Nova Vida, Novo Amor

Nova Vida, Novo Amor

Rob Goodrich

5.0
Comentário(s)
111
Leituras
11
Capítulo

Minha garagem, antes um refúgio, virou palco de humilhação quando um Porsche 718 vermelho, extravagante e arrogante, tomou meu lugar. Ao lado dele, Lucas, o estagiário da minha esposa, sorria, acariciando a lataria como um amante, sob o olhar aprovador e "maternal" de Helena. Minha esposa, a renomada arquiteta Helena, zombou de mim abertamente, chamando-me de "patético" por ousar questionar um presente tão "generoso" a um garoto prodígio. Aquele carro era uma afronta, um monumento à sua prepotência e à ruína silenciosa do nosso casamento, do qual ela parecia se orgulhar. Enquanto a traição e o desrespeito de Helena se tornavam evidentes, não só para mim, mas para o mundo, uma frieza calculista tomou conta de mim. Aquele sorriso de Lucas, a risada desdenhosa de Helena, a promessa quebrada de uma parceria que se desfez em pó – a humilhação me transformou. Eu, Caio, o marido supostamente complacente da arquiteta genial, o homem com um emprego "modesto", estava prestes a mostrar que as aparências enganam. Enquanto eles se deleitavam na minha suposta derrota, eu, o verdadeiro cérebro por trás de um império imobiliário oculto, movia minhas peças. O Porsche de Lucas era barato, o relógio era uma piada. Eu faria o jogo deles parecer uma brincadeira de criança. A paciência havia acabado; os avisos sutis haviam terminado. Helena havia escolhido seu lado, e agora, era a minha vez de jogar - não para avisar, mas para obliterar. O próximo movimento seria uma demonstração avassaladora de poder, uma lição inesquecível sobre as consequências de subestimar quem você pensa conhecer. Eu não era o peão, eu era o rei, e o xeque-mate começaria agora.

Introdução

Minha garagem, antes um refúgio, virou palco de humilhação quando um Porsche 718 vermelho, extravagante e arrogante, tomou meu lugar.

Ao lado dele, Lucas, o estagiário da minha esposa, sorria, acariciando a lataria como um amante, sob o olhar aprovador e "maternal" de Helena.

Minha esposa, a renomada arquiteta Helena, zombou de mim abertamente, chamando-me de "patético" por ousar questionar um presente tão "generoso" a um garoto prodígio.

Aquele carro era uma afronta, um monumento à sua prepotência e à ruína silenciosa do nosso casamento, do qual ela parecia se orgulhar.

Enquanto a traição e o desrespeito de Helena se tornavam evidentes, não só para mim, mas para o mundo, uma frieza calculista tomou conta de mim.

Aquele sorriso de Lucas, a risada desdenhosa de Helena, a promessa quebrada de uma parceria que se desfez em pó – a humilhação me transformou.

Eu, Caio, o marido supostamente complacente da arquiteta genial, o homem com um emprego "modesto", estava prestes a mostrar que as aparências enganam.

Enquanto eles se deleitavam na minha suposta derrota, eu, o verdadeiro cérebro por trás de um império imobiliário oculto, movia minhas peças.

O Porsche de Lucas era barato, o relógio era uma piada. Eu faria o jogo deles parecer uma brincadeira de criança.

A paciência havia acabado; os avisos sutis haviam terminado.

Helena havia escolhido seu lado, e agora, era a minha vez de jogar - não para avisar, mas para obliterar.

O próximo movimento seria uma demonstração avassaladora de poder, uma lição inesquecível sobre as consequências de subestimar quem você pensa conhecer.

Eu não era o peão, eu era o rei, e o xeque-mate começaria agora.

