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Casualidades da vida

Casualidades da vida

Sigam meu ins.ta.gram: @melpimentelautora Uma invasão. Uma escolha. Um contrato de trabalho. Uma babá. Um pai solteiro. O nascimento de um amor e a resposta de uma vida. Cassandra Hall, ou só Cass, como prefere ser chamada. Foi abandonada em um orfanato assim que nasceu e sua vida não foi fácil, tudo piorou após a morte de sua mãe adotiva. Sem rumo, e persuadida por seus amigos, tinha apenas um objetivo: Invadir a casa de Isaac Jhonson, mas como nem tudo está em nosso controle, jamais imaginou que ao ser capturada, receberia uma proposta inusitada. Ou, vira babá do filho de Isaac, ou é entregue a polícia. Ser babá nunca esteve em seus planos, menos ainda dos filhos do dono da casa ao qual invadiu. Porém, quando Pietro vê a invasora, se apaixona na mesma hora, a lançando em um emaranhado de confusão e descobrimento. Sem opções, aceita esse desafio que tem prazo determinado. Ao contrário do que a menina imaginava, esse giro de 360° graus em sua vida, não vai ser tão ruim assim. Vai ser bem divertido, um grande aprendizado e revelador. Além de trazer uma maior maturidade e compreensão para a vida da garota, que nunca pensou que a felicidade um dia poderia sorrir para ela. A vida tem meios de nos pregar certas peças e nos fazer viver coisas antes inimagináveis. Cassandra não imaginava que essa invasão seria uma porta para tudo que jamais imaginou ter em sua vida. Ela entra na mansão como uma garota perdida e tem a chance de se tornar uma linda mulher ao aprender muitas coisas novas. 'A existência é feita de tal maneira que, muitas vezes, os pequeninos acasos trazem as grandes catástrofes. -Albert Delpit'
O Reencontro do Amor Perdido

O Reencontro do Amor Perdido

A dor excruciante não era da facada que tirou minha vida, mas da lembrança vívida de um passado que se recusava a morrer. Eu estava de volta, no dia exato em que minha irmã, Mariana, me pediu o impossível, o pedido que me levaria à morte pelas suas próprias mãos em minha vida passada. Ela destruiu meu rosto com meu próprio bisturi e cravou a lâmina em meu abdômen, enquanto meus pais assistiam, indiferentes à minha agonia. Ignorada, invisível, eu morri no chão frio da minha clínica, uma cirurgiã plástica de sucesso descartada por uma família obcecada pela ganância de Mariana. Mas agora, o cheiro de antisséptico era real, o sol invadia minha clínica e meu rosto estava intacto. Eu estava viva. Foi então que a porta explodiu e ela entrou, Mariana, com seu sorriso venenoso e a voz doce, pedindo para ser transformada em outra pessoa. "Eu quero o rosto dela, Sofia. Exatamente igual. Cada detalhe," ela exigiu, jogando uma revista na minha mesa com a foto da Sra. Rocha, esposa de um magnata. Na vida passada, tentei avisá-la do perigo do Sr. Rocha, mas ela riu, chamando-me de tola e revelando o sequestro da verdadeira Sra. Rocha. Minha raiva e o pavor subiam pela garganta, mas as engoli, lembrando-me da dor, do sangue e do olhar vazio dos meus pais. Desta vez, não recusei. Eu a transformaria na cópia perfeita, mas o mundo dela, construído sobre mentiras e crueldade, desabaria. Enquanto o Sr. Rocha prometia vingança na TV, Mariana sonhava com uma vida de luxo, cega para o desastre que se aproximava. Ela me disse: "O medo é para os fracos, Sofia. E eu não sou fraca. Agora, pare de falar e comece a trabalhar." Minhas mãos não tremiam mais. A vingança é um prato que se come frio, e a minha estava prestes a ser servida.
Entre Traição e Redenção

Entre Traição e Redenção

O ar no escritório da TechNova estava pesado, um vídeo granulado de péssima qualidade circulava, mostrando uma mulher semelhante à minha namorada, Marina, entrando em um hotel de luxo com um homem desconhecido. Os murmúrios e olhares disfarçados se espalhavam na minha direção. De repente, Rui, o gerente de projetos de quem sempre invejou meu sucesso, empurrou o celular na minha cara com um sorriso presunçoso. "João, já viu isso? Parece que sua namorada influenciadora não é tão fiel quanto parece." Na minha vida anterior, a dor da traição me esmagou. Corri para casa e confrontei Marina, gritei, a acusei. Não a deixei explicar, e suas lágrimas, para mim, eram prova de culpa. No trabalho, Rui e Clara me isolaram, me convenceram de que eu era a vítima e Marina, a vilã. Secretamente financiados por Rui, trolls iniciaram uma campanha de ódio brutal contra Marina, demolindo sua carreira e a deixando sozinha. Eu, em minha dor egoísta e cega, não fiz nada. A pressão se tornou insuportável. Uma noite, a polícia ligou: Marina estava morta em um acidente de carro. Eu sabia que foi um suicídio, e a culpa me esmagou. Luto e uma sede desesperada por respostas me abriram os olhos. Invadi o sistema de Rui e encontrei o vídeo original: a mulher no hotel era Juliana, a noiva dele, e o homem, o próprio Rui. Ele encenou a própria traição com sua noiva e usou a semelhança dela com Marina para me incriminar. E-mails revelaram o plano detalhado para me destruir e garantir a promoção de Rui. Eu saí para confrontá-lo, munido de provas. Mas Rui não confessou, ele atacou. Dois capangas me espancaram até a morte em um beco. Meu último pensamento foi de arrependimento por não ter confiado em Marina, por não tê-la protegido. E então, escuridão. E depois, luz. Abri os olhos. Eu estava na minha cama, no dia daquele mesmo pesadelo. Eu estava de volta.