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Acabei de chegar em casa. Finalmente! Assim que entrei, notei que o SUV estava em frente de casa, então o Vitor já chegou com aquela mulher que ele escolheu para ser a mãe do filho dele. Falando isso em voz alta, chega a ser ridículo! Não sei onde o meu irmão está com a cabeça para seguir com essa loucura e ainda arrastando essa pobre garota. Bom, espero que ele pelo menos entregue o contrato para ela assinar…
Estava passando pela sala de jantar e notei um envelope sobre ela. Parece muito com o envelope do contrato. Me aproximei da mesa e tirei da bolsa alguns desenhos dos nossos engenheiros, referente alguns prédios que fazem parte de um novo projeto lá na empresa. Coloquei a bolsa sobre a mesa e em seguida, levei a minha mão até o envelope e abri. PUTA QUE PARIU! É o contrato que tinha deixado aqui para o Vitor entregar para a garota! Que raiva!
De repente, entrou a empregada e me cumprimentou.
― Boa tarde, senhor Bernardo. Vai querer que eu coloque o almoço para o senhor? ― Perguntou.
― Não. ― Soltei uma bufada. Nem dei atenção à empregada. — Não vou querer. Agora vou falar com o meu irmão. — Avisei.
Estava me virando para me encontrar com o Vitor. Logo subi as escadas com pressa, estava com o contrato em mãos e ainda não posso acreditar que o Vítor esqueceu de mostrar esse contrato para aquela garota! Já estava no segundo andar, depois fui até o seu quarto. Me aproximei para bater, mas notei que estava apenas encostada. Será que ele esqueceu de fechar? Dei de ombros e em seguida levei a mão na maçaneta da porta e abri.
— Porra Vítor, você esqueceu de fazer a garota… — Olhei para frente e levei um susto. — PUTA QUE PARIU! QUE MERDA É ESSA? — Esbravejei. Acabei deixando o contrato cair no chão.
— Calma, Bernardo! Não precisa gritar. — Disse o Vitor com a garota nos seus braços.
— Me acalmar? Você transou com a garota! E não estava combinado isso! — Me aproximei da cama. Ela me notou e puxou a coberta para cobrir o seu corpo, e também encolheu os ombros. Então recuei e fitei o meu irmão. — Vitor, estou te esperando lá embaixo para conversarmos. — Avisei.
Me abaixei para pegar o envelope e depois saí do quarto. Que merda! Tomara que não esteja tudo perdido por conta dessa burrada do meu irmão!
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