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Livros de Romance Para Mulheres

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Adeus, Vida Antiga

Adeus, Vida Antiga

Na mansão de Ricardo, eu era um fantasma, uma sombra silenciosa que, por cinco anos, serviu a um homem que me via menos que um acessório. A festa borbulhava quando sua prima, Mariana, me atacou por usar vermelho – "A cor de Helena, sua falecida ex-noiva! Só ela ficava bem de vermelho!" . A humilhação foi pública, afiada, brutal. Eu, a mãe do filho dele, Lucas, era insignificante, uma mera substituta. Esperei que Ricardo me defendesse, mas ele apenas franziu a testa, os olhos frios, e disse: "Mariana tem razão. Vá para o quarto e troque. Coloque algo mais discreto". Fui para o banheiro, olhando meu reflexo, confrontando cinco anos de esperança estúpida. Quando Ricardo irrompeu, impaciente, exigindo que eu trocasse o vestido, a palavra escapou: "Não". Ele ficou chocado. Eu não voltei para a festa, apenas segui em frente, para longe daquela vida que nunca foi minha. Voltei apenas por Lucas, meu filho, o único pedaço de amor real que restava. Mas Dona Beatriz, a avó, o havia afastado de mim. Na manhã seguinte, no chão da sala, Lucas, meu próprio filho, para quem eu era uma estranha, rejeitou meu abraço, escolhendo a avó. "Vovó disse que você foi embora porque não me ama mais", ele disse, as palavras claramente ensinadas. Naquele instante, tudo desabou. Eu não era mais a segunda opção; era a estranha. Não restava nada para mim ali. Peguei uma mala e parti, deixando o jardim, a casa e toda a minha vida para trás. Mesmo assim, Ricardo, em sua arrogância, acreditou que eu voltaria. Ele não compreendia que, para mim, o jogo havia mudado, e ele não estava mais no controle.
Só com um beijo

Só com um beijo

Owen é um homem de 43 anos que conseguiu construir um império no mundo dos serviços digitais, mas seu sucesso não tem sido suficiente para preencher o vazio em seu coração. Desde que sua esposa o traiu com um de seus sócios e o abandonou, deixando-o sozinho com a filha de 5 anos, Owen vive preso em um mundo de desconfiança e dor. Incapaz de se abrir novamente ao amor, tenta afogar sua tristeza em relações passageiras com suas secretárias, buscando nesses encontros um alívio temporário para suas feridas. Anna é uma jovem cheia de paixão e determinação, que luta todos os dias para superar as dificuldades econômicas enquanto estuda para se tornar professora. Trabalha sem descanso para pagar a universidade e se agarra aos seus sonhos, apesar de estar presa a um namorado que vive às suas custas, tocando violino no metrô sem outra ambição além de passar o tempo. Às vezes, Anna se pergunta se sua vida poderia ser algo mais, algo que fosse além de simplesmente sobreviver. Quando os caminhos de Owen e Anna se cruzam, o choque de seus mundos tão distintos provoca uma centelha que nenhum dos dois esperava. Ele, com o coração endurecido pelas traições do passado e o cinismo de suas relações fugazes; ela, com uma luz de esperança apesar de suas próprias lutas. Juntos, descobrirão que o amor pode surgir dos lugares mais inesperados e que, quando almas quebradas se encontram, podem se curar de maneiras surpreendentes.
Eles Vão Pagar

Eles Vão Pagar

Eu estava grávida de oito meses, prestes a dar as boas-vindas ao nosso Tiago. Com o Miguel, meu marido, planeávamos um futuro feliz e uma vida serena. Era para ser o capítulo mais alegre da nossa história. Mas num instante, tudo desabou num pesadelo. Um acidente brutal na autoestrada A5. O som ensurdecedor do metal a rasgar. O nosso carro completamente destruído. A minha mãe, Laura, gemia ao meu lado, inconsciente. Com as mãos a tremer, apesar da dor excruciante no abdómen, consegui ligar ao Miguel. Mas a sua voz não era de preocupação, era fria e impaciente. Ele não podia vir, alegou, pois tinha de cuidar da sua meia-irmã, Sofia, que "torcera o tornozelo" numa queda. No hospital, a primeira coisa que senti foi o vazio lancinante onde antes havia vida. O médico confirmou a minha maior dor: o nosso bebé não resistiu. Enquanto a minha mãe lutava pela vida nos Cuidados Intensivos, o Miguel apareceu. Não sozinho, mas com a Sofia, que mancava de forma teatral, e o seu pai, Jorge. Em vez de consolo ou luto, recebi acusações revoltantes. Ele e o Jorge disseram que eu estava "emocional" e que devia pedir desculpa à Sofia pelo "drama". Para selar o seu abandono cruel, o Miguel mudou de número, cortando qualquer forma de comunicação. Meu filho morto, minha mãe entre a vida e a morte, e meu marido os abandonava por uma mentira tão descarada? Como podiam ser tão frios e cruéis? A dor da traição era quase tão insuportável quanto a perda. A sua indiferença perfurava mais fundo que qualquer ferida física. Mas a verdade veio à tona, de forma brutal. A minha amiga Clara enviou-me a prova irrefutável. A Sofia, de salto alto, brindando alegremente com mimosas num café chique no Chiado. A data e a hora eram claras: duas horas depois do meu acidente. A sua "dor" era uma farsa abominável. Naquele instante, a minha dor transformou-se em fúria controlada. Eu não quebrei. Forjei uma armadura de raiva e determinação. E jurei que eles pagariam, cada um deles, por terem transformado a minha vida num inferno. A guerra acabava de começar, e eu tinha as armas necessárias.
Assinando o Fim do Amor

Assinando o Fim do Amor

Minha mãe havia falecido há um mês, e o luto abriu um buraco no meu peito. Pedro, meu marido, o famoso jogador de futebol, estava mais preocupado em atender Larissa, sua ex-namorada, do que em me dar apoio. "Eu sinto muito. Mas o que você quer que eu faça? Pega um táxi. Me mantém informado", ele disse, desligando o telefone na minha cara, enquanto minha mãe agonizava no hospital. Naquela noite, a ficha caiu: eu estava completamente sozinha. De volta do funeral, Pedro jogava videogame no sofá, mal me olhando, enquanto eu voltava com as cinzas da minha mãe. Ele não notou minha dor, só se importou em me avisar que a Larissa tinha trazido um bolo – sempre ela. A humilhação atingiu o ápice quando Pedro decidiu cozinhar, pela primeira vez em cinco anos de casamento. Não para mim, mas para Larissa, que viera jantar porque seu cachorrinho estava doente. Meu marido jogava sal na minha ferida aberta, no meu luto. Eu só queria acabar com tudo, mas sabia que Pedro jamais assinaria o divórcio se soubesse o que era. Ele era orgulhoso demais para admitir o fracasso. Mas eu tinha um plano. Misturei os papéis do divórcio aos contratos de patrocínio que ele nunca lia, e o observei assinar, com sua letra grande e arrogante, enquanto falava com Larissa ao telefone, sorrindo. Ele estava tão cego pela outra que nem percebeu que, naquele instante, assinou o fim do nosso casamento. Ainda não havia notificação oficial. E a dor me corroía por dentro, a raiva me consumia. Como pude ser tão invisível para o homem que jurei amar? Eu não queria vingança, queria justiça, e acima de tudo, minha liberdade. E então, minha jornada de libertação começou, silenciosa, mas implacável, onde cada gesto, cada palavra, seria um passo para a minha verdadeira independência.
Casamento de Vingança (CEO)

Casamento de Vingança (CEO)

SINOPSE: Rina, uma jovem filha de um homem rico, sua mãe nunca foi muito sua "fã", sempre teve favoritismo com a sua irmã Hanna, a Rina nunca entendeu isso, mas um dia ela sabe que as peças se encaixam e ela vai descobrir muita coisa ao longo dos anos. Rina acaba arrumando um namorado, um quase noivo, mas o que ela nunca soube é que ele é um ambicioso, igual sua irmã e sua mãe, é alguém que não é tão confiável, porém a Rina nunca se deu conta disso, até o dia que o seu pai faleceu e no testamento constava que a Hanna seria a herdeira de tudo que era dele, e um certo dia ela chegou em casa e pegou o seu namorado e sua irmã transando no sofá da sala, o que foi um baque para ela. Mas ela jurou que aquilo não passaria batido, e que ela superaria as dificuldades. Mas o que ela não contava era que sua irmã era uma cobra maldita na qual acabou expulsando-a de casa. O que ela não esperaria que depois de tudo ela soube que o seu ex-namorado pediu a sua irmã Hanna em casamento, o que fez o coração da Rina se despedaçar, ela jamais esperou aquilo dele, ela achava que ele a amava, mais na verdade ele amava era o seu dinheiro. Até que um dia a Rina acabou conhecendo o Oscar, um advogado de sucesso, multimilionário e tio do seu ex-namorado, um homem frio e calculista, alguém que não confia em ninguém. Até que um dia Rina tenta seduzir Oscar, para que ela possa iniciar a sua vingança contra aqueles que a machucaram. Será que o Oscar vai cair nas tentações? Será que ele vai deixar se envolver por Rina? Quer saber mais dessa história? Vem comigo, e não perde um único episódio.
Entregue: Sua Nova Esposa

Entregue: Sua Nova Esposa

Na minha vida passada, eu morri sozinha numa cama de hospital estéril, enquanto meu noivo, Daniel, consolava sua "irmã de criação", Sofia, durante um falso ataque de pânico. Ele perdeu o nascimento e a morte do nosso filho porque Sofia era "delicada demais" para ficar sozinha. Até no meu último suspiro, ele estava secando as lágrimas de crocodilo dela, ignorando minhas ligações desesperadas. Eu sacrifiquei meus sonhos, meu dinheiro e minha vida por ele, apenas para ser uma nota de rodapé esquecida. Mas quando abri os olhos, eu estava de volta ao balcão do cartório, com a certidão de casamento esperando. Daniel batia o pé, impaciente, checando o celular. "Anda logo, Laura. A Sofia ligou. Ela está tendo uma crise. Precisa de mim." A antiga Laura teria tremido e obedecido, desesperada por sua aprovação. Mas eu apenas sorri, uma expressão fria e calculada que ele não reconheceu. "Vá até ela", eu disse, empurrando-o em direção à porta. "Eu cuido da papelada. A família vem em primeiro lugar, certo?" Ele saiu correndo sem nem olhar para trás, aliviado por ser o herói mais uma vez. Sozinha com o documento oficial, eu não escrevi meu próprio nome na linha da noiva. Com a mão firme e um coração cheio de vingança, eu escrevi Sofia Rosales. Parabéns, Daniel. Você está legalmente casado com o fardo que tanto ama. E eu, finalmente, estou livre.