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O INTERNATO

Capítulo 3 03

Palavras: 1379    |    Lançado em: 15/02/2023

sorrir. –Espero que esteja realmente fingindo, caso contra

enfermaria poderia me salvar do castigo... –Falo como se estivesse pensando alto. –Quero ir a enfermaria,

poderia ser uma das diretoras, posso afirmar que esse encontro

há algumas horas, me leva até a enfermaria e explica o que houve... –O estranho me encara de uma forma que eu não conseguia descr

do refeitório, me apresso para acompanhá-lo, seus passos são largos. Caminhamos com certa distancia e

a surge no ambiente, el

incrivelmente clara. –Bateu com a testa em algum lugar, a encontrei esco

esta. –Apenas um band aid e uma aspirina resolve tudo. –Ela sorri pra mim e se afasta, mexe em algumas

ela termina, desço meu olhar até minha blusa e entendo o seu comentário, estou vestida com a camisa de meu pijama da Liga da

a um copo descartável e uma aspirina. –Saúde! –Ela recolhe o copo assim que termino de beber minha água. –Pode levá-la, Thiago. –

le acena c

deço a enfermeir

uma prova da sua enorme lesão... –Ele fala com certa

dele, desço as escadas sem esperá-lo, e faço o

r quem era, ou melhor, a quantidade de pessoas, mas não tive êxito, então continuei andando e vi que era uma mulher e dois meninos, eles pareciam discutir, ao m

a! –Ela falou num

u pudesse dizer algo, ouvi a

eu, olhamos para ele. –Ela estava na enfermaria, e eu a acom

rio desse mês que não estavam na enfermaria... –Os meninos se entre ol

o me acordou e deu nisso. –Ele disse com naturalidade. –Adiciona mais

refeitório, as vozes inundaram a passarela, mas logo cessar

s dois meninos, ambos me encararam, o da esquerda era alto e magro, mas tinha lá seus encantos, ele tinha uma pequena tatuagem abaixo do olho, mesmo com seu moletom escuro, eu consegui

s de mim. Senti meu rosto queimar, com certeza es

cínico. E cá entre nós? O deixava ainda mais irresistível. Dito isso, eles viraram frente a frente e começaram a conversar entre si,

tou surpresa? –A velha arrogante surgiu

is um dia, mais dinheiro pra você. Não é assim que funciona? Não é por isso que a

am e trocaram sorrisos cúmplices, deixando a tal mulher visivelmente irritada. –Ainda acham isso engraçado? Isso é uma catástrofe! –Ele alterou seu tom de voz, mas de repente sua atenção mudou de foco quando o tal Gustavo me encarou. Ela fez o mesmo, e mirou seu olhar em mim. –E você senhorita Sarthi... Já no primeiro dia está na companhia d

ficou o atraso dela, senhora. –Elisa explicou para

o. –Ela se aproximou de mim. –Cuidado, estarei observando-a de perto. –Assenti enquanto a encarava. –E vocês dois. –Ela virou na direção dos meninos. –Mais um dia será adicionado na ficha de cada um. Bom jan

bem vinda ao purgatório. –Ele piscou e passou a frente de nos, empurrando a porta do

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O INTERNATO
O INTERNATO
“Ele não era o garoto que ela tanto idealizou antes de dormir, tampouco era o genro perfeito que seus pais sonhavam para sua garotinha. Ela? Bom, ela não possuía as curvas e formas que ele tanto fantasiou. Eles não combinavam em absolutamente nada, ele era dono de uma personalidade completamente detestável, já ela sempre o irritou com suas manias. Ambos de longe não eram a alma gêmea do outro, vê-los como casal poderia ser considerado um devaneio insano... Um único sentimento, ou melhor, sensação unia essas personalidades completamente opostas. Qual? O êxtase! Quem poderia imaginar que dessa grande desventura nasceria algo tão intenso?”