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O Sheik da Máfia Meirelles

O Sheik da Máfia Meirelles

Me Seguem lá no Insta... @marcileneautora Káiros é o sheik mafioso mais rico e CEO das empresas Meirelles, conhecido como um dos homens mais poderosos e intimidadores, atualmente vive no Brasil, para cumpri uma promessa que fez ao seu avô de se vingar do Derek Bartolomeu, uns dos maiores mafiosos do Brasil, por isso ele vinha investindo e ampliando seus negócios além de apreciar a cultura brasileira, mas descobriu que nesse país também tinha muitos traidores e pessoas gananciosas a ponto de fugi e deixar a sua própria família pagar pelos seus crimes, foi aí que ele conheceu a bela donzela, a senhorita Beatriz Santos, filha de uns dos homens da máfia, mas o desgraçado acabou traindo todos e levando quase a morte de vários homens e a perda de mercadorias, foi então que o Káiros descobriu que foi traído logo com o seu pior inimigo e jurou que não deixaria ninguém deles vivo, e começou a caçada para encontrar o traidor, levando de refém toda a família dele, mas ao conhecer a senhorita Beatriz, ele irá descobrir sensações que desconhecia, sera que o Káiros deixará de lado a sua vingança contra a Beatriz, mesmo tendo que passar por cima do seu próprio orgulho de ter sido traído pelo pai dela? E a Beatriz, como sera que enfrentará a situação que o seu pai a colocou, também sera que ela poderá se apaixonar pelo sheik mais cobiçado do catar, mas que vem de um costume machista e dominante, além dele ser um mafioso poderoso e inimigo do seu pai.
Gravidez, Traição e Renascimento Feminino

