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Livros de Romance Para Mulheres

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Rendida pelo meu chefe mais novo

Rendida pelo meu chefe mais novo

Aos quarenta e seis anos, Lina Garcia construiu sua vida em torno de dois pilares inabaláveis: seus filhos e seu trabalho. Secretária impecável no renomado escritório Prado Advocacia, ela é sinônimo de eficiência, discrição e lealdade. Entre prazos, audiências e noites insones, Lina sempre colocou os outros em primeiro lugar - até que um afastamento inesperado do trabalho muda tudo. Débora Prado, sua exigente e poderosa chefe, decide realocá-la para um novo desafio: trabalhar diretamente com o homem que promete revolucionar o futuro da empresa - e que, por acaso, também é seu sobrinho. Saulo Prado é jovem, brilhante e dono de uma ambição silenciosa. Recém-chegado ao império jurídico da família, carrega no currículo casos complexos e uma frieza estratégica que o torna temido nos tribunais. Mas por trás da aparência controlada, existe um desejo profundo de se reconectar com suas raízes e provar seu valor aos Prado. O que Saulo não esperava era que sua rotina em Sobral fosse virada de cabeça para baixo por uma mulher... diferente de todas que já conheceu. Lina, com sua elegância madura, inteligência afiada e um charme inquietante, passa a ser sua sombra mais presente - e seu desafio mais inesperado. Entre olhares que duram mais do que deveriam, toques casuais que queimam, e conversas carregadas de tensão, nasce algo perigoso, proibido... e absolutamente irresistível. Em um ambiente onde reputações são tudo, até onde alguém pode ir por um desejo que não pediu para sentir?
O príncipe da honra e a virgem

O príncipe da honra e a virgem

É cansativo não poder confiar em ninguém. É cansativo tratar cada aliado político como um inimigo em potencial, porque lealdade é um conceito há muito esquecido e a palavra de alguém não vale mais nada. Acordos assinados não valem mais nada, muito menos a suposta honra de um governante. Meus irmãos sempre me chamaram de paranoico quanto a isso. A atividade preferida de Stephen é pegar no meu pé com meu excesso de zelo e desconfiança constantes. Richard, o mais velho e rei de Delway, entende minha preocupação, já que, de nós três, é o que mais lida com politicagem, mas até mesmo ele teve certeza de que eu estava exagerando algumas vezes. Adivinha só? Eu não estava. Os filhos da puta que apareceram quando estávamos mais vulneráveis, jurando aliança e apoio, agora estão prontos para fazer demandas. É claro que estão. Nada vem de graça quando o assunto é poder. - De novo! - grito, mãos atrás das costas, olhos ferozes e atentos sobre os soldados que repetem a sequência de golpes na aula de artes marciais. Ninguém se atreve a reclamar de cansaço, mesmo que eu saiba que estou exigindo muito mais deles hoje do que o normal. É o que acontece quando estou puto. Não demoro a perceber que apenas assistir ao treinamento não vai ajudar a acalmar minha agitação. Mantenho os olhos atentos sobre eles enquanto enrosco ataduras nos nós dos dedos, sabendo que estão nervosos com a minha presença nem tão rotineira assim. Nervosismo esse que aumenta quando percebem que estou entrando no tatame também. - Não precisam parar - aviso, transitando entre as pessoas que depositam aqui cada gota de energia que têm para oferecer. Conserto algumas posturas, corrijo golpes feitos errados, dou mais meia dúzia de instruções. Quando a minha proximidade deixa de ser um problema e todo mundo está concentrado de novo no que deve fazer, começo a treinar também. Não demora para alguns soldados se animarem com a perspectiva rara de treinar comigo, e é um ótimo lembrete de que é aqui que me sinto em casa.
Três Anos, Uma Mentira Cruel

Três Anos, Uma Mentira Cruel

Por três anos, meu noivo Caio me manteve em uma clínica de luxo na Suíça, me ajudando a recuperar do Transtorno de Estresse Pós-Traumático que estilhaçou minha vida. Quando finalmente fui aceita na Juilliard, comprei uma passagem só de ida para Nova York, pronta para surpreendê-lo e começar nosso futuro. Mas, enquanto eu assinava meus papéis de alta, a recepcionista me entregou um atestado oficial de recuperação. A data era de um ano atrás. Ela explicou que minha "medicação" nos últimos doze meses não passava de suplementos vitamínicos. Eu estava perfeitamente saudável, uma prisioneira mantida em cativeiro por laudos médicos falsificados e mentiras. Voei para casa e fui direto ao clube particular dele, apenas para ouvi-lo rindo com seus amigos. Ele era casado. E esteve casado durante os três anos inteiros em que estive trancada. "Estou controlando a Alina", disse ele, a voz carregada de diversão. "Alguns laudos alterados, a 'medicação' certa para mantê-la grogue. Isso me comprou o tempo que eu precisava para garantir meu casamento com a Isabela." O homem que jurou me proteger, o homem que eu idolatrava, havia orquestrado meu aprisionamento. Minha história de amor era apenas uma nota de rodapé na dele. Mais tarde naquela noite, a mãe dele deslizou um cheque sobre a mesa. "Pegue isso e desapareça", ela ordenou. Três anos atrás, eu joguei um cheque parecido na cara dela, declarando que meu amor não estava à venda. Desta vez, eu o peguei. "Tudo bem", eu disse, com a voz oca. "Eu vou embora. Depois do aniversário de morte do meu pai, Caio Ferraz nunca mais vai me encontrar."
Cem Tentativas, Um Divórcio

Cem Tentativas, Um Divórcio

Três anos de casamento e noventa e nove tentativas de divórcio. Esta era a centésima. Marcos Almeida, meu marido, olhou para a mulher ao seu lado, me oferecendo um apartamento e cinco milhões pelo divórcio. Eu estava grávida, e ele mal conseguia disfarçar o desprezo. "Marcos, eu não vou me divorciar. Me dê mais um ano." Ele se irritou. Eu era um obstáculo em sua vida perfeita, sempre com uma mulher diferente em casa, tentando me forçar a ceder. No dia seguinte, a notícia: um acidente. Marcos e Lucas, seu irmão, no carro. Um morto, um ferido. Meu mundo desabou quando soube que Lucas estava morto, mas o homem que me humilhou por três anos, Marcos, estava vivo. No cemitério, a tontura. Desmaiei. Acordei com vozes abafadas: Marcos, vivo, e minha sogra. "Lucas... Lucas não resistiu. Marcos está gravemente ferido, mas está fora de perigo." Ele forjou a própria morte! Para quê? "Foi a única maneira, Marcos! Você sempre amou a Ana, e Lucas nunca te daria uma chance com ela. Agora que ele está morto, você pode assumir o lugar dele." Ana. A noiva de Lucas. O verdadeiro amor de Marcos. Eles sabiam da minha gravidez. "Ela está grávida, não está? Esse filho será uma 'dádiva' sua para a família. Ela continuará na família Almeida… e você poderá ficar com a Ana sem nenhum obstáculo." O acidente não foi um acidente. Foi um plano. Um plano para se livrar de Lucas, para se livrar de mim. O homem que eu pensei que tinha me salvado, por quem eu me casei por gratidão, era um monstro, e sua família, cúmplice. Minha dívida de gratidão estava paga. Não seria a viúva sofredora. Me levantei e disse: "Eu quero fazer um aborto."