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Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo

Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo

No dia do meu casamento, enquanto eu encarava meu reflexo num vestido que valia uma década de salários, meu celular vibrou. Era uma notificação do Instagram. Jandir, meu noivo, acabara de postar uma foto no aeroporto de Paris com a legenda: "Foda-se as correntes. Buscando a liberdade." Ele não estava atrasado. Ele tinha fugido, deixando-me para enfrentar quinhentos convidados da elite e uma fusão bilionária que dependia daquele "sim". Meu pai não se importou com minha humilhação. Ele invadiu o quarto em pânico, pronto para me vender para Péricles, o primo asqueroso e bêbado de Jandir, apenas para salvar o acordo financeiro. Naquele momento, matei a garota romântica dentro de mim. Se eu tivesse que ser vendida, seria para o dono do dinheiro, não para as sobras. Levantei a cabeça, enxuguei as lágrimas que nem chegaram a cair e marchei até a sala VIP onde Fausto Holanda, o pai do noivo e o homem mais temido do mercado, aguardava. Invadi a sala, tranquei a porta e joguei o iPad na mesa dele. "Jandir fugiu," informei, vendo o cálculo frio em seus olhos cinzentos. "As ações vão despencar amanhã." Ele não se abalou. Mas eu tinha uma solução. "Case comigo," propus, sustentando o olhar dele. "Eu salvo a fusão, limpo a bagunça do seu filho e garanto que ninguém tente te usurpar." Fausto sorriu, um sorriso de predador. Meia hora depois, o mundo entrou em choque quando entrei no altar de braços dados com meu ex-sogro. Agora, sentada na cadeira da matriarca, atendi o telefonema de Jandir chorando porque seus cartões foram recusados em Paris. "O cartão está cancelado, Jandir," eu disse com prazer. "E não me chame de Estela. Nesta casa, hierarquia é tudo. Agora, eu sou sua superior."
A jovem órfã para o Bilionario

A jovem órfã para o Bilionario

Uma garota inocente que deseja salvar o lugar em que vive, só não imaginava que estaria indo contra os desejos de um homem poderoso como Bruno Lafaiete no meio dos perigos, um amor puro que causará inveja e a verdadeira identidade desse bilionario será exposta. Os dois estão prontos para lidar com tudo isso? "Você não deveria ameaçar homens que não conhece." Sua voz se torna baixa mas o tom de ameça está lá. A porta do banheiro se abre e o outro homem reaparece ficando calado quando me vê, seus olhos azuis fazem uma varredura completa nas minhas roupas simples sinto como se fosse um pedaço de lixo nos pés de um sapato de grife. "Giulio, veja só papai gostaria que me casasse acabei de encontrar minha noiva." Sinto os olhos pulando das órbitas enquanto giro o pescoço na direção dos olhos verdes que agoram parecem faiscar. "Que merda Bruno?" "Você está louco" Rebato prontamente. "Quer ou não quer salvar esse lugar?" Sua voz soa calma enquanto coloca as mãos na calça social. Finalmente reparo bem no homem, muito mais lindo pessoalmente do que nas revistas mas são seus olhos que fazem meu coração pular. "Não tenho nenhum motivo para acreditar em você." Cruzo os braços buscando alguma proteção. "Nem eu em você, entretanto, podemos fazer um negócio - Fala de modo calmo passando as mãos no cabelo desfazendo o penteado. - O orfanato por um casamento, a menos que esse lugar não seja tão estimado." Quase rosno com a sua audacia em tentar mensurar o quanto é importante para mim o cuidado das crianças e desse lugar. "Tudo bem - Respondo derrotada. - Mas quero um contrato no qual você se compromete em manter o orfanato e as despesas." "Só isso?" Questiona Respiro fundo procurando algo dentro da minha mente até que encontro. "Meus estudos, você terá que arcar com a minha faculdade." "Prepare um documento com esses termos Giulio." O tal de Giulio parece estupefato com a ordem recebida porém não questiona, Bruno abre a porta do banheiro gesticulando para que saia na sua frente. Quando o faço sua voz soa rouca ao pé do meu ouvido. "Não deveria fazer negócios com desconhecidos." Sinto estar entrando em uma enrascada mas engulo o medo e oro para ter tomado a decisão certa.
Ligada a Ele: O Retorno Sombrio de um Espírito

