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Livros de Romance Para Mulheres

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Em outra pele

Em outra pele

Aletza nunca imaginou que sua vida daria uma reviravolta inesperada ao cruzar o caminho de Carlos Torres, um CEO milionário envolto em uma aura de mistério e um passado tormentoso que o levou a não acreditar no amor. Para o mundo, Carlos é um homem poderoso, implacável e reservado, mas por trás de sua fachada de aço, esconde-se uma alma ferida, marcada por cicatrizes profundas que o mantêm preso aos seus próprios demônios. Ele nunca planejou se apaixonar, muito menos por alguém como Aletza, uma mulher cuja força e calor iluminam até os cantos mais sombrios de sua vida. Desde o primeiro instante, a conexão entre eles é como um laço invisível que os atrai e, ao mesmo tempo, ameaça destruí-los. Aletza sente que, por trás do olhar intenso e dominante de Carlos, há algo além da arrogância: um homem vulnerável, lutando contra um passado que o impede de seguir em frente. Mas, à medida que descobre seus segredos, ela também enfrenta a força avassaladora de um desejo que desafia a lógica e coloca em risco não apenas seu coração, mas também sua segurança. Em um jogo onde o amor e o medo se misturam, Carlos e Aletza terão que decidir se estão dispostos a enfrentar as sombras do passado para lutar por um futuro juntos. Mas será que um amor tão profundo pode curar feridas tão antigas? Ou acabará consumindo-os como um fogo impossível de apagar? "Amar um homem como Carlos não será fácil, mas deixá-lo ir pode ser a batalha mais difícil de todas."
A Irmandade acima de tudo

A Irmandade acima de tudo

Está é uma obra de ficção apenas com o intuito de entreter o leitor. Falas, ações e pensamentos de alguns personagens não condizem com os da autora. O livro contém descrições eróticas explícitas, cenas gráficas de violência física, verbal e linguajar indevido. Indicado para maiores de 18 anos. Como a história se passa na Rússia, o significado das palavras estrangeiras encontra-se num glossário oferecido no início do livro. Sobre trademark ™, a autora reconhece aos legítimos donos das empresas e marcas citadas nesta ficção o devido crédito, agradecendo o privilégio de citá-las pelo grau elevado de importância e credibilidade no mercado. PERIGOSAS ACHERON PERIGOSAS NACIONAS Glossário Otets: Pai. Mat': Mãe. Beret: Boina. Blagadaryú: Agradeço. Daragáya: Querida. Mílaya: Querida (sentido romântico). Bratstvo prezhde vsego: A Irmandade acima de tudo (Juramento e lema da irmandade) Kheruvim: querubim Suka: Cadela (suki: cadelas) Zavtrak: Café da manhã. Koroleva: Rainha Ne: Não Da: Sim Sinochek: Filho. Doch: Filha. Bolotnik: Uma besta imunda que vive no PERIGOSAS ACHERON PERIGOSAS NACIONAIS pântano, disfarçada de monte, devorando suas vítimas. Svolach: Idiota. Vot eto pizdets: Que droga! Pizdets: Droga! Idi na hui: Vá se foder! Mudak: Homem que se comporta de forma imprudente Gandon: A palavra é usada em referência a uma pessoa desagradável, mas é bastante vulgar, pode ser usada como nome de rua para preservativos. Zhizn 'ebet meya: A vida está fodendo comigo. Ye-bat: Porra! Suchka: Cadela, ou uma forma carinhosa das mulheres se xingarem tipo: Sua cretina. A palavra é mais usada entre as mulheres. Gavno: Merda! Pakhan: Chefe/Papa Avtoriyet: Segundo em comando. PERIGOSAS ACHERON PERIGOSAS NACIONAIS Sovietinik: Conselheiro Derzhatel: Apoio Obshchak: Grupo de segurança. Obschaka kniga: secretário/livreiro. Boyevik: Guerreiros/soldados Shestyorka: iniciantes/associados Pidoras: gay Kisca: gatinha Sirniki: sobremesa, a massa pode ser frita ou assada, recheada com queijo cottage. Chak-chak: É feito com massa de farinha de trigo e ovos crus em forma de palitos e bolas. Os chak-chak prontos são colocados em um prato e regados com um xarope quente feito à base de mel. Smert': Morte. Ya skuchal po tebe: senti sua falta. Ya lyublyu tebia: eu te amo. Zólattse mayó: meu ouro.
A Ninfeta e o Mafioso

