Sofia: A Música da Vida

Sofia: A Música da Vida

Gavin

5.0
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17
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11
Capítulo

O cheiro de desinfetante e a fraqueza do meu corpo eram o prelúdio. Do lado de fora do quarto, ouvi a voz cruel da minha cunhada Joana e do meu sogro, declarando minha morte iminente e zombando de mim. "Finalmente essa mulher vai morrer", disseram, cuspindo veneno. Minha respiração parou quando mencionaram Sofia, minha filha. Joana riu, descrevendo como orquestraram a queda de Sofia, roubando sua vaga no Conservatório para sua própria filha, Laura. O choque gelou meu sangue: Sofia, minha doce e talentosa filha, humilhada ao ponto do suicídio. A dor não era da doença, mas de uma traição tão profunda que rasgou minha alma. As vozes continuaram, descrevendo os detalhes sórdidos do plano deles. Meu coração, já exaurido, se partia ao ouvir cada palavra. A injustiça era esmagadora, a raiva fervia e o desespero me consumia. Eu, que lutei por ela até meus dedos sangrarem, via tudo desmoronar. Minha última respiração foi um grito silencioso de ódio, uma promessa fria de vingança. De repente, abri os olhos para um apartamento familiar, com o cheiro de café e tecido barato. Estava viva, de volta, com uma segunda chance. Sofia, com seu violino e sorriso vibrante, me chamou: "Mamãe, você está bem?" Mal sabia ela que eu estava de volta para reescrever nosso destino.

Introdução

O cheiro de desinfetante e a fraqueza do meu corpo eram o prelúdio. Do lado de fora do quarto, ouvi a voz cruel da minha cunhada Joana e do meu sogro, declarando minha morte iminente e zombando de mim. "Finalmente essa mulher vai morrer", disseram, cuspindo veneno.

Minha respiração parou quando mencionaram Sofia, minha filha. Joana riu, descrevendo como orquestraram a queda de Sofia, roubando sua vaga no Conservatório para sua própria filha, Laura. O choque gelou meu sangue: Sofia, minha doce e talentosa filha, humilhada ao ponto do suicídio.

A dor não era da doença, mas de uma traição tão profunda que rasgou minha alma. As vozes continuaram, descrevendo os detalhes sórdidos do plano deles. Meu coração, já exaurido, se partia ao ouvir cada palavra. A injustiça era esmagadora, a raiva fervia e o desespero me consumia. Eu, que lutei por ela até meus dedos sangrarem, via tudo desmoronar.

Minha última respiração foi um grito silencioso de ódio, uma promessa fria de vingança.

De repente, abri os olhos para um apartamento familiar, com o cheiro de café e tecido barato. Estava viva, de volta, com uma segunda chance. Sofia, com seu violino e sorriso vibrante, me chamou: "Mamãe, você está bem?" Mal sabia ela que eu estava de volta para reescrever nosso destino.

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Romance

5.0

A festa da escola da minha filha, Sofia, deveria ser um dia de alegria, mas um vazio me consumia. Meu marido, Pedro, jurou ter uma reunião importante e não apareceu. Mas lá estava ele, no meio da festa, com sua assistente, Joana, e o filho dela, agindo como uma família feliz. Meu coração desabou ao vê-lo sorrir para o menino, um sorriso que eu não via há anos. A traição não era mais uma sombra, era uma cena viva diante dos meus olhos. Joana, com um sorriso vitorioso, ainda me mandou um bilhete cínico: "Aproveite a festa. Pedro e eu estamos nos divertindo muito." Joguei o bolo e o bilhete no lixo, mas a humilhação só aumentou quando Pedro me repreendeu, defendendo Joana publicamente e me acusando de ciúmes. Foi ainda pior na corrida de três pernas, quando Joana me empurrou, me fez cair e fingiu uma lesão. Pedro a amparou, cheio de preocupação, sequer olhando para mim ou para nossa filha de cinco anos, caída e chorando. Ele me acusou de agressão, e a diretora cancelou a corrida. Joana foi levada para a enfermaria nos braços dele, enquanto eu e Sofia ficamos sozinhas, humilhadas. Naquela noite, a gota d' água: Joana postou fotos nas redes sociais de um carro de luxo que Pedro lhe deu e um vídeo dele a ensinando a dirigir. De repente, entendi a verdade: todo o sucesso dele, cada contato, cada centavo, veio da minha família, do meu dinheiro, um segredo que mantive a pedido dele. A raiva fria me consumiu. Peguei os documentos e liguei para o advogado da minha família. Eu ia tirar tudo dele.

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