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Livros de Romance Para Mulheres

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Seduzida

Seduzida

A sensação que eu tenho é que estou presa. Como em um daqueles pesadelos terríveis que me assolaram por toda a minha vida. O tipo de pesadelo que você grita, chora e corre sem direção. Onde ninguém é capaz de me ouvir ou ajudar. Um sonho terrível que faz todos os meus ossos gelarem e quando acordo, estou suando frio. Só que eu não estou dormindo, para meu desespero, estou bem acordada! As pessoas falam sem parar a minha volta, mas não ouço nada! Quero que todos saiam daqui, que desapareçam. Assim como essa dor. Que instalou-se em meu peito como se estivesse enraizada, dando voltas e voltas como linhas emaranhadas, fazendo com que eu me contorça. Eu já conheci o sofrimento antes. Como todo mundo eu já tive perdas, todos nós temos, mas nada compara-se a esse buraco e imenso vazio em meu peito. Vi o homem que amo sair por aquela porta há alguns minutos, dilacerado, tanto quanto eu. Eu desejei gritar e implorar para que ele voltasse, mas não tive forças. Eu vi a dor e o desespero em seu olhar. O mais terrível de tudo isso é que foi provocado por mim, ambos causamos mal um ao outro, essa constatação dilacera a minha alma. Tudo isso porque não consegui lidar com o passado que me atormentou por tanto tempo. Por não ser corajosa o suficiente para lutar por quem amo. O passado foi mais forte e venceu. Lançou sobre mim seu machado inclemente, destroçando para sempre o meu coração. - Saiam daqui, por favor! - grito - Saiam todos! Desejo ficar sozinha, desejo voltar a ser cega e acima de tudo, desejo que ele volte. Disseram-me que voltar a enxergar seria bom. Não é! Voltaria mil vezes à escuridão ao meu antigo mundo para que ele voltasse a ser o que era, perfeito. - Jenny! - Paige toca meu braço. - Vão embora - sussurro - Apenas vão... Saiam! - Jenny você está bem? - A voz de Liam soa próxima a mim - Há algum desconforto em seus olhos? - Fisicamente? - sussurro -Pois minha alma está dilacerada! Você não entende! Por um breve momento o silêncio domina o ambiente. Ele não me traz paz. - Vamos pessoal, deixem que ela descanse - ordena Liam, apesar dos protestos - Eu volto depois.
Proibida

Proibida

Nova York 1990 Enquanto eu brinco com meu carrinho o observo perto da piscina. Nathan anda de um lado a outro chutando as coisas pelo caminho e amaldiçoando alguém que provavelmente o deixou contrariado. Finjo que estou concentrado em meu mundo imaginário na esperança de que ele me ignore. Eu não quero ser vitimas de seus ataques. - Me dê seu carro Neil! - Nathan grita insolente. - Não! - eu respondo sem me importar em encará-lo. Nathan bate os pés no chão de forma impaciente. - Eu já disse para me dar! - Você tem os seus - encara-o com firmeza demais para vir de alguém tão pequeno. - Alias tem vários. Por que sempre quer ter as minhas coisas Nathan? - Você sempre fica com as melhores coisas. - Isso não é verdade os carrinhos são iguais e você sempre os escolhe primeiro. - Mas enjoei dos meus e, além disso, alguns estão quebrados - Nathan se queixa. - Por que você não sabe cuidar de suas coisas. Se parasse de jogá-los contra parede sempre que fica com raiva não estariam assim. - Se você não me der eu vou afogar seu gato na piscina. Encaro-o com raiva. Algumas vezes eu tenho muita raiva dele como hoje por exemplo. - Pega! - estico o carrinho para ele já sem me importar é só um carrinho idiota. - Fique com ele. Alias fique com todos eles, mas deixa o Barney em paz, ele é só um filhotinho. - Ah é? - ele ri com deboche. - Acho que será mais divertido saber se os gatos sabem nadar. - Você não faria isso! - encara-o com determinação. O gatinho branco e preto enrosca nas pernas dele sem a mínima ideia de que é alvo de suas maldades. - Então olhe! Nathan pega o gato no chão pelo pescoço e me empurra contra a árvore em que estive encostado. Bato a cabeça contra o tronco e me sinto desorientado por alguns instantes e a cena que segue diante de mim me deixa estático. Minha vontade é de correr até eles e impedir o que ele está querendo fazer, porém minhas pernas e minha cabeça ainda zonza não me deixa sair do lugar. - Pare Nathan - sussurro quase inaudível. - O deixe em paz. Nathan me encara com olhar de desafio enquanto o animal se debate dentro da água. Eu encontro forças de onde não sei e corro ate eles. Vejo-o soltar o animal que jaz imóvel na piscina. Lágrimas inundam meus olhos quando percebo que é muito tarde. - Você o matou! - empurro-o no chão com muita força. - A culpa foi sua - ele faz cara de inocente. - Você me provocou. Vai guardar essa culpa para sempre Neil. Matou seu pobre gatinho. Sim, a culpa era minha. Não devia tê-lo provocado e entregado o maldito carro quando ele pediu. Eu sabia que Nathan seria capaz de uma coisa assim e não deveria tê-lo desafiado. - Jesus Cristos! - uma voz feminina ecoa diante da cena. - O que aconteceu aqui? - Nathan afogou meu gato na piscina mamãe - Neil a encara com olhos cheios de lágrimas. - Ele matou o Barney. - Nathan você fez isso? - o olhar chocado da mãe não consegue acreditar em tais palavras. - Não! - ele começa a chorar. - Ele caiu na piscina e só tentei ajudar, mas eu não consegui mamãe. O jovem se agarra a mãe e chora copiosamente. - Sinto muito! - ele parece bem convincente, menos para mim. - É mentira! - encara-o com raiva. - Ele afogou porque eu não quis dar o meu carrinho para ele. - Não é verdade mamãe - Nathan soluça. - Neil é sempre tão mal comigo. - Vá para o quarto Neil - a mulher o encara com firmeza. - Conversamos depois. - Está bem Lilian. - Lilian? - ela me encara zangada. - Eu sou sua mãe! - Acho que não é - sussurro ignorando seu olhar chocado. Essa foi a primeira vez que parei de trata-la como mamãe. Lilian tinha apenas um filho e esse não era eu. A mágoa por ser punido sem merecimento ficou cravada em meu coração por mais tempo que gostaria.
Depois que Meu Marido me Traiu, Casei-me com o Maior Rival Dele