Continuar lendo

Outros livros de Rob Goodrich

Ver Mais
Vingança e Novo Amor

Vingança e Novo Amor

Moderno

5.0

O cheiro de desinfetante não apagava minha euforia: eu era pai de gêmeos. Mas a alegria virou terror quando o médico me disse: "Senhor Ricardo, um dos bebês não é seu filho." Minha mãe desmaiou ao meu lado, enquanto a notícia da traição de Ana, e de seu amante, Fernando, estraçalhava meu mundo. Pedaços da minha vida se encaixavam: as viagens "a trabalho", a frieza dela. Eu mal podia acreditar. Como algo tão sujo podia acontecer comigo? Corri para Ana, exigindo a verdade, e ela confirmou: Fernando era o pai. Naquele hospital, perdi minha mãe. Ela não resistiu ao choque, morrendo ali mesmo. Ana, por sua vez, me abandonou com a crueldade de um bilhete e levou o outro bebê com ela. Eu estava destroçado, com um bebê nos braços e um futuro incerto. Mas em meio a tanta dor, raiva e luto, uma certeza me guiava. Eu reconstruiria minha vida por Léo, meu filho. Eu o protegeria, custe o que custar. A humilhação aumentou quando Ana e Fernando, agora um casal, roubaram meu trabalho e me forçaram a trabalhar sob as ordens dele. Num ato de desespero e fúria, os confrontei e acertei um soco em Fernando. Fui demitido, mas não pedi. Eu me demiti. "Quero o divórcio, Ana." Foi a minha libertação. Mas a dor ainda me perseguia. No jantar, o pai de Ana anunciou que o fundo fiduciário seria apenas para o filho de Fernando. Minha imagem, minha honra, meu filho… tudo foi pisoteado. Saí dali sem olhar para trás, sentindo o peso da injustiça. Mas o destino tinha outros planos. O projeto de Fernando, na verdade o meu, falhou. Ana descobriu a meu custo que seu império desmoronava. Minha tia revelou a ela a verdade mais cruel: que sua traição matou minha mãe. Ana veio me implorar perdão, mas aquele Ricardo sentimental havia morrido. Eu não sentia pena, apenas a certeza de que fantasmas não pertencem ao mundo dos vivos. E foi assim, que uma nova vida começou para mim e para Léo, sob a luz de um novo amor: Sofia.

Minha Dor, Sua Ruína

Minha Dor, Sua Ruína

Moderno

5.0

Estou grávida de nove meses. Presa num túnel, a água subia depressa. Liguei para o meu marido, Marcos, pela décima vez. Finalmente atendeu, mas a voz dele era fria, impaciente. Disse que estava ocupado com a Sofia, a acalmar o cão dela. Ele desligou, deixando-me ali, sozinha, assustada. A água gelada invadiu o carro, senti uma dor aguda na barriga. Desmaiei. Acordei num quarto de hospital branco, a minha barriga estava vazia. O meu bebé tinha-se ido. O Marcos não estava lá, apenas a minha mãe, com os olhos vermelhos. Quando o confrontei sobre a tragédia, ele ousou culpar-me. "O que é que tu fizeste?", perguntou ele. Mais tarde, o pai dele, Sérgio, berrou ao telefone, chamou-me de "víbora ingrata". Como é que o homem que amei podia ser tão cruel? Como puderam abandonar-me para morrer e depois culpar-me pela perda do nosso filho? A sua família inteira defendia a imoralidade dele, enquanto eu sofria a minha perda. Mas a verdade que descobri era ainda mais chocante. No seu computador antigo, encontrei as provas. Não era apenas uma "amiga de infância". Eram anos de um caso extraconjugal. Financiado por transferências fraudulentas da empresa da família dele. Haviam faturas de um apartamento de luxo, viagens exóticas para dois. Bilhetes em nome de "Marcos Patterson e Sofia Mendes". A minha dor e o meu luto transformaram-se numa determinação implacável. Isto não era apenas adultério, era fraude em grande escala. E eu ia expor cada detalhe. Eles iriam pagar caro por cada mentira, por cada traição. A justiça seria servida.

Você deve gostar

Ele não é meu pai!

Ele não é meu pai!

Luarah Smmith
5.0

Lara Sinclair e Marlon Shert se casaram às pressas. Ela é uma jovem que aos 20 anos se vê obrigada a casar com o melhor amigo de seu pai. Ousada, de olhar desafiador, nunca aceitou nada por imposição, até o dia que o seu pai apenas a comunicou que ela se casaria com Marlon. Ele, homem maduro, marcado por cicatrizes que moldaram cada passo de sua vida. Unidos por um casamento imposto pelas circunstâncias, acreditavam que poderiam manter a relação como um acordo silencioso de honra. Mas Lara nunca soube jogar com regras. Cada gesto seu é uma provocação, cada palavra um convite proibido. Marlon, por mais que tente conter o desejo, descobre-se prisioneiro entre a promessa feita ao melhor amigo e a tentação que o consome a cada dia. O que parecia apenas uma aliança estratégica logo se transforma em um campo de batalha entre dever, paixão e segredos que insistem em vir à tona. E enquanto Lara o desafia em todas as direções, o passado de Marlon retorna como sombra, as lembranças de Mary Andersen, a herdeira milionária com quem viveu um romance tórrido e que o marcou com escolhas dolorosas demais para serem esquecidas. Desde então, ele jurara nunca mais confiar cegamente em alguém. Mas o presente também o cobra, Danuza, sua companheira de oito anos, mulher ferida e letal, ainda carrega as marcas do afastamento repentino e silencioso com que ele abandonou sua vida. Entre o peso da lealdade, o fogo do desejo e os fantasmas que nunca se foram, até onde o relacionamento entre Lara e Marlon resistirá?

Capítulo
Ler agora
Baixar livro