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Livros de Romance Para Mulheres

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O Troféu Vazio: A Ascensão da Arquiteta Rejeitada

O Troféu Vazio: A Ascensão da Arquiteta Rejeitada

Na noite em que fui consagrada Melhor Nova Arquiteta, o amor da minha vida, Pedro, não apareceu. Ele estava a cozinhar para a minha meia-irmã mimada, Sofia, que tinha uma "dor de estômago". Pensei que o nosso amor fosse indestrutível, mas o seu abandono no meu maior triunfo gelou-me o coração. Ainda em choque, recebi uma foto dos dois, íntimos na cozinha, com a legenda "Família". Sofia, a sua voz doce mas venenosa, sussurrava que eu era um "erro conveniente" e que Pedro sempre a amou. Como se não bastasse, o meu padrasto, Ricardo, telefonou a insultar-me, a defender Pedro e Sofia, chamando-me de "ingrata" por querer o divórcio. Quando corri para a casa da minha mãe, uma premonição gélida apoderou-se de mim. A minha mãe, a única pessoa que sempre esteve ao meu lado, estava sentada no chão, tremendo, com um hematoma no rosto. Ricardo, o homem que sempre me humilhou, finalmente tocou nela. Eu nunca soube o quão fraca era a minha mãe, e esta sua fraqueza acendeu uma chama de raiva em mim. Que tipo de homem desvaloriza a carreira da mulher para consolar a irmã, e depois ainda se alia a um abusador? Com a minha mãe em segurança ao meu lado, a minha voz, antes trémula, tornou-se forte e inquebrável. Pedro e Ricardo pensaram que eu era fraca, ingénua. Mas esta Ana quebrar-lhes-ia a espinha. A guerra tinha acabado de começar, uma guerra pela minha liberdade, pela honra da minha mãe e pelo reconhecimento de tudo o que me foi roubado.
A Mulher Que Ninguém Quebrou

A Mulher Que Ninguém Quebrou

O meu nome é Sofia e tenho vinte e oito anos. Durante anos, a minha vida com o Miguel parecia um conto de fadas, até que a doença da minha avó nos puxou para a dura realidade. No dia mais sombrio da minha vida, quando a minha querida avó partiu no hospital, eu precisei desesperadamente do meu marido. Liguei-lhe dezassete vezes. Nenhuma resposta. A décima oitava chamada foi atendida pela Camila, a sua 'irmã' sem laços de sangue, que, com uma voz cheia de gozo mal disfarçado, me disse que o Miguel estava "ocupado a celebrar o meu aniversário". Naquele momento, segurava a mão ainda quente da minha avó, completamente sozinha no corredor frio do hospital. O Miguel apareceu, sim, mas já demasiado tarde. E a sua explicação foi que a festa da Camila era "importante para a carreira do meu pai". Quando finalmente decidi que não podia mais suportar a sua indiferença e a sua inacreditável prioridade, pedi o divórcio. Mas para a família dele – que agora também era a minha – o problema era eu. O meu sogro, Afonso, o pai do Miguel, tratou a morte da minha avó como um inconveniente "inoportuno" para os negócios da família. A minha própria mãe, Laura, sentada à mesa de jantar, implorou-me para "não tornar as coisas piores", por ter medo de desagradar a esses homens poderosos. E a Camila? Ela estava lá, jogando o papel de vítima, pedindo para o Miguel ficar com ela. Senti-me perdida, cercada por uma parede de incompreensão e crueldade. Como era possível que o meu luto, a minha dor, fosse tão insignificante para as pessoas que deveriam me apoiar? O que eu tinha feito para merecer essa traição em massa? Mas enquanto as lágrimas rolavam, uma nova e gélida determinação nasceu em mim. Eles achavam que me tinham aniquilado? Pelo contrário. O jogo tinha acabado. E o meu contra-ataque estava apenas a começar.