconsciente sangrar na minha frente, sei que o Salmo é um monte de merda. Onde Ele está agora? Estou andando... não, estou cambaleante pelo vale mais sombrio, fodida, mas estou sozinha. Ninguém está comigo.
Não há graça salvadora.
A única graça seria se um maremoto engolisse esse iate e arrastasse todos nós para o fundo do mar. No entanto, isso já aconteceu, fiz isso, e aqui estou, ainda uma maldita prisioneira.
Meus pés e mãos estão amarrados. Tentei me libertar, mas desisti quando ficou claro que não iria a lugar nenhum. Mas para aonde iria? O que faria se fugisse? Estou presa com um psicopata e seu animal de estimação, que é muito mais perigosa do que o homem que começou toda essa merda.
Zoey Hennessy não tirou os olhos de mim, olhos tão parecidos com os de seu irmão, que está sangrando aos meus pés. Ao invés de cuidar do seu próprio sangue que está ferido, ela deixou claro com seus olhares que só se importa em me fazer pagar.
De certa forma, sou grata a Saint não ter que ver sua irmã, mas ele logo despertará. Não se pode manter um bom homem para baixo. É isso o que ele é. Um bom homem.
O homem que me comprou em um jogo de pôquer, no entanto, não é.
"Não se preocupe, аhгел1." O nome que uma vez amei foi contaminado para sempre. "Está segura agora."
Segura? Está drogada, porra?
O mafioso russo Aleksei Popov arruinou minha vida, então falar comigo como se fôssemos amigos parece irônico. Quando se vira e sorri, o cabelo na parte de trás do meu pescoço ficam arrepiados. Eu o odeio. E farei tudo que estiver ao meu alcance para fazê-lo pagar pelo que fez.
"Pa..." limpo a garganta rouca, "para onde estamos indo?"
Aleksei gesticula com a cabeça para um de seus capangas tomar o volante. É tão simples para ele. Nem precisa falar para que todos estejam à sua disposição.
Mas eu não. E nunca estarei.
1 Аhгел: Significa Anjo em russo.
Ele caminha, mas para quando Zoey começa a segui-lo, de joelhos. "Fique," ordena, dirigindo-se a ela como um cachorro.
Ela faz o que ele diz.
Engolindo minha repulsa, escondo meu desgosto por tê-lo perto de mim quando se senta. Não o afeta nem um pouco que estou amarrada. “Estamos indo para sua nova casa. Rússia,” explica ele enquanto cada parte de mim se revolta. "Você vai adorar lá."
Abro a boca. "Adorar?" O desejo de machucá-lo aumenta. “Está me sequestrando. Nunca concordei com isso,” acrescento, no caso ter esquecido.
Ele não esqueceu, e o que diz em seguida confirma que Saint estava dizendo a verdade o tempo todo.
"Mas seu marido sim."
E aí está. A dura realidade que estava na minha cara o tempo todo.
Saint revelou que meu marido, Drew Gibbs, perdeu um jogo de pôquer, e para pagar suas dívidas concordou em me dar a Aleksei. Na época, ele não me conhecia, então poderia ter sido qualquer garota. Mas, aparentemente, eu me encaixo no perfil, e, como uma idiota, apaixonei-me por suas mentiras.
Deveria saber que algo estava errado. Mas pensei, pela primeira vez, que talvez a vida me desse alguma folga. Estava errada.
"Não pode fazer isso." Contorço contra as amarras. “Não sou uma propriedade que possa trocar! Sou um ser humano.”
Espero que, por algum milagre, minhas palavras o atraiam, e veja o erro de seus métodos. E quando ele enfia a mão no bolso e tira um lenço branco para limpar o sangue do meu rosto, graças ao fato de um de seus homens me dar um soco no nariz, acho que talvez tenha feito isso.
Mas então ele me nivela com aqueles olhos azuis de aço, e sei que desperdicei meu fôlego. “Você é minha. E farei com você o que quiser.” Ele continua a limpar meu rosto, mas seu toque não é gentil. É possessivo e cheio de aviso.
“Quanto mais cedo entender isso, mais fácil isso se tornará. Aí,” diz ele, inclinando-se para trás para me ver melhor. "Muito melhor."
