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A Herdeira Renascida: O Pacto de Vingança do Lobo

A Herdeira Renascida: O Pacto de Vingança do Lobo

A chuva batia na janela do sanatório como terra caindo sobre um caixão. Eu estava paralisada, presa no meu próprio corpo, assistindo impotente enquanto meu pai, Elmo, assinava a ordem de "Não Ressuscitar" sem sequer olhar nos meus olhos. Ele arrancou o fio da tomada, silenciando o monitor que provava que eu estava viva. Mas o golpe final não foi a falta de ar, foi o sussurro cruel da minha madrasta, Felícia. Ela se inclinou sobre mim, usando meu colar de pérolas favorito, e revelou a verdade: meu "acidente de carro" foi, na verdade, um envenenamento lento pelo chá que ela me servia. Enquanto meus pulmões ardiam, ela riu e despejou o resto da sujeira. Meu noivo perfeito, Brás, já tinha um filho de dois anos com a minha própria irmã. Minha herança não estava pagando nosso futuro, mas sim a conta offshore deles nas Ilhas Cayman. Eu tinha pago por tudo, inclusive pelo meu próprio assassinato. O pânico e a raiva explodiram dentro de mim enquanto a escuridão me engolia. Eu queria gritar, queria me vingar, mas meu corpo falhou. Eu morri sabendo que fui a marionete perfeita. Mas então, puxei o ar com violência. Não estava mais no quarto branco e estéril. Estava cercada por lençóis de seda em uma suíte de luxo. O celular na cabeceira marcava a data: 12 de Setembro. Cinco anos atrás. O dia do meu casamento. Ao meu lado na cama, com uma tatuagem de lobo nas costas, dormia Basílio Delga — o inimigo mortal da minha família, o homem que destruiria a empresa do meu pai. Desta vez, eu não vou fugir envergonhada. Olhei para o homem perigoso ao meu lado e tomei minha decisão. "Acorde, Basílio", sussurrei para o predador adormecido. "Temos um império para queimar."
Renascida da Dor: Quando o Amor Não Basta

Renascida da Dor: Quando o Amor Não Basta

No dia em que fui diagnosticada com cancro do estômago em fase avançada, o meu noivo, Pedro, estava a ajoelhar-se. Mas não era para mim. Ele estava a pedir a minha melhor amiga, Sofia, em casamento, com um anel que era o sonho dela. Recebi a foto enviada pelo meu irmão Leo, o sorriso dele junto à Sofia era algo que nunca vi dirigido a mim. Quando confrontei Pedro, a sua voz tornou-se fria, acusando-me de ser irracional e desconfiada. A minha sogra, Helena, sempre me desprezara, e agora usava a Sofia para me humilhar. Com o relatório médico na mão, e a traição no coração, senti o mundo a desabar. No leito de morte do avô de Pedro, tudo veio à tona. O anel, testado à minha frente, encaixava-se perfeitamente no dedo da Sofia. A humilhação foi pública, e a verdade cruel. Pedro, cobarde, culpou-me, enquanto Sofia, chorando, pedia desculpa. Helena, porém, defendeu Sofia, chamando-me egoísta e ciumenta. Naquele instante, algo em mim quebrou. O homem que amei por cinco anos não era o que eu pensava. A mulher que considerei irmã tinha-me traído da pior forma. E a minha vida, já ameaçada pela doença, desfez-se em mil pedaços. Como enfrentar um futuro incerto quando tudo em que acreditava ruíra? Como poderia começar de novo, sozinha, com a sombra da morte a pairar sobre mim? Decidi: era hora de cortar todas as pontes e lutar pela minha vida, custe o que custar.
O Fogo e o Recomeço

