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Livros de Romance Para Mulheres

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O veleiro

O veleiro

  Um veleiro é herdado por Juan, no litoral de Santa Catarina, ele leva uma vida tranquila, sedutor, criado nas ruas sabe muito bem que o respeito é a base de qualquer interação social.   Incrédulo acerca de seu destino, ele vê seu futuro nos olhos de Carla, uma burocrata carioca que guarda dezenas de segredos. Entre um poema e livretos e um autor desconhecido, encontrado por ele, temos a dramática vida de Rebecca, a doçura de Bruna, mesclando com a sagacidade de Say. Mesclando conspirações e prazeres secretos dos demais envolvidos.    Entre investigações policiais e o prazer único provocado por Juan, Carla precisa desvendar quem são os verdadeiros criminosos, e quem é Juan.   Nem mesmo o tempo ou conspirações resistem ao prazer, a paixão,e o amor.                       INTRODUÇÃO    Caro leitor, nossas experiências românticas independente de orientação sexual, nos trás bons e maus frutos, entretanto se analisarmos pelo instinto do ser humano e tudo que somos capazes de realizar vamos muito além de relações vazias.   Alguns acreditam que o dinheiro compra tudo, outros colocam sua confiança na beleza, alguns estudam técnicas de conquistas. Eu revelo ao leitor que nada disso deve ser via de regra, status social, beleza, lábia etc....   Somos muito mais racionais que isso, o respeito por nós mesmo, e pelo nosso semelhante, define a nossa capacidade de sedução, e se colocarmos uma mulher completamente sóbria em relação a tudo isso? Alguém que possa comprar o que quiser? Juntamente com um homem que acredita que a vida deve ser simples porém nunca comum?   Essa é a sedutora proposta que entrego a você, entre sedução, erotismo,inveja,desejos,fetiches, e uma pitada de destino, convido o leitor a descobrir tudo isso entre as páginas de um romance moderno.   Onde deixo o desafio ao leitor a descobrir onde, e em qual parte do enredo eu mesmo fiz um pedido de casamento entre a história.   Paixão, amor, e sexo, nunca foram tão excitantes, e mistériosos quando tas palavras forem ditas, e escritas no momento certo. "Não quero que me dê satisfações, quero satisfazer você" -Boa leitura, Leia, interprete, e viva cada romance como se fosse o último.                        O VELEIRO 
Casamento Trocado, Destino Reescrito

Casamento Trocado, Destino Reescrito

Fui esfaqueada pela minha própria irmã, Joana. A dor aguda no meu abdômen foi a última coisa que senti antes de tudo escurecer. Eu tinha acabado de ser nomeada empresária exemplar da cidade, o auge da minha vida, e ela, consumida pela inveja, decidiu acabar com tudo. Mas quando abri os olhos novamente, o cheiro de mofo e o som de uma briga familiar me trouxeram de volta. Eu estava no meu antigo quarto, em 1982, no dia do meu noivado. Na minha vida passada, eu era a chacota da família. Joana, minha meia-irmã, escolheu o noivo promissor, e para mim sobrou o preguiçoso e alcoólatra João. Enquanto a vida dela virava um inferno, eu, com paciência e trabalho duro, transformei João em um milionário, construindo um império. Até que a faca de Joana encontrou meu estômago. Agora, Joana gritava na sala: "Mãe, eu quero o João! A Maria que se case com o diretor!" Ela também se lembrava. Ela queria meu destino de sucesso, mas não o caminho. Minha madrasta, Lúcia, com sua falsa preocupação, perguntou o que eu achava da troca. Eu olhei para Joana, que achava ter roubado meu bilhete de loteria. "Se a Joana insiste tanto, eu aceito me casar com o diretor Carlos." Um sorriso vitorioso se espalhou pelo rosto dela. Mal sabia Joana que a fonte do sucesso não era o homem, mas a mulher que o construiu. Eu não era mais a tola submissa. Desta vez, eu recuperaria o que era meu por direito e desvendaria a verdade sobre a morte da minha mãe. A história seria diferente.
Meu Recomeço, Minha Paz

