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Meu nome é kauê,sou o próximo líder cacique do clã,águia dourada do povo Muriê.
Tenho vinte e sete anos...
Meu nome tem um significado especial,sempre dizia a minha mãe.
“Audacioso e guerreiro”
Nome indígena de origem brasileira tupi-guarani ela o escolheu,quando eu ainda estava em sua barriga.
Mesmo sendo aborígenes australianos, minha mãe se encantou pelo nome.
Sou próximo cacique da tribo Muriê, e eu tenho cabelos negros longos, e a pele morena.
Quando pequeno costumava ouvir várias histórias contada pela minha mãe, enquanto trançava os meus cabelos.
“Kauê todos nós, temos e somos como as estrelas, brilhando no alto do céu…”
_ Sabe filho…
As estrelas e os seus guias, elas são únicas, são as almas gêmeas…
Elas são solitárias, mas quando se encontra a sua outra metade, elas são uma só.
Não sabia o significado das almas gêmeas, era tão inocente a ponto de perguntá-la.
São os guias,e as almas gêmeas, e como vou saber quando a conhecer, mamãe?
Seu sorriso tão iluminado.
Ela respondeu me deixando ainda mais curioso, e eu esperava esperando por respostas.
“Um dia você saberá,onde encontrá-la,ou ela virá até você”
Agora aqui deitado, depois de todos esses anos, ainda me sinto um menino.
A minha mãe que tão carinhosamente contava as histórias de amor.
Um amor eterno...
Quando terei a minha guia mamãe?
Valente com inúmeras habilidade de lutar e estratégias e o meu forte, o arco e flecha.
Sou o mais ágil e rápido entre os guerreiros de minha tribo.
Desde pequeno escuto as histórias,que são passadas de pai para filhos,que os brancos que trouxeram.
As doenças e desgraça sobre os povos indígenas caiu sobre a destruição.
Nosso povo junto ao líder branco.
Que na época era um doutor disposto a ajudar a nossa tribo.
Dei a minha confiança, jurei protegê-lo contra quem quer que fosse, tudo estava bem.
Até a minha ruína, e tudo aconteceu porque não confiei na crença do meu povo!
Quando fiz dezoito anos minha primeira missão a prova de guerreiros e a força sobre a dor, entre todas as provas essa foi a mais difícil.
Suportar a dor de várias formigas carnívoras tentando devorar a sua pele, e a sua ardência.
A minha pele queimava com cada mordida a cada canto do meu corpo, era como se eu estivesse sendo queimado vivo.
Tinha que suportar, porque o pior estava por vir, andar em cima das brasas, demonstrando a força de um líder.
Apanhar enquanto caminhava sobre a fila dos guerreiros que me socava a ponto de perder o ar.
Segurei firme, ainda com as dores de não me mater pé.
Eu consegui!
Me tornaria cacique de meu povo e demonstraria que estou pronto.
Assim aconteceu, tive minha prova de guerreiro, passei nas primeiras fases, e as etapas finais.
Para a comemoração, tive uma cerimônia no mesmo dia e assim, tudo que eu mais queria.
Estava prestes a acontecer, ganhei uma esposa bela jovem.
Luna era a mulher que eu estava apaixonado.
Naquele momento da festa, três dias depois aconteceu o nosso casamento.
Fomos para a cabana de acasalamento, e lá aconteceu o que eu estava tão ansioso.
Sair de lá depois de quinze dias, é uma tradição, só pode sair da tenda após quinze dias úteis.
A mulher está grávida do meu filho. Desse dia em diante.
Luna é uma guerreira brilhante, que me conquistou por completo.
Ganhou o meu coração, nossa noite foi especial, com ela tive minha primeira experiência de homem.
Ela é minha outra metade, mãe xamã já havia previsto nosso destino junto ao pajé.
O pajé não tinha uma visão clara de que ela era a mulher do meu destino.
As palavras da minha mãe, sobre as estrelas e seu significado.
Consegui entender naquele momento quando despertei ao lado da minha amada.
Mas quando pensamos que a felicidade, poderia ser eterna e nada iria estragar.
Algum tempo depois, algo desagradável aconteceu a mim, e ao nosso povo muriê.
E novamente fomos atacados por nossos inimigos em comum…
Liderado por um maldito urque, que se dizia ser amigo meu, com uma falsa promessa.
De vacinação e ele iria cuidar bem de nossa gente, eu o acolhi em nossa tribo.
Justo quando a metade de minha gente, estava tão doente, eu confiei nele.
Fiz amizade e dei a ele a hipótese de não ser julgado por sua raça, e eu fui sincero.
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