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Livros de Romance Para Mulheres

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CEO Fatal

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TODO MUNDO MORRE Aida - Pegue uma porra da arma! - ele grita. Respirar. Inspirar. Expirar. Apenas respire. As batidas do coração ecoam na câmara do meu coração. Rápido. Apressado. Baque. Baque. Juro que vou me afogar em dor toda vez que inalar. Sua mão está sobre mim agora - aquele aperto, dói. - Eu não posso fazer isso. - Meu corpo se enrola com um estremecimento, cada centímetro de mim é uma bagunça fria e trêmula. - Pegue-a! - A maneira como ele diz isso faz com que o terror percorra minha espinha. - Não! - Meu grito rasga o ar, mas não faz nada para detê-lo, para impedir o que está prestes a acontecer. - Pegue uma porra da arma! - Por-Por favor, nn-não faça isso! - Minha voz se embarga com cada lágrima que escorre, uma onda de emoção que me invade. Mas ele não é importante. Ele gosta quando eu choro. Quando estou sofrendo. - Se você não atirar nele... - A arma em sua mão se ergue, nivelada com o homem que amo, acorrentado ao radiador. - Então eu mato ele e aquele outro infeliz. Escolha. Sei que ele vai fazer isso. Sua ira não tem limites. Seu ódio - aquele apodrecimento pútrido de sua alma - está lá desde que o conheço. - Covarde, - provoca Matteo. - Você sempre foi um maldito covarde. Mate-me você mesmo. - Seus lábios superiores se curvam. - Eu o desafio. Mas o homem o ignora. Será que Matteo realmente não tem medo de morrer? Eu o tenho com frequência. Toda vez que vou para a cama e toda vez que acordo. Como consegui chegar até aqui, nunca saberei. A risada forte do homem preenche o espaço ao nosso redor. - Você acha melhor do que eu, não é? Sabe, houve uma época em que seu querido pai também achou que era e veja onde isso o levou. Matteo corre para ele, puxando a corrente com um rosnado, tentando alcançá-lo, mas não estamos perto o suficiente. A atenção do homem está voltada para mim novamente. - Se você contar até três, então a morte de ambos recairá sobre sua cabeça. Minha respiração é irregular, meus dedos tremem enquanto olho para Matteo. Com medo por ele. Por mim. Não quero atirar em ninguém. Muito menos nele. – Hum. - Seu interesse pressiona o gatilho. Meu corpo treme com um frio glacial, meu pulso martela em meus ouvidos. - Por-Por favor, - gaguejo, voltando-me para seus olhos cheios de ira, esperando algum tipo de compaixão, mas não há nada neles. Eles são vazios, tão vazios quanto sua alma. – Dois. - Ele mantém meu olhar fixo, com a arma ainda apontada para o único homem que sempre se importou comigo. - Deixe-a em paz! - Matteo rosna, com sua voz ligada à força. Não sei onde ele encontra força em meio à magnitude de sua situação, mas, de alguma forma, ele consegue. Ele sempre consegue. - Eu já teria matado você, - diz o homem. - Mas tê-la fazendo isso, sabendo que posso obrigá-la... Bem, isso é muito melhor. - Ele me olha com um olhar fixo. - Seu tempo está quase acabando. - Está tudo bem. Eu te amo. - O olhar de Matteo me atrai para a beleza daqueles grandes olhos castanhos, seus lábios escorregando em um sorriso terno. - Eu nunca teria isso contra você. Faça-o. Estou pronto. - Sinto muito. - As lágrimas intermináveis ​​escorrem pelo meu rosto. - Nunca foi assim que deveria ser para nós dois. O homem ao meu lado ri de forma zombeteira. - Lembre-se de nós e da vida que juramos que tivemos, - diz Matteo, com suas emoções cruas gravadas e transbordando de seus olhos. - Viva isso. Por mim. - Não! Por favor! - Com lágrimas escorrendo mais rápido pelo meu rosto, imploro por mais um momento, mais um segundo, uma hora, qualquer coisa. - Não posso me despedir! - Não é um adeus. É: 'te vejo mais tarde'. - Jura de mindinho? - Eu choro com um suspiro após o outro, sem conseguir recuperar o fôlego. - Sempre. - Ele sorri largamente, seus próprios olhos brilhando.
Minha Ex-Esposa Sem Piedade: Consequências Inesperadas