Meu Recomeço, Minha Paz

O cheiro doce e estranho que flutuava na festa de aniversário da minha filha, Lara, não pertencia a ninguém da família. Então, Bruna, a nova secretária de João, entrou e caminhou diretamente até meu marido, que abriu um sorriso largo e genuíno, um sorriso que eu não via direcionado a mim há muito tempo. Ela se ofereceu para levar Lara para pegar algodão doce, e eu cedi, contra a minha vontade. Dez, vinte minutos se passaram, e elas não voltaram, o pânico começou a crescer dentro de mim. Então eu ouvi gritos. Corri, e a cena que encontrei me paralisou: um homem desconhecido segurava Bruna pelo braço, gritando com ela, Lara estava encolhida atrás de Bruna, chorando de pavor. O homem puxou uma faca. Eu liguei para João, desesperada: "João! A Lara! Tem um homem com uma faca, aqui no jardim!" Ele respondeu com uma impaciência irritante: "Sofia, pelo amor de Deus, pare com esse show, você está tentando estragar meu dia? Eu sei que você está com raiva, mas inventar uma história dessas para me fazer largar tudo e ir atrás de você é baixo até para você." Ele desligou. Eu estava sozinha. Não pensei, agi, meu corpo se moveu por instinto, o instinto de uma mãe protegendo sua cria. Corri e me joguei na frente de Lara, exatamente no momento em que o homem desferiu o golpe, a lâmina fria e afiada rasgou a pele do meu braço. No hospital, João me culpou por proteger a nossa filha. "Ela não é minha amante, ela é a mulher que eu amo." Naquele momento, eu entendi que para ele, eu e Lara éramos descartáveis. Mas ele não sabia que me esperava uma reviravolta ainda mais sombria, que Bruna era não só a filha da nova esposa do meu pai, como também que João havia orquestrado nosso encontro. Essa revelação acendeu em mim uma chama de fúria e o desejo por uma vingança tão fria e calculada que ele jamais poderia prever.
O CEO E A APRENDIZ

O CEO E A APRENDIZ

Elevei meu olhar para encarar os dele implacável; seus olhos eram enigmáticos, assim como sua postura dominante. Ele possuía um físico invejável e cativante, com músculos bem definidos que realçavam o corte perfeito de seu terno. Seus olhos esverdeados, pele morena e cabelos levemente encaracolados, cortados no estilo social, completavam seu visual. Era um homem verdadeiramente deslumbrante. — Terminou de me admirar, senhorita? — Com uma provocação, um charmoso sorriso surgiu em seus lábios. O CEO era, sem dúvida, tentador. — Senhor... — Limpei a garganta, esforçando-me para recuperar minha compostura, buscando palavras para escapar daquela situação desconfortável. — O conteúdo não é apropriado para ser lido em voz alta, por favor, compreenda! — Isso, eu decidirei! — Ele reclinou-se em sua cadeira executiva, observando-me com serenidade enquanto saboreava um gole do seu uísque favorito. — Estou aguardando. — Peço desculpas, senhor, mas não posso fazê-lo. Pode me demitir! — Virei as costas, pronta para deixar o escritório apressadamente, quando suas mãos fortes prenderam meu pulso, prestes a puxar a maçaneta da porta. Ele observou atentamente minha reação e, em seguida, esboçou um sorriso. — Aprendiz... — O CEO aproximou-se mais de mim de maneira sedutora, fazendo-me recuar alguns passos até ser encurralada na parede. Ele me cercou com seus braços e aproximou os lábios do meu ouvido, sussurrando suavemente — Há tanto potencial em você, vou moldá-la! Mordendo levemente a ponta da minha orelha, senti um arrepio percorrer meu corpo. Com a ponta dos dedos, ele traçou o contorno do meu rosto com as unhas antes de pressionar meus lábios com o dedão, abrindo-os levemente. Aproximando-se ainda mais, ele colou seu corpo ao meu, fazendo meu coração acelerar e minha respiração tornar-se descompassada. Elisabeth Lis, uma escritora amadora, desempenhava o papel de secretária executiva na principal editora de livros de Seattle. Essa posição não apenas representava um sonho repleto de oportunidades, mas também servia como um cenário inspirador para sua paixão pela escrita. No entanto, Elisabeth ainda não se sentia totalmente preparada para revelar o conteúdo de seu livro secreto, um romance singular que mergulha de forma intensa na exploração do contato físico, apresentando uma abordagem diferenciada e envolvente.
Amor Reescrito: Trágica Redenção