Gravidez, Traição e Renascimento Feminino

Eu sentia o milagre da vida crescer dentro de mim, fruto de anos de sacrifícios e tratamentos de fertilização in vitro que exauriram meu corpo e alma em busca de um filho com Pedro. A palavra "grávida" deveria ser música, mas naquele dia, o som de Pedro assobiando uma melodia no quarto, alheio à minha náusea matinal, soava um alarme silencioso. Horas depois, sozinha, abri o Instagram e vi o post de Camila, a secretária dele: "Comemorando nosso terceiro aniversário. Obrigada por tudo, meu amor", com a foto de um relógio exclusivo que dei a Pedro no nosso aniversário de casamento. A fúria gelada me consumiu ao perceber que as "reuniões noturnas" e "viagens de negócios" eram, na verdade, um caso de três anos. Quando Pedro chegou, mostrei a foto, e ele, pálido, tentou me desqualificar: "Você está grávida, sensível. Camila tem me ajudado muito, cuidando de mim enquanto você fica aí reclamando o dia todo." Naquele instante, algo em mim se quebrou. O amor, a esperança, a esposa dedicada, tudo virou pó. Ele me via como um fardo, um estorvo, enquanto eu carregava o sonho dele. Eu estava sozinha. A revelação foi um soco no estômago: o filho que eu gestava era um elo com um homem que não me merecia, que celebrava sua traição enquanto eu vomitava de enjoo. A decisão foi clara: não seria um divórcio amigável, nem um final silencioso. Eu era Sofia de Albuquerque Moraes, herdeira de um império imobiliário no Rio, e usaria todo o meu poder para me reerguer. Apenas me lembrei de quem eu sou. Na clínica, a médica perguntou: "Você tem certeza absoluta de que quer abortar, Sofia? Você lutou tanto por essa gravidez." Minha voz saiu firme, sem lágrimas: "Lutei por uma família, doutora, não por um elo com um homem que me traiu e humilhou. Preciso cortar essa âncora para não afundar." Enquanto eu assinava os papéis, o celular vibrou: "Estou indo para um happy hour com o pessoal do escritório. Não me espere para o jantar. Não se esqueça de comprar meu vinho preferido para o fim de semana, o estoque acabou." A banalidade da mensagem era um insulto. Pouco depois, outra notificação, um número desconhecido, uma foto: Camila, no meu banheiro, vestindo meu roupão de seda, com a legenda cruel: "Ele diz que seda fica melhor em mim. E que meu cheiro é mais excitante que o seu." A raiva me invadiu, mas não respondi com ela. Respondi com poder: "Fique com o roupão. Fique com o homem. Restos não me interessam. Aproveite bem a vida que você está roubando. Você vai precisar de sorte." Bloqueei o número. A guerra havia começado, e eu não seria mais a vítima. Eu seria a estrategista. Dias de planejamento secreto se seguiram, enquanto eu desfazia metodicamente cada laço que me prendia a Pedro. O voo para o Rio, marcado para depois do procedimento na sexta-feira, foi cancelado por uma tempestade. Pedro entrou em casa, encharcado: "Que dilúvio! O trânsito está um inferno. Decidi vir para casa mais cedo." Ele viu minha mala, perguntando para onde eu ia. "Minha mãe não está se sentindo bem. Ia passar o fim de semana com ela no Rio.", menti, a voz calma. Ele relaxou, aliviado. Ele sorria, falando em comprar o berço e pintar o quarto de amarelo, desenhando um futuro que ele mesmo destruiu. A ironia era insuportável. Ele não tinha ideia do que estava prestes a perder: não apenas um filho, mas tudo. No dia seguinte, numa loja de móveis infantis, Pedro discutia cores de berço, enquanto minha farsa se tornava insuportável. Então, a vi: Camila, rindo, apontando para um carrinho de bebê, com um colar de ouro com um pingente de menino no pescoço. Era para "esposa de cliente importante," outra mentira dele. "Que colar bonito, Camila," eu disse, chocantemente calma. "Obrigada. Foi um presente. De alguém que acredita que serei uma mãe maravilhosa", ela respondeu, o sorriso alargando. Pedro empalideceu, gaguejando. "Você não está feliz que vamos ter um menino?", Camila o desafiou, a revelação pairando no ar pesado da loja. Eu quase ri. A mentira dela era tão descarada. Pedro tentou uma desculpa patética, mas ele e a vendedora afastada se olhavam. Camila pegou a mão de Pedro. "Vamos embora, querido. Deixe ela com os brinquedinhos dela. Nós temos coisas mais importantes para resolver." E, para meu horror, Pedro permitiu ser puxado, me deixando sozinha, cercada pelos símbolos de uma maternidade que ele me prometeu, mas construía com outra. A humilhação ressoava em meus ouvidos como um zumbido, a dor se transformando em uma certeza fria. Peguei o celular, liguei para meu advogado. "Doutor Martins? É Sofia de Albuquerque Moraes. Preciso de seus serviços. Quero iniciar o processo de divórcio. O mais rápido e discreto possível. Litigioso. Com separação total de bens. Ele não vai