Isso que é olhar nos olhos de um monstro?
Seus olhos não têm compaixão, nenhum remorso pelo que fez. Arruinou inúmeras vidas porque pode. E parece que sou a próxima da fila.
Um gemido gutural corta o ar, e embora desejasse que fosse qualquer outro som, estou agradecida por ele estar se mexendo.
Quando aqueles olhos cor de chartreuse2 se abrem, uma respiração presa me escapa. Por uma fração de segundo, esqueço que estou sentada ao lado de um maníaco, porque tudo o que importa é que Saint está acordando.
Ele toma seu tempo, avaliando onde está. Quando gradualmente se concentra em Aleksei sentado ao meu lado, segurando o lenço ensanguentado em sua mão, a mandíbula de Saint aperta, e ele tenta levantar, com a intenção de matá-lo. Mas Aleksei conhece Saint e garante que fique para baixo, colocando seu sapato italiano sobre a garganta de Saint.
Saint agarra o pé de Aleksei, tentando se libertar, mas não tem chance. Ferido e coberto de sangue, Saint parece a segundos de desmaiar mais uma vez. "Não!" Grito, debatendo para me libertar, mas é inútil. Meus gritos e a luta de Saint só animam esse imbecil narcisista.
"Acalme-se." Aleksei fala para Saint. Em resposta, Saint se vira, ainda tentando tirar o pé de Aleksei de sua garganta.
Aleksei sorri, parecendo gostar da brincadeira como se fossem dois amigos discutindo sobre um jogo de futebol. Eventualmente, libera a pressão, permitindo que Saint tome um bocado de ar.
2 Chartreuse: Licor francês cuja cor é esverdeada.
Assisto com olhos arregalados porque não posso acreditar que essa cena improvável que está diante de mim é a minha vida.
Quando finalmente consegue respirar, Saint se apoia lentamente em uma posição meio sentada. Ele segura seu ombro, gemendo. Não fala, mas seus olhos penetrantes se comunicam. Estão perguntando se estou bem.
Dou um aceno imperceptível, querendo, mais do que qualquer coisa, consolá-lo. Mas não posso.
"Desamarre-a," exige Saint, sua respiração irregular, mas seu olhar nunca oscilando do meu. Aleksei levanta uma sobrancelha, claramente surpreso com as ordens de Saint, mas Saint não se intimida. "Disse para desamarrá-la."
Aleksei se recosta no assento, casualmente cruzando os tornozelos enquanto gira o anel de ouro em seu dedo mindinho. "E por que faria isso?" Seu inglês tem apenas um leve sotaque, então mal se pode determinar de onde ele é. Como todos os camaleões, ele aprendeu a se encaixar para sobreviver.
“Porque atirou em mim, seu idiota, então alguém tem que me ajudar a tirar a bala. A menos que queira sujar sua seda italiana?”
Não ouso respirar – certamente, Aleksei verá as mentiras de Saint – mas Saint parece convencê-lo. Aleksei se aproxima de mim, inalando profundamente, e permaneço perfeitamente
imóvel. Um tique no olho de Saint revela que ele mal se segura, mas quando Aleksei pega um canivete e chega atrás de mim para cortar a corda, Saint acena sutilmente, insinuando que vou ficar bem.
Aleksei corta a corda em meus pulsos cuidadosamente, sua respiração baixa cobre meu pescoço. Quando estou livre, ele passa os dedos pelas marcas da corda, em satisfação. Parece que tortura é coisa dele. “Você vale muito dinheiro. Vá se limpar. Quero ver meu prêmio,” ele sussurra em meu ouvido, alto o suficiente para que Saint ouça.
Meu estômago revira e encolho os ombros, imediatamente trazendo minhas mãos para frente para esfregar meus pulsos em carne viva. No entanto, quando joga a faca no chão na frente de Saint, congelo.
Saint espia a faca e depois volta para mim. Sabemos o que é isso. Um teste.
Saint poderia pegar essa faca e acabar com a miserável existência desse bastardo cortando sua jugular. Mas ele não se aproximaria mais de dois metros antes que um dos homens de Aleksei nos matasse.