O Fogo e o Recomeço

O fogo consumia tudo ao meu redor, a fumaça preta rasgava meus pulmões e a dor na minha perna quebrada era uma tortura constante. Mas nada doía mais do que as palavras de Pedro, meu marido há quarenta anos, que estava ali, de pé, prestes a me abandonar para morrer nas chamas. "Sofia, a Ana está me esperando", ele disse, impaciente. "Nós vamos viajar o mundo, como sempre sonhamos. Ela é a minha alma gêmea." Minha vida de dedicação e sacrifício se esvaía em um inferno, e ele simplesmente se virou e se foi, sem olhar para trás, me deixando para morrer. Ele sempre me disse que eu era um peso, um estorvo, e naquele momento, eu entendi toda a extensão do seu desprezo. Por que eu havia desistido de tudo – meus estudos, meus sonhos, minha juventude – por um homem que me via como nada? Aquela vida inteira de humilhação e servidão parecia uma piada cruel, uma morte horrível. Se eu tivesse uma segunda chance, eu nunca mais cometeria o mesmo erro. De repente, senti um solavanco, o cheiro de terra molhada e a dor familiar de um dia de trabalho no campo. Abri os olhos, atordoada, para o céu azul e o sol ardente de 1976. Minhas mãos, antes enrugadas, agora eram jovens e fortes, segurando uma enxada. Eu havia renascido, voltado no tempo, antes de conhecer Pedro, antes de jogar minha vida fora. As lágrimas que rolaram pelo meu rosto não eram de tristeza, mas de uma gratidão avassaladora por esta segunda chance. Desta vez, Sofia viveria apenas para Sofia.
Além da Lápide: Minha Jornada Por Justiça

Além da Lápide: Minha Jornada Por Justiça

No primeiro aniversário da morte do meu filho Lucas, eu estava no cemitério, em frente à sua pequena lápide. O meu marido, Tiago, ligou, e a sua voz estava cheia de pânico e… impaciência. Ele gritou, acusando-me de ser egoísta por estar ali, enquanto a minha sobrinha Sofía precisava de ajuda. "Já perdeste um filho, queres perder a tua sobrinha também?", disse ele, com um tom que me fez sentir a pior pessoa do mundo. Até a minha mãe ligou, a ecoar as mesmas acusações, a chamar-me insensível, a dizer para eu "seguir em frente". Ela defendeu o Tiago, dizendo que ele tinha sido "tão paciente" desde que o Lucas se foi. Eu estava quebrada, mas as suas palavras cruéis não me atingiram mais. Num sussurro calmo, disse algo que os silenciou: "Nós vamos divorciar-nos." A minha mãe ficou chocada, mas eu fui mais longe, revelando a verdade que me corroía. "Foi ele que desligou o ventilador do Lucas." O silêncio do outro lado da linha foi ensurdecedor. Eles mentiram. Todos eles. A verdade cruel estava escondida nas páginas do diário da minha irmã, que eu encontrei por acaso. Lá, escrito a sua própria caligrafia, estava a confissão: o Tiago desligou a máquina, subornou a enfermeira e deixou-me afogar na culpa de não ter estado lá. Durante um ano, culpei-me pela morte do meu filho, destruí-me por dentro, enquanto quem eu amava encobria um crime hediondo. Mas agora que sei a verdade, o homem que me quebrou vai pagar. A mamã vai fazer justiça por ti, meu filho.
A Esposa Descartada é Bilionária

A Esposa Descartada é Bilionária

Após três anos de casamento, meu marido jogou os papéis do divórcio na minha cara. O motivo? Um teste de DNA com 0% de compatibilidade. Para a família Vilares, eu não passava de uma fraude, uma impostora que fingiu ser herdeira para dar o golpe. Minha sogra me humilhou, ordenando que os seguranças me revistassem e arrancassem cada joia que eu usava. José, o homem que eu amava, apenas observou com frieza, tratando nosso fim como uma transação comercial falida. Fui jogada na rua, no meio de uma tempestade, sem dinheiro e sem dignidade. Enquanto eu chorava na lama, vi Cláudia, a "verdadeira" herdeira, assumir meu lugar ao lado dele. Eu pensei que minha vida tinha acabado. Mas então, um comboio de Rolls-Royces parou diante de mim. Um homem poderoso desceu e me abraçou. Eu não era uma fraude. Eu era a filha perdida do império Cordeiro, uma família que fazia a riqueza dos Vilares parecer troco de padaria. Seis anos depois, voltei como uma neurocirurgiã de renome mundial. José está morrendo de uma doença misteriosa, e ninguém consegue curá-lo. Ninguém, exceto eu. No corredor do hospital, uma criança pequena agarra meu jaleco. É o filho dele. "Doutora, por favor, salve meu pai. Ele sente muita dor." José me olha, sem me reconhecer por trás da máscara, e ordena que me expulsem. Mal sabe ele que a "espiã" que ele quer enxotar é a única chance que ele tem de sobreviver. E desta vez, sou eu quem dá as cartas.
Fúria Feminina: Nascendo das Cinzas