Minha Ex-Esposa Sem Piedade: Consequências Inesperadas

Quando o meu carro capotou, a última coisa que vi foi o rosto ansioso do meu marido, Miguel, a correr na minha direção. Mas quando acordei no hospital, a primeira coisa que senti foi um vazio assustador: o meu bebé de oito meses não tinha sobrevivido. A minha barriga estava vazia. Liguei para o Miguel, exausta e destroçada, mas a voz dele soou impaciente e irritada. "A Clara está bem, mas o braço dela partiu-se." disse ele, a sua voz suavizando ao falar com ela. Clara, a ex-namorada dele. Senti o meu sangue gelar. Quando lhe disse que o nosso bebé tinha morrido, houve um silêncio frio do outro lado, sem dor, sem choque. "Não podes ser tão egoísta, Sofia," ele disse, sem emoção. "A Clara quase morreu." "Era para eu ter feito o quê?" Como se eu, a sua mulher grávida, não estivesse em perigo de morte. As lágrimas escorriam enquanto o meu sogro, Afonso, me gritava ao telefone, apoiando o Miguel e a "Clara, que é como uma filha". "Um bebé pode ser feito outra vez!", gritou ele, enquanto eu olhava para a minha barriga agora achatada. Eles estavam tão ocupados a proteger a amante e a empresa que ignoraram a minha dor, o meu sofrimento, a perda do nosso filho. Acusaram-me de ser egoísta, insensível, uma incubadora avariada. Mas eles iam arrepender-se. Ali, prostrada na cama do hospital, jurei que eles iriam pagar caro pela sua crueldade e traição. O divórcio foi apenas o começo.
Amor e Ódio: Um Casamento Destruído

Amor e Ódio: Um Casamento Destruído

<导语> A chuva fria batia forte enquanto eu estava ali, no funeral do meu filho Daniel, sentindo o peso daquele caixãozinho de madeira. Mas o lugar ao meu lado estava vazio. Ana, minha esposa e mãe de Daniel, não estava lá. Liguei dezenas de vezes, mandei mensagens, mas nada. Até minha amiga Sofia, preocupada, me perguntou: "Onde está a Ana?" Voltei para casa e ouvi a voz dela vindo do banheiro, conversando no celular. Um alívio momentâneo me invadiu. Ela estava segura. Mas então, a voz dela: "Foi um alívio, para ser honesta. Ele nunca deveria ter existido, para começo de conversa. Daniel foi um acidente, Lucas." Lucas. O ex-namorado dela. O "grande amor da vida dela." Meu sangue gelou quando ela continuou: "A clínica na Suíça foi muito profissional. Rápida, eficiente. Eles chamam de 'eutanásia', soa tão pacífico, não é?" Eutanásia. Não foi a doença. Minha esposa planejou a morte do nosso filho. Eu, que vendi meu carro e usei todas as minhas economias para o tratamento, percebi que ela usou esse dinheiro para matá-lo. E, para piorar, ouvi: "A tecnologia agora é sua, meu amor. Com ela, você vai se tornar o homem mais bem-sucedido da cidade, e eu estarei ao seu lado." Ela roubou meu trabalho. O meu legado para Daniel. Quando a porta se abriu, ela tentou me abraçar, com uma falsa tristeza no olhar. "Pedro! Querido, eu estava te procurando! Eu... eu não consegui ir." Eu a afastei, sentindo nojo. Ela era um monstro disfarçado de mulher. Como poderia viver na mesma casa que ela? No dia seguinte, ela se livrou de todas as coisas de Daniel como se fossem lixo. "Você vai guardar esse lixo? Pedro, isso não é saudável", ela disse. Eu não respondi. Peguei as poucas coisas que ela esqueceu e as levei para o meu estúdio secreto. Nosso lugar. O santuário de Daniel. Ao voltar, encontrei Lucas, o amante da minha esposa, na minha sala. "Pedro, não seja rude", Ana disse, percebendo meu pânico silencioso. Eles estavam rindo, cozinhando, celebrando a morte do meu filho. "Ciúmes? Não, Ana. Eu não estou com ciúmes." Eu estava quebrado. E então comecei a gritar, as lágrimas escorrendo livremente. "Daniel se foi, Ana! Nosso filho morreu hoje! E você está aqui, rindo e cozinhando para o seu ex-namorado! O que há de errado com você?" Ela mandou eu sair da minha própria casa. "Se você não gosta do que vê, a porta está bem ali. Saia!" E, de repente, em meio a toda a dor e raiva, senti algo novo. Alívio. "Tudo bem. Eu saio. E eu quero o divórcio." Ela riu. "Você não é nada sem mim. Você não pode se divorciar de mim, Pedro. Eu vou garantir que você nunca mais trabalhará nesta cidade." Mas o que Ana e Lucas não sabiam era que minha tecnologia, roubada por eles, era apenas a versão antiga. A verdadeira inovação, o núcleo do sistema, estava segura. E eu acabara de transferir a patente para Daniel. A guerra estava apenas começando.

