Traída, Vingada, Amada Novamente

Traída, Vingada, Amada Novamente

Sue Stigler

5.0
Comentário(s)
603
Leituras
11
Capítulo

Minha tela ficou preta, e a voz fria de Pedro Almeida ecoou pelo escritório: "Luna Silva, você está demitida." Em choque, gaguejei: "O quê? Por quê?". Ele me acusava de falhar no projeto Vanguarda e, pior, de tentar sabotar Sofia, minha colega. Sofia, de choramingos infantis a sorrisos maliciosos, a cada palavra, me apunhalava. João, meu colega de baia e suposto amigo, desviou o olhar quando lhe pedi que falasse a verdade, esmagando o último resquício de apoio. Fui escoltada para fora como uma criminosa, humilhada sob a chuva. A dor da traição era física, uma pontada aguda no peito. Senti-me vazia, destruída, todo meu esforço em vão. A ingenuidade que eu carregava morreu naquela tarde chuvosa. Voltei ao escritório para pegar minhas coisas, apenas para encontrar Pedro, Sofia e João brindando e zombando da minha queda. A satisfação em seus rostos, a celebração da minha ruína, era um soco no estômago. Sofia já estava construindo a narrativa da "amiga leal e solidária", manipulando a todos a seu favor. Depois, veio o incidente do meu design "Íris", uma homenagem à minha mãe. Eles invadiram minha casa, e Pedro, com um sorriso cruel, ordenou que João jogasse o disco rígido na lareira. Vi minha criação, a memória da minha mãe, ser destruída em chamas. A traição não foi um ato isolado, mas um veneno lento que me derrubou. Eu não entendia: o que fiz para merecer tal deslealdade? Por que, sendo eu a verdadeira idealizadora e criadora, fui descartada em favor de uma mentira e de manipulações tão sórdidas? Naquele momento, olhando para o fogo, jurei que não seria mais a vítima. Aceitei o casamento arranjado, e ao lado de Gabriel Santos, na nossa festa de casamento, revelei publicamente a verdade, com provas irrefutáveis e o poder da minha família. Eles me subestimaram; agora, enfrentariam as consequências.

Introdução

Minha tela ficou preta, e a voz fria de Pedro Almeida ecoou pelo escritório: "Luna Silva, você está demitida." Em choque, gaguejei: "O quê? Por quê?". Ele me acusava de falhar no projeto Vanguarda e, pior, de tentar sabotar Sofia, minha colega.

Sofia, de choramingos infantis a sorrisos maliciosos, a cada palavra, me apunhalava. João, meu colega de baia e suposto amigo, desviou o olhar quando lhe pedi que falasse a verdade, esmagando o último resquício de apoio.

Fui escoltada para fora como uma criminosa, humilhada sob a chuva. A dor da traição era física, uma pontada aguda no peito. Senti-me vazia, destruída, todo meu esforço em vão. A ingenuidade que eu carregava morreu naquela tarde chuvosa.

Voltei ao escritório para pegar minhas coisas, apenas para encontrar Pedro, Sofia e João brindando e zombando da minha queda. A satisfação em seus rostos, a celebração da minha ruína, era um soco no estômago. Sofia já estava construindo a narrativa da "amiga leal e solidária", manipulando a todos a seu favor.

Depois, veio o incidente do meu design "Íris", uma homenagem à minha mãe. Eles invadiram minha casa, e Pedro, com um sorriso cruel, ordenou que João jogasse o disco rígido na lareira. Vi minha criação, a memória da minha mãe, ser destruída em chamas.

A traição não foi um ato isolado, mas um veneno lento que me derrubou. Eu não entendia: o que fiz para merecer tal deslealdade? Por que, sendo eu a verdadeira idealizadora e criadora, fui descartada em favor de uma mentira e de manipulações tão sórdidas?

Naquele momento, olhando para o fogo, jurei que não seria mais a vítima. Aceitei o casamento arranjado, e ao lado de Gabriel Santos, na nossa festa de casamento, revelei publicamente a verdade, com provas irrefutáveis e o poder da minha família. Eles me subestimaram; agora, enfrentariam as consequências.

