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Livros de Romance Para Mulheres

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Tênue

Tênue

Nick é o jogador de futebol americano mais popular da faculdade, conhecido por sua beleza e charme irresistível. Com um sorriso capaz de conquistar qualquer um, ele vive cercado de atenção e adoração. Nina, por outro lado, é uma jovem determinada, inteligente e de uma beleza estonteante. Com objetivos claros na vida, ela não se deixa impressionar facilmente e é conhecida por sua personalidade forte e decidida. Apesar de serem desejados por muitos, Nick e Nina têm algo em comum: não ficam com qualquer um. Ambos possuem padrões elevados e não se deixam levar apenas pela aparência. No entanto, quando se trata um do outro, a relação é como a de cão e gato. A rivalidade entre eles é palpável, marcada por provocações e desafios constantes. Conforme os dias na faculdade passam, Nick e Nina são forçados a se aproximar devido a um projeto em comum. A convivência, inicialmente tensa, começa a revelar lados desconhecidos de ambos. Aos poucos, a linha entre a rivalidade e a atração vai se tornando cada vez mais tênue, e eles se veem lutando contra sentimentos que nunca imaginaram sentir um pelo outro. Em meio a intrigas, competições e momentos de vulnerabilidade, Nick e Nina descobrirão que por trás de toda a tensão há uma química inegável. Será que eles conseguirão superar suas diferenças e abrir espaço para o amor? Ou a rivalidade será mais forte do que a paixão que começa a surgir?
Trabalho em dupla- tensão sexual

Trabalho em dupla- tensão sexual

Para todos que precisam de um recomeço. A culpa está queimando Eu estou ferido por dentro Não consigo suportar esse sentimento Então coloque a culpa na noite Não coloque a culpa em mim Blame (feat. John Newman) - Calvin Harris - Vamos, cara, você consegue! - Não sei se é uma boa ideia... - respondo, sincero. - Você sabe dirigir. Precisa deixar de ser tão medroso. - John, é uma descida alta - falo olhando para o morro. - Essa moto é para fazermos trilha. - Aponto para magrela. - Além do mais já está escuro. - Amarro o cadarço do meu tênis. Nossas roupas estão cheias de lama, John adora vir aos sábados fazer trilha no mato. Nossos pais não gostam, acham perigoso, mas acabam descobrindo só quando chegamos em casa, já que estão no trabalho quando saímos. Juntamos nossas mesadas com o dinheiro que ganhamos cortando a grama dos vizinhos e compramos esta moto. Isso foi motivo de outra briga lá em casa, mas acabaram se dando por vencidos depois de tanto insistirmos. - Deixa de besteira, mano. - Faz um gesto de desdém e sobe na moto. - Vem, vamos descer este morro logo. Preciso chegar em casa e tomar banho para ir encontrar a Hope. - Admite que está de quatro por ela - falo subindo na garupa. - A única que fica de quatro em nossa relação é ela, maninho - fala e pisca. Gargalho. Temos um ano de diferença e diferente de mim ele não é mais virgem. Olho para a descida do morro asfaltado a nossa frente e penso que se cairmos aqui vai ser pior que quando caímos no mato. John deixa o capacete pendurado no braço e liga a moto fazendo o motor roncar. Emprestei meu capacete para nosso vizinho ir trabalhar e mesmo assim viemos fazer trilha, isso vai ser motivo de mais uma briga lá em casa hoje. Nossa mãe vai encher o saco. - Se segura, pirralho! - brinca e o mando calar a boca. Ele põe a motocicleta em movimento acelerando. Sinto o vento em meu rosto e fecho os olhos curtindo o momento. - CARA - John grita -, PÕE O CAPACETE E SE SEGURA EM MIM. - Por quê? - pergunto. - Porque está me atrapalhando. - Tira uma mão do volante perdendo um pouco o controle. - Põe de uma vez e se segura! Eu o coloco e estranho estarmos indo tão rápido. - Acho melhor você diminuir a velocidade - falo. Ele tenta por um pé no chão tentando diminuir a velocidade e acho isso ainda mais estranho. - Cara, freia! - peço. - SE SEGURA! - grita jogando a moto para o lado. Tudo acontece muito rápido. Sou jogado para o acostamento, meu corpo dói com o impacto e demoro alguns segundos para voltar a pensar e me sentar. Quando faço, vejo meu irmão caído com sangue em volta. Tiro o capacete gritando por seu nome. Me levanto, sentindo minha perna latejar, paro ao seu lado gritando ainda mais por ele e entro em desespero quando vejo que o sangue no chão vem da sua cabeça. Naquela noite, eu o perdi. Ele viu que a moto ficou sem freio e deu o seu capacete para me salvar. Foi a sua vida pela minha. Naquela noite, eu também soube que nada mais seria como antes e que eu carregaria essa culpa pelo resto da minha vida.