icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
closeIcon

Reclame seu bônus no App

Abrir

Livros de Bilionários Para Mulheres

Mais vendidos Em andamento Concluído
Destino Reescrito: Coração Vingado

Destino Reescrito: Coração Vingado

A festa de noivado zumbia ao meu redor, mas dentro de mim, só havia o eco distante de uma tragédia que ainda não havia acontecido. O gosto amargo do champanhe na minha boca era uma premonição: a dor física e o som de metal retorcido do acidente de carro na pista molhada me assombravam. Eu me lembrava claramente: Pedro, meu noivo, e Camila, minha prima, roubando meu projeto de vida e rindo da minha ingenuidade. A demissão fria, a perda do noivo, da melhor amiga, do emprego e do futuro – tudo em menos de 24 horas – ainda era uma ferida fantasma na minha alma. Como era possível que tudo isso tivesse acontecido, e agora… eu estava de volta, no mesmo dia da festa de noivado, com a mesma taça na mão? A data no meu celular confirmava: o passado trágico ainda era o futuro, ou uma vida alternativa que eu tinha a chance de reescrever. A raiva me subiu à garganta ao vê-los, Pedro com seu sorriso falso e Camila com o colar que copiava descaradamente o meu design confidencial, um troféu da minha humilhação. Mas desta vez, não haveria dor, nem desespero. A calma fria da determinação me invadiu. Não serei a vítima novamente. Com passos firmes, atraindo todos os olhares, parei diante de Camila e do meu noivo. "Que colar bonito, prima", minha voz ressoou, cortando o silêncio. "Tire o colar", ordenei, sem hesitação. A humilhação que eles planejaram seria deles. A primeira jogada da minha vingança havia começado.
O Coração de Inovação Roubado

O Coração de Inovação Roubado

A noite estava fria, mas a tempestade real acontecia dentro de mim. Amanhã, João, meu marido, seria o CEO da maior empresa de tecnologia do país, a TechCorp. Peguei a taça de vinho que ele me ofereceu, um brinde ao nosso futuro. O líquido desceu amargo, e uma dor excruciante paralisou meu corpo. Caí no chão, a taça estilhaçada ao meu lado. Olhei para João, confusa e apavorada. "Por quê?" , sussurrei. Seu sorriso era um abismo de escuridão. "Eu realmente me arrependo de ter te escolhido como minha esposa. Sem mim, como você poderia ter dado à luz um gênio da tecnologia?" Então, Pedro, meu filho de dezesseis anos, entrou. Ele segurava uma adaga cirúrgica. "Pedro!" , chamei, o desespero rasgando minha garganta. Ele se ajoelhou e enfiou a faca em meu coração, extraindo meu "coração de inovação" . "Se a tia Sofia tivesse sido minha mãe, minha linhagem seria definitivamente mais nobre. Você simplesmente não merece ser minha mãe." Pedro esmagou o chip sob o calcanhar, e a luz se apagou. A escuridão me engoliu. Mas então, eu abri os olhos novamente. Estava no dia da seleção para o projeto de herança da TechCorp, o evento que uniria os filhos do CEO a parceiros. João, mais jovem, com a mesma ambição fria nos olhos, escolheu Sofia, minha irmã. "Eu escolho Sofia. Seu talento e sua linhagem são inigualáveis. Juntos, criaremos um herdeiro que levará a TechCorp a patamares nunca antes vistos." Meu coração, que deveria estar despedaçado, estava estranhamente calmo. Um gelo se formou em minhas veias, apagando a dor e deixando apenas uma clareza cortante. Eles queriam um herdeiro de linhagem nobre, o filho prodígio que acreditavam que Sofia poderia lhes dar. Desta vez, pensei, eles teriam exatamente o que desejavam. E eu estaria lá para assistir à sua ruína.
Sua Traição, Minha Memória Apagada