Aleksei está exibindo seu poder para provar quem está no controle. Mas nunca nos esquecemos. Como poderíamos? Estou amarrada. Saint tem um ferimento de bala sangrando. E isso é tudo graças a ele e sua obsessão pelo poder.
Saint alcança a faca e, com os dedos trêmulos, corta a corda nos meus tornozelos. Ele respira profundamente pelo nariz para aliviar a dor, mas continua até que eu esteja livre. No momento em que estou, exalo. É um passo mais perto de sair deste barco.
Ele estende a faca para Aleksei, exatamente como fiz com ele uma vez.
Aleksei mantém a calma enquanto alcança a lâmina. Isso tudo é um jogo de poder. Eu me pergunto o que vai acontecer quando um de nós quebrar, mesmo que esse tempo não seja agora.
Saint levanta ainda instável. "Vamos." Agarra meu braço e me puxa bruscamente.
A pressão severa me faz recuar, mas permito que me maltrate, porque não quero ficar aqui com Aleksei. Quando ele vê Zoey, no entanto, faz uma pausa.
Ela ainda está de joelhos, à espera de mais instruções de Aleksei. Não posso imaginar o que isso faz para Saint. Ela é a razão pela qual está aqui – por que nós estamos aqui – mas ela o enganou. Ela nunca quis ser salva.
Esperando que diga algo a ela, fico surpresa quando ele me arrasta em volta dela e desce as escadas para a cozinha. Um suspiro me deixa quando vejo este lugar. Parece um resort na água. A cozinha totalmente funcional de aço inoxidável rivaliza
com qualquer chefe de cozinha com um grande frigorífico, fogão e forno, e balcões de mármore branco.
À direita, oito cadeiras de couro cercam uma mesa grande. Uma fruteira ao centro com maçãs vermelhas, bananas e peras cria uma atmosfera acolhedora. Se não soubesse, pensaria que todos a bordo deste iate estavam aqui por vontade própria.
Quando um grupo de homens sai de seus poleiros, substituindo suas cartas de baralho por armas de fogo, grito, mas Saint não se intimida nem um pouco. "Onde é o banheiro?" Ele late, apertando mais meu braço.
Aquele que bateu em mim e Saint, um homem repugnante de cabeça careca e barba espessa, gesticula para uma porta atrás de si. Quando dois deles tentam nos seguir, Saint sacode a cabeça. "Não preciso de você para segurar minha mão."
Mas o homem que nos atingiu tem outras ideias quando ergue a arma. "Adrian e Rahil irão com vocês."
Os dois homens em questão dão um passo em direção ao banheiro, mas Saint fica enraizado no lugar, nem um pouco intimidado. “Esqueceu seu lugar, Diak? Você me obedece. Não o contrário."
"As regras mudaram desde que você se foi," ele responde com inteligência. Os outros homens riem em concordância, mas
seus olhares famintos não passam despercebidos. Mais uma vez me sinto como um pedaço de carne.
"Oh, elas mudaram?" Saint brinca, caminhando casualmente em direção a Diak, arrastando-me com ele.
Quanto mais nos aproximamos das armas e dos sorrisos vorazes desses lobos, mais ansiosa me torno. Mas confio em Saint. E, além disso, me sinto mais segura em suas mãos porque sei que ele não me largará.
"Sim. O Chefe não está muito feliz com você. Ele não gosta de esperar, especialmente por boceta.” Diak foca seus olhos sem vida em mim, lambendo seus lábios gordurosos e flácidos.
Embora tenha o desejo de encolher atrás de Saint, eu me mantenho firme. Não mostrarei medo porque não posso demonstrar fraqueza; será o meu fim se eu fizer.
"Mas para uma boceta como essa... pode valer a pena a espera." Diak tenta estender a mão e me tocar, mas quando ouço um estalo e algo rachar, é evidente que é a última coisa que ele tentará por um tempo. Saint quebrou seu pulso, desarmando-o com um soco e depois uma cotovelada no nariz.
Aconteceu num piscar de olhos, mas quando Diak chia e tenta segurar o nariz com a mão, parece que é tudo o que Saint precisa. A satisfação que sinto quando vejo sangue saindo de seu
nariz deve me deixar envergonhada, mas isso não acontece, porque o carma é uma vadia.
O resto dos homens permanece imóvel, ignorando os gritos de ajuda de Diak quando ele cai de joelhos. Saint age tão friamente quanto pode ser quando me puxa para frente para pegar a arma. Faço o que ele propõe, o metal duro como um poder absoluto sob meus dedos.
Quando os olhos dos homens se arregalam, os brancos revelando o medo, é um afrodisíaco. Deveria estar com medo, mas não estou. Sou insensível a tal violência? Poderia puxar o gatilho e matar todos eles. Mas Saint estala sua língua, insinuando que escolhemos nossas batalhas com sabedoria.
Passo a arma para ele, que a coloca nas costas.
"O que aconteceu com Kazimir?" Adrian pergunta, e quando dou uma olhada mais de perto, vejo a semelhança. Um irmão mais novo, talvez?
Saint o matou. "Isso que aconteceu." Ele gesticula com a cabeça em direção a Diak uivando, segurando seu pulso enquanto o sangue jorra do seu nariz. “Mas muito mais sangrento. E muito mais morto.”
A mandíbula de Adrian aperta enquanto a sala fica em silêncio.
“Se alguém tiver outras perguntas, agora é a hora de falar.” Ninguém se atreve a proferir uma palavra. "Como pensei." Saint me arrasta para o banheiro, deixando os homens para limpar sua bagunça. Quero me livrar dele, porque está me machucando, mas sou mais esperta.
Ele quase arranca a porta de suas dobradiças quando a abre e me empurra para dentro. Quando a porta fecha, ele finalmente me libera. Se não estivesse sendo mantida contra minha vontade e temendo pela minha vida, admiraria o quão espaçoso é aqui.
Além de um grande box de vidro e uma banheira, o mármore preto cobre até onde a vista alcança. Tudo brilha, cada centímetro. Nenhuma despesa foi poupada, pois tudo aqui me permite tomar banho com conforto. Nada além do melhor para Alek, parece.
A respiração dura de Saint me traz de volta ao agora, e me viro lentamente. Ele está encostado na parede, segurando o ombro, o cabelo grudado no rosto. Agora que estamos sozinhos, a gravidade de onde estamos me bate, e parece que não estou insensível depois de tudo.
Lágrimas brotam, mas mordo a bochecha para impedi-las de cair. Saint ergue os olhos para mim, mas não consigo ler o que está pensando. A sala se torna explosiva.
"Sua garota boba e teimosa," ele repreende, balançando a cabeça lentamente. "Deveria ter feito o que eu disse." O que ele
me disse foi para correr e me esconder – para ser uma covarde – mas não podia. Não poderia deixá-lo para lidar com isso sozinho. Não sei o que isso diz sobre mim e minha sanidade, mas não teria sido capaz de viver comigo mesma se tivesse feito isso.
"Não importa agora," digo, escovando o cabelo emaranhado das minhas bochechas, tentando ser corajosa.
"É claro que importa!" Antes que eu tenha a chance de responder, ele se aproxima, agarrando a parte de trás do meu pescoço e pressionando sua testa com a minha. “Desculpe-me se fui rude, mas tinha que ser. Não posso mostrar fraqueza quando se trata de você, porque senão você pagará o preço.”
A sensação de suas mãos em mim é indescritível. "O que vamos fazer?" Sussurro, esfregando meu nariz contra o dele.
Ele inala profundamente, e tão perto dele, quase posso esquecer nossos problemas. Quando estamos assim, nada mais importa. “Ainda não sei. Tenho que falar com Popov e descobrir seu plano de ação. Ele sabe que algo está acontecendo entre nós.”
Sua admissão me faz recuar para olhá-lo nos olhos. "E o que é isso?" Nem sei o que é isso entre nós. Nunca soube. Talvez ele possa me explicar isso.
Mas quando ele balança a cabeça, parece que está tão confuso quanto eu. "Apenas confie em mim, аhгел."
Fechando os olhos brevemente, saboreio a maneira como o apelido sai da sua língua. Quase posso esquecer a maneira como soou quando Popov falou isso.
"Posso ter que fazer algumas coisas que não gostará." "Como o quê?" Meu coração começa a acelerar.
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