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A Última Vingança da Esposa

A Última Vingança da Esposa

O cheiro de leite e talco ainda pairava no ar, lembrando-me do que me foi cruelmente tirado. Homens mascarados invadiram minha casa, não queriam dinheiro, queriam a mim, com a promessa vazia de que meu filho seria devolvido se eu fizesse o que mandavam. Por seis horas, fui forçada a encenar um pesadelo diante de uma câmera, meu corpo exposto, minha alma dilacerada, enquanto o choro fraco do meu bebê ecoava em minha mente. Eu fiz tudo, acreditei, e no dia seguinte, a polícia encontrou seu pequeno corpo. O vídeo viralizou, meu nome e rosto estampados em toda parte; de Maria Eduarda, eu virei a "mãe vadia". Busquei consolo em meu marido, Ricardo, mas sua voz era puro gelo: "Você é uma vergonha. Acabou." Meus pais, a quem eu procurei desesperada, fecharam a porta em minha cara, envergonhados: "É melhor você ir." Abandonada por todos, vagava pelas ruas, um fantasma, até que Pedro, inimigo de Ricardo, me encontrou. Ele me ofereceu ajuda, um porto seguro, e eu me agarrei a essa única esperança, aceitando seu estranho pedido de casamento. Mas no dia da cerimônia, escondida, ouvi a verdade mais cruel: "Tudo foi um plano," disse Pedro, rindo, "o sequestro, a morte do pirralho... vingança contra você e o seu paizinho." Meu mundo desabou. Pedro e Ricardo, meus algozes, eram cúmplices. No altar, quando tentaram me humilhar novamente com o vídeo, algo dentro de mim quebrou. A Maria Eduarda ingênua morreu, e em seu lugar, nasceu uma mulher forjada na traição, na dor e no ódio. "Vocês vão pagar," eu sussurrei, um sorriso frio nos lábios, "Juro pela alma do meu filho. O jogo de vocês acabou. O meu está apenas começando."
O Embrião Trocado

O Embrião Trocado

Minha filha, Sofia, tinha leucemia e precisava desesperadamente de um transplante de medula óssea. Eu, Clara, passei por fertilização in vitro, injecções e procedimentos dolorosos, tudo para lhe dar um irmão compatível. Finalmente, engravidei, pensando que a esperança havia chegado. Mas então, a notícia que desmoronou o meu mundo: "Seu bebé não é do seu marido, Pedro." O meu coração afundou, e liguei para o Pedro, apenas para ouvir a voz doce e calculista da minha cunhada, Ana, dizendo que ele estava a dar-lhe banho. Pedro, cego pela acusação, explodiu: "Estás louca? Andaste a dormir com outro homem? O único erro aqui és tu!" Ele não acreditou em mim, desligou na minha cara, e poucos minutos depois, a minha sogra ligou, exigindo o aborto do "bastardo" e ameaçando tirar-me a Sofia. Fui abandonada e acusada pelo meu próprio marido e família, por um erro que eu sabia que não era meu. Como era possível que o bebé que eu carregava, a única esperança de Sofia, não fosse do Pedro? Será que tinha havido um erro médico, ou uma traição que eu não conseguia conceber? O choque, a dor e a raiva viraram-se para o desespero de ser a única a lutar por este bebé e pela minha filha. No auge do meu desespero, recebi um telefonema da clínica de fertilidade, com uma voz grave a pedir-me para ir lá urgentemente. Houve um "incidente" com o meu procedimento de FIV. Naquele momento, eu soube: Eu não estava louca, e a verdade, embora terrível, começaria a vir à tona. E a verdade era mais sombria do que eu poderia imaginar.
Destino Escrito em Chamas

