icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
closeIcon

Reclame seu bônus no App

Abrir

Livros de Romance Para Mulheres

Mais vendidos Em andamento Concluído
Ela me deu a visão, eu a perdi para sempre

Ela me deu a visão, eu a perdi para sempre

Kael recuperou a visão gradualmente até estar completamente curado, enquanto Lyra descobria seu primeiro cabelo grisalho, um símbolo da passagem do tempo. Mirkay, em busca de investidores para sua empresa, contatou a empresa de Kael. Lyra, encarregada de rejeitar a proposta, fez Mirkay perceber que a empresa pertencia a Kael. Após uma investigação, Mirkay descobriu que Lyra era filha do homem que um dia lhe pedira ajuda. Com a ajuda de Ferrer, Kael e Lyra compareceram a uma reunião de lobisomens. Ao ver Kael, muitos começaram a se rebelar contra Mirkay. Artemisa, percebendo a situação, foi consumida pelo ciúme de Lyra. Kael, com o apoio de seus betas, recuperou o trono sem resistência, pois seu clã estava cansado do domínio de Mirkay. Mirkay, derrotado, jurou vingança. Mirkay informou ao pai de Lyra que sua filha era agora a Luna do Rei, sugerindo que ele lhe pedisse dinheiro. Após ser rejeitado, o pai de Lyra a acusou publicamente de trair seu clã. Sora, descobrindo que Lyra era sua meia-irmã e que Kael era o rei, tentou seduzir Kael e exigiu privilégios na empresa e no clã. Cansada das constantes importunações de seu pai e de Sora, Lyra confrontou seu pai sobre a forma como ele tratava sua mãe. Kael apoiou Lyra e iniciou um julgamento contra eles no conselho de lobisomens. Kael insistiu em se casar com Lyra, mas ela rejeitou a proposta, preocupada com sua curta expectativa de vida. Kael, interpretando mal a situação, acreditou que Lyra estava dividida entre ele e Ferrer, o que o enfureceu. Artemisa aproveitou a situação para se aproximar de Kael. Embora Kael planejasse exilá-la junto com Mirkay, os anciãos insistiram que Lyra não era adequada para ser Luna e propuseram Artemisa como alternativa.
Você será para sempre Minha

Você será para sempre Minha

Oliver Thompson, um homem marcado pelas traições do passado que prometeu a si nunca mais entregar seu coração novamente. Ele é bom apenas com quem ganha sua confiança e não são muitas pessoas que tem esse privilégio de cair nas graças do poderoso CEO, ou rei do petróleo como é chamado por muitos. Oliver é poderoso, implacável, frio e sem fé no amor. Aos trinta e quatro anos é dono de uma inigualável fortuna e se vê pressionado pelos pais a gerar um herdeiro para dar continuação ao legado da poderosa família. Sem interesse de entrar em um relacionamento, ele propõe um casamento por contrato a um jovem estagiária de uma famosa galeria de arte, onde ele é um dos investidores. Bruna Harper, uma jovem que está prestes a concluir seu curso de Artes Plásticas. Ela só pensa em sua carreira e em aproveitar a oportunidade única que foi dada a ela ao ser aceita para estagiar em uma famosa galeria. Se envolver com um homem também não está em seus planos, por mais lindo e sexy que ele possa ser. Mas o destino com a ajuda de uma grande amiga em comum estão empenhados a juntar os dois. Bruna está passando por uma dificuldade muito grande em sua família e resolve aceitar o contrato de casamente imposto pelo poderoso CEO. O que Bruna não esperava era que iria se apaixonar perdidamente pelo seu marido por contrato, mas ela não irá admitir isso para ele tão fácil assim. Esse é um jogo, o qual, ela quer sair vencedora e está disposta a tudo para conquistar o coração do marido. O que Oliver não espera é que sua esposa por contrato irá virar sua vida de cabeça para baixo. Bruna irá despertar em Oliver o seu lado possessivo, o qual ele pensou que mulher nenhuma nunca mais fosse conseguir tamanha façanha. Ela faz seu marido chegar ao limite com sua teimosia e sua perseverança em fazê-lo quebrar suas regras.
O Preço do Sangue Dela

