/0/17877/coverorgin.jpg?v=4a8be3e95ad948d5558903d44265a681&imageMogr2/format/webp)
A campainha começa a tocar no momento que eu chego no centro da minha sala de visitas. Largo a mochila de Alice em cima do sofá e vou atender a porta no mesmo instante, e para a minha surpresa encontro o Dante Travel em pé no corredor do hotel. Contudo, o homem me lança um olhar indecifrável que me inquieta.
— Dante? — questiono, porém, ele faz um movimento inesperado aproximando-se e me puxa bruscamente para perto do seu corpo. Inevitavelmente ofego e me pergunto por que estou permitindo isso, mas não contrato, até porque os seus lábios tocam os meus famintos, devoradores, me tirando a capacidade de pensar, de falar qualquer coisa. No entanto, me pego segurando firme em seus ombros, apertando-os com força, sentindo cada músculo rígido por cima do terno caro e permito que a sua língua invada a minha boca, iniciando um duelo gostoso com a minha. É como uma dança sensual, possessiva e quente. Imediatamente o seu corpo começa a se movimentar com uma agilidade incrível e eu escuto a porta bater logo em seguida. Uma mão sua aperta os meus cabelos bem próximos da minha nuca, enquanto a outra segura firme a minha cintura mantendo-me colada a ele. Uma teia quente e lasciva me envolve e o meu coração parece perdido em seu próprio ritmo. O sangue esquenta violentamente, queimando as minhas veias, e o fôlego falta, trazendo um formigamento diferente entre as minhas pernas.
— Dante! — Solto um som arrastado, totalmente desconhecido por mim. Um tipo de gemido, um miado. Em algum momento ele deixa a minha boca, deixando-me ávida por mais do seu sabor e mordisca levemente a pele do meu pescoço. Minha pele se arrepia e automaticamente me estou cheia de desejos insanos.
— Eu quero você, Lili! Droga, como eu preciso de você! — rosna com a voz rouca, tomada de um desejo cru, enquanto beija ardentemente o meu colo. Ofegante, eu fecho os meus olhos para apreciar esse toque ardente, arqueando as minhas costas e jogo a cabeça para trás, lhe dando mais acesso.
— Mãe? Mamãe, acorda! — Forço-me a abrir os olhos e percebo que tudo não passou de um sonho... quer dizer, sonho não, de um pesadelo! Eu estava sonhando com o cafajeste do pai da minha filha?! Mas que merda é essa, Lilian?! Sim, estou frustrada, irritada... na verdade, eu estou é revoltada mesmo! Com que direito aquele cretino invadiu os meus sonhos? Quem lhe deu tamanha liberdade? Não acredito que isso aconteceu comigo!
/0/6315/coverorgin.jpg?v=0a7ae7675c824f04ae23dc23ecf2edcb&imageMogr2/format/webp)
/0/6443/coverorgin.jpg?v=72e3bada5a20dab797de3701327caead&imageMogr2/format/webp)
/0/4287/coverorgin.jpg?v=8616300f94234f4d5e5ab2447bce12a0&imageMogr2/format/webp)
/0/2748/coverorgin.jpg?v=c1dfb4c3df2cf9edc8e38b9dc1100a4d&imageMogr2/format/webp)
/0/357/coverorgin.jpg?v=6aa030f22b2efac39329b84c141d6119&imageMogr2/format/webp)
/0/13971/coverorgin.jpg?v=26136789ec4c9cc851bd43c422164f1c&imageMogr2/format/webp)
/0/13890/coverorgin.jpg?v=a3c593f2d3b12407c99292ab3ead46d0&imageMogr2/format/webp)
/0/12503/coverorgin.jpg?v=3ecb9b6704b08fe90089261732f89aa7&imageMogr2/format/webp)
/0/5337/coverorgin.jpg?v=e4fc86718873271869eb402da6b7fb3c&imageMogr2/format/webp)
/0/16676/coverorgin.jpg?v=24c4dfc3a9c6a04d919f5ec27d734d13&imageMogr2/format/webp)
/0/14653/coverorgin.jpg?v=70bc854996d5e397bad177798f3c92f1&imageMogr2/format/webp)
/0/8791/coverorgin.jpg?v=e37b99752e5df2917f2bb14d5c839af9&imageMogr2/format/webp)
/0/17799/coverorgin.jpg?v=5506657af491d2016a0585f8927df304&imageMogr2/format/webp)
/0/17000/coverorgin.jpg?v=518e672ac1d29e932eec9ee5d368e02e&imageMogr2/format/webp)
/0/2340/coverorgin.jpg?v=a7f364f40a38cefe239d257f6c45bd89&imageMogr2/format/webp)
/0/5214/coverorgin.jpg?v=85f7b025cb44cc348b3cd36a0f02342d&imageMogr2/format/webp)
/0/3442/coverorgin.jpg?v=52249ec7ce784a05a7cc3ddc0518a62d&imageMogr2/format/webp)
/0/3371/coverorgin.jpg?v=dc867276fd26a4e79291994eacbc7796&imageMogr2/format/webp)
/0/2751/coverorgin.jpg?v=dbadfe8150377681ba1521cae9427531&imageMogr2/format/webp)