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Livros de Romance Para Mulheres

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Duas vidas, um recomeço

Duas vidas, um recomeço

Tom Willians, trinta e três anos, o empresário mais cobiçado da Irlanda, um homem sério, está enfrentando um divórcio difícil, pois quer a guarda de seu filho, Luan de três anos, mas a briga pela guarda piorou quando ele descobriu que foi traído, e que seu filho que ele tanto o ama, não é seu filho biológico, mas por amar tanto o menino, ele não se importa, e quer a todo custo a conseguir a guarda dele. Ele, juntamente com sua irmã, Layla, fundou a San'teck, a melhor empresa de tecnologia da Irlanda. Elizabeth Muller, vinte e cinco anos, linda, morena dos cabelos longos e pretos, mora em uma fazenda no interior da Irlanda, vive a vida com medo e vergonha de seu passado, aos vinte três anos sofreu um estupro coletivo na saída da faculdade, quatro colegas de sua turma a arrastaram para dentro do carro, a levaram para um galpão abandonado, os quatro abusaram dela, e largaram ela em um beco, com seu corpo todo machucado, e seu psicológico totalmente abalado, ela criou coragem de onde não tinha e foi para a delegacia da pequena cidade que morava para realizar a denúncia de estupro que sofreu. O abuso foi confirmado. Mas para seu azar o processo foi arquivado, um dos abusadores era filho do prefeito, e como ele manda e desmanda na cidade, os quatro foram soltos, e estão vivendo sua vida como se nada tivesse acontecido, enquanto Elizabeth sofre os transtornos psicológico que ficou na sua cabeça. Para tentar viver sua vida, Elizabeth resolve se mudar e viver na cidade grande, conseguiu um emprego na San'Teck como secretária de Layla, e lá vai conhecer Tom, o homem que aos poucos vai conquistando seu coração. Será que Elizabeth vai conseguir superar seus traumas e seguir em frente? E Tom, será capaz de conseguir a confiança e o amor de Elizabeth?
O vício de amor

O vício de amor

Encontrando um Homem Bom para a Mamãe Depois de comer, os dois saíram do restaurante. "Aonde você está indo? Eu vou te mandar." Natália pensou por um momento: "Vá para casa". A loja ainda não foi concluída corretamente. Natalia ainda está trabalhando nisso. Ela marcou uma consulta com a cliente do vestido de noiva personalizado e olhou a foto. Então, de acordo com o estilo e material que ela escolher, você pode fazer roupas. Ouvindo Natália dizer casa, Jorge olhou para o lado dela, ligeiramente irônico: "Seu filho nem tem pai, é uma casa?" Natália queria refutá-lo, ele ainda não tinha, mas ela engoliu em seco novamente quando chegou à boca. Se ela recusou e não sabia o que ele iria dizer, ela olhou para ele de lado e entrou no carro. Jorge sorriu. O compartimento estava muito silencioso e a atmosfera era inexplicavelmente constrangedora. Natália encostou-se na janela do carro, fechou os olhos e fingiu dormir. Suas habilidades de atuação não eram brilhantes, Jorge percebeu de relance, mas não a penetrou. Após cerca de vinte minutos, Natália fingiu abrir os olhos como se tivesse acabado de acordar. Ela havia calculado o tempo e o carro havia chegado à comunidade. Ela esfregou os olhos, empurrou a porta e desceu, "Obrigada." Agradeça a ele por mandá-la de volta. Jorge se recostou e colocou a mão no volante. "Seu 'obrigado' não é sincero." Natalia fechou a porta com uma mão, "O que você quer dizer?" "Se você quer me agradecer, não deveria ser convidado a subir para uma xícara de chá?" Um sorriso em seus lábios parecia provocar. Natalia foi quem ele provocou. Natália bateu a porta do carro e disse friamente: "Por favor, jante, expressei minha sinceridade." Carlos era tão hostil com ele que, se Fernanda o visse, ele ficaria infeliz. Ela estava louca antes de deixá-lo ir para sua casa. Celina mordeu o dedo e abriu seus grandes olhos redondos, olhando para Natália parada na beira da estrada, "Qual é a mamãe?" Carlos estava pensando, como Natália poderia recuperar o tablet e o telefone do relógio, ouviu as palavras da irmã e olhou para ela: "Onde está uma múmia?" Celina apontou para a porta da comunidade. Carlos olhou e viu Natália parada na beira da estrada conversando com as pessoas.
Ele não é meu pai!