O Preço do Sangue Dela

No meu nono aniversário de casamento, a casa cheia de gente e o cheiro de trufas no ar, a única coisa que eu queria era que a verdade por trás do envelope branco na minha gaveta de lingerie nunca viesse à tona. Grávida. Não eu, mas Clara, a assistente do meu marido, Leo, o chef famoso que o mundo adorava e que, para mim, era a personificação da traição. Naquele dia fatídico, ele me humilhou publicamente, me chamando de fria e vazia, e me expulsou da "nossa" casa, na frente de todos os nossos amigos. Pior, ele me arrastou de volta para me forçar a pedir desculpas por "decepcioná-lo" e, em seguida, me atirou na cama, revelando seu plano sádico. Ele precisava do meu sangue para salvar o feto de Clara, que tinha uma condição sanguínea rara. Sim, meu corpo, antes amado, agora era apenas um recurso para salvar o filho dele com outra. Enquanto o meu sangue era drenado, ele namorava Clara ao telefone, e eu percebi: a dor da traição era mais aguda do que a agulha no meu braço. Prometi a mim mesma que sairia dali, custe o que custar. Trancada, eu assistia a ele fingir preocupação, oferecendo-me comida para me manter forte para a próxima doação. O amor deu lugar ao gelo, e eu me tornei uma concha vazia, mas por dentro, um plano de vingança começava a se formar. No hospital, após a segunda transfusão, com Leo acreditando que ainda me controlava, eu liguei para meu pai. No dia seguinte, ele levou Clara, grávida, para a clínica de fertilidade ao lado do hospital, e ela exibia sua barriga e o sobrenome dele. Aquele sorriso malicioso dela, "Você está melhor? Viemos fazer um ultrassom. Quer ver as fotos do seu… do nosso sobrinho?" Mas eu, uma máscara de indiferença, apenas sorri e virei as costas, entrando no carro do meu pai, pronta para um novo começo. Ele ainda não sabia, mas o jogo tinha virado.
NAS TERRAS DE MAKUNAIMA – PARTE 2

NAS TERRAS DE MAKUNAIMA – PARTE 2

Os acontecimentos deste romance, ocorrem apenas um ano antes dos narrados em, Nas Terras de Makunaima – Parte 1. Agora o foco da história é o professor José Carlos da Silva, um jovem roraimense, de 32 anos, residente no interior do estado de Roraima e irmão do meio de Pedro José, protagonista do primeiro livro. O rapaz leva uma vida bem tranquila, até ser surpreendido por momentos incríveis, emocionantes e às vezes dramáticos. Ele tem os cabelos castanho-escuros, aproximadamente 1.80 m de altura, sua maior semelhança com o Pedro, são os característicos olhos verdes. José divide sua rotina entre o trabalho na universidade do município de Barra Mansa da Mata e a Fazenda Sossego que continua frequentando, principalmente nos seus dias de folga. É professor e pesquisador muito inteligente e esforçado, sua especialidade é em genética animal, dando aulas para o curso de Zootecnia, e lidando tanto com animais de pequeno quanto de grande porte bem como os sentimentos que irão surgir pela colega de trabalho. A calmaria na sua rotina começa a se desfazer, quando conhece a professora de veterinária, Vera Mara de Sucupira, recém chegada de Manaus. Dona de longos cabelos negros, olhos castanhos, com aproximadamente 1.65 m de altura. Vera é uma mulher de 30 anos, que decidiu trocar a agitação da capital do Amazonas, pela vida pacata do interior. Assim, como José, encontrou a tranquilidade em um novo lar, fixando residência na universidade, como um refúgio ideal para viver. No entanto o professor acaba precisando salvar a moça, depois de um acidente que poderia ter sido fatal. José rapidamente se encantou por Vera, e a conexão entre eles é imediata. Fascinado pela colega, ele logo descobre que ela está em um relacionamento com Ricardo Ribeiro, professor de veterinária também na mesma universidade. - Namorado de Vera há mais de um ano. No decorrer de diversos acontecimentos, um tanto quanto inesperados e envolventes para os padrões de seus protagonistas, José e Vera, poderão viver algumas aventuras cercadas de muita paixão e dilemas profundos? Descubra em: Nas Terras de Makunaima – Parte 2. Um romance repleto de desejo, mistério e uma pitada de erotismo. Claro, voltado para maiores de 18 anos. OBSERVAÇÃO: Essa é uma obra de ficção. Todos os personagens e locais, foram criados exclusivamente para esse livro. Não retratam nem acontecimentos nem fatos reais.
Um Novo Amanhecer Sem Ele

