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Livros de Moderno Para Mulheres

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O Despertar do Herdeiro: Não Mais um Tolo

O Despertar do Herdeiro: Não Mais um Tolo

João Pedro Alencar, herdeiro de uma poderosa dinastia cafeeira, sempre teve um coração generoso. Seus olhos se fixavam em Isabella, a mais bela das "protegidas" acolhidas em sua fazenda, dispostas a tudo por um sorriso dela. Ele era seu "capacho", disposto a qualquer coisa por um olhar de aprovação. Mas numa fatídica noite de lua cheia, o mundo de João Pedro ruiu. Ele ouviu Isabella, a mulher que ele idolatrava, sussurrar palavras de amor a Leonardo, seu "irmão de criação". "Eu te amo, Leo," ela disse, com uma paixão que João Pedro nunca conheceu. A "frieza" dela não era um desafio, era desprezo. Seu coração pertencia a outro. Ele descobriu que todas as "protegidas" o zombavam, o consideravam um "bobo" e o usavam como mero "provedor", enquanto disputavam a atenção de Leonardo. O ultraje não parou aí: Isabella, a quem ele amava, chegou a sabotar seu cavalo, causando-lhe um acidente grave, e fingiu cuidado no hospital, vangloriando-se de sua crueldade. A humilhação atingiu o ápice em um leilão de caridade, onde ela bloqueou seus cartões, comprou um relógio exclusivo e o entregou a Leonardo, expondo-o ao ridículo público. Como o amor cego pôde transformá-lo num fantoche tão desprezível? A dor e o nojo de ser enganado e humilhado por aqueles a quem ofereceu tudo eram insuportáveis, mas não comparáveis ao vídeo em que Isabella prometia a Leonardo que seu corpo e alma seriam sempre dele, mesmo após o casamento "de fachada" com João Pedro. A ingenuidade de João Pedro morreu. A partir daquele momento, a compaixão foi substituída por uma sede insaciável de vingança. Ele estava de volta, e todos pagariam pelo que fizeram.
Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer

Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer

O telefone tocou, a voz do meu marido, Pedro, cheia de pânico. "Amor, a nossa filha, a Lia... ela caiu da escada na escola, está a caminho do hospital!" O meu mundo parou. Agarrei na mala e corri, o coração aos saltos. Quando cheguei, vi o Pedro nos braços da ex-namorada Sofia, que chorava com o pulso inchado. A Lia? Ela estava bem, apenas um arranhão no joelho. Pedro tinha-me mentido. O pânico na voz dele nunca foi pela nossa filha, foi por ela. A inocência da Lia, a dizer que "a tia Sofia magoou-se muito" e "o papá está a cuidar dela", era dolorosa. Eu vi ali um padrão: sempre que a Sofia precisava, o Pedro largava tudo, chamando-lhe "ser um bom amigo". Mas eu sabia que era outra coisa. Tentei pôr um limite: "Se puseres os pés na casa dela outra vez, peço o divórcio." Ele chamou-me irracional, mas as suas evasivas eram ensurdecedoras. Foi então que a minha sogra, Helena, entrou em casa como um furacão, defendendo Sofia e chamando-me ciumenta. Ela lançou a bomba: "A pobre Sofia... Ela ainda te ama, sabes. Ela disse que espera que tu um dia percebas o erro que cometeste." O Pedro não negou. O silêncio dele foi a resposta mais alta de todas. Entendi que o "erro" tinha sido casar comigo, e o meu mundo desabou. Mandei-o embora. Mas Sofia apareceu, arrogante, a gabar-se do amor de Pedro e a dizer que ele não era feliz comigo. Cada palavra era uma facada: "Ele ama-me, Ana. Ele só tem demasiado medo de o admitir por causa da Lia." Num ato de desespero e raiva gelada, lancei a minha grande mentira: "Eu estou grávida." Mentira para testá-lo, mentira para feri-la. O telefone dele explodiu de mensagens, mas o teste final veio quando Pedro, no dia da suposta "consulta de gravidez", me ligou. Ele estava a caminho, mas desviou-se para a urgência com a Sofia, cujo gesso estava "demasiado apertado". Ele escolheu-a de novo, sem hesitação, e eu tive a minha resposta, fria e dura. Deixei para trás a mentira e o homem que eu pensava conhecer. Agora, está na hora de acabar com isso e lutar pela minha liberdade.
Quando o Amor Se Tornou Uma Arma