Sua Traição, Minha Memória Apagada

Quatro anos depois que meu filho, Léo, se afogou, eu ainda estava perdida em um nevoeiro de dor. Meu marido, Elias Montenegro, o magnata da tecnologia, era o santo para o público, um pai devoto que construiu uma fundação em nome de Léo. Mas quando fui finalizar a certidão de óbito de Léo, o comentário casual de um funcionário estilhaçou meu mundo: "O Sr. Montenegro tem outro dependente registrado." O nome me atingiu como um soco no estômago: Caio Soares, filho de Cássia Soares, a mulher que perseguiu Elias por anos. Eu os encontrei, uma família perfeita, Elias rindo, uma felicidade que eu não via há anos. Então, ouvi Cássia confessando a Elias que o caso deles foi o motivo pelo qual ele não estava vigiando Léo no dia em que ele morreu. Meu mundo desabou. Por quatro anos, eu carreguei a culpa, acreditando que a morte de Léo foi um acidente trágico, consolando Elias que se culpava por uma "ligação de trabalho". Era tudo uma mentira. A traição dele havia matado nosso filho. O homem que eu amava, o homem que construiu uma prisão de luto ao meu redor, estava vivendo uma vida feliz com outra família. Ele me viu sofrer, me deixou culpar a mim mesma, enquanto seu segredo apodrecia. Como ele pôde? Como ele pôde ficar ali e mentir, sabendo que suas ações levaram à morte do nosso filho? A injustiça queimava, uma raiva fria e cortante substituindo minha dor. Liguei para meu advogado, depois para meu antigo mentor, Cássio Lopes, cuja pesquisa experimental de apagamento de memória era minha única esperança. "Eu quero esquecer", sussurrei, "Eu preciso esquecer tudo. Apague ele para mim."
Casada com um Monstro: Meu Grito Silencioso

Casada com um Monstro: Meu Grito Silencioso

Meu casamento de oito anos com o magnata da tecnologia, Tiago Slater, era um segredo, uma fachada perfeita de amor e devoção. Eu era uma chef de cozinha famosa, ele era o marido dedicado, mas tudo não passava de uma bela mentira. No nosso oitavo aniversário, Tiago me mostrou um vídeo: meu irmão mais novo, Caio, amarrado a uma cadeira, humilhado, sendo torturado por uma "artista" chamada Kátia Campos. Tiago chamou aquilo de "arte performática", uma exibição doentia da "visão" de sua nova musa. Ele ignorou meu horror, e sua equipe repetiu suas palavras, alegando que eu "não entenderia". Ele me deu um ultimato: provar a ilegalidade de Kátia ou pedir desculpas publicamente por difamá-la. Quando implorei por Caio, ele ofereceu um milhão de reais para a terapia, sua voz vazia e final. Ele disse que Kátia era "importante" e que eu não ficaria em seu caminho. A verdade foi um soco no estômago. Tiago era o patrono de Kátia, seu amante, seu escudo legal. Ele estava usando seu imenso poder para proteger a crueldade dela. Eu estava presa, isolada, minha casa uma jaula. "Você é o advogado dela? Você está ajudando ela a fazer isso?", engasguei, minha voz rouca. Ele apenas me olhou, seus olhos desprovidos de amor, e disse: "Helena, não torne as coisas mais difíceis." Assinei os papéis, desesperada para proteger Caio. Mas era tarde demais. Caio se jogou. No hospital, Tiago, o principal benfeitor, ordenou que não "desperdiçassem recursos". Meu irmão morreu. Meu bebê também, perdido no meio daquele horror. Eu estava em pedaços, me culpando por ter confiado nele.
O Bilionário Obcecado Pela Babá Virgem do Clube Proibido

