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MEU CUNHADO

Capítulo 6 06

Palavras: 2761    |    Lançado em: 06/10/2021

u deveria responder ao meu pai? "Un

ssa mania de complicar ainda mais a minha vida. Tanta coisa pra

que você anda

de Igor rapidamente.

ou batia no meu pai por dizê-lo em voz alta. Meu nome é horrível! Respirei fundo e olhei para

nversar co

, eu

– O empurr

eu pai e saiu andando o elevador cabisbai

lhei para a expressão brincalhona do meu pai e

obrancelha zombeteiramente. – Você tava

enho que assustar o na

não é meu

preocupado? Essa coisa de rela

or! Não vamos ter essa conversa. Não se preoc

a controlar

dizendo. – tentei controlar o impulso de rir, me sentindo descon

que parar

so o

er saber da sua. É bom você ser independente, m

mbrar disso

me pr

ndo de perto de mim. Respirei aliviada. E subi correndo as escadas, o elevador estava demorando. Bati na

ar a blusa e quando estava quase conseguindo ouvi uma risada baixa

arecendo do nada, ainda rindo. Ele me jogou na cama enquanto eu ria. E fez menção de se jogar junto, o que aconteceu s

ando controlar a risada que sacudia meu corpo. E senti duas mãos

do nosso n

mpurrei ele que ro

fez um stri

entei no chão, sentin

oi

ão

de tirara blusa, colocando a mão na boca e tudo, de uma forma ridícula, me fazendo corar. Le

precisa de un

adas junto com ele, que continuou me provocando. Até cheguei a correr pelo quarto com

dio

cuperar, a mão no coração, sentindo minhas bochechas vibrarem levemente por causa do rubor.

vai ver. – ameacei, isso só o

o duplo

oi que

érebro. – Ele deu um tapinha

u adrenalin

itado, rindo de leve. O rosto alegre, distendido

em tempo integr

aiu da c

ando o travesseiro no rosto. Ainda n

aria de Lourdes... Não

Lourdes de novo, amiguinho tarad

cando, bem humorado demais para ser suportável. Deitei

de você!

ndo. Ele ficou em silêncio e eu pude ver sua cabeça inclinando n

estranho. Ele comentou levemente,

varanda

expul

á tão

im, sabia? – Ele resmungo

azer carinho no meu braç

com sono

os presos nos meus. – Se quiser te ensi

é tão

itada no meu

r em seu braço, de forma hábil. Suspirando no meu o

ora

jo leve e lento. Depois voltou a deitar. Suspirei, contente. Estar deitada no braço do Igor era agradável e confortáv

r carinho no meu cabelo e a cantarola

confusa, fazendo a cama estremecer. Foi impossív

hores que indiozinhos. São

ndo no seu braço e ele me aperto

Igor tinha os olhos fechados e a expressão tranquila. Ele tinha dormido. E agora? Engoli em seco, me sentindo nervosa subitamente. Eu tinha duas opções. Acordá-lo para mandá-lo ir embora. Ou deixá-lo dormir a

? – su

? – Me assustei ao vê-lo

que estav

ormisse você me tacar

sim? – Eu disse brincando e pa

ela forma que me inquietava. Como se ele pudesse ler através de mim.

do que ter essa conversa era desconfortável. Eu não aceitava porque... porque parecia que iria acabar em breve com o

or

ta na mente, cocei a cabeça, sem ter

com outra pergunta. – Ele mu

i, tentando descontrair. Isso não adiantou. Igor so

u pela varanda. Me deixando confusa. E eu fiquei ali, com a sensação q

com o outro. Ele andava ficando carrancudo e notei que ele andava recebendo várias mensagens no celular, talvez da família, não sei. O fato é que nada era o mesmo,

gostava dele, mais do que isso, eu estava apaixonada por ele, eu não tinha dúvidas quanto a isso. Mas mesmo assim, eu tinha meio que... medo. Tinha medo de que morando em lugares distantes, talvez não conseguindo me ajeitar com isso, tudo terminasse e eu acabasse ainda mais magoada. Além do mais, garotos me confundiam e eu não queria ser deixada para trás. E ainda assim, mesmo insegura, eu queria ficar com ele, queria poder chamá-lo de meu, definitivam

ilho único, com um pai bem rígido e mão submissa, e o máximo que ele sabia da minha é que meus pais eram divorciados e eu tinha duas irmãs. Nunca conversamos sobre família, nunca tivemos a oportunidade de abordar o assunto. Nunca veio ao caso e nunca procuramos trazer isso a tona. Éramos travados com isso, e dava pra notar que desconfiados. Mas pensan

ta, que eu fui idiota em negar os seus quase pedidos todas às vezes que ele tentou. Corri para o banho, agitada. Tomei um banho rápido e vesti uma saia até os joelhos e uma blus

ncada em preocupação. Minhas sobrancelhas se juntaram, apreensiva, mas mesmo assim não perdi a animação. Sentia algo dentro de mim coçar, como se quisesse se liberta

Igor me olhou de lado, mas os

am ao mesmo tempo. Balanc

sso falar com o

m cara bacana, divertido e bem alegre, sempre brincalhão. Ao passar, mexe

gor

as em seus olhos. Engoli em seco, passando as mãos p

e. Eu ando sendo tão idiota e criança... – atropelei as palav

ciando. Suas mãos meio frias, me deixando cada vez mais nervosa e confusa. –

te... – gaguejei, sem saber como

a ser minha namorada, não tenho porq

ura por que... – sorri sem graça. – Eu não sei. Eu fui idiota, não posso achar que todo mundo vai me magoar e... eu confio em você. Mais do que isso, eu realmente amo você, Igor. – O e

r um pouco de mim. – Eu fui tão... idiota! Eu não devia ter feito isso. Eu nem sabia que ia me envolver tanto quando fui conversar com você aquela dia na praia, eu só fiz! Não pensei nas

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MEU CUNHADO
MEU CUNHADO
“Malu era só uma garota. Uma garota que há alguns meses teve seu coração partido e isola-se no seu próprio mundo apenas por comodidade, e também por causa de uma coisa que ela não admite: Passou a ter medo das pessoas. Medo do que elas são capazes de fazer, do quanto podem magoar. Mas tudo muda quando sua irmã surge com o novo namorado em casa, um namorado que pelo que ela dizia, seria diferente, daria certo. Ao se deparar com seu novo cunhadinho, Malu vê suas dores serem desenterradas, e acaba resgatando mais do que dores, mas também momentos e sentimentos há muito tempo adormecidos. E Igor, seu cunhado, vê agora uma oportunidade de fazer dar certo, só que de forma errada. Será que os dois serão capazes de criar um laço de, apenas, amizade?”