A Ninfeta e o Mafioso

As lembranças de quinze anos atrás são vagas, mas muito verdadeiras. Acordei de repente, como se estivesse morrendo sufocada. Na verdade, estávamos na parte de trás de um caminhão fechado e ao passar em alta velocidade em um redutor, meu corpo foi jogado contra a lataria e doeu. Puxei o ar e abri os olhos. Não dava para ver muita coisa, já que a única luz que penetrava era pela parte debaixo da fresta da porta. Mas o cheiro eu lembro muito bem, era ruim. Uma mistura de suor e urina. Mas o que eu poderia esperar? Todas as mulheres dentro daquele caminhão estavam há dias sem tomar banho. Não fazia ideia de quanto tempo se passou, deveriam ser semanas. Eu e meus pais saímos do Brasil num dia ensolarado, era verão ainda quando pegamos o avião em Brasília para a cidade do México. Dez horas de voo. Minha mãe sorria muito, ainda me lembro dela, seus cabelos castanhos e lisos. Ela era tão bonita. E meu pai também estava feliz. - Nós vamos para a América – meu pai dizia -, vamos ter uma vida melhor e você vai conhecer a Disneylândia. Porque será que o sonho de toda criança é conhecer esse maldito lugar? No Brasil, meu pai era pedreiro e um primo dele, o tio Alberto, estava morando há muitos anos nos Estados Unidos e prometeu nos ajudar quando ele chegasse. Não entendia muita coisa, mas sabia que da Cidade do México pegaríamos um ônibus para Tijuana, na Baixa Califórnia, ainda no México. Estava cansada, mas fiquei o tempo todo no colo da minha mãe. Eu entendia tudo o que eles falavam. Minha mãe era professora de inglês e espanhol na escola na cidade satélite de Taguatinga.
Grávida do Chefe da Máfia

Grávida do Chefe da Máfia

O sol atravessou as cortinas, e Alina Petrov tateou por seu biquíni em uma gaveta da cômoda. Os dias de verão eram a sua fraqueza, e ela mal podia esperar para relaxar junto à piscina de seu pai. Era um dos poucos atos de lazer que ela se permitia ultimamente. Tirando sua calça de moletom e sua regata, deslizou no biquíni preto e o ajustou. Aros dourados conectavam duas tiras finas que sustentavam a parte inferior, e a parte superior cruzava ao redor de seu pescoço. Isso aproximava seu amplo decote, e Alina não pôde evitar franzir a testa para o próprio reflexo. Para Yuri Petrov, ela ainda era uma pequena princesa que não deveria ousar vestir coisas tão escandalosas, mas Alina agora tinha vinte e dois anos. Estava na hora dela sair da concha. Ela havia passado toda a sua vida adulta concentrada em sua educação, mas aquela fase já havia passado. Independência era o seu próximo objetivo. Seu pai não tinha entendido quando ela quis ir para a faculdade, e ele gostou ainda menos da ideia quando ela se recusou a frequentar a universidade local. Sem dúvida, Yuri pensou que ela viria rastejando de volta quando seus dias de faculdade terminassem, e foi apenas porque ela não conseguiu um emprego que ela foi forçada a voltar para casa. E agora ela não conseguia arranjar um apartamento. Cada candidatura a um emprego ou um lugar para ficar era imediatamente rejeitada. Ela tinha se graduado como melhor da turma, e tinha economizado dinheiro suficiente para pagar mais do que o depósito exigido por apartamentos. Não fazia sentido que ela continuasse sendo rejeitada a cada tentativa. A única resposta lógica era que seu pai estava envolvido. "Mas você não precisa de um emprego, princesa", ela zombou de sua voz grave. "Tudo o que você precisará está aqui. Eu cuidarei de você." Alina sabia que seu pai realmente cuidaria dela, mas ela realmente queria se virar sozinha. Ela não era mais uma criança, e não queria ser tratada como tal.
O antídoto dele, o tormento meu

O antídoto dele, o tormento meu

Durante cinco anos, eu existi como o segredo mais vergonhoso de Julian Heath. Como CEO de um império tecnológico, ele reinava absoluto, mas um veneno raro o mantinha acorrentado. Minha bioquímica singular era o único remédio capaz de conter seus efeitos, exigindo horas de contato íntimo para mantê-lo vivo. Ele acreditava, com convicção, que eu mesma o havia envenenado - uma perseguidora obcecada que o prendera em uma dependência repulsiva. Nessa noite, ele me ofereceu a "atenção" que afirmava ser meu maior desejo, transmitindo ao vivo um registro de nossos momentos mais privados em um leilão exclusivo. À medida que os lances subiam, ele apresentou sua nova noiva, Cassandra, declarando que ela era sua verdadeira salvadora, pois a família dela havia desenvolvido uma cura definitiva, derivada do meu próprio sangue. Depois desta noite, ele finalmente estaria livre de mim. Mas ele estava redondamente enganado, porque o antídoto não estava no meu sangue ou DNA. Na verdade, fui uma cientista em bioquímica que, durante um ano, vivera reclusa em um laboratório clandestino e modificara meu próprio código genético até me tornar uma cura viva, criada para salvar o homem que amava desde que era pequena. Ele me deixou no quarto com a transmissão ainda em andamento, seu riso ecoando pelos corredores. O amor que eu nutrira por ele se transformou em cinzas nesse dia. Saí, encontrei um telefone público e fiz uma ligação para a única pessoa que conhecia a verdade. "Preciso que me ajude a fingir minha morte."