Amor Reescrito: Trágica Redenção

A música alta da festa abafava, mas não calava as vozes ao meu redor. "Pedro, e aí? Você ainda gosta da Beatriz?" , uma amiga dela perguntou, o sorriso familiar me encurralando. Meus olhos voaram para Beatriz do outro lado da sala, sua presença uma força física. Forcei um sorriso, um que não chegava aos olhos: "Não gosto mais. Na verdade, estou prestes a me casar." Um estrondo de vidro quebrado cortou o silêncio. Era Beatriz, parada, os ombros tremendo, os olhos vermelhos fixos nos meus. Meu coração falhou. Seis anos. Eu poderia ter me casado com ela. Mas eu estraguei tudo. Todas as "perdas" dela, seus sofrimentos, foram planejados por mim. Fiz isso porque eu "despertei" e descobri: este mundo não era real, era a história de um romance trágico. Beatriz, a protagonista feminina de um final infeliz. João, o irmão dela, o protagonista masculino. E eu, Pedro, o vilão. Eu era o vizinho obcecado por amor, cuja função era criar obstáculos e morrer miseravelmente. Eu sempre a amei, desde criança sonhava em casar com ela. Até o Dia dos Namorados da faculdade. Vi Beatriz e João no campus, ela rindo, tirando uma folha do cabelo dele, comprando chocolates em formato de coração para… ele. Meu mundo em mil pedaços. O ciúme, feio e escuro, enraizou-se. A inocência morreu, substituída por uma obsessão sombria. Eu não conseguia aceitar que outro pudesse tê-la. Era ela, ou nada. Foi na festa de formatura dela que planejei: a drogando, levando-a para casa, para que João nos pegasse e ela fosse forçada a casar comigo. Eu a teria para sempre. Mas, quando ela me empurrou na cama, uma dor de cabeça explodiu. Luzes brancas piscaram. Vi meu futuro: casamento infeliz, ódio, raiva, uma briga, eu caindo da escada. Paralisado. Abandonado. Morrendo sozinho. Vi João. Ele nunca se casou, consumido pela culpa. Vi Beatriz. Definhar de culpa e ódio. Vi meu corpo, doente, na cama. Beatriz me odiando demais para se aproximar. Minha consciência flutuou. Uma voz me informou: Este mundo era um romance trágico, e meu egoísmo selou nosso destino. A dor cessou. Voltei. Com Beatriz me olhando. Lágrimas rolaram. Medo. Arrependimento. Horror. Eu não podia condená-la. Não podia nos condenar. "Beatriz, a gente não pode. Não podemos continuar com isso." Naquele momento, a porta do meu quarto se abriu com um estrondo: João e Clara. Todos viram: eu e Beatriz, desgrenhados, eu chorando. "O que você fez com ela, seu desgraçado?" , João rosnou. "Fui eu" , eu disse. "Eu. Eu coloquei droga na bebida dela." Silêncio mortal. João, fúria e incredulidade. Clara, nojo puro. "Isso é crime, Pedro. Você sabe disso, não sabe?" Eu sabia. Eu aceitei a punição. Mas Beatriz, com a voz fraca, se colocou na minha frente: "Não. Não foi culpa dele. Ele é só uma criança." A porta se fechou. Fiquei sozinho. Eu entendi. Para ela, eu era o garotinho que ela protegia. Aquele amor no campus? Amor de irmãos. Eu só distorci tudo com meu ciúme. Eu era o vilão e precisava desaparecer. Naquela noite, arrumei as malas. Deixei um bilhete. Antes do amanhecer, eu estava em um ônibus para São Paulo.
A Falsa Esposa do Bilionário, Minha Vingança

A Falsa Esposa do Bilionário, Minha Vingança

Depois de três anos no exterior, voltei para casa para surpreender meu marido secreto, o bilionário da tecnologia Guilherme Dantas. Ele finalmente havia se tornado o CEO do império de sua família, e eu acreditava que nossa vida juntos estava prestes a começar. Mas a surpresa foi minha. A primeira coisa que descobri não veio dele, mas dos alertas de notícias de última hora: Guilherme estava noivo de uma influenciadora chamada Helena Torres, seu suposto amor perdido da adolescência. Meu mundo desmoronou quando vi a foto dela. Ela tinha o meu rosto. Então a verdade começou a se revelar, cada pedaço mais horrível que o anterior. Helena era minha meia-irmã. Nosso casamento de três anos era um documento forjado, uma peça cruel que ele encenou porque eu era uma substituta conveniente para a mulher com quem ele esteve casado o tempo todo. Ele não era apenas um mentiroso; era um monstro. Ele me atraiu para um hospital com o pretexto de cuidar de mim, apenas para revelar seu verdadeiro plano: me forçar a um transplante de tecido para salvar a vida de Helena. Mas enquanto eu estava deitada naquela cama de hospital, uma prisioneira esperando para ser sacrificada, gravei uma conversa que transformou meu luto em fúria. Eles não tinham apenas roubado meu marido e meu futuro — eles assassinaram minha mãe. Eles pensaram que eu era uma vítima que poderiam descartar. Estavam prestes a descobrir que eu era a arquiteta da ruína deles.