ficar com um centavo." A justiça não viria de lágrimas, mas dos tribunais, dos contratos, do poder do dinheiro e da lei, e eu tinha tudo ao meu lado. À noite, Pedro voltou, trazendo pizza, tentando uma normalidade forçada depois de beijar Camila no carro. "Pensei em pedir nossa pizza preferida. Para compensar o dia horrível." Recuei sutilmente e ele comeu sozinho. Mais tarde, na cama, ele tentou me beijar: "Sinto sua falta, Sofia." A repulsa era física. "Não estou me sentindo bem, Pedro. A gravidez... me deixa exausta." Ele aceitou, frustrado, e logo dormiu o sono dos injustos. Levantei e encontrei o paletó dele. O cheiro de Camila, doce e floral, me causou ânsia. No bolso interno, encontrei uma chave e um contrato de aluguel: um apartamento em nome de Pedro, com Camila Alves como locatária secundária. O ninho deles. Voltei, o contrato e a chave na mão, a prova física da vida dupla dele. Olhei para o homem adormecido. A relação não estava quebrada, estava pulverizada. Não havia nada para salvar. Sentei na poltrona da sala, esperando o amanhecer, o dia do procedimento, o dia da minha libertação. No dia seguinte, Pedro tentou ser o marido atencioso, preparando café "anti-enjoo" e prometendo demitir Camila, que ele sabia que não faria. "E como você acha que ela vai reagir a isso, Pedro?", perguntei com voz neutra. "Ela é manipuladora. Ela não está tentando me atingir. Ela está tentando te prender." Pedro empalideceu. O celular dele tocou, era Camila. Ele recusou a chamada. Mensagens implacáveis começaram a vibrar. Ele atendeu, furioso. "O que você quer, Camila? Eu disse para você não me ligar!" Ouvi a voz histérica dela do outro lado. "O quê? O que você quer dizer com 'sangrando' ? Pelo amor de Deus, Camila, não faça um drama!" Pedro ficou lívido. "Não, não, fique aí! Não chame uma ambulância! Eu estou indo. Apenas fique aí." Ele desligou, os olhos arregalados de medo. "Eu preciso ir. Camila… ela… ela disse que está passando mal. Acha que está perdendo o bebê." Uma jogada desesperada, mas Pedro caiu nela. "Eu preciso ir," ele repetiu, correndo para a porta. "Sofia, me desculpe. Eu juro que vou resolver isso. Apenas... espere por mim." E se foi, correndo para socorrer a amante e sua gravidez falsa, deixando a esposa grávida de verdade no dia de sua consulta para acabar com a única verdade de toda aquela confusão. A última gota de dúvida e esperança em Pedro evaporou. Ele fez a escolha dele. Agora, eu faria a minha. Sem hesitação. Sem olhar para trás. Sexta-feira, dez da manhã. Eu estava na sala de espera da clínica, o relógio ditando um tempo que eu estava prestes a deixar para trás. Nenhuma ligação de Pedro, nenhuma mensagem. Exatamente como previsto. Às nove e meia, meu celular tocou. A recepcionista do prédio de Pedro ligou: "Uma moça, Camila, está aqui embaixo. Fazendo um escândalo, dizendo que precisa falar com o Sr. Pedro, é uma emergência de vida ou morte." "Deixe-a subir," eu disse, a voz fria. Minutos depois, a campainha. Pedro, pronto para sair, atendeu. Era Camila, teatralmente chorando. "Pedro! Você não pode me deixar! Eu preciso de você!" Ele a empurrou para o corredor. "Camila, eu já disse que acabou! Vá embora!" "Não! Eu não vou a lugar nenhum! Eu estou grávida de um filho seu! Você vai me abandonar assim?" A cena patética, mas eficaz. Pedro olhou de Camila para mim, o pânico nos olhos. "Sofia, eu... eu preciso resolver isso. É rápido. Eu te encontro na clínica. Eu juro." "Tudo bem, Pedro," eu disse calmamente. "Resolva." Ele hesitou, então saiu, levando-a para "resolver". Assim que o elevador desceu, peguei minha mala, lançando um último olhar ao apartamento vazio, ao anel de diamantes sobre a mesa, às flores murchas. Nada importava. Um carro preto discreto me esperava, enviado por João. O motorista abriu a porta para mim. Não fui à clínica. O procedimento ocorreu na quinta-feira, enquanto Pedro comprava o anel. A consulta das dez da manhã era uma farsa. Um teste. Que ele falhara espetacularmente. O carro me levou ao aeroporto de Guarulhos. Horas depois, Pedro voltou para um apartamento vazio, chamando meu nome, sem resposta. Ele viu. Sobre a mesa de centro, ao lado da pizza fria, estavam três coisas: o contrato de aluguel do apartamento de Camila, a chave extra, e um ultrassom carimbado em vermelho com a palavra "inviável". Um laudo médico anexado confirmava o aborto: quinta-feira, 16h30. Pedro pegou o papel, as mãos tremendo. A realidade o atingiu como um trem. Ela sabia de tudo. Tinha planejado tudo. O bebê que ele usou como desculpa não existia mais. Ele caiu de joelhos no meio da sala. Ele não tinha perdido apenas uma consulta. Tinha perdido tudo. Para sempre. Não havia mais nada a ser resolvido.
Descobri que a barriga de aluguel é a amante

