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Lunna Gandía
HOSPITAL DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
-ALA PARTICULAR.
Acordei atordoada e eufórica após um pesadelo, ou pelo menos era o que eu achava. Assustada com o ambiente ao meu redor, no meu braço havia uma agulha de soro. Não é possível eu devo estar sonhando. Me belisco ingenuamente para verificar se era sonho ou realidade.
-Ai dói...
Infelizmente não era um sonho. Mas, por que eu estava ali. Lembrava vagamente do que havia acontecido. Peguei o telefone do lado da cama e disquei para o médico. Alguns minutos depois aparece uma mulher linda vestida de branco.
-Lunna Gandía “A senhora é a médica?”
-Enfermeira “Não, sou a enfermeira. Posso ajuda-la?”
-Lunna Gandía “Não. Achei ter chamado o médico. Onde ele está, quero falar com um médio, agora.”
-Enfermeira “Calma, senhorita. Irei chama-lo aqui.”
A enfermeira sai e após alguns minutos entra na sala um homem, impossível não notar sua beleza e olhar distante, vestido todo de branco com uma lanterna clinica nas mãos. Ele se aproximou de mim segurou meu rosto, suas mãos frias me tocando me fez sentir um leve formigamento no meu corpo.
Sim eu Lunna Gandía sou culpada por desejar que aquele médico com aparência esculpida pelos deuses, eu imaginando e criando fantasias dele me jogando naquela maca e se aproveitasse de mim. Mas, infelizmente ele só colocou a lanterna em meus olhos, abriu minha boca e se afastou.
-Médico “Está me procurando?”
-Lunna “Sim. Por que estou aqui?”
-Médico “Estava esperando que a senhorita pudesse me dizer.”
-Lunna “O médico aqui é o senhor. E eu estou bem, já pode me dar alta.”
-Médico “Não posso.”
-Lunna “Por que?”
-Médico “Você acabou de acordar após está em como por um mês.”
-Lunna “Isso não é verdade, eu estava na Inglaterra com minha melhor amiga a Malia e... Quem me trouxe aqui?”
-Médico “Senhorita, a menos que a senhora conte toda a verdade, não poderá sair daqui.”
-Lunna “Achei que estava num hospital, e não numa delegacia. Já que não pode me dar alta, me diga pelo menos o motivo de me prender aqui.”
O médico pegou o prontuário e olhou para me como se estivesse me avaliando, e em seguida olha de novo para o papel em suas mãos, após algum tempo olhando, como se não estivesse acreditando no que estava escrito ali.
- Lunna “Vai me dizer alguma coisa?”
- Médico “Você foi diagnosticada com Transtorno de personalidade borderline.”
Eu fico um tempo analisando, minha amiga costuma me chamar de bipolar, mas isso já é demais né. Finalmente começo a me lembra o que aconteceu na viagem para Inglaterra.
- Lunna “você sabe por que estou aqui?”
- Médico “Tudo o que sei é o que está escrito neste prontuário em minhas mãos.”
- Lunna “Vou conta-lhe o que aconteceu.”
UM MÊS ATRÁS
A exatamente um mês atrás, terminei com o meu namorado o Maike Piton. Eu estava totalmente arrasada eu o amava, mas ele havia me traído com minha meia-irmã Verônica Vermon, filha do meu pai com a minha madrasta. Eu e o Maike namorávamos desde o ensino fundamental, temos a mesma idade 19 anos, nossas famílias eram amigas e quando a minha mãe morreu ele estive do meu lado.
Planejarmos entrar na mesma faculdade, era o último ano do ensino médio, e estávamos ansiosos para nossa viagem juntos para conhecer Havard nas férias, seria eu e ele na cidade de Cambridge, estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.
Um dia antes da viagem, eu fui visitar o tumulo da minha mãe na cidade natal dela.
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