Destino Escrito em Chamas

A porta se abriu com um estrondo, revelando Helena, ex-namorada do meu marido Ricardo, com o rosto ensopado em lágrimas falsas. Ricardo entrou logo atrás, tenso e frio, e a voz dele era uma lâmina cortante: "Precisamos conversar, Sofia. Isabela morreu. Foi um acidente de carro. E a culpa é sua." Minhas entranhas se contorceram. "O quê? Como assim, a culpa é minha? É uma mentira!" Helena, então, me acusou venenosamente: "Eu vi o seu carro! Você estava distraída, Sofia. Você matou a minha filha!" Com a minha barriga de oito meses comprovando que eu estava em casa o dia inteiro, eu sabia que era uma mentira absurda, mas Ricardo acreditou nela, ou fingiu acreditar. Ele apontou para o nosso filho em meu ventre: "Você vai tirar isso. Nós vamos tirar isso." O ar me faltou. "Você enlouqueceu? Este é o nosso filho!" Mas ele estava determinado em sua monstruosidade: "Você tirou a filha de Helena, vai dar a ela uma nova. Vamos clonar Isabela, e você será a barriga de aluguel." Naquela noite, fui amarrada à maca, sedada, sentindo a picada da agulha enquanto meu bebê chutava em desespero. A última coisa que vi foi o rosto impassível de Ricardo, dando o bisturi para seu assistente. Acordei com um vazio abissal e doloroso, meu filho havia sido roubado de mim. Dias depois, ainda dopada, o embrião anônimo de Isabela foi implantado em meu corpo violado, transformando-me em uma prisão para a cópia da filha da amante do meu marido. Eu era uma incubadora humana, trancada no quarto de hóspedes, monitorada dia e noite por câmeras. A dor e a raiva me consumiam. Em uma tentativa desesperada de escapar, peguei um caco de vidro, mas Ricardo me impediu, me amarrando à cama, transformando-me em uma tumba viva. A tortura da gravidez forçada, com Ricardo me tratando como um objeto, atingiu seu ápice quando ele me forçou a comer a papinha feita das roupinhas do meu filho. Em um dia chuvoso, Helena, a arquiteta da minha miséria, revelou sua confissão horripilante, com os olhos brilhando em triunfo: "Não foi um acidente. Fui eu. Sacrifiquei minha própria filha para ter Ricardo de volta." A raiva me impulsionou. Eu a ataquei, gritando toda a minha dor e fúria, mas uma pontada lancinante me atingiu. O bebê estava vindo, cedo demais. Ricardo estourou pela porta e Helena, a atriz consumada, encenou um show de choro e acusações, transformando-me na vilã. Ele acreditou nela mais uma vez. Na sala de cirurgia, com meu corpo já em colapso, Ricardo ordenou, com uma frieza cortante: "Conserve a criança, abandone o adulto." Ele nem esperou a anestesia. O primeiro corte do bisturi me rasgou, mas a dor se desvaneceu, minha consciência flutuando para fora do corpo. Eu estava morrendo, e senti um alívio terrível. Mas o horror daquele momento foi ver meu corpo se sentar na maca, com os olhos vazios, sem vida, uma marionete. Eu estava presa, uma alma sem corpo, forçada a assistir Ricardo me tratar como um brinquedo quebrado, cuidando de uma casca vazia. Helena, em um acesso de raiva e ciúme, sufocou o clone da filha e me incriminou, colocando o bebê morto em meus braços. Ricardo, para o meu terror, ia chamar a polícia, mas a semente da dúvida havia sido plantada. Ele percebeu a mentira. Ele me levou para um neurologista, que revelou a verdade: eu estava em estado vegetativo persistente, uma casca vazia. Helena confessou tudo, sua maldade revelada em cada palavra. Ela havia sacrificado a própria filha, e agora, ela estava desfigurada por Ricardo. Ele se deitou ao meu lado, as lágrimas escorrendo em seu rosto: "O que eu fiz com você?" Ele não chorava por mim, mas por ele mesmo, preso em sua própria dor. Ele decidiu nos levar para a morte, juntos. No fogo purificador, eu o segurei. A alma do nosso filho apareceu, nos unimos, e o fogo devorou tudo.
O Retorno Implacável do Professor Desonrado