Um Novo Amanhecer Sem Ele

O cheiro de desinfetante invadiu-me as narinas quando acordei, o teto branco um lembrete cruel.\nO meu corpo doía, mas a maior dor era a de saber que a minha barriga, a um mês de dar à luz o nosso Pedro, estava vazia.\nPeguei no telemóvel, desesperada por consolo do meu marido, Tiago.\nMas quando ele atendeu, a sua voz irritada e distante foi cortada por um sussurro doce e choroso: Sofia, a nossa vizinha.\n"Tiago, onde estás?", perguntei, a raiva fria a subir-me pela espinha.\n"Estou em casa da Sofia! Ela caiu das escadas, o cão dela entrou em pânico! Não havia nada que eu pudesse fazer por ti!"\nEle estava a consolar outra mulher porque o cão dela tremia, enquanto eu estava presa nos destroços, a perder o nosso filho.\n"Eu perdi o nosso bebé, Tiago", disse eu, a minha voz um sussurro.\nO silêncio do lado dele era ensurdecedor, quebrado apenas pela sua voz chocada: "O quê? Como assim?"\nNão havia dor, apenas surpresa, e depois a desculpa: "O meu telemóvel estava sem som, a Sofia precisava de mim!"\nSozinha. E eu? A minha mãe inconsciente, o nosso filho a morrer dentro de mim.\n"Vamos divorciar-nos", as palavras saíram antes que eu pudesse controlá-las.\n"Divórcio? Por causa disto? Não tens compaixão? A vida da Sofia é muito difícil!", ele explodiu, e depois desligou.\nNão era apenas a dor da perda, era a humilhação, a traição absoluta.\nNo meu momento mais negro, ele escolheu socorrer o cão da vizinha em vez do nosso filho.\nMas a pior parte veio depois: quando a minha sogra entrou, não para me consolar, mas para me acusar de tentar destruir o "santo" filho dela.\n"Ele levou a Sofia para a casa de praia para espairecer", disse a minha sogra, enquanto eu via a silhueta da Sofia na janela do nosso apartamento.\nFoi nesse momento que soube: não me podia dar ao luxo de chorar. Tinha de lutar.
A Vítima Que Se Recusou a Ser

A Vítima Que Se Recusou a Ser

Quando abri os olhos, o teto branco do hospital era a primeira coisa a saudar-me. Todo o meu corpo gemia de dor, especialmente a cabeça, que parecia prestes a explodir. Ao meu lado, Sofia, a minha melhor amiga, observava-me com uma expressão sombria. "Finalmente acordaste, Clara." A voz dela era rouca, e a minha era um sussurro doloroso. "Onde... onde está o Leo?" perguntei. Sofia parou de descascar a maçã, sem olhar para mim. "Ele está a tratar dos procedimentos de alta da Inês." Inês. A ex-namorada do Leo, a mulher que ele sempre insistiu ser "apenas uma amiga". O nome atingiu-me com a força de um soco. Foi então que as memórias invadiram-me: o chiar dos pneus, o barulho ensurdecedor do metal a torcer. E o Leo, ao volante, a virar instintivamente para proteger a Inês no banco do passageiro. Deixando-me a mim, a sua noiva, no banco de trás, a levar o impacto principal. Dois dias. Dois dias em que o meu noivo cuidou da ex-namorada enquanto eu estava inconsciente. Quando ele entrou, aliviado, nem sequer me perguntou como eu estava. Pelo contrário, ele justificou que a Inês precisava dele, que "somos compreensivos". E depois, descobri o seu diário. Nele, meses de dúvidas, comparações e a revelação mais dolorosa de todas: a minha quase-morte era "um sinal" para ele. Um sinal de que ele não me ia escolher. "Estou a deixar-te porque tu já me tinhas deixado há muito tempo." Eu estava a ser expulsa da minha própria casa. Ele estava a pintar-se como a vítima de uma noiva ciumenta. Mas eu tinha de perguntar: "O que era eu, Inês? Um obstáculo?" Depois de o Leo tentar comprar o meu silêncio com um advogado e me ter pedido para voltar depois de a Inês o ter deixado. Eu sorri. Um sorriso genuíno e sem esforço. Isto não era o fim, era o meu verdadeiro começo.
Chefe bilionário

Chefe bilionário

Minha primeira semana oficial no trabalho foi muito mais lenta do que as duas semanas anteriores, mas eu não estava reclamando. Eu nem me importei com a papelada que passamos o dia todo na segunda-feira vasculhando. O resto da semana foi repleta de preparação e organização. Me atualizando de todas as certificações de que precisava para me permitir usar as habilidades que aprendi no exército legalmente na vida civil. Uma verificação oficial de antecedentes dos arquivos de Cain. Tempo no campo de tiro. Lutando com os caras. O último pode parecer estranho, mas devido ao tipo de trabalho que fazíamos, fosse uma simples tarefa de segurança ou uma entrega de resgate, o vínculo entre os membros da equipe era mais importante do que qualquer outra coisa. Eles eram um bom grupo de caras. Eu não tinha com eles a história que tive com Leo, ou mesmo com os outros caras com quem servi, mas não teria isso com mais ninguém. O que eu poderia ter, porém, era algo novo. Poderia ter amigos que entendessem o que é servir, como é passar de militar para civil, por uma série de razões. Eu amava minha família, mas eles não podiam entender da mesma forma que aqueles homens podiam. Os flashbacks. Seguindo ordens com as quais você não concordou. Uma cadeia de comando. A confiança em alguém que poderia estar bem ao seu lado em um tiroteio. — Parabéns, — disse Cain da porta do escritório que eu dividia com Bruce. Como Bruce estava trabalhando, Cain entrou e se sentou no assento do outro homem. — A última de toda a sua papelada chegou. Você pode começar oficialmente o rodízio a partir de segunda- feira. Temos um trabalho de guarda-costas para o qual você, Fever e Dez são perfeitos.