Ele não é meu pai!

Lara Sinclair e Marlon Shert se casaram às pressas. Ela é uma jovem que aos 20 anos se vê obrigada a casar com o melhor amigo de seu pai. Ousada, de olhar desafiador, nunca aceitou nada por imposição, até o dia que o seu pai apenas a comunicou que ela se casaria com Marlon. Ele, homem maduro, marcado por cicatrizes que moldaram cada passo de sua vida. Unidos por um casamento imposto pelas circunstâncias, acreditavam que poderiam manter a relação como um acordo silencioso de honra. Mas Lara nunca soube jogar com regras. Cada gesto seu é uma provocação, cada palavra um convite proibido. Marlon, por mais que tente conter o desejo, descobre-se prisioneiro entre a promessa feita ao melhor amigo e a tentação que o consome a cada dia. O que parecia apenas uma aliança estratégica logo se transforma em um campo de batalha entre dever, paixão e segredos que insistem em vir à tona. E enquanto Lara o desafia em todas as direções, o passado de Marlon retorna como sombra, as lembranças de Mary Andersen, a herdeira milionária com quem viveu um romance tórrido e que o marcou com escolhas dolorosas demais para serem esquecidas. Desde então, ele jurara nunca mais confiar cegamente em alguém. Mas o presente também o cobra, Danuza, sua companheira de oito anos, mulher ferida e letal, ainda carrega as marcas do afastamento repentino e silencioso com que ele abandonou sua vida. Entre o peso da lealdade, o fogo do desejo e os fantasmas que nunca se foram, até onde o relacionamento entre Lara e Marlon resistirá?
Promessas Quebradas, Coração Partido

Promessas Quebradas, Coração Partido

Eu tinha apenas três meses de vida restantes quando meu mundo desabou. No mesmo dia do meu diagnóstico terminal, meu marido, Lucas, postou uma foto nas redes sociais, celebrando nosso terceiro aniversário. Só que a mulher ao lado dele, abraçada, com um sorriso que eu não via há anos, não era eu. Era Juliana, uma garota muito mais jovem. A legenda dizia: "Obrigado, Juliana, por me mostrar o que é a verdadeira felicidade." Meu marido me trocou por uma garota que era dos principais clientes da sua empresa, e que agora, por influência dele, tinha um cargo de decisão. Pior que isso: ela exibia um anel de diamantes. O mesmo anel que Lucas havia me prometido, com cada detalhe, como o corte da pedra, que refletiria a luz, assim como meus olhos. Minha arte, minha carreira, a única parte de mim que Lucas ainda não havia destruído, foi sabotada por ele. No dia do lançamento de uma peça de arte importante que levaria meu nome, ela a descartou. Eu estava totalmente humilhada, com a peça mais honesta que eu já havia criado rejeitada. A humilhação era profunda, e eu senti meus joelhos fraquejarem. Mas a vergonha não acabaria ali. Para proteger a empresa do meu pai da falência, Lucas me forçou a pedir desculpas em público a Juliana no jantar de gala da empresa. Em frente a todos, Juliana se virou para mim e disse em voz alta para que todos ouvissem: "Talvez você deva se desculpar por não conseguir manter seu marido feliz. Claramente, você não era o suficiente para ele." Eu queria morrer. E aparentemente, morreria. Minha única companhia era um gato de rua, Quarta-feira, que eu encontrei quando tudo parecia perdido. Mas numa tarde, ao voltar para casa, Quarta-feira havia desaparecido. Lucas estava lá, me esperando. E ele não parecia nem um pouco feliz. "Eu levei o gato" , ele disse. "Entreguei-o a Juliana. Ele estava sujando meu carpete." Encontrei Quarta-feira morto. Juliana o matou. Uma dor aguda perfurou meu peito. Era insuportável. A última coisa que vi antes de desmaiar foi o rosto de Lucas, contorcido em uma expressão de horror. Ele finalmente percebeu a extensão do que havia feito. E agora, era tarde demais para chorar.
O CEO Safado