Quando o Amor Se Tornou Uma Arma

Eu estava sentada na primeira fila do teatro, com a mão entrelaçada na do meu noivo, aguardando a estreia do podcast de crimes reais no qual ele havia atuado como consultor. Mas quando a voz da apresentadora preencheu o ambiente, ela não estava contando a história de como sobrevivi a um sequestro brutal. Ela estava me acusando de ter fingido tudo para chamar atenção. E a "fonte anônima" que forneceu as gravações das minhas sessões de terapia privadas era o homem sentado bem ao meu lado. O Dr. Érico Nogueira não era apenas o psiquiatra que me "salvou"; ele era o traidor que entregou meus traumas mais sombrios para a ex-namorada dele transformar em um sucesso viral. No palco, reproduziram minhas confissões chorosas, editadas para parecerem manipulação. A plateia se voltou contra mim, zombando da "Menina que Gritou Lobo". Érico agarrou meu braço, sussurrando que aquela humilhação pública era apenas uma "terapia de exposição" para o meu próprio bem. Eu estava me afogando em pânico até que uma voz estrondosa cortou a multidão. — Solte ela. O Delegado Federal Eudes Oliveira, o homem que realmente me encontrou naquele cativeiro anos atrás, subiu ao palco com o distintivo erguido. Ele não apenas me resgatou daquela multidão enfurecida; ele me entregou a arma para revidar. Agora, eu não sou apenas a sobrevivente. Eu sou a acusadora, e vou tirar tudo o que eles têm.
A Noiva Que Não Te Esperou

A Noiva Que Não Te Esperou

Por cinco anos, Sofia e eu vivemos um segredo, aninhados no carro dele com o cheiro a mar e protetor solar caro. Eu sonhava com uma casa no Alentejo, com uma vida "normal", enquanto ele prometia um futuro que parecia nunca chegar. Mas a mentira desmoronou numa festa na Comporta. Escondida por um vaso de plantas, em vez de um "eu te amo", a voz de Leo esmagou o meu mundo: "A Sofia? Ela é incrível, uma experiência fantástica. É um ensaio geral para quando a Carol, a verdadeira estrela, chegar." "Ensaio geral." "Experiência." As palavras ecoavam, cada uma um golpe. Leo continuou a mentir, a negligenciar-me, até me abandonou doente num hospital para "ajudar" Carolina. Vi-o embevecido por ela, depois ouvi-o, bêbado, a declarar "Eu amo-te, Carolina!", confundindo-me com ela, enquanto eu segurava a sua mão. O golpe final? Ouvi a 'rival' gabar-se: "A Sofia? Coitada. Leo disse que ela era só para... praticar. Já passou da idade de andar com estas coisas." Eu não era uma mulher para amar, mas um manequim para treinar. Cinco anos de dedicação, um amor intenso, tudo uma farsa. A dor física e emocional consumiu-me. Como pude ser tão cega? Decidi. Vendi a minha pastelaria, o meu apartamento, apaguei o meu passado em Lisboa. Mudei-me para o Porto para um novo começo. Lá, encontrei Diogo, um homem que curou as minhas feridas e me ensinou a amar de verdade. No dia do meu casamento, quando estava prestes a dizer sim a Diogo, Leo apareceu, cego, desorientado, e tentou impedir-me, sem saber que a cerimónia... era MINHA!
Traída Pelo Marido, Salva Pela Mãe: Minha Jornada