O Retorno Implacável do Professor Desonrado

Dez anos atrás, Caio Vianna destruiu minha carreira na Faria Lima para construir seu império, me deixando como uma professora de colégio desonrada. Agora, ele estava de volta, pagando pela cirurgia que salvaria a vida do meu pai, bancando o herói benevolente. Mas a noiva dele, com ciúmes da atenção que ele me dava, decidiu revelar a verdade ao meu pai em seu leito de morte, matando-o instantaneamente com o choque. "Olívia, olha o que você fez! Você está histérica!" Caio gritou, me empurrando para longe do corpo do meu pai, que esfriava, enquanto confortava a mulher que acabara de assassiná-lo. Helena mostrou ao meu pai um vídeo provando que nós dois fomos vítimas de uma armação, apenas para ver a luz se apagar dos olhos dele. Mesmo assim, Caio estava lá, protegendo-a, me manipulando para que eu acreditasse que a louca era eu. Eles pensavam que eu ainda era a vítima indefesa que podiam manipular. Eles pensavam que a morte do meu pai era apenas mais uma ponta solta amarrada. Mas enquanto o monitor cardíaco apitava em uma linha contínua, meu celular vibrou com uma mensagem de um fantasma do nosso passado em comum. "Tenho provas suficientes para enterrar Caio Vianna. Precisa de ajuda?" Olhei para os monstros se vangloriando sobre o cadáver do meu pai. Enxuguei minhas lágrimas e digitei de volta uma única palavra: "Sim." O tempo do luto havia acabado. O tempo de uma aquisição hostil havia começado.
O Renascer da Fénix: Minha Paz, Minhas Regras

O Renascer da Fénix: Minha Paz, Minhas Regras

A primeira coisa que vi ao abrir os olhos foi o teto branco do hospital, e a dor lancinante na minha perna partida. O meu noivo, Lucas, estava ao meu lado quando o carro caiu da estrada da montanha. Eu lhe perguntei onde ele estava, cheia de uma esperança agonizante. A minha mãe, com os olhos inchados, hesitou. "Ele... ele está a cuidar da irmã dele, a Joana." Joana? A Joana que torceu o tornozelo a procurar um cão assustado? Enquanto eu jazia ali, com os ossos esmagados, quase morta, ele estava com ela. Agarrei no telemóvel e liguei-me. A voz dele, cansada, sem uma sombra de preocupação verdadeira, confirmou: "Estou no hospital com a Joana. Ela magoou o pé. O Trovão também está muito assustado." Foi então que eu perguntei, com uma calma assustadora: "Então, vais ficar aí com ela?" "Sim, ela precisa de mim. Ela está sozinha, sabes como ela é sensível", respondeu ele, como se eu não fosse a sua noiva, a mulher que acabava de sobreviver a um inferno. Sensível? E eu? O que era eu? A vítima de um acidente quase fatal? A sua acusação veio rápida, como uma pedra: "Não podes ser um pouco mais compreensiva?" Compreensiva? Eu tinha uma perna partida! Eu quase morri! Ele alegou ter-me salvado, mas logo a seguir, abandonou-me. Não bastava a traição, no dia seguinte, o pai dele, o Sr. Matias, e a própria Joana, vieram ao hospital. Em vez de desculpas, fui confrontada com ameaças e acusações. "Estás a ser egoísta, Clara. O casamento é sobre sacrifício. Não vais encontrar outro homem como o Lucas." Eles fizeram-me sentir como se a culpa fosse minha, como se fosse eu a insensível e egoísta. Até a Joana, em lágrimas dissimuladas, veio com a conversa de que manipulou Lucas, lançando a culpa sobre o coitado do irmão. Eu não chorei. Eu estava vazia, mas uma raiva fria começou a ferver dentro de mim. Era inacreditável. A minha dor era um inconveniente para a família Matias. A exigência de devolver o anel de noivado e de os compensar pelos "danos emocionais" foi a gota d' água. A ferida moral era ainda mais profunda que a física. Mas eu não era uma vítima. Com a minha mãe e um advogado ao meu lado, decidi lutar. Não mais pela justiça, mas pela minha dignidade. Era hora de mostrar-lhes que a fénix renasce das cinzas, e que a minha paz já não os incluía.
Conheci por acaso meu Sr. Certo