Continuar lendo

Outros livros de Sue Stigler

Ver Mais
O Relógio e a Traição

O Relógio e a Traição

Romance

5.0

Ricardo e Patrícia, parceiros na vida e nos negócios, construíram seu império tijolo por tijolo. Um relógio de luxo no pulso de Leonardo, o estagiário, despedaçou essa ilusão. Não era qualquer relógio; era o símbolo do amor deles, da empresa, do futuro que sonharam. Patrícia, com um sorriso displicente, disse que o havia dado como um "presente" por ele ser "valioso", ignorando a fúria em seus olhos. A cena dela rindo com Leonardo, enquanto exibia o relógio no escritório, era uma facada. Mas o golpe final veio quando Ricardo a confrontou e ela, revirando os olhos, minimizou: "É só um relógio. Posso comprar outro pra você." Sua voz baixa, carregada de fúria contida, a acusou: "Você deu o símbolo do nosso compromisso, da nossa empresa, para um estagiário que você favorece descaradamente?" Ela respondeu com irritação, cruzando os braços: "Não tenho tempo para o seu ciúme! Temos uma empresa para administrar!" A dor cortante de vê-la defender o garoto, o homem que ele via como ameaça, em detrimento do que eles construíram, foi insuportável. Ele não entendia como ela podia desprezar o que ele tanto valorizava. Ainda mais quando o relógio idêntico que ele usava era a prova do compromisso mútuo de um dia. Mas a dor se transformou em uma frieza cortante, uma certeza sombria. Se o tempo deles não significava mais nada para ela, então os sonhos que eles construíram juntos também não precisavam significar. Naquela noite, a promessa dela de que "não aconteceria de novo" soou vazia. Ricardo sabia que não seria mais a vítima. Ele tomaria o controle. Ele não a amava mais. Ele não sentia mais nada além de um cansaço profundo. Ele queria o divórcio.

A Mentira no Coração do Hospital

A Mentira no Coração do Hospital

Moderno

5.0

Quando abri os olhos, o teto branco do hospital foi a primeira coisa que vi. O meu marido, Pedro, estava ao lado da cama, descascando uma maçã. A sua voz era suave, mas distante, ao anunciar: "Ele não sobreviveu." O nosso filho, que eu carreguei por oito meses, estava morto. A dor no meu peito era insuportável, mas o choque maior veio com a sua justificação. Ele escolhera salvar o filho da ex-namorada, Eva, na sala ao lado. "Porque é que não o salvaste?", as minhas palavras saíram como um sussurro quebrado. Ele, médico, deixara o nosso filho morrer para proteger a carreira e a "escolha profissional". Pedi o divórcio, mas ele e a minha sogra, Helena, chamaram-me "histérica" e "ingrata". A mãe dele exultava com o "neto" – o bebé de Eva – enquanto o meu filho não tinha sequer um nome. Pedro tentou comprar o meu silêncio com migalhas, com a sua arrogância a transbordar. Sentia-me traída, descartada, com a vida que eu conhecia desfeita em pedaços. Por que raios alguém faria algo assim, e ainda tentaria reescrever a história? Existia alguma falha comigo? Alguma parte de mim era digna de tal desprezo? A verdade era mais sombria do que eu imaginava; os seus próprios registos médicos tinham sido adulterados. O Pedro não só abandonara o nosso filho, como também mentira para justificar a sua monstruosidade. Mas não seria mais a mulher complacente que ele desposara. Com o apoio do meu irmão, Tiago, e da minha amiga jornalista, Sofia, decidi. "Eu já me arrependo", disse-lhe, "Arrependo-me do dia em que te conheci." Desconectei-me daquele hospital e decidi que, se a verdade não servia para eles, serviria para mim. E esta verdade viria à tona, custe o que custar.