Depois que Meu Marido me Traiu, Casei-me com o Maior Rival Dele

Eu era a Sra. Bragança perfeita. A esposa obediente que esperava acordada até as duas da manhã, treinada para sorrir mesmo quando o marido chegava em casa com o cheiro enjoativo de "Rosa da Meia-Noite" impregnado no terno. Mas naquela noite, a tela do celular dele iluminou o quarto escuro com uma mensagem de "Candy": "Esqueceu as abotoaduras na minha mesa de cabeceira". No colarinho dele, encontrei um longo fio de cabelo loiro, brilhando como ouro. O meu era castanho. A traição silenciosa logo virou humilhação pública. Juliano começou a desfilar com Scarlett, uma herdeira mimada, chamando-me de "tapa-buraco" e "interesseira" na frente dos sócios. Sua mãe me obrigou a assistir Scarlett agir como a dona da minha casa. Quando finalmente exigi respeito debaixo de uma tempestade, Juliano não pediu perdão. Ele me empurrou com força. Minhas costas bateram violentamente contra a escada de pedra. Enquanto eu gemia de dor no chão molhado, ele apenas riu: "Pare de atuar, você é patética." Ele entrou e bateu a porta, deixando-me quebrada na chuva. Fugi com o carro, cega pelas lágrimas, até perder o controle e colidir contra o guard-rail. Presa nas ferragens, esperando a morte, vi a porta ser arrancada. Não era o resgate. Era Alexandre Vargas. O inimigo mortal da família Bragança. O homem que meu marido mais temia. Ele me tirou dos destroços nos braços e, em vez de me entregar, me ofereceu vingança. Dias depois, quando Juliano tentou me comprar de volta com um diamante rosa de três milhões, olhei nos olhos dele e joguei a joia no esgoto imundo da rua. Entrei no Rolls-Royce de Alexandre e sorri. Eu não queria apenas o divórcio; eu ia derrubar o império Bragança, tijolo por tijolo.
Encontro nas Estrelas -  A Vida de Sofia

Encontro nas Estrelas - A Vida de Sofia

Em "Encontro nas Estrelas," mergulhe em uma envolvente história de amor e superação que transcende barreiras sociais. A narrativa acompanha a vida de Sofia Martinez, uma mulher de origem humilde que toma a decisão corajosa de deixar sua cidade natal, uma pequena localidade, em busca de uma vida melhor. Ela aterrissa na vibrante cidade de Aurora, um lugar repleto de oportunidades e desafios. Sofia encontra emprego como recepcionista na empresa de Alexander Turner, o enigmático CEO da corporação. Alexander, um homem de negócios bem-sucedido e acostumado com uma vida de luxo, vive em Aurora, mas sua vida é isolada e focada no trabalho. Quando Sofia e Alexander se cruzam, suas vidas se entrelaçam de maneira inesperada. Sofia, determinada a construir um futuro melhor para si e sua família, está determinada a fazer sucesso em seu novo trabalho. Alexander, cético quanto ao amor e consumido por suas responsabilidades profissionais, não espera encontrar nada além de mais um dia comum. No entanto, à medida que os dois se conhecem melhor, uma conexão poderosa começa a se desenvolver. Sofia, com sua determinação e calor, começa a derreter as defesas de Alexander, enquanto ele começa a ver a vida através de seus olhos. À medida que se apaixonam, eles são confrontados com desafios que testam sua resiliência e força. "Encontro nas Estrelas" é uma história apaixonante que explora a jornada de dois corações opostos que encontram um ao outro na cidade das estrelas. À medida que enfrentam os obstáculos que surgem em seu caminho, eles descobrem que o amor verdadeiro é capaz de superar todas as barreiras sociais e culturais. Esta é uma narrativa inspiradora que cativará os leitores, lembrando a todos nós que, independentemente de nossas origens, todos merecemos a chance de encontrar o amor e a felicidade.