Fúria Feminina: Nascendo das Cinzas

Pedro, meu marido e influenciador digital milionário, pintava a imagem do homem de família perfeito, e eu, Júlia, a esposa e mãe dedicada, acreditava viver esse sonho. Até que, em uma live para milhões de seguidores, ele anunciou uma "nova parceira de vida", a tal Sofia, sua "verdadeira alma gêmea". Fui publicamente humilhada, exposta, enquanto o chat explodia em comentários de choque e apoio ao "novo casal". A dor era física, a traição me paralisava, e para piorar, minha mãe, Isabel, descobriu que o pai de Pedro, meu ex-sogro Fernando, fez o mesmo, anunciando noivado com sua secretária. Fomos trocadas, descartadas como "roupas velhas", mas a fúria me acendeu: "EU NÃO VOU SER A VÍTIMA CHORONA!" Decidimos: iríamos "morrer" digitalmente, apagar nossos rastros e desaparecer das vidas medíocres deles. Nosso plano era forjar um incêndio, uma tragédia, e renascer das cinzas. Mas descobri que estava grávida de Pedro, e o choque foi ainda maior quando Isabel também revelou estar grávida de Fernando. Grávidas, fugindo, carregando em nossos ventres os futuros que eles jamais saberiam existir, a vingança ganhava um capítulo inesperado. Construímos uma nova vida, um refúgio, um café-boutique no Nordeste com nossos filhos. Três anos depois, eles nos encontraram, e me acusaram de "comprar homens", mas a verdade se revelou cruelmente para eles quando viram Leo e Ben, nossos filhos. Agora, somos nós que ditamos as regras, o controle é nosso.
O Preço do Abandono Materno

O Preço do Abandono Materno

"Eu não quero." A voz de Maria Clara era fria, cortante, sem emoção. Há vinte anos, minha mãe, Beatriz, me abandonou para se casar com um homem rico, me jogando nas mãos da minha tia, que me criou em meio a privações. Agora, ela reaparecia, sentada à minha frente num restaurante chique que jamais pagaria, estendendo um cartão bancário preto e a chave de um apartamento de luxo. "Sua vida tem sido muito difícil. Mamãe quer te compensar" , disse ela, com um sorriso ensaiado, as mãos perfeitas contrastando com as minhas, calejadas pelo trabalho. "Eu não preciso," repeti com a mesma frieza, sem tocar nos presentes. Ela suspirou, o rosto maquiado contorcido em falsa mágoa. Eu quase ri. Mãe? Essa mulher não era minha mãe. "O melhor para mim era ter uma mãe quando eu precisei de uma." Eu me levantei, deixando-a para trás com sua farsa e seus presentes caros. Do lado de fora, a chuva torrencial parecia ecoar a raiva que eu sentia. No dia seguinte, ela me encontrou no café onde eu trabalhava, o cheiro de café e pão torrado contrastando com seu perfume caro e seu casaco de caxemira. "É urgente," ela disse. "É a Sofia. Sua irmã. Ela precisa de um rim." Meu mundo parou. Não era sobre me compensar. Era sobre me usar. Uma peça de reposição. Eu era um banco de órgãos. O choro histérico dela não me atingiu. "Você quer o meu rim? Eu quero cinco milhões de reais. É o meu preço. Sem negociação." No dia seguinte, um advogado, Dr. Afonso, trouxe um contrato. Quatrocentos mil reais pela minha doação, e eu deveria assinar um termo renunciando a qualquer contato com a família. Eu rasguei o contrato. "Abandono de incapaz. É um crime. Vamos para o tribunal" , eu disse, a voz cheia de veneno. Ele tentou me chantagear com fotos e vídeos de um suposto "clube noturno" . O que ele não sabia era que eu estava gravando. Minha tia ligou. "Afonso! Ele não é apenas o advogado da família. Ele é o amante da Beatriz! O bairro inteiro comenta sobre isso!" No meio do caos, recebi uma mensagem anônima: "A história é muito mais suja do que você imagina." O que eles estavam escondendo? A verdade me atingiu como um raio: Sofia, minha irmã gêmea, estava morta há anos. A "Sofia" rica era uma impostora, adotada para manter as aparências. Não era sobre uma irmã. Era sobre usar meu tipo sanguíneo raro para salvar a farsa deles. A raiva me consumiu. Eles iriam pagar. E eu estava apenas começando.
A Esposa e o Amante: A Queda

A Esposa e o Amante: A Queda

Ricardo Silva, um chef renomado, doou sua panela de cobre ancestral para garantir a vaga do filho, Léo, em um prestigiado intercâmbio gastronômico. Mas, no dia seguinte, Léo voltou para casa em prantos: "Pai, eles tiraram minha vaga. O pai do Pedro doou um milhão de reais." No museu, