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Livros de Romance Para Mulheres

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De Salvador a Stalker Obsessivo

De Salvador a Stalker Obsessivo

A senha da mansão particular de Caio Alencar era a data do meu aniversário, um gesto que um dia considerei o mais romântico do mundo. Agora, parecia a chave para uma gaiola de ouro. Atravessei sua mansão silenciosa, um nó frio de angústia crescendo no meu estômago. Então eu ouvi — um gemido baixo vindo do quarto dele. A porta estava entreaberta, revelando Caio de joelhos, agarrando uma echarpe de seda lavanda. Ele estava se tocando, sussurrando um nome: "Kássia". Minha meia-irmã. Meu sangue gelou. O homem que eu amava, o homem que eu achava puro, a desejava, não a mim. Enquanto eu recuava, tropeçando, o celular dele vibrou. Era Kássia. "Caio? Você parece... ofegante." Ele respondeu, ríspido: "O que você quer?". Ela perguntou se os boatos do nosso casamento eram verdadeiros. A resposta dele me atingiu como um soco: "Nunca. Ela é uma coitada iludida e patética. Queria que ela simplesmente sumisse." Ele admitiu que só me tolerava para se aproximar dela, para ganhar a aprovação do pai dela. Meus três anos de amor tolo pareceram uma piada gigante e humilhante. Lembrei-me de como meu pai trouxe Kássia e sua mãe para casa depois do funeral da minha mãe, como elas me transformaram na vilã, e como Caio, meu suposto salvador, interveio para me proteger dos valentões. Eu tinha sido tão cega, tão estupidamente arrogante, acreditando que era especial para ele. Ele não era um santo; era apenas obcecado pela mulher errada. Corri até meus pulmões arderem, desabando no gramado. Uma determinação dura e afiada se formou nos destroços do meu coração. Liguei para Helena, minha voz embargada por soluços. "Cansei. Não o quero mais." Eu estava deixando esta cidade, meu pai, Kássia, tudo. Eu estava recomeçando. Eu nunca mais voltaria.
Luxúria por uma noite

Luxúria por uma noite

Ela não conseguia decidir. Quando ele estava entre suas pernas, gemendo seu nome, ela não se importava. Sua mãe sempre a advertiu sobre homens como ele. O - bad boy. - O cara que vai te foder e te esquecer em um piscar de olhos. Mas quando você se apaixona por alguém, as coisas raramente são simples. Eles estavam fazendo amor ou apenas fodendo intensamente um ao outro? Ela só tinha certeza de uma coisa. Ela aproveitaria cada segundo com ele. ... e aguentaria cada centímetro. Kara: Não acredito que estou fazendo isso Kara: Estou com tanto medo, Meg Megan: Kara Megan: pense bem nisso!!! Megan: e se Max disser não?! Kara: Eu tenho que tentar Kara: Tô cansada de esconder a verdade Megan: ok... Megan: não importa o que aconteça... Megan: eu te amo. Kara: (emoji de coração) Kara: Eu sei, Meg Kara: Vamos torcer para que Max sinta o mesmo KARA Kara entregou sua carteirinha de estudante ao funcionário da universidade. Prendeu a respiração e olhou para o refeitório, onde sabia que encontraria Max. Mesmo tendo pago pela refeição, agora a comida era a última coisa na mente de Kara. Ela estava prestes a dizer a Max, seu melhor amigo desde o primeiro ano, que sentia algo por ele. Talvez fosse só um crush. Talvez fosse algo mais. Mas Kara sabia de uma coisa com certeza - ela estava cansada de esconder isso. Desde que Max voltou para Minnesota, depois de estudar um período fora do estado na Universidade do Texas, ela estava tentando encontrar uma maneira de dizer a ele. Deveria tentar algum grande gesto romântico? Ou deixá-lo dar o primeiro passo? E se ele não sentisse o mesmo por ela? Kara finalmente decidiu que usaria suas palavras. Ela só esperava que finalmente tivesse coragem suficiente para fazer isso. Quando entrou no refeitório, cheio de estudantes universitários desnutridos, ela logo o avistou. Aff. O menino era lindo. Um grande sorriso travesso, olhos castanhos comoventes e um corpo atlético, embora um tanto compacto - ele era tudo que Kara sempre quis. Seu - Cara Certo. - Seu cavaleiro de armadura brilhante. O escolhido. Ela acenou para ele e ele sorriu, acenando de volta. Aqui vai, ela pensou.
Helena e o Delegado

