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Casar com CEO até que a morte nos separe

Casar com CEO até que a morte nos separe

Continuação de Casar com CEO arrependimento não mata mais tortura,Tesla e Carlos estava vivendo um lindo romance, após anos de sofrimento, finalmente parecia que tudo estava bem, um amor que surgiu ao meio de muitos desacordos. Será que existe o felizes para sempre, ou até que a morte nós separe. Carlos vai mostrar para Tesla o que ele sempre desejou fazer com ela, Tesla vai se interessar por BDSM... ********************* -Saudades dessa cama Ele falava e Tesla se aproximou, sentido ao banheiro, mas Carlos segurou seu braço e a puxou para perto dele. -Estou com saudades da nossa cama, mas com você em cima dela. Tesla estava com o rosto bem próximo ao de Carlos, ele olhava fixo para ela, Carlos deu um sorriso perverso. Acariciando o pescoço de Tesla com os lábios Carlos foi descendo e beijando o corpo de Tesla em formato de coração. Sentindo aquela pele macia de sua amada, Carlos não conseguia resistir, tocar Tesla o deixava cheio de vontades. Carlos tirou o robe que Tesla usava fazendo carinho e beijando seu corpo, Carlos chegou à parte intima e quente de Tesla. -As vezes eu gostaria de ser um peixe bem pequeno para navegar para dentro de você. Falou Carlos animado -Tem horas que você fala cada coisa que me deixa desconcertada. -Eu vou te deixar desconcertada de uma maneira que você vai adorar. Claro que Tesla entendeu o recado, sua pele estava arrepiada, seus peitos duros desejando ser tomada por Carlos. Carlos que não se aguentava de vontade penetrou em Tesla, na primeira colocada Tesla gemeu. -Você se faz de difícil, mas quer tanto quanto eu. Falou Carlos no ouvido de Tesla Carlos virou Tesla com tudo, lhe deu um tapa na bunda, Carlos encaixava exatamente em Tesla, a harmonia que havia entre eles era perfeita, as estocadas de Carlos ganhava força, Tesla tremia de prazer, a vontade era tão grande que ela não conseguiu se segurar por muito tempo, seu desejo escorria pelo membro de Carlos fazendo com que ele desse bombadas cada vez mais rápidas, chegando ao clímax Carlos se deitou ofegante.
A Mulher Esquecida

A Mulher Esquecida

A festa de gala borbulhava, copos tilintavam e sorrisos falsos adornavam os lábios, mas para Sofia, esposa do magnata da construção Ricardo, tudo era um borrão distante e abafado. Seus olhos fixavam-se em Patrícia, a "musa inspiradora" de seu marido, cujo abraço possessivo em público era um golpe em seu já combalido coração. Todos os olhos estavam neles, e não nela. Naquela noite fatídica, no estacionamento subterrâneo, o terror se instalou quando homens mascarados os cercaram. "O dinheiro ou sua esposa", rosnou um deles. Sofia olhava para Ricardo, um fio tênue de esperança em seu peito partido, afinal, era sua esposa, mãe de sua filha. Mas a decisão dele foi brutal e instantânea: "Levem-na!", ele gritou, empurrando-a para os sequestradores, priorizando Patrícia e seu filho ilegítimo. Abandonada por um ano em um porão úmido, Sofia sobreviveu a torturas físicas e psicológicas. "Seu marido disse que você não vale o resgate", zombavam seus captores. A esperança deu lugar a uma raiva fria e uma sede inabalável de viver. Quando a oportunidade surgiu e ela escapou, o que encontrou não foi um lar em luto, mas uma festa, o batizado do segundo filho de Ricardo com Patrícia, e sua própria filha, Clara, de seis anos, trancada em um canil sujo no escuro. A inocência quebrada de Clara, os hematomas em seu corpo frágil e a confissão "A tia Patrícia disse que o papai não gosta de meninas más", foram a fagulha final. Naquele instante, a esposa submissa morreu. Emergiu uma mãe, sem nada a perder, com uma única certeza avassaladora: ela destruiria Ricardo.
Quando o Amor É Uma Fraude

Quando o Amor É Uma Fraude

O funeral do meu pai tinha acabado há três dias. Finalmente, a casa estava vazia, exceto por mim e pelo meu marido, Leo. Ele estava no sofá, a cara séria, os olhos fixos no telemóvel. Eu sabia o que ele pensava: a herança. O meu pai deixou-me toda a empresa, uma construtora que valia milhões. Leo esperava uma parte, mas o pai tinha sido claro: tudo era meu. "Precisamos de falar, Sofia," disse ele, a voz fria. "Sobre o quê?", perguntei, já sabendo a resposta. "Sobre a empresa. Sobre o nosso futuro." Era o futuro dele que ele queria. Mas eu sabia de tudo. "A decisão do meu pai foi final, Leo. Não há nada para falar." A sua cara contorceu-se de raiva. "O teu pai fez isto de propósito!" Ele achava que tinha direito, que tinha trabalhado pela empresa, por "nós". "Eu amo-te!", ele insistiu, palavras ocas que não dizia há meses. "Leo, eu sei de tudo sobre a Clara. Sei que ela não é a tua irmã." O silêncio na sala era pesado. A sua falta de negação confirmou tudo. "O meu pai contratou um investigador há dois meses. Ele deu-me o relatório. Fotos. Mensagens. Registos de hotel." Mostrei-lhe a foto dele a beijar uma loira. A cor fugiu-lhe da cara. "Foi um erro, eu estava fraco!" "Fraco? Tu planeaste isto, tu e ela. Casar-me, esperar que o meu pai morresse, e depois ficar com o dinheiro." Ele deu um passo. "Não me toques." A minha voz, agora gelada. "Quero o divórcio, Leo." A sua máscara caiu, revelando ódio puro. "Não te vais livrar de mim. Metade de tudo o que tens é meu!" "Não, quando há provas de fraude e adultério. O testamento do meu pai tem uma cláusula: se o casamento terminar por tua culpa, não recebes nada." "Vais arrepender-te disto, Sofia!" Ele saiu, batendo a porta. O vazio era imenso. O meu pai tinha razão, mas agora a batalha era minha. Não ia deixar que ele levasse o que era meu por direito, o legado do meu pai. Não, este jogo tinha acabado. E eu ia jogar para ganhar.