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O INTERNATO

Capítulo 5 05

Palavras: 1411    |    Lançado em: 15/02/2023

onseguia parar de encará-lo. Eu não sabia se o alvo de seu olhar era o amigo dele, ou eu, mas isso não me impedia de olhar em sua direção.

e para trás, mas as meninas me arrastavam para frente, provavelmente para a saída. –Salvamos você... –Manuela cochichou em meu ou

ite. –Ela balançou a cabeça negativamente. Continuei as acompanhando até a saída, mas não me contive, tive qu

to seguíamos até os nossos dormitórios. Revirei os olhos disfarçadamente enquanto caminhávamos. –Ele não pode pensa

ero algo com ele, Manue

m alguém lá fora... Tem? –Ela e Dóris me olharam de maneira curiosa. Devo confessar que eu odiava quando elas a

s que se acham perigosos, além disso... –Parei de falar assim que vi que a tal Agnes passou acompanhada de sua amiga Samantha ao nosso lado. Elas me olharam de uma forma pra lá de raivosa, o nojo

r os olhares delas sob mim, e os suss

foi em silencio, e parte de mim estava contente por isso. Já havia passado por muito em menos de um dia, e min

ia uma cômoda que batia mais ou menos em minha cintura, com apenas cinco gavetas. O lado esquerdo era o da Manuela, tinham algumas fotos coladas de maneira aleatória, sobre sua cômoda haviam alguns portas-retratos, maquiagens e cremes, e

smo assim fazemos, quando ela nos fraga, ganhamos uma advertência e nada mais. Acho que vale a pena uma advertência para conseguir dormir alguns minutos a mais. –Ela sorriu. –Bom, fique a vontade arrumando o seu lado, vou dormir. –Ela caminhou até sua cama e tirou seu tênis

ormir e arrumar o restante das coisas na manha seguinte. Quando estava prestes a tirar minha roupa, ouvi vozes no corredor, levantei e abri a porta cautelosamente, coloquei minha cabeça para fora, e no outro lado, ou melhor, do outro lado do corredor, vi uma movimentação, espremi os olhos e consegui ver com clareza do que se tratava. Pude ver o Gustavo ag

e no quarto e t

noite, afinal, era um lugar estranho, com pessoas estranhas. Eu havia caído de paraquedas naquel

e com a Manuela me balan

enquanto cobria me

s e segundos, antes de enfim levantar. Eu havia me atrasado ontem, hoje com certeza a tal Sandra não me perdoaria. Manuela estava completamente afobada, parecendo estar p

nto abria minha cômoda e

ssou novamente. Revirei os olhos disfarçadamente. –Vê se não vai

minação que possuo agora, não garanto ser uma f

a sentou em sua cama. Assenti e peguei uma muda de roupa,

arou por breves segundos enquanto s

ig

ocê me apontou ontem...

–Assenti. –Então é a Agnes mesmo... O que tem ela? –Manu

ntei soar menos desinteressa

. E nos, meras mortais, não somos o suficiente para ele. –Ela comentou voltando a prestar atenção em sua função. –Só que

do lado da minha cama. –Formam um

personalidades assim juntas... Boa coisa não acontece. –El

os de nossos dormitórios em seguida, nos juntando

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O INTERNATO
O INTERNATO
“Ele não era o garoto que ela tanto idealizou antes de dormir, tampouco era o genro perfeito que seus pais sonhavam para sua garotinha. Ela? Bom, ela não possuía as curvas e formas que ele tanto fantasiou. Eles não combinavam em absolutamente nada, ele era dono de uma personalidade completamente detestável, já ela sempre o irritou com suas manias. Ambos de longe não eram a alma gêmea do outro, vê-los como casal poderia ser considerado um devaneio insano... Um único sentimento, ou melhor, sensação unia essas personalidades completamente opostas. Qual? O êxtase! Quem poderia imaginar que dessa grande desventura nasceria algo tão intenso?”