Ligada a Ele: O Retorno Sombrio de um Espírito

A última vez que ouvi a voz do meu namorado, Arthur, ele estava me dizendo para parar de fazer tanto drama. Eu tinha sido sequestrada por um homem que ele levou à falência, e eu estava implorando pela minha vida. "Isso é o cúmulo, até pra você", ele disse, a voz fria de irritação. "Não tenho tempo para esses seus joguinhos." Ele desligou na minha cara para resolver uma crise de trabalho da sua sócia, Gênesis. Meu sequestrador, percebendo que nenhum resgate seria pago, amarrou uma bomba no meu peito e me deixou para morrer. A explosão me matou, mas não me libertou. Em vez disso, meu espírito ficou acorrentado a Arthur, uma corrente cruel e invisível que me forçava a segui-lo. Eu tive que assistir enquanto ele investigava o assassinato de uma "vítima não identificada", sem nunca suspeitar que o corpo irreconhecível era o meu. Ele viu minha última mensagem de texto — aquela em que eu dizia que estava grávida — e a chamou de uma mentira doentia e manipuladora antes de bloquear meu número e me apagar de sua vida. Eu era um fantasma, presa ao homem cuja indiferença foi minha sentença de morte, forçada a vê-lo sofrer por uma estranha enquanto amaldiçoava meu nome. Pensei que este era meu castigo eterno. Mas um ano depois, ouvi sua nova noiva, Gênesis, se gabando para as amigas. E finalmente descobri a verdade sobre quem realmente enviou meu assassino até minha porta.
O Resgate da Herdeira Amada

O Resgate da Herdeira Amada

Eu estava no meio de uma crítica furiosa a um livro online quando tudo ficou preto. "Que enredo mais clichê! A filha trocada, a família rica malvada, a mocinha que só sabe chorar!" Foi a última coisa que digitei. Uma voz mecânica e fria soou na minha cabeça, como um GPS com defeito: [Host detectado com alto nível de insatisfação. Missão: Corrigir a "porcaria clichê".] Fui designada como Maria, a babá, com uma missão absurda: Proteger a verdadeira herdeira, Ana Paula. Fui jogada em uma sala gigantesca. Lá, Juliana, a filha falsa e mimada, estava humilhando Ana Paula, a legítima herdeira, pálida e com roupas gastas. "Você é surda ou burra, Ana Paula? Você faz tudo para me irritar, não é?" A sra. Silva, a mãe adotiva insensível, não fez nada. Meus olhos se encheram de uma raiva fria. Ana Paula, a garota trocada, maltratada e esquecida, não merecia aquilo. Senti algo ferver dentro de mim, uma indignação que não conhecia limites. Aquela "porcaria clichê" precisava de alguém para acabar com a injustiça, e esse alguém seria eu. Agarrei o pulso de Juliana. Soltei com um empurrão e ajudei Ana Paula a se levantar. Olhei para a família Silva e anunciei: "Fiquem longe dessa gente desprezível. Vamos ser cidadãs de bem e construir um Brasil forte!" Eu não estava lutando apenas por Ana Paula, mas contra toda a hipocrisia e injustiça social. Por 500 milhões de reais e pela justiça, eu não só construiria um Brasil forte, eu construiria um Brasil novo em folha para Ana Paula.
Meu Papai

