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Livros de Romance Para Mulheres

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Vingança e Recomeço: Amor ou Dor?

Vingança e Recomeço: Amor ou Dor?

O cheiro de desinfetante no corredor do hospital era forte, sufocante. Olhava Pedro, meu marido, pálido na cama. O médico disse que os rins dele falharam. E a única doadora compatível era Dona Clara, a mãe dele. Ela chorava, implorando para não fazer a cirurgia. Mas eu declarei, glacial: "Você vai fazer a cirurgia. Você é a única que pode salvá-lo." E então, minha voz venenosa, sussurrando: "Se você não assinar, eu mesma desligo as máquinas." Pedro não entendeu por que fiz aquilo com a mãe dele. Ele sussurrou: "A Sofia que eu conheço nunca faria isso." Eu ri, um som oco. "A Sofia que você conhecia está morta." Ele não sabia que eu me lembrava de tudo da nossa vida passada. Da indiferença dele, do acidente que nos matou. De como eu o empurrei para fora do carro em chamas, antes que explodisse. "Pedro, viva", foram minhas últimas palavras. Ele renasceu, tentando me reconquistar, mas eu construí um muro. Então veio o acidente dele, e eu finalmente deixei claro. "A ponte velha... traz más lembranças, não acha?" Aquele choque nos olhos dele. Ele também se lembrava. Não era indiferença. Era vingança. Ele tentou lutar, mas o Thiago, meu amante, estava lá. Eu me certifiquei de que ele visse nosso beijo. Ele pediu o divórcio. Assinei. Não fiz nenhuma pergunta. Como um recibo. Na festa, anunciei meu noivado com Thiago. A humilhação dele era pública. E eu sabia que estava apenas começando.
Entre Heranças e Silêncios

Entre Heranças e Silêncios

"Entre Heranças e Silêncios" é um romance dramático contemporâneo que atravessa duas décadas de segredos, desigualdade social e amores interrompidos pelo poder. Meire é uma jovem bolsista negra em um dos colégios mais tradicionais de Salvador,Bahia. Invisível aos olhos da elite, ela aprende cedo que sobreviver significa silenciar. Otávio Saito, é o "filho bastardo" de um império empresarial comandado por uma família coreana rígida e conservadora, cresce cercado de privilégios, mas emocionalmente abandonado. Quando seus caminhos se cruzam, nasce um amor improvável - intenso, secreto e condenado desde o início. A separação forçada, a gravidez escondida e o desaparecimento de Meire marcam Otávio para sempre, endurecendo-o para o mundo e para si mesmo. Oito anos depois, o destino reaparece na forma de Helena, uma jovem inteligente e madura que carrega no corpo e no olhar verdades que não podem mais ser ignoradas. O reencontro desencadeia sequestros, guerras por status e a necessidade de enfrentar um passado cuidadosamente enterrado. Entre Salvador, o litoral baiano e Seul, a narrativa constrói uma saga sobre pertencimento, maternidade, paternidade, identidade e a coragem de amar quando amar nunca foi uma opção segura. Um romance sobre o que se perde quando o silêncio vence - e sobre tudo o que pode ser reconstruído quando a verdade finalmente encontra voz.
Dei a volta ao mundo até encontrar você

