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Livros de Romance Para Mulheres

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Apaixonada pelo herdeiro do Clã

Apaixonada pelo herdeiro do Clã

De repente, minha boca secou. A voz simplesmente... não saía. Fiquei paralisada, como se meu corpo tivesse se desconectado da alma. O ar parecia preso nos pulmões, as pernas não obedeciam aos comandos do meu cérebro. Só conseguia olhar. Olhar ele ir embora. Ali estava Hikaru. Postura ereta, passos firmes, a silhueta que tantas vezes procurei no meio da multidão agora sumia diante dos meus olhos - sem pressa, sem hesitação. Eu ainda conseguia ver sua nuca, os ombros largos, a calma no andar. Mas não houve sequer um olhar para trás. Nada. Ele foi embora como se não deixasse nada para trás. Como se eu... não fosse nada. E então, o mundo desabou ao meu redor. Fiquei ali, imóvel no saguão do prédio, transformada em uma estátua com olhos marejados. O silêncio gritava dentro de mim. As perguntas vinham como socos no estômago: Por quê? Por que agora? Por que desse jeito? A única coisa que ele disse antes de partir foi: "Estou voltando para o Japão." A frase martelava na minha mente. Fria. Seca. Vazia. Sem um abraço. Sem um beijo. Sem um olhar. Sem uma explicação. Como se os sete anos que vivemos lado a lado não significassem absolutamente nada. Subi ao apartamento sem me dar conta de como cheguei lá. As pernas se moviam, mas minha mente ainda estava parada no saguão. Senti como se o mundo estivesse girando sem mim. Ao entrar, tudo ainda carregava o cheiro dele. A caneca preferida na pia. Um livro virado de cabeça para baixo no sofá. A camisa dele pendurada na cadeira. Tudo igual - menos ele. Revirei gavetas, abri o armário, procurei sinais, alguma pista, qualquer coisa que pudesse me explicar como o respeitado, atencioso e apaixonado Dr. Hikaru Minato pôde simplesmente desaparecer da minha vida... sem ouvir uma palavra minha. Sem saber que estou grávida. Como ele pôde? Como alguém consegue ser tão frio? Até ontem, ele me abraçava no escuro e sussurrava que me amava. Até ontem, fazíamos planos. Até ontem, o futuro tinha nosso nome. E agora, ele se foi. Me senti... abandonada. De novo. Primeiro, minha mãe biológica me deixou. Agora, Hikaru. Como se amar alguém fosse um convite ao abandono. Como se, por mais que eu amasse, nunca fosse o suficiente para alguém ficar. Caí no chão da sala, abraçada à própria dor. Chorei até não restar força. Até não restar resistência. Só o vazio - e uma vida crescendo dentro de mim que ele nem sabe que existe. Sete anos de amor. Sete anos de cumplicidade. E agora... só restava o silêncio. Um silêncio que escondia mais do que a ausência. Escondia um segredo. Uma verdade.
Liberta: Amor de Verdade

Liberta: Amor de Verdade

O cheiro de desinfetante e o zumbido fraco do ventilador me disseram que eu estava acordando, mas não era no meu leito de morte no hospital. Abri os olhos e me vi na minha antiga cama de solteiro, o papel de parede de florzinhas amarelas me encarando. Era 1985, eu havia renascido, voltado trinta anos no tempo, e meu primeiro pensamento de alegria foi por Lucas, meu amor da vida passada, a quem procurei imediatamente com o coração disparado. Porém, naquele exato dia, na estação lotada, ele não apenas passou direto por mim como se fôssemos estranhos, mas se ajoelhou diante de Juliana, a "flor da fábrica", pedindo-a em casamento. Meu mundo desabou, as promessas sussurradas em meu leito de morte ecoavam vazias, e a dor da traição me sufocou, revelando que ele não apenas me esqueceu, mas parecia ter renascido para corrigir o "erro" de não ter escolhido uma vida mais conveniente, o que me fez questionar se o nosso amor realmente existiu ou se fui apenas um degrau em sua ascensão. A traição se tornou raiva fria quando Lucas me acusou de inveja e mesquinharia, provando que ele nunca me conheceu de verdade, e que o homem que eu amava era uma ilusão, uma mentira que ele construiu usando-me. Mas esse mesmo Lucas, ao tentar novamente me sabotar em uma competição de música, me abriu a porta para uma oportunidade muito maior, um novo caminho que eu mesma trilharia, livre das sombras do passado e daquele que um dia chamei de meu.
O veleiro

O veleiro

  Um veleiro é herdado por Juan, no litoral de Santa Catarina, ele leva uma vida tranquila, sedutor, criado nas ruas sabe muito bem que o respeito é a base de qualquer interação social.   Incrédulo acerca de seu destino, ele vê seu futuro nos olhos de Carla, uma burocrata carioca que guarda dezenas de segredos. Entre um poema e livretos e um autor desconhecido, encontrado por ele, temos a dramática vida de Rebecca, a doçura de Bruna, mesclando com a sagacidade de Say. Mesclando conspirações e prazeres secretos dos demais envolvidos.    Entre investigações policiais e o prazer único provocado por Juan, Carla precisa desvendar quem são os verdadeiros criminosos, e quem é Juan.   Nem mesmo o tempo ou conspirações resistem ao prazer, a paixão,e o amor.                       INTRODUÇÃO    Caro leitor, nossas experiências românticas independente de orientação sexual, nos trás bons e maus frutos, entretanto se analisarmos pelo instinto do ser humano e tudo que somos capazes de realizar vamos muito além de relações vazias.   Alguns acreditam que o dinheiro compra tudo, outros colocam sua confiança na beleza, alguns estudam técnicas de conquistas. Eu revelo ao leitor que nada disso deve ser via de regra, status social, beleza, lábia etc....   Somos muito mais racionais que isso, o respeito por nós mesmo, e pelo nosso semelhante, define a nossa capacidade de sedução, e se colocarmos uma mulher completamente sóbria em relação a tudo isso? Alguém que possa comprar o que quiser? Juntamente com um homem que acredita que a vida deve ser simples porém nunca comum?   Essa é a sedutora proposta que entrego a você, entre sedução, erotismo,inveja,desejos,fetiches, e uma pitada de destino, convido o leitor a descobrir tudo isso entre as páginas de um romance moderno.   Onde deixo o desafio ao leitor a descobrir onde, e em qual parte do enredo eu mesmo fiz um pedido de casamento entre a história.   Paixão, amor, e sexo, nunca foram tão excitantes, e mistériosos quando tas palavras forem ditas, e escritas no momento certo. "Não quero que me dê satisfações, quero satisfazer você" -Boa leitura, Leia, interprete, e viva cada romance como se fosse o último.                        O VELEIRO 
Casamento Trocado, Destino Reescrito

Casamento Trocado, Destino Reescrito

Fui esfaqueada pela minha própria irmã, Joana. A dor aguda no meu abdômen foi a última coisa que senti antes de tudo escurecer. Eu tinha acabado de ser nomeada empresária exemplar da cidade, o auge da minha vida, e ela, consumida pela inveja, decidiu acabar com tudo. Mas quando abri os olhos novamente, o cheiro de mofo e o som de uma briga familiar me trouxeram de volta. Eu estava no meu antigo quarto, em 1982, no dia do meu noivado. Na minha vida passada, eu era a chacota da família. Joana, minha meia-irmã, escolheu o noivo promissor, e para mim sobrou o preguiçoso e alcoólatra João. Enquanto a vida dela virava um inferno, eu, com paciência e trabalho duro, transformei João em um milionário, construindo um império. Até que a faca de Joana encontrou meu estômago. Agora, Joana gritava na sala: "Mãe, eu quero o João! A Maria que se case com o diretor!" Ela também se lembrava. Ela queria meu destino de sucesso, mas não o caminho. Minha madrasta, Lúcia, com sua falsa preocupação, perguntou o que eu achava da troca. Eu olhei para Joana, que achava ter roubado meu bilhete de loteria. "Se a Joana insiste tanto, eu aceito me casar com o diretor Carlos." Um sorriso vitorioso se espalhou pelo rosto dela. Mal sabia Joana que a fonte do sucesso não era o homem, mas a mulher que o construiu. Eu não era mais a tola submissa. Desta vez, eu recuperaria o que era meu por direito e desvendaria a verdade sobre a morte da minha mãe. A história seria diferente.
Meu Recomeço, Minha Paz

Meu Recomeço, Minha Paz

O cheiro doce e estranho que flutuava na festa de aniversário da minha filha, Lara, não pertencia a ninguém da família. Então, Bruna, a nova secretária de João, entrou e caminhou diretamente até meu marido, que abriu um sorriso largo e genuíno, um sorriso que eu não via direcionado a mim há muito tempo. Ela se ofereceu para levar Lara para pegar algodão doce, e eu cedi, contra a minha vontade. Dez, vinte minutos se passaram, e elas não voltaram, o pânico começou a crescer dentro de mim. Então eu ouvi gritos. Corri, e a cena que encontrei me paralisou: um homem desconhecido segurava Bruna pelo braço, gritando com ela, Lara estava encolhida atrás de Bruna, chorando de pavor. O homem puxou uma faca. Eu liguei para João, desesperada: "João! A Lara! Tem um homem com uma faca, aqui no jardim!" Ele respondeu com uma impaciência irritante: "Sofia, pelo amor de Deus, pare com esse show, você está tentando estragar meu dia? Eu sei que você está com raiva, mas inventar uma história dessas para me fazer largar tudo e ir atrás de você é baixo até para você." Ele desligou. Eu estava sozinha. Não pensei, agi, meu corpo se moveu por instinto, o instinto de uma mãe protegendo sua cria. Corri e me joguei na frente de Lara, exatamente no momento em que o homem desferiu o golpe, a lâmina fria e afiada rasgou a pele do meu braço. No hospital, João me culpou por proteger a nossa filha. "Ela não é minha amante, ela é a mulher que eu amo." Naquele momento, eu entendi que para ele, eu e Lara éramos descartáveis. Mas ele não sabia que me esperava uma reviravolta ainda mais sombria, que Bruna era não só a filha da nova esposa do meu pai, como também que João havia orquestrado nosso encontro. Essa revelação acendeu em mim uma chama de fúria e o desejo por uma vingança tão fria e calculada que ele jamais poderia prever.
O CEO E A APRENDIZ

O CEO E A APRENDIZ

Elevei meu olhar para encarar os dele implacável; seus olhos eram enigmáticos, assim como sua postura dominante. Ele possuía um físico invejável e cativante, com músculos bem definidos que realçavam o corte perfeito de seu terno. Seus olhos esverdeados, pele morena e cabelos levemente encaracolados, cortados no estilo social, completavam seu visual. Era um homem verdadeiramente deslumbrante. — Terminou de me admirar, senhorita? — Com uma provocação, um charmoso sorriso surgiu em seus lábios. O CEO era, sem dúvida, tentador. — Senhor... — Limpei a garganta, esforçando-me para recuperar minha compostura, buscando palavras para escapar daquela situação desconfortável. — O conteúdo não é apropriado para ser lido em voz alta, por favor, compreenda! — Isso, eu decidirei! — Ele reclinou-se em sua cadeira executiva, observando-me com serenidade enquanto saboreava um gole do seu uísque favorito. — Estou aguardando. — Peço desculpas, senhor, mas não posso fazê-lo. Pode me demitir! — Virei as costas, pronta para deixar o escritório apressadamente, quando suas mãos fortes prenderam meu pulso, prestes a puxar a maçaneta da porta. Ele observou atentamente minha reação e, em seguida, esboçou um sorriso. — Aprendiz... — O CEO aproximou-se mais de mim de maneira sedutora, fazendo-me recuar alguns passos até ser encurralada na parede. Ele me cercou com seus braços e aproximou os lábios do meu ouvido, sussurrando suavemente — Há tanto potencial em você, vou moldá-la! Mordendo levemente a ponta da minha orelha, senti um arrepio percorrer meu corpo. Com a ponta dos dedos, ele traçou o contorno do meu rosto com as unhas antes de pressionar meus lábios com o dedão, abrindo-os levemente. Aproximando-se ainda mais, ele colou seu corpo ao meu, fazendo meu coração acelerar e minha respiração tornar-se descompassada. Elisabeth Lis, uma escritora amadora, desempenhava o papel de secretária executiva na principal editora de livros de Seattle. Essa posição não apenas representava um sonho repleto de oportunidades, mas também servia como um cenário inspirador para sua paixão pela escrita. No entanto, Elisabeth ainda não se sentia totalmente preparada para revelar o conteúdo de seu livro secreto, um romance singular que mergulha de forma intensa na exploração do contato físico, apresentando uma abordagem diferenciada e envolvente.