Meu Papai

Um trauma de infância o tornou uma pessoa explosiva e totalmente sem paciência. Com o passar dos anos estava sempre entrando em conflito com a morte. Até que um dia, uma alma pura o concedeu uma segunda chance de viver e isso lhe custou muito caro. Monspie sentiu gratidão e tornou Samir sua prioridade, queria cuidar e protegê-la como se a mesma fosse a luz da sua vida e desde então tem se esforçado para trazê-la para perto de si. Um homem sem tom enxergou a cor nos olhos da menina com uma grande vontade de viver. Sempre teve a esperança de conquistar seu amor de infância, contudo, nesse mundo o único que amava era ele. Após anos vivendo um sentimento platônico decidiu seguir sua vida e finalmente se dedicaria a formar uma família só dele. O amor por Samir o invadiu no momento em que o salvou e desde então teve sua total atenção. Mesmo distante se preocupava em cuidar e manter sua vida estável, sonhando com o dia em que a traria para junto dele. Já havia desistido do amor quando uma mulher cai de paraquedas em sua vida o fazendo enxergar as coisas por outro ângulo. E assim sem perceber foi mudando seu jeitinho rude de ser. Danielle por sua vez, teve um casamento muito difícil e sonhava com o dia que viveria livre do inferno que tornava sua existência cada dia mais frustrante. Após anos longe do homem que a marcou, como um fantasma voltou a atormentá-la. Se viu em uma situação onde o destino o colocou em seu caminho. Um homem grande, de físico atlético e totalmente diferente dela. Salvou sua vida e viu nele um porto seguro. Mal sabia que o próprio, vivia entrando no caminho da morte e que seu coração estava totalmente ocupado por uma pessoa de olhos verde vivo. Seria Danielle capaz de ganhar um pequeno espaço no coração do homem lindo de boca suja que a salvara? Duas pessoas destruídas pelo caos conseguiriam viver juntas? Será que nascerá um amor para esses dois? Enfim, muitas perguntas e uma só resposta. Quer saber como termina essa história? Alisa minha estrelinha e embarque no trenzinho da felicidade onde a cada capítulo, você saberá ainda mais a resposta. Se tem como dois mundos destruídos colidirem e se unificarem para cuidar da ingênua Samir.
Mãe por acidente

Mãe por acidente

- Eu acho que você é uma ótima atriz garota. - Ele da novamente aquele sorriso que me dá nos nervos. Mas todo mês uma puta como você me procura dizendo que está grávida de mim. É oque elas querem afinal? Um cara rico como eu, bonito, bem sucedido. Mas isso não vai acontecer, comigo e nem com você. É uma solução que você quer? Trinquei os dentes, revoltada com suas acusações. - Pode apostar que eu não queria isso de forma alguma. - disse com amargura. - Quer saber? - ele disse, passando por mim e esbarrando com turbulência. Voltou alguns minutos depois. - Aqui! - ele falou, folheando um grosso bolo de notas verdes juntas por um elástico e as jogando em cima de mim. Agarrei por reflexo. - O que isso significa? - Sua solução. Você disse que não queria isso. Bom, nem eu. Com esse dinheiro dá para você pagar um açougueiro por aí para tirar essa coisa. - Eu nunca disse que vou tirar o bebê - disse, reforçando a palavra bebê. Ele baixou a vista. Quando levantou, era aquele Luck violento que há tempos eu tinha visto. - Eu juro que, se você fizer qualquer coisa para me prejudicar... - ele disse, se aproximando. Dessa vez não me afastei, estava cansada de sentir medo. Olhei bem em seus olhos quando ele ficou cara a cara comigo. Luck sussurrou pausadamente: - Quem sabe? - Passou a mão na minha barriga lisa, não tirando os olhos dos meus. - Eu mesmo não tiro esse bebê daqui. Acidentes simples causam abortos o tempo todo. Estremeci com a frieza na sua voz. -Você nunca mais vai encostar um dedo em mim! - Afirmei, lutando contra as lágrimas, mas orgulhosa por minha voz não ter fraquejado. - Você não me conhece, nem um pouco! - Sua expressão permanece insensível e indiferente. Ele estala a língua no céu da boca. - Não tem ideia do que eu já fiz por muito menos. - Sua mandíbula lateja em fúria. - Eu sou capaz de qualquer coisa para me livrar de uma pedra no meu caminho.