Dei a volta ao mundo até encontrar você

Reencontro depois de 10 anos: Um Domingo de Carnaval, levei meus filhos wellyson e Wallacy para o clube ASSEDUC, banho de piscina, dançar, fazer novas amizades, domingo com a família. Minha mãe estava trabalhando como ajudante de cozinha do clube, ela também estava com o marido Carlos, meus irmãos Rayssa e Júnior, e meus primos Marlon, Matheus e Monick. Tinha um cara com quem ficava, Regis, não era nada sério,mas tinha uma química incrível com ele,e eu acho que estava me apaixonando,se continuasse acabaria juntando os trapos com ele, eu o convidei pra ele conhece minha mãe, e para me aproximar da filha dele a ketteley, de quem eu gostava muito, menina doce e Gentil. Um dia antes ganhei de presente de aniversário duas garrafas de whisky white house, que levei para beber com Regis e mamãe no clube, me divertir bastante com meus filhos e com Regis, brinquei bebi e dancei. Bebi quase sozinha as duas garrafas de whisky e fiquei bastante alterada porém consciente; chegando ao fim da tarde, o local já estava quase fechando, já havia poucas famílias, então decidimos ir embora todos juntos porém descemos em lugares diferentes. Chegando em casa com meus filhos dormindo os coloquei na cama, e fui tomar banho, eu ia dormir, mas saindo do banho minha irmã Bruna queria que eu a levasse no bloco de Carnaval, no começo não queria ir, pois tinha marcado dois encontros, como estava solteira decidir pegar geral, só que havia desistido de ir encontrar com os garotos, um de cada vez é claro, mas por fim ela me convenceu a levá-la, pois a nossa mãe confiava em mim, então saimos para o ponto de partida do bloco carnavalesco, mas chegando lá o bloco já havia partido, decidimos então procurá-lo, mas não encontramos, então estávamos voltando para casa, quando avistamos no começo da rua que o bloco acabara de entrar na rua da nossa casa. Minha irmã Bruna disse : _Mana, vamos esperar aqui, no canto, e quando chegar perto nos metemos no meio do povão. Eu disse : _esta bem, vamos esperar aqui! Onde ficamos aguardando, era um antiga sorveteria que havia fechado há alguns anos, portanto era um pouco escuro. E por fim, o bloco chegou, esperamos passar um pouco para acompanhar, e quando eu estava no meio fio, avistei alguns conhecidos, inclusive minha mãe, e quando ia começar a andar, um rapaz com a camiseta do bloco, parou bem na minha frente e disse : _Até que fim mulher nos encontramos! Ele disse me olhando nos olhos. Eu olhei pra ele dos pés a cabeça, meia embriagada devido a enorme quantidade de whisky que havia tomado mais cedo. Então disse : _Desculpe, mas te conheço? Ele sorriu e quando vi o sorriso, me lembrei, mesmo com aparelho nós dentes, o sorriso era belo, ele era forte com músculos a mostra, um colírio para os olhos. _ Você é o Wellington né? Ele disse: _ Sim, conversamos pela rede social FB, marcamos de nós encontar mas nunca deu certo. Ele pegou minha mão e me convidou a acompanhar o bloco junto a ele e seus amigos, então eu fui. Comecei a beber cerveja com ele, e me divertir, então ele passou a mão pela minha cintura, e eu sentir um leve ardor, que dois dias antes havia feito uma tatuagem, e estava um pouco dolorida. Eu mostrei a ele a parte da tatuagem que estava a mostra, eu estava vestindo uma legging roxa com uma camiseta de fios com pouco tecido que deixava a mostra o sutiã. Ele olhou a tatuagem e então eu abaixei mais a legging, pra deixar a Mostra minha calcinha fio dental, ele levantou a cabeça e sorriu timidamente, e eu rir com um sorriso malicioso. Então a carretinha de som que estava puxando e animando o bloco começou a tocar um brega marcante de que era auge no momento, e o DJ disse: _ Levanta a Mão quem está solteiro (a) hoje e vai beijar muito na boca. Eu levantei a mão quase que imediatamente e olhei pra ele, que abaixou a cabeça e sorriu. _ tem alguém de coragem aqui, e beija a pessoa que você quer beijar. Olhei pra ele e ele me olhou de volta, eu sabia que ele queria me beijar, mas não arriscou por ser um pouco tímido, então tomei a iniciativa, puxei pelo pescoço envolvendo com meus braços, e o beijei, com fogo, atração e paixão, mostrando tudo que sabia, o beijo foi demorado e profundo de tirar o ar, e acender a chama da paixão e desejo. Leia e continue nessa romântica fantasia
Nunca Mais Serei Um Peão: A Ascensão da Diva

Nunca Mais Serei Um Peão: A Ascensão da Diva

Eu esperei oito anos por ele. O meu nome é Vanessa Hayes, e a minha voz, o meu fado, era tudo o que eu tinha. Eu dei-lhe a minha juventude, a minha paixão, transformei cada nota na melodia do meu amor. No meu vigésimo quarto aniversário, a data em que a nossa promessa, feita em tom de brincadeira, se deveria cumprir, vesti o meu melhor vestido e levei uma garrafa de Porto vintage personalizada para o restaurante onde Hugo esperava. Mas o que eu ouvi partiu-me o coração em mil pedaços. "A 'fadistazinha' irritante deve estar a chegar." "A atriz já chegou com o bebé. A Lilith vai fingir ser a minha namorada, e vamos anunciar o nosso noivado. Assim, a Vanessa desiste de vez." Eu não era a mulher que ele iria pedir em casamento. Eu era a peça final de um plano cruel para conquistar a mulher que ele realmente amava. Eu era a "fadistazinha" que deveria ser esmagada sob os seus pés. Como pude ser tão cega? Cada canção, cada sacrifício, cada esperança… tudo por uma farsa. Como é possível que ele me odiasse tanto, que se divertisse com a minha humilhação? A dor do meu braço partido no hospital não se comparava à dor de ver o homem que eu amava ignorar-me, virar-me as costas, e rir enquanto eu caía. Ele me empurrou para uma piscina gelada, desejando minha morte. Como ele pôde? Eu tinha de saber a verdade por detrás de tanta crueldade. Chega. Eu não vou esperar por um homem que me esmagaria sem pensar duas vezes. Não mais. Eu vou para Paris, e a minha música, que antes implorava por amor, agora grita por liberdade. Nunca mais serei um peão no jogo de alguém.