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MEU CUNHADO

Capítulo 5 05

Palavras: 3686    |    Lançado em: 05/10/2021

sedentária que eu. – el

sou sed

a ou acomod

confortável.

ando mais perto de mim. Desviei o olhar constrangid

bem cara

e sou bem direto. Res

vel. – Ficamos em silênci

us, com algo mais do que surpresa, algo que eu não soube definir. Lentamente puxei seu rosto, cada vez mais próximo ao meu. Fechei os olhos, ainda guiando seus lábios até mim. Até que algo deu err

r rapidamente até meu cérebro. Me deixando tonta. Repassei

nada. – Além de pas

le queria algo. Parecia, ele dava todos os sinais. E agora... Fazia isso. Eu me sentia enganada e quando eu me sentia enganada, e

estos e continuei andando. Senti dois

ndi, você

u q

hega. Me deixa ir. – puxei o braço,

ao menos,

licar! Eu já entend

de idiota. Não

ntinuava andando.– Vamos fingir que nada disso aconteceu. Mel

ou novamente e puxei o b

enganada, me sentia patética e não conseguia controlar as palavras que saltavam da minha boca, expondo meus pensamentos embaralhados. Basicamente, eu estava descontrolada

não e

lidar comigo mesma. Imagina com mais um. Não dá. – respirei fundo, tentando me acal

e dramática. – Ele disse, pa

. Sem poder me conter olhei para trás e percebi que ele estava sentado na areia, curvado. Recomecei a andar, pr

ua expressão exasperada e irritadiça. E o pior, eu não conseguia sentir raiva dele só por ele ter me constrangido daquele jeito. Eu sentia raiva de

turado com os barulhos da noite, me deixando arrepiada e serena. O vento por sua vez trazia o cheiro do mar. Percebi horrorizada que Igor tinha cheiro do mar, e a brisa suave me lembrava da sensação do toque dele em minha pele, em meu puls

os e saí tateando pelo quarto até chegar ao banheiro. Molhei o rosto, e tentei abrir os olhos, ainda pesados. Gemi diante a minha imagem no espelho, descabelada, com a cara inchada. Ainda com o cérebro quase parando entrei no banho, quente. Depois do banho

o meu pai. Abri a porta e saí do quarto, evitando olhar para a porta ao lado. Desci de escadas, com dor de cabeça, aproveitando minha ressaca moral. Eu sentia raiva e vergonha, ainda. Eu tinh

– Os dois

da?– Carlos perguntou, inter

pai falou. Será que ninguém pe

ocês chegando

Hu

pai se encerrou. Ignorei-os e só comi

ato, surpresa. Meu pai nunca foi de muitas pala

andar naqu

Respondi, voltan

o seu. E imaginei que você iria gostar de andar hoje, já que não está tão quente para ficar na praia

riu sem graça e eu me

, no meu qua

eu pai. Abri a porta e me deparei com uma Cristina meio verde sentada n

da sua

ue amor

e você

porta, batendo o pé. Ansiosa para m

ou irritada em compra

abri a porta, e abri a sacola. Era um skate bonito e ajeitado, os trucks eram largos o que me daria mais estabilidade, o deck era pequeno condizente com m

onseguido me distrair de outros assuntos. Mas agora, sentada no banco, sozinha, várias coisas passavam pela minha mente. Como seriam minhas f

a mão ao coração tama

r me

queria olhá-lo. A voz já era ruim o suficiente. Ficamos em

você não v

e eu nã

lgo também. Não

conversar

os o que

ei remoendo aquela coisa que aconteceu na praia a

com dor na consciência

– A voz dele era meio implorativa. Olhei os meus pés, con

conheço. Esse

elhos e enquanto falava fazia gestos exagerados com a mão. Senti o coração acelerar.– Mas poderia conhecer e... Cara. Eu sinceramente

