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Livros de Romance Para Mulheres

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O Retorno Implacável da Herdeira Injustiçada

O Retorno Implacável da Herdeira Injustiçada

Durante dez anos, eu fui o escândalo vivo da minha família. Depois de ser incriminada por um crime que quase destruiu nossa empresa, fui transformada na pária, forçada a servir às mesmas pessoas que roubaram meu futuro. Na festa de 40 anos de casamento dos meus pais, a humilhação atingiu seu ápice. Meu irmão, o CEO que construiu sua carreira sobre a minha ruína, estava no palco. "Será que você não consegue fazer uma única coisa sem causar um desastre?", ele sibilou para mim na frente de todos. "Por uma noite, só por uma noite, você pode tentar não ser um completo e absoluto estorvo?" A noiva dele, a verdadeira arquiteta da minha queda, observava com um sorriso vitorioso. Minha mãe olhava horrorizada — não com a crueldade dele, mas com a cena que eu estava causando. Meu pai simplesmente se virou, decepcionado. Todos eles já tinham escolhido seus lados há muito tempo, e eu não estava em nenhum deles. Depois de uma década absorvendo o desprezo deles por um crime que não cometi, algo dentro de mim finalmente quebrou. A culpa, a vergonha, o silêncio — era tudo uma mentira que eu não estava mais disposta a viver. Mas eu não chorei. Eu não gritei. Eu saí daquele salão com calma. Peguei meu celular. Disquei um número que encontrei na internet. Uma voz rouca atendeu. "Almeida." "Meu nome é Clara Mendes", eu disse, minha voz mais clara e forte do que tinha sido em anos. "Eu preciso contratar você."
Vingança Que Floresce na Dor

Vingança Que Floresce na Dor

Grávida de sete meses, abri mão do meu filho e do meu rim para salvar Lucas, o homem que me tirou de um beco sombrio e me consolou de três abortos espontâneos. Ele era o meu mundo, e eu faria qualquer coisa por ele: "Tenho, Lucas. É a única maneira. O médico disse que seus rins estão falhando. Você precisa de um transplante urgente." Acordei da cirurgia sentindo meu corpo mutilado em dois lugares, mas a dor física era nada comparada ao que ouvi da porta entreaberta: Lucas e seu amigo Pedro revelando que tudo era um plano. Meus abortos não foram acidentes, minha mão foi destruída para me impedir de pintar, e meu útero seria removido numa cirurgia forjada para que ele pudesse me humilhar em seu noivado e me internar. A farsa era um monstro, mas a verdade era mais cruel: eu não era o objeto de uma vingança, mas um mero obstáculo para ele se casar com outra mulher. Eu, que estava disposta a morrer por ele, era apenas um peão em seu jogo sujo. Eu não era uma vítima. Eu era um alvo. E ele não queria só meu rim, ele queria minha reputação, minha vida. Eu não entendia por que tanto ódio, por que me destruir por algo que eu nunca fiz. Como pude amar um monstro? Deitada naquela cama de hospital, com o corpo em pedaços e o coração feito cinzas, uma nova emoção nasceu em mim: um ódio frio e calculista. Eu não ia morrer. Eu ia fugir. E ele não veria a promessa de morte em meus olhos, mas eu ia me vingar. Assim que saísse dali, meu plano de fuga se transformaria em um roteiro de destruição.
O Colar Quebrado: Minha Fúria

O Colar Quebrado: Minha Fúria

Heitor voltou ao Brasil depois de três anos, e a primeira coisa que fiz foi ir buscá-lo no aeroporto, com o coração cheio de saudade e uma pontada de ansiedade. Mas a alegria rapidamente se transformou em um choque gelado quando encontrei o celular dele vibrando, revelando o nome "Vanessa" com um emoji de coração. Aquele não era o Heitor que eu conhecia; sua frieza era palpável, e a desculpa de "colega de trabalho" não me convenceu, especialmente quando o vi sorrindo para a tela. Ainda em choque, encontrei um gravador atrás do sofá e o que ouvi destruiu tudo: a voz de Heitor, clara e cruel, dizendo que eu era apenas uma "obrigação", uma "promessa idiota" à avó dele, e que Vanessa era o "futuro" dele, enquanto eu era só um "degrau". Meu mundo desabou; a dor, a humilhação e a raiva me sufocaram, mas uma clareza fria tomou conta de mim. Naquela mesma noite, Heitor me levou a um jantar "para comemorar", mas a cena se desenrolou diante dos meus olhos: Vanessa, descaradamente exibida ao lado dele, com um sorriso vitorioso. A declaração de que aquele "noivado não faz mais sentido" e a oferta de uma "compensação financeira" enquanto Vanessa sorria cruelmente, me atingiram como um soco. Aquelas pessoas me tratavam como um objeto descartável, me humilhando publicamente, e uma parte de mim morreu naquele jantar. A gota d' água veio quando Vanessa, com um sorriso de escárnio, tirou um colar do pescoço, o último presente da minha mãe, e o jogou no chão, partindo-o em dois. Aquele momento de pura maldade fez algo explodir dentro de mim. Não haveria mais lágrimas; apenas uma raiva fria e uma determinação em me reerguer, porque a mulher que eles humilhavam naquela noite não existia mais. Eu era outra, e eles ainda não sabiam.