Helena e o Delegado

Ele esta fechado para o amor Ela quer viver um romance Ele sofreu uma grande desilusão amorosa no passado Ela esta prometida em um casamento arranjado A continuação do livro O CEO Frio e o Contrato de Casamento conta a história da irmã de Victor, Helena Thompson que ao completar a faculdade é prometida em casamento para um membro da comunidade. Por não aceitar os ditames da família ela tenta burlar esse paradigma e se mete em uma enrascada. No meio do percurso seu destino se cruza com Álvaro Evans, nosso querido delegado do livro anterior. Que desta vez esta fechado para o amor devido as peças que o destino pregou no passado em sua vida. "Dei partida no carro, e pegamos a estrada. De repente Helena olhou para fora o lado e viu o nascer do sol. -Olha ali, que lindo. É o nascer do sol. A muito tempo não vejo um. Seus olhos verdes brilhavam. Estávamos passando por alguns montes e o sol estava nascendo. Resolvi parar no mirante, na beira da estrada. - O que está fazendo? -Ela arregala os olhos surpresa. - Venha, também faz tempo que não contemplo um nascer do sol. Descemos do carro e fomos caminhando até a grade do mirante. - Mas e aí, qual é o seu lance com aquele playboy lá da festa? -Puxo assunto. - O Felipe? Ele é meu namorado. Nos conhecemos da faculdade, ele faz administração, vai assumir os negócios da família quando se formar no próximo semestre. Estávamos um pouco afastados no último semestre. Mas agora que terminei meu curso quero retomar nosso namoro. Preciso me casar com ele. – Suas bochechas ruborizaram. -Ele é legal sabe... Pena que do nada ele some .... Percebi que ela ficou um pouco envergonhada de ter dito aquilo, mas como Victor falou ela realmente é uma enxerida, ou melhor uma tagarela, fala pelos cotovelos. Sentamo-nos em um banco de frente para o mirante. - Então é sério o lance, se vocês vão se casar. -Se essa gata fosse minha não deixaria andar sozinha por ai pensei. -Só acho que ele deveria avisar aonde vai e não te deixar sozinha por aí. - Na verdade ele não sabe ainda que vai casar comigo... Ela fez uma careta engraçada. - Como assim, você vai pedir a mão dele em casamento? -Quase isso, é que minha família me prometeu em casamento para um rapaz, filho de um amigo do meu avô que eu nem conheço. - Ela mexia com as mãos parecendo que estava fazendo uma palestra. - Você sabe, aquela tradição aqui da comunidade que temos que nos casar com alguém que nossos pais escolham por julgar que é a pessoa certa. -É sei. -Abaixei a cabeça, mal sabe ela que também estou nesse barco também. -Como se eles soubessem o que é bom para gente né! Então nesse caso eu como sou bem espertinha, vou apresentar meu noivo antes de oficializarem o casório com o meu prometido. - E você já sabe com quem sua família te prometeu casamento? - Dou um sorriso amarelo. -Não! Mas com certeza, vai ser alguém chato, esnobe e feio! - Ela sorri e caralho, fica mais sexy sorrindo essa garota.- Porque para não estar casado até agora é só por isso mesmo.- Mas e você? Não tem alguém especial que é dona do coração do delegado? -Não! Não acredito no amor. Acho que ele é feito para os tolos. Tenho o coração fechado. Quando chegar a hora vou me casar com a minha prometida e tomara que nos demos bem, porque a única coisa que ela vai ter de mim é um homem na cama. -Nossa que homem mais frio esse delegado! -Ela sorri.- Tenho até pena da sua prometida! Rimos juntos. Helena é engraçada mesmo, ela fala o que pensa".