Aprisionada em um Casamento Mafioso

Aprisionada em um Casamento Mafioso

O cirurgião me disse que eu tinha uma hora para salvar minha mão direita, aquela que transformava minha alma em sinfonias. Meu marido, Dom Dante Rossi, deu essa hora para a amante dele, por causa de uma fratura simples. O médico implorou, explicando que cada minuto de atraso arriscava um dano catastrófico e permanente. Mas Dante apenas olhou para o nosso filho de dez anos, Nico. “O que você acha?” Da maca, Nico encontrou meus olhos. O olhar dele era de uma calma assustadora. “Mamãe é forte. Ela vai entender o sacrifício. Além do mais”, ele acrescentou, “se ela sentir dor, significa que nos ama mais.” Minha mão foi arruinada, minha carreira como compositora, acabada. Mas para eles, o jogo estava apenas começando. Eles precisavam do meu ciúme, das minhas lágrimas, da minha dor, para alimentar a definição doentia que tinham do amor. Eles me empurraram escada abaixo só para me ver chorar. Eu tinha confundido a obsessão do meu marido com paixão, a crueldade dele com um teste. Finalmente, eu vi o que era: uma patologia de posse. Meu sofrimento era o troféu deles. Caída e quebrada no pé da escada, ouvi a voz do meu filho flutuar lá de cima. “Viu, pai? Agora ela está chorando de verdade. Ela realmente nos ama.” Algo dentro de mim não apenas quebrou; congelou. Quando meu advogado me visitou no hospital, peguei os papéis que ele trouxe. No nosso mundo, a esposa de um Dom não vai embora. Ela aguenta ou desaparece. Eu assinei o pedido de divórcio. Eu estava escolhendo a guerra.
Vingança e Honra: O Retorno

Vingança e Honra: O Retorno

A noite estava fria e o cheiro de feijão na cozinha trazia o conforto de uma vida simples que eu, Maria, tanto amava. \nAcabei de voltar do mercado com as mãos dormentes, sonhando com a sopa preferida do meu filho João e o bolo de fubá do meu marido Pedro. \nQuando fui pegar lenha, ouvi suas vozes, a de Pedro e de Joana, minha melhor amiga, minha comadre, sussurrando segredos que estraçalhariam meu mundo. \nAli, escorada na janela, ouvi Pedro dizer que eu era uma âncora, que ele e Joana forjariam o sequestro de João e roubariam o dinheiro de nossa vida inteira, para depois me culpar e me deixar na miséria. \nPara piorar, João, meu filho de cinco anos, correu para Joana, chamando-a de "nova mamãe", e com um desprezo aprendido, disse que não gostava da comida de pobre que eu fazia. \nA mãe de Pedro, Sônia, que sempre foi minha aliada, entrou e confirmou sua cumplicidade no plano, selando a traição de todos que eu amava. \nMeu corpo gelou, mas a dor se transformou em uma raiva fria e uma clareza assustadora: eu já havia vivido isso antes. \nEm minha vida passada, essa mesma cena me levou ao inferno. \nEu caí em desgraça, fui deixada por Pedro, acusada pela vila e amargamente procurei por João durante anos, apenas para descobrir que tudo era uma farsa bem orquestrada. \nMeu filho estava vivo e feliz com eles em uma vida de luxo, e o choque da traição foi tão brutal que meu coração parou. \nMas então, eu acordei. \nAcordei de volta àquela noite, àquele exato momento. \nAs lágrimas secaram, e uma determinação de ferro tomou conta de mim: desta vez, a história seria diferente. \nEu não seria mais a vítima; eu me vingaria e restauraria minha honra, custe o que custar.
Duas vidas, um recomeço