Você deve gostar

Per Sempre Noi – Amor Além do Contrato 🔥 Série: Bella Mia

Per Sempre Noi – Amor Além do Contrato 🔥 Série: Bella Mia

Afrodite LesFolies
5.0

❤️ LIVRO 1: Per sempre Noi – Um Contrato de Amor com o Italiano Sob o sol dourado de Positano, Giovanni Marzano - herdeiro de um império e acostumado a vencer - aceita a aposta mais perigosa da sua vida: contratar uma mulher misteriosa para fingir ser sua namorada por uma semana. Elena não esperava que um simples acordo a colocasse no centro de um jogo entre poder e desejo. O Mediterrâneo se torna cenário de uma farsa cuidadosamente encenada, mas conforme os dias passam, os papéis se confundem, e o que era contrato vira tentação. Entre olhares que queimam e verdades que doem, Giovanni e Elena descobrem que há limites que nem o orgulho pode sustentar - e sentimentos que nenhum contrato é capaz de conter. Quando o desejo se mistura à mentira, o amor pode ser a salvação... ou a ruína definitiva. ❤️ LIVRO 2: Per sempre Noi – Um Amor Proibido com o Italiano Luana Ramírez nunca imaginou que sua nova oportunidade profissional a colocaria frente a frente com Octavio Rinaldi, o advogado mais arrogante - e irresistível - de toda a Itália. Ele dita regras. Ela as desafia. E o choque entre os dois é imediato. O que começa como um embate feroz logo se transforma em um jogo perigoso de provocações, silêncios e desejos reprimidos. A cada encontro, a tensão cresce, o controle escapa e o proibido se torna inevitável. Mas há segredos enterrados sob o luxo e a ambição - verdades capazes de destruir tudo o que eles ousaram sentir. Quando as máscaras caírem, o amor será redenção... ou condena. 🔥 Ele segue regras. Ela as quebra. Mas quando o desejo é mais forte que a razão, quem poderá detê-los?

Abandonada no Altar, Casei com o Herdeiro "Aleijado"

Abandonada no Altar, Casei com o Herdeiro "Aleijado"

Lila
5.0

O som do órgão na Catedral de São Patrício ainda ecoava quando o meu mundo desabou em silêncio absoluto. Diante de quinhentos convidados da elite, o homem que eu amava há quatro anos soltou a minha mão e caminhou calmamente até à minha madrinha de casamento. O ""sim"" que eu esperava transformou-se no anúncio cruel de que eu era apenas um passatempo descartável. Blake Miller rejeitou-me publicamente, trocando-me pela minha melhor amiga, Tiffany, sob o pretexto de que uma órfã sem nome nunca estaria à altura do seu império. A humilhação foi total enquanto os convidados sussurravam insultos e a minha própria família adotiva me virava as costas, deixando-me sem teto e sem dignidade. ""Eu não posso casar contigo, Audrey. A Tiffany é quem realmente entende o meu peso e o meu estatuto. Tu foste apenas uma diversão, mas o jogo acabou."" Fui ridicularizada por aqueles que antes me bajulavam, vendo a minha vida ser destruída num espetáculo de traição e ganância. A dor da injustiça transformou-se num ódio gelado ao perceber que eu tinha sido apenas um peão nos planos deles. Eu estava sozinha, sem dinheiro e com a reputação em farrapos, destinada a ser a piada da temporada. Como puderam ser tão cruéis depois de tudo o que sacrifiquei? A fúria superou a minha agonia, e eu decidi que não seria a vítima daquela história. Em vez de fugir em lágrimas, caminhei firmemente até ao fundo da igreja, onde Victor Sterling, o ""pária"" bilionário numa cadeira de rodas, observava tudo com um desprezo glacial. Olhei nos olhos do homem que todos julgavam arruinado e propus-lhe um negócio: o meu nome pelo seu poder. Quando Victor aceitou, o jogo mudou; a noiva humilhada estava prestes a tornar-se o pior pesadelo de quem ousou traí-la.

Capítulo
Ler agora
Baixar livro