O CEO Safado

Belinda Gwen é o famoso cupido na empresa onde trabalha. Responsável por juntar a maioria dos casais, ela acaba criando uma amizade fora do padrão com o CEO das empresas Parker'In. O seu novo amigo está fissurado pela mulher dos seus sonhos eróticos e como um bom cupido, ela decide o ajudar. Mas Belinda não sabe que quem atormenta os sonhos de Ryan é ela mesma. Ele a desejou uma vez e fez besteira. Descobrir que a moça misteriosa era sua melhor amiga que não só dividia suas refeições, mas seus segredos mais sórdidos, deu um pane na cabeça de Ryan Parker. Como se não fosse ruim o suficiente está numa situação constrangedora, Belinda pontua com todas as letras como ele deve conquistar a mulher do sonho. "- Se quer repetir é porque ela realmente vale apena - Belinda fala. - Você não tem ideia - Arregalo os olhos. - Então invista! - Dá um largo sorriso. - Mete com toda força esse sentimento dentro dela e a faça sua da sua maneira. Agora ela se soltou! - Tem certeza disso? - Levanto a sobrancelha divertido. - Sim - Exclama sorrindo. - Chegue o mais profundo desse sentimento, mostrando o quão grande e grosso é a sua seriedade em relação a isso. Por que essa frase está cheia de duplo sentido? - Ela pode não acabar aguentando quando ver o tamanho da minha seriedade... - Quanto maior melhor! Quando mostrar o tamanho dos seus sentimentos por ela, tem que mostrar com todo o seu vigor. E Lion, se o tamanho da sua seriedade for do jeitinho que está falando, pode ter certeza que ela vai querer continuar!"
Ele Me Escolheu, Mas Tarde Demais?

Ele Me Escolheu, Mas Tarde Demais?

Clara esperou por Léo durante três longos anos, enquanto ele estava na prisão, nutrindo a promessa de um futuro juntos. No dia da sua libertação, ela estava lá, sentada em frente à prisão, com um bolo de "Bem-vindo a Casa" a derreter sob o sol escaldante, o coração cheio de esperança. Mas Léo não veio encontrá-la. Em vez disso, ele foi direto para o hospital. A sua voz, quando finalmente falou ao telefone, foi um corte frio: "Eu tinha de vir. A Sofia tentou suicídio. É tudo culpa tua." A sua irmã, Sofia, que sempre a odiou, estava alegadamente à beira da morte por não suportar a ideia de vê-los casados. No hospital, Léo nem sequer a defendeu. Os seus pais e a própria Sofia, que havia apenas simulado uma tentativa de suicídio leve para o manipular, humilharam-na, acusando-a de ser a causa de toda a desgraça. Os três anos de sacrifício, os dois empregos, as dívidas pagas, tudo foi reduzido a nada. A sua lealdade inabalável foi descartada como um fardo, enquanto ele escolhia a fraqueza e a manipulação da sua família. "Tu és forte, Clara", disse ele. "A Sofia é frágil." Naquele momento, ela percebeu a cruel verdade: a sua força era apenas uma conveniência para ele, uma licença para a negligenciar. "Não sou forte, Léo. Estou exausta." Porque, afinal, a quem pertencia a lealdade dele? Porque é que ele nunca a tinha defendido? Será que ele a amou sequer, ou apenas a ideia de uma mulher que resolvesse todos os seus problemas? Cansada de lutar, Clara virou as costas. Agora, ela precisa decidir se há algo a salvar, ou se é tempo de recomeçar, só por si.