Duas vidas, um recomeço

Tom Willians, trinta e três anos, o empresário mais cobiçado da Irlanda, um homem sério, está enfrentando um divórcio difícil, pois quer a guarda de seu filho, Luan de três anos, mas a briga pela guarda piorou quando ele descobriu que foi traído, e que seu filho que ele tanto o ama, não é seu filho biológico, mas por amar tanto o menino, ele não se importa, e quer a todo custo a conseguir a guarda dele. Ele, juntamente com sua irmã, Layla, fundou a San'teck, a melhor empresa de tecnologia da Irlanda. Elizabeth Muller, vinte e cinco anos, linda, morena dos cabelos longos e pretos, mora em uma fazenda no interior da Irlanda, vive a vida com medo e vergonha de seu passado, aos vinte três anos sofreu um estupro coletivo na saída da faculdade, quatro colegas de sua turma a arrastaram para dentro do carro, a levaram para um galpão abandonado, os quatro abusaram dela, e largaram ela em um beco, com seu corpo todo machucado, e seu psicológico totalmente abalado, ela criou coragem de onde não tinha e foi para a delegacia da pequena cidade que morava para realizar a denúncia de estupro que sofreu. O abuso foi confirmado. Mas para seu azar o processo foi arquivado, um dos abusadores era filho do prefeito, e como ele manda e desmanda na cidade, os quatro foram soltos, e estão vivendo sua vida como se nada tivesse acontecido, enquanto Elizabeth sofre os transtornos psicológico que ficou na sua cabeça. Para tentar viver sua vida, Elizabeth resolve se mudar e viver na cidade grande, conseguiu um emprego na San'Teck como secretária de Layla, e lá vai conhecer Tom, o homem que aos poucos vai conquistando seu coração. Será que Elizabeth vai conseguir superar seus traumas e seguir em frente? E Tom, será capaz de conseguir a confiança e o amor de Elizabeth?
O vício de amor

O vício de amor

Encontrando um Homem Bom para a Mamãe Depois de comer, os dois saíram do restaurante. "Aonde você está indo? Eu vou te mandar." Natália pensou por um momento: "Vá para casa". A loja ainda não foi concluída corretamente. Natalia ainda está trabalhando nisso. Ela marcou uma consulta com a cliente do vestido de noiva personalizado e olhou a foto. Então, de acordo com o estilo e material que ela escolher, você pode fazer roupas. Ouvindo Natália dizer casa, Jorge olhou para o lado dela, ligeiramente irônico: "Seu filho nem tem pai, é uma casa?" Natália queria refutá-lo, ele ainda não tinha, mas ela engoliu em seco novamente quando chegou à boca. Se ela recusou e não sabia o que ele iria dizer, ela olhou para ele de lado e entrou no carro. Jorge sorriu. O compartimento estava muito silencioso e a atmosfera era inexplicavelmente constrangedora. Natália encostou-se na janela do carro, fechou os olhos e fingiu dormir. Suas habilidades de atuação não eram brilhantes, Jorge percebeu de relance, mas não a penetrou. Após cerca de vinte minutos, Natália fingiu abrir os olhos como se tivesse acabado de acordar. Ela havia calculado o tempo e o carro havia chegado à comunidade. Ela esfregou os olhos, empurrou a porta e desceu, "Obrigada." Agradeça a ele por mandá-la de volta. Jorge se recostou e colocou a mão no volante. "Seu 'obrigado' não é sincero." Natalia fechou a porta com uma mão, "O que você quer dizer?" "Se você quer me agradecer, não deveria ser convidado a subir para uma xícara de chá?" Um sorriso em seus lábios parecia provocar. Natalia foi quem ele provocou. Natália bateu a porta do carro e disse friamente: "Por favor, jante, expressei minha sinceridade." Carlos era tão hostil com ele que, se Fernanda o visse, ele ficaria infeliz. Ela estava louca antes de deixá-lo ir para sua casa. Celina mordeu o dedo e abriu seus grandes olhos redondos, olhando para Natália parada na beira da estrada, "Qual é a mamãe?" Carlos estava pensando, como Natália poderia recuperar o tablet e o telefone do relógio, ouviu as palavras da irmã e olhou para ela: "Onde está uma múmia?" Celina apontou para a porta da comunidade. Carlos olhou e viu Natália parada na beira da estrada conversando com as pessoas.