Descobri que a barriga de aluguel é a amante

Meu marido, Bennett, e eu éramos o casal de ouro de Nova York. Mas nosso casamento perfeito era uma mentira. Não tínhamos filhos por causa de uma rara condição genética que, segundo ele, mataria qualquer mulher que carregasse um filho seu. Quando o pai dele, já moribundo, exigiu um herdeiro, Bennett propôs uma solução: uma barriga de aluguel. A mulher que ele escolheu, Aria, era uma versão mais jovem e vibrante de mim. De repente, Bennett vivia ocupado, apoiando-a durante os "difíceis ciclos de fertilização in vitro". Ele faltou ao meu aniversário. Esqueceu nosso aniversário de casamento. Tentei acreditar nele, até que o ouvi por acaso em uma festa. Ele confessava aos amigos que seu amor por mim era uma "conexão profunda", mas que o sentimento por Aria era "fogo" e "excitante". Ele planejava um casamento secreto com ela no Lago de Como, na mesma vila que me prometera para o nosso aniversário. Ele estava dando a ela um casamento, uma família, uma vida - tudo o que me negara, usando como desculpa a mentira sobre uma condição genética fatal. A traição foi tão completa que a senti como um choque físico. Quando ele chegou em casa naquela noite, mentindo sobre uma viagem de negócios, eu sorri e interpretei o papel da esposa amorosa. Ele não sabia que eu tinha ouvido tudo. Ele não sabia que, enquanto planejava sua nova vida, eu já planejava a minha fuga. E, com certeza, não sabia que eu acabara de ligar para um serviço especializado em uma única coisa: fazer pessoas desaparecerem.
Libertação Dolorosa

Libertação Dolorosa

Nosso casamento de cinco anos era um contrato frio, eu, Ana, e Lucas, estranhos sob o mesmo teto, mantendo uma farsa para o mundo. Eu vivia da memória do meu Marco falecido, enquanto Lucas passava as noites com Leo, o homem que ele realmente amava. Faltando poucos dias para o fim do contrato, assinei o divórcio, sentindo o alívio da liberdade iminente, e com um plano desesperado de encontrar um substituto para Marco. Mas, assim que assinei, Leo invadiu nossa casa, instalando-se ali, e Lucas agiu como se eu fosse invisível, tratando seu amante como um tesouro e a mim como um incômodo. A indiferença de Lucas doeu, mas era a confirmação de que eu estava no caminho certo para a liberdade. No hospital, após ser brutalmente espancada por Leo, Lucas se recusou a denunciá-lo, priorizando a reputação e um escândalo. Ele me perguntou por que eu ainda me apegava a um morto, e eu revelei a ele: "Fiz uma laqueadura antes de nos casarmos, para nunca ter um filho dele." A fúria de Lucas explodiu, exigindo que eu revertesse o procedimento, mas era tarde demais, eu não tinha mais obrigações com ele. Aquela noite no hospital, com suas exigências e sua recusa em proteger-me, fez minha decisão de ir embora se tornar inabalável. Dias depois, no leilão beneficente, Leo, por malícia, arruinou minha chance de comprar um presente para meu "novo começo". Ele me sequestrou e quebrou as abotoaduras que eu queria para Gabriel, meu substituto de Marco, revelando que sabia do meu amor por um fantasma. No armazém, Lucas me encontrou, confrontou Leo e o espancou, mas em meu coração, a obsessão de Lucas por Leo era tão tóxica quanto a minha por Marco, e eu percebi: ele a havia perdido. Eu me recusei a cooperar, mantendo-me firme em minha decisão de deixá-lo. Mais tarde, de volta à casa de praia, Lucas me surpreendeu, confessando seu amor, pedindo uma chance, mas eu o rejeitei friamente. Eu disse a ele que Gabriel, o homem que se parecia com Marco, era o meu conforto, minha paz, e que ele não tinha o direito de estragar isso. Ele se ofereceu para fazer cirurgia plástica para se tornar a cópia exata de Marco, e eu, exausta, cedi, permitindo que ele ficasse, mas sob minhas condições. Então, Leo apareceu novamente, com um colete-bomba, determinado a acabar com tudo, mas Gabriel, em um ato heroico, sacrificou-se para nos proteger. Eu me desesperei no hospital, e Lucas, pela primeira vez, doou sangue por Gabriel, não por Leo e, ao invés de buscar a mim, aceitou a realidade, percebendo que era tarde demais. Ele, finalmente livre de Leo, buscou Ana, encontrando-a, e viu Gabriel ao lado dela. Ana finalmente confessou seu amor por Gabriel, rejeitando Lucas para sempre e, aceitando a derrota, ele a deixou ir. Gabriel revelou que era a criança que Ana havia ajudado anos atrás. Ele não era um substituto, mas um protetor de longa data, cujo amor estava ali o tempo todo. Ana e Gabriel construíram uma vida juntos, enquanto Lucas aceitou seu destino solitário.