Traída Pelo Marido, Salva Pela Mãe: Minha Jornada

A cirurgia de transplante, onde a minha mãe me doou um rim, tinha acabado. Estava a recuperar na cama do hospital, mal conseguindo ignorar a dor. Liguei ao meu marido, Leo, para partilhar a boa notícia, mas a sua voz soou irritada e distante. Ele estava a "salvar" a Clara e o gato dela de um incêndio, ignorando as minhas 18 chamadas perdidas. Pior, no telefone, a voz de Clara agradecia a "Leo, Diogo" por a terem salvado. Em choque, ouvi o meu sogro justificar o abandono do meu marido. Percebi que era a minha vez de pedir o divórcio. A resposta dele foi um ataque furioso, acusando-me de egoísmo por me querer divorciar. Ele desligou na minha cara e bloqueou o meu número. Como podia o homem que jurei amar ser tão cruel, tão indiferente à minha dor e à grande cirurgia da minha mãe? A minha mãe, recém-operada, defendeu-me ferozmente perante o meu sogro, que me chamava mimada. O divórcio foi protocolado rapidamente, e recebi uma nota fria de Leo. Mas a maior revelação veio quando fui buscar as minhas coisas ao apartamento. Encontrei um diário dele que, página a página, expôs a sua traição contínua com a Clara e como a minha doença era a sua "desculpa" para ser um mártir. E, claro, a prova irrefutável da sua infertilidade, transformando a gravidez de Clara numa fraude chocante. Como pude ser tão cega? Como alguém pode usar a doença da própria esposa para construir uma teia de mentiras e uma nova vida com outra mulher? Saí de lá não mais como uma vítima, mas com a raiva fria e a clareza de quem tinha as suas "armas silenciosas" carregadas. O passado tinha que ser confrontado, para que eu pudesse finalmente, e para sempre, ser livre.
A Melodia da Justiça

A Melodia da Justiça

A escuridão tomou conta, não a da noite, mas a do total esquecimento, um vazio onde minha voz, antes ovacionada pelas multidões, silenciou para sempre. Minha carreira como cantora gospel virou pó, tudo por causa da minha irmã mais nova, Joana. Ela sabotou minha música-título, inserindo mensagens subliminares que me associaram a rituais obscuros, e o escândalo foi devastador. A mídia e os fãs que me chamavam de anjo, agora me chamavam de demônio. Perdi tudo: minha carreira, minha fé. Refugiei-me em um convento isolado, onde morri de coração partido, ouvindo no rádio Joana ganhando o prêmio de revelação do ano com uma canção que eu havia escrito. Esse fim trágico, essa humilhação final, me manteve presa em um limbo de desespero e incompreensão. Eu não entendia como a inveja de alguém podia ser tão destrutiva, nem como o universo poderia permitir tamanha injustiça. Mas então, abri os olhos novamente. A luz forte dos refletores me cegou, o cheiro de perfume caro e canapés invadiu minhas narinas. Eu estava de pé, usando o vestido de seda branco do meu lançamento. Não estava morta, nem no convento. Eu voltei. Voltei para o exato momento em que minha vida desmoronou, pronta para reescrever meu destino. Desta vez, não haveria desespero, apenas uma fúria fria e clara como gelo. "Parem a música!", minha voz retumbou, não como uma cantora, mas como um trovão, enquanto eu marchava em direção a Joana, que me olhava com um sorriso dissimulado. A caça virou o caçador.
Não Era Drama, Era Dor

Não Era Drama, Era Dor

A dor aguda na minha barriga acordou-me às três da manhã. Grávida de nove meses, percebi uma mancha escura a espalhar-se no lençol: sangue. Agarrei no telemóvel para ligar ao meu marido, Tiago, o pai do meu filho, mas a chamada foi para a caixa de correio. Depois de várias tentativas desesperadas, ele atendeu, sonolento e com música alta ao fundo, antes de desligar, dizendo: "É só a Sofia a fazer drama." Disse que estava a cuidar da sua irmã "doente", Lara. No hospital, recebi a notícia que me destruiu: "Perdemos o bebé." Tiago apareceu horas depois, não como um pai em luto, mas como alguém incomodado, culpando-me e à minha "dramatização". Até o meu sogro me disse para não o perturbar com "ninharias", pois a Lara tinha uma "febre". O meu filho morreu enquanto a sua família se preocupava com a febre de uma adulta? A traição, a indiferença e a dor eram insuportáveis, mas não havia lágrimas, apenas um vazio imenso. Mas o vazio transformou-se em raiva gélida quando, ao arrumar as minhas malas para o divórcio, encontrei o recibo de um bar com a data daquela noite. E então, a foto no Facebook: Tiago e Lara, festejando e rindo, "a celebrar a vida", na mesma noite em que eu estava a sangrar até perder o nosso bebé. Não havia doença, apenas uma mentira cruel e descarada. A justiça seria servida. Eu ia desmascarar cada uma das suas mentiras e fazê-los pagar por terem roubado o meu futuro e o do meu filho.