Conheci por acaso meu Sr. Certo

O noivo de Lindsey era a encarnação do diabo, que não apenas mentiu para ela, mas também dormiu com a madrasta dela, pretendendo tirar os bens da família dela. Ele até a drogou, com a intenção de entregá-la para outro homem. Incapaz de aguentar mais, Lindsey decidiu encontrar um homem para atrapalhar a festa de noivado deles e humilhar esse traidor. No entanto, ela nunca imaginou que logo conheceria um estranho incrivelmente atraente que atendia aos seus requisitos. Na festa de noivado, ele declarou corajosamente que ela era sua mulher. No começo, Lindsey achava que ele era apenas um cara pobre que queria tirar vantagem dela. Mas desde que conheceu este homem, ela percebeu que a sorte estava sempre do seu lado. Ela pensou que eles iriam terminar depois da festa de noivado, mas o homem ficou ao seu lado dizendo. "Temos que ficar juntos, Lindsey. Lembre-se, agora sou seu noivo." "Domenic, você está comigo por causa do meu dinheiro, não está?", perguntou Lindsey, estreitando os olhos. Domenic ficou surpreso com o que ouviu. Como herdeiro da família Walsh e CEO do Grupo Vigor, por que ele precisava do dinheiro dela? O dinheiro não era um problema para ele, que controlava mais da metade da economia da cidade! Com o passar do tempo, a relação entre os dois se tornou cada vez mais próxima. Um dia, Lindsey finalmente descobriu que Domenic era na verdade o estranho com quem ela fez sexo alguns meses atrás. Essa descoberta mudaria o relacionamento deles? Para melhor ou para pior?
Cachorrinho de Estimação: A Revolta

Cachorrinho de Estimação: A Revolta

Eu sou João Ribeiro, um designer de moda que saiu da favela e, por dois anos, vivi uma farsa como o namorado "artista da comunidade" de Patrícia Costa, a herdeira de um império têxtil. Nosso acordo era peculiar: a cada traição dela, minha conta bancária engordava, transformando a humilhação em uma fortuna que garantia o conforto do meu pai. Eu me tornei o "cornudo de luxo", ignorando os sussurros e o desprezo, acreditando ser um sacrifício justo pela segurança da minha família. Mas tudo mudou com uma transferência exorbitante, um valor dez vezes maior que o usual, que caiu na minha conta sem aviso. Minha alma, que eu achava ter endurecido, gritou. Não era mais sobre sobreviver, era sobre o que restava da minha dignidade. Aquele dinheiro, que parecia uma indenização pelo meu "trabalho", me fez perceber: eu era a sombra de outro homem, o substituto de Fábio Almeida, o amor perdido dela. "Cachorrinho de estimação", era assim que eles se referiam a mim. A raiva me deu uma clareza gelada. Eu não era um objeto descartável. Eu não era um fantasma. Decidi que já bastava. Vendi tudo que ela me deu, doei as roupas de grife, e me desfiz de cada vestígio daquela farsa. Eu ia voltar para minha favela, usar o dinheiro para construir algo real: uma escola de moda para os jovens da comunidade. "Voltando para aquele buraco?", ela zombou, quando a confrontei. "Prefiro ser um professor de verdade do que seu namorado de mentira." Desliguei o telefone, deixando-a com seus gritos e riquezas. Eu era João Ribeiro, e Patrícia Costa iria aprender, da maneira mais difícil, quem eu realmente era. Minha liberdade estava apenas começando.