– suspirei. – Não estou com raiva, não

des

l sucedido. Não haja como se tivesse

que ficou tão chateada? – O tom de

fiquei

o sei por que parei pra tentar conversar com voc

uca e puxando meus cabelos, me impediram de tentar novamente. Fiquei estática até que senti a sensação dos seus lábios, a textura e, finalmente, o gosto... Meio mole deixei o skate cair e me entreguei ao beijo, minha mão prendendo-se em sua camiseta com força. Sentindo meu coração explodir correspondi o beijo co

a com

Ar

bios próximos aos meus. Próximos demais, respondi a

Ar

cas novamente. Os lábios pedindo passagem vigorosamente, um braço me apertando na cintura e o o

ora, com as consequências. Estava sendo um verão divertido e leve, e botar implicações em relacionamento me deixava meio ansiosa. Eu sempre fui uma pessoa desconfiada, tanto que nunca havia possuído um namorado. Sempre preferindo a solidã

espreocupadas. Só que nos últimos dias nosso tempo juntos tinha diminuído significativamente. Igor e seu amigo, Pablo,

nto da obra não ajudava. Olhos castanhos, cabelos compridos e escuros, baixa e magra, mas não magra de um jeito delicada... Tinha ali mais carne do que eu queria. E além do mais eu era desajeitada e esquisita. Não era skatista, nem totalmente nerd com meus livros e def

aros dias que eu me sentia disposta e animada. Cantarolei uma música baixinho; pens

voz semi-irritado me deixou

a ficar parado a minha frente. Suspirei, vencida. – Já que você prefere ser tã

Ao

enche,

da saindo muito

tomar conta da mi

ia gosta

– passei por ele rapidamente, deixando-o irritado para trás. Carlos andava com essa mania de achar que eu devia algum tipo de satisfação p

s outras atrações didáticas e extremamente divertidas. Admirada com todo o lugar não toquei em nada, me limitei a olhar, entendo agora porque Igor gostava tanto desse lugar. Havia algum tipo de fascínio sobre os objetos, sobr

nde chuva de meteoros, como num grande telão de Tv. Mais parecido com aqueles de cinema. Parecia que se eu est

mente da minha pequena divagação. E me deparei com u

e su

esc

nti ele me olhando, olhei para ele e dei de cara

cê a

Ób

r alguns corredores e depois subimos algumas escadas. Entramos numa sala extremamente grande, com um telescópio bem no centro, o maior qu

soltando de Igor, que caminh

uer

sso

a hora já estava escuro, então eu pude distinguir as estrelas de forma clara. Até demais. Elas queimaram em meus olho

ncr

indo,

i. Concentrada demais em como elas pareciam bonitas. Percebi que Igor parara

que

Vo

ue eu

você f

do nada, Igor. – sor

que eu me sentisse o cara mais sortudo do mundo em u

erença, não é? – Eu disse, irônica

i os braços pelo seu pescoço, que logo foi beijado levemen

tia em um turbilhão de sentimentos sempre que estava com aquele garoto. Como se não fo

s maiores verdades que eu já havia dito. Dane-se qu

te am

Eu te amo. – deitei a cabeça em

ue nenhum cara

Mas você é o único

ue é ver

ão vou ter que acabar com vo

ei para ele, que tinha

esse de boba. Estava acostumada com as pessoas fazerem isso. Eu confiava em Igor, m

dadeiro? Porque não vai acabar. Eu não vou

erdade, promessas sempre pareceram serem feitas para s

ometendo a

ão exist

. Existo

oso assim. – mordi o lábio e

ua cintura, ficando na ponta dos pés. Ele segurou meu rosto com as mãos e eu encos

arota mais sedentária do mundo, não se sentiu cansada. Eu ficava mais cansada pelas risadas que acabava soltando no caminho. Igor estava bem humorado, contando casos engraçados

os braços cruzados e a expressão indecifrável, hostilidade emanando da sua postura séria. Engoli em seco, odiava quando meu pai olhava assim; era assustador

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MEU CUNHADO
MEU CUNHADO
“Malu era só uma garota. Uma garota que há alguns meses teve seu coração partido e isola-se no seu próprio mundo apenas por comodidade, e também por causa de uma coisa que ela não admite: Passou a ter medo das pessoas. Medo do que elas são capazes de fazer, do quanto podem magoar. Mas tudo muda quando sua irmã surge com o novo namorado em casa, um namorado que pelo que ela dizia, seria diferente, daria certo. Ao se deparar com seu novo cunhadinho, Malu vê suas dores serem desenterradas, e acaba resgatando mais do que dores, mas também momentos e sentimentos há muito tempo adormecidos. E Igor, seu cunhado, vê agora uma oportunidade de fazer dar certo, só que de forma errada. Será que os dois serão capazes de criar um laço de, apenas, amizade?”