O Bilionário Obcecado Pela Babá Virgem do Clube Proibido

"ELE A QUER VIRGEM. ELE A QUER SUBMISSA. ELE A QUER SÓ PARA SI. E ISSO SERÁ A RUÍNA DE AMBOS." Adrian Cavallieri (O Imperador) é a definição de poder absoluto. Bilionário, CEO de um império tecnológico e General do Controle, ele é um homem frio e inalcançável, assombrado pelo peso de um passado que o tornou implacável. Mas quando a desastrada e autêntica Clara Menezes se torna a nova babá de suas filhas, ela explode como o caos no universo milimetricamente calculado de Adrian, tornando-se o problema delicioso que ele não consegue matar. Clara está fugindo para sobreviver, e sua rota tem dois palcos: De dia, ela é a babá de curvas generosas que traz risadas à sua mansão de mármore. De noite, ela é Mel, a recém-chegada no Ambrosia Club - um submundo privado de luxúria e BDSM (Dominação e Submissão), onde a entrega é a lei e Adrian é o Deus. A obsessão de Adrian por Clara é instintiva e selvagem. A inocência dela, somada ao corpo que o leva à loucura, torna-se uma tentação proibida que rompe seu autocontrole. O que Clara não pode conceber é que ela já está presa: Adrian não é apenas seu patrão. Ele é o Imperador, o dono absoluto do Ambrosia Club. Ele é o Senhor do dia e o Mestre da noite. É dono da casa onde ela trabalha. É dono do clube onde ela se esconde. E agora, ele desencadeará uma guerra consigo mesmo e com o mundo para ser o dono do corpo, da alma e da vida dela. Em um jogo onde o desejo é mais fatal do que o poder, quem será o primeiro a quebrar: o Imperador do Controle, ou a babá que jurou jamais se curvar?
Ela Não Pagou: O Preço da Dignidade

Ela Não Pagou: O Preço da Dignidade

"Minha mãe vai adorar isso, Duda. Ela sempre quis um convite para jantar na sua casa." Era o que Pedro dizia, os olhos brilhando enquanto ele me arrastava pelo shopping lotado em direção à joalheria mais cara. Ele prometia que usaria cada centavo de seu adiantamento do 13º para um presente "especial" para a mãe dele. Mas, ao ver o preço daquelas joias – doze mil reais –, um calafrio me percorreu. Isso era demais. Foi então que a bomba caiu. Pedro, supostamente o homem que eu amava, me confessou que havia "emprestado" todo o seu 13º salário para um amigo, em uma história convenientemente dramática. E, sem rodeios, ele olhou nos meus olhos e pediu: "Duda, meu amor, sei que você também recebeu seu adiantamento. Você poderia pagar por isso?" Naquele momento, tudo se desfez. Meu coração, antes transbordando de carinho, agora pulsava com uma mistura amarga de descrença e raiva. Enquanto eu tentava processar a audácia dele, uma voz familiar e cortante me atingiu pelas costas: "Maria Eduarda? O que você está fazendo aqui?" Era Dona Fátima, minha gerente de RH, que, com um sorriso de escárnio, começou a me humilhar publicamente: "Não me diga que você está hesitando, Maria Eduarda. Um homem fazendo um gesto tão nobre e você fica aí, contando moedas? Que mesquinhez!" Ela não parou. Para que todos ouvissem, declarou: "Pedro, não deixe ela te desanimar. Leve tudo! Sua mãe merece o melhor. Se ela não quer pagar, é problema dela. Um homem de verdade sabe o que fazer." Minha esperança de que Pedro me defenderia foi esmagada quando ele, em vez disso, usou a pressão dela para me chantagear: "Ela tem razão, Duda. É para a minha mãe. Você não vai fazer essa desfeita, vai? O que as pessoas vão pensar de você? Que você é uma namorada egoísta?" "Vamos, amor. Passe o cartão. É só dinheiro. Nosso amor vale mais do que isso, não vale?" A imagem do homem que eu amava se estilhaçou em mil pedaços. Ele não era meu namorado; era um manipulador, um aproveitador. E Dona Fátima, sua cúmplice. Minha alma gritou "Não!" Foi ali, naquele cenário de falsidade e humilhação, que uma decisão inabalável se formou em mim. Eu não pagaria. Não mais. Este foi o ponto de virada.