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Olá, eu sou a Evangeline, escritora de romance que ama escrever contos eróticos malucos e fora da caixa no tempo livre. Sempre que tenho contos suficiente trago aqui uma coletânea para vocês.
Aqui vai algumas dicas para aproveitar melhor o livro.
1.Leia a descrição primeiro antes de desbloquear o capítulo, assim você não se surpreende com o conteúdo.
2.Tenha a mente aberta para novos fetiches e fantasias.
3.Apesar de usar a Jane em todos os capítulos, eu não faço nenhuma descrição dela para que você se coloque na história.
4. Também não faço muitas descrições dos boys, então pense no seu marido, namorado, vizinho, professor, padrasto, o que quiser (ninguém vai julgar).
5. Leia a sinopse.
6. Siga e faça pedidos no instagram @evangelinecarrao. Me deixe transformas suas fantasias em uma história maravilhosa.
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Grupal/ gangbang (Jane é convidada para um jantar super chique de um bando de garotos mimados que não é nada como parece, afinal, ela é a sobremesa)
Sempre sonhei em ser aquela coitada dos livros que encontra um príncipe encantado gato e rico que manda flores e compra para ela o vestido para uma festa, que serve perfeitamente como se ele conhecesse as medidas de cada curva dela.
Bem, essa noite. Eu sou ela.
Adrian me guia pela cintura pela escada da frente da mansão, as paredes escuras quase se misturam a enorme porta de mesmo tom, mal percebo onde a madeira começa e termina, a porta abre silenciosamente e respiro fundo.
- Tudo bem, você está perfeita.
Claro que estou, esse vestido de veludo vermelho se ajusta perfeitamente ao meu corpo, começando pelas tiras finas que seguram nos ombros até o meio de minhas coxas.
- Seu amigo mora aqui? - não consigo esconder a surpresa em minha voz e ele ri.
- Sim, Francis, ele será o anfitrião essa noite.
Entramos em um amplo salão, se por fora a casa era linda, por dentro é o paraíso, com certeza as pessoas daquela família nem se viam todos os dias, seria fácil me perder ali. Caminhamos até uma sala menor, mesmo não sendo nada pequena.
- Eu estou tão nervosa, Adrian.
- Calma, veja quem está ali.
Eu abro meu sorriso enquanto nos aproximamos de Thomas, ele não veste terno como Adrian, usa calça justa de um cinza chumbo, presa com suspensórios na camisa branca, me lembro que Thomas cuida de várias fazendas e penso que faz sentido que ele seja mais despojado.
- Jane, que surpresa ver você aqui.
- O Adrian me convidou. Espero que não esteja atrapalhando.
- Tenho certeza de que Adrian tem um propósito - ele sorri e leva o copo a boca.
Estranho as palavras que ele escolheu e apesar de ter juntado as sobrancelhas e pensado em perguntar, acabo desistindo e minha atenção é direcionada á entrada.
- Começaram sem mim, seus putos?
O rapaz que entra pela porta é muito diferente dos outros dois, esse veste terno, mas é maior que o número dele e a camisa amassada por baixo está só metade para dentro da calça, há um maço de cigarro no bolso da calça e tenho certeza que conheço a marca daquele batom que mancha sua gola.
- Não liga para ele, Jane - Adrian se aproxima como se quisesse mostrar que eu estava com ele - Mattheo já deve ter começado bem antes, no bar mais próximo.
- Jane? - Mattheo se aproxima e me avalia com atenção - temos uma nova convidada?
- Oi - me limito a isso e me sinto uma idiota.
Mattheo continua me olhando como um predador, fixamente em meus olhos, eu faço o mesmo, não está em mim recuar para um homem bonito.
- Agora não, Theo - Adrian me puxa para ele.
- Como assim?
Minha pergunta se perde quando outro homem entra na sala, o loiro gato ali na frente é com certeza o anfitrião. Mattheo brinca sobre a roupa dele e caminha para fora da sala, o loiro vai até Thomas que termina sua bebida em um gole e o cumprimenta antes de se virar para mim.
- Boa noite.
- Boa noite, é... a sua casa é linda.
- Então combina com você - ele sorri confiante.
- Meu Deus, Adrian - eu rio levando a mão ao peito - seus amigos são todos diretos assim?
- Mais do que parece.
- Sou Francis, seja bem vinda ao nosso jantar anual.
- Obrigada.
Ele faz um gesto amplo com a mão, me encorajando a caminhar para a sala ao lado. Chego a uma sala de jantar ampla com grandes janelas de vidro ao longo da parede oposta inteira, Adrian me guia e puxa uma cadeira de costas para elas.
Mattheo está na minha frente e preciso me segurar para não sorrir, ao lado dele, Thomas lança um sorriso discreto para mim.
- O que é esse Jantar Anual? - pergunto baixinho para Adrian.
- Uma vez por ano, desde que nos formamos, nós nos reunimos aqui.
- Então eu sou a intrusa.
- Muito longe disso - Adrian pega minha mão e sinto seu polegar reconfortante no dorso.
Francis entra na sala andando calmamente e se senta na ponta na mesa, estremeço com a sua presença ao meu lado, como se ele próprio emanasse uma energia única. Sinto um toque no meu pé e recuo, pensando que estava no caminho de alguém, Mattheo estala a língua no céu da boca em reprovação e percebo um olhar furioso de Adrian para ele.
- Podem servir.
Nesse momento, os pratos são trazidos em bandejas de prata e pousam na frente de cada um, os pratos tem redomas de prata que refletem nossos rostos nela, outra ordem de Francis e as redomas são tiradas.
É impressionante, todas as cores e as formas que recheavam o prato o fazem parecer ainda mais saboroso, eu estava prestes a pega o garfo quando Adrian segurou minha mão.
- O anfitrião sempre come primeiro.
Sua voz firme me fez recuar, assenti, grata pela pequena aula de etiqueta.
- Encontrei esse taco em um resort no México - Thomas começou a falar e quase o odiei por isso, eu estou realmente com fome - além de kobe beef, o prato contém trufas negras e caviar de beluga, sendo vendido a bagatela de vinte e cinco mil dólares.
Meus olhos doeram quando os arregalei diante da informação de Thomas, ele sorriu e fez um aceno para Dom que levou o garfo até o taco e provou os ingredientes separadamente.
- O que é isso? - pergunto baixinho.
- Cada um de nós traz para o jantar um prato que conheceu em viagens.
- Eu não sabia.
- Tudo bem, ninguém esperava que você trouxesse algo.
- Só você veio acompanhado?
Sinto um leve formigamento na perna e passo a mão na canela a fim de tirar o possível fio de cabelo que me incomoda, mas meus dedos tocam em algo duro como... sola de sapato. Meu olhar cruza com o de Mattheo e ele sorri.
Adrian não responde minha pergunta porque está devorando seu taco com as mãos, como se fosse comida de rua. Eu me sinto perdida entre a delicadeza de Francis e a brutalidade de Adrian, busco socorro em Thomas, ele dobra seu taco lentamente para que eu entenda como fazer e leva a boca, seus olhos se fecham e ele geme.
Sinto minhas bochechas ficarem quentes quando ouço o som, mas não consigo evitar que isso mexa com minha libido.
Eu percebo a personalidade de cada um a mesa, não sei dizer qual eu gosto mais, o cuidado e atenção de Adrian, sempre me fazendo sentir confortável, com toques sutis de como me comportar. Diferente de Mattheo que parece fazer de propósito quando o assunto é rebeldia, agora subindo o pé pelo meu joelho.
Thomas é silencioso, discreto e muito gentil, ele entende meus olhares de desespero, com certeza, de todos ali, ele é o único que não nasceu em berço de ouro. Ao olhar para Francis eu vejo toda a classe e elegância, mas também a sutileza de seus movimentos.
- Como está, Jane? A seu gosto? - Francis pergunta.
- Ah sim, está ótimo - não faço ideia se está bom, mas eu gostei, ignorando o fato de ter ouvido "caviar de beluga"
Eu nem tinha terminado quando os pratos foram retirados e outra leva veio a mesa, eu conhecia muito bem o cheiro de massa, quando as redomas foram tiradas, os outros riram.
- Mattheo - Francis repreende.
- Em minha defesa, essa pizza se chama Luis XIII, mas é mais singela que o taco que Thomas nos trouxe, essa custa doze mil dólares e entre os ingredientes, seu favorito, Francis.
- Camarrão mantis, do mediterrâneo?
Francis sorri e corta uma boa parte da pizza, eu estou ansiosa e mal espero que ele termine de mastigar para cortar a minha, o queijo não é comum e pelo que disseram é muçarela de bufala legítima, não a porcaria processada que encontramos no mercado..
Mattheo alcançou uma parte da minha coxa, me ajeito na cadeira a fim de afastar e ele não gosta nada disso, se arruma em seu lugar arrastando a cadeira e olha para o outro lado.
- Ele é inofensivo - Adrian sussurra em meu ouvido.
- E você? - o provoco fingindo inocência na voz.
- Nem um pouco - sinto seus dedos na minha coxa e procuro os olhos de Mattheo, apenas para que ele saiba que Adrian está me tocando.
Quem percebe é Thomas que aperta os lábios com força e desvia o olhar, ele se apoia na mesa com o cotovelo, não quero acreditar nisso, mas penso que ele pode estar excitado e imploro em pensamento para que ele gema outra vez.
- Certo, próximo prato - Francis faz um sinal e mais uma vez o prato é substituído - World's Most Expensive Fries.
Como ele disse isso sem respirar?
As redomas são tiradas, o que tem no prato é decepcionante, parece um amontoado de batatas fritas, não consigo controlar o riso que vem em uma crise intensa.
Adrian me oferece seu lenço para que eu seque as lágrimas. Estou envergonhada demais para olhar para cima, mesmo assim Francis me chama.
- Eu adoraria rir um pouco - apesar de sua gentileza sinto o mau humor na sua voz.
- Não pense mal de mim, eu adoro batata frita, mas eu estou aqui vendo quatro homens adultos e elegantes trazendo os melhores pratos do mundo e são... fast food. Como se ainda fossem apenas garotos.
Agora percebo o humor crescendo nos rostos deles e até Mattheo já me perdoou.
- Ela tem razão - Thomas admite.
- Mas essas não são só batatas fritas. São passadas três vezes em gordura de ganso e temperadas com um champagne que nem espero que você conheça.
E rapidinho ele está me colocando no meu lugar, de todos que eu podia irritar, tinha que ser o anfitrião?
- Então, só falta o Adrian.
Olho para meu acompanhante e ele está sorrindo confiante, ao contrário dos outros ele se levanta e me oferece a mão, não vejo problema nisso e me levanto também.
- Passei o último ano no Brasil, onde conheci essa garota incrível, provei muita comida boa também, mas nada que se compare a sua bunda deliciosa - Adrian me segura enchendo a mão com minha carne.
- O que está fazendo? - pergunto surpresa, mas não me afasto.
- Sei que trouxeram pratos com valores absurdos, mas o que eu trouxe é inestimável.
Os outros me olham com a mesma ambição que olharam para seus pratos antes.
- Adrian? - eu rosno para ele.
- Anda, Jane. O anfitrião come primeiro - ele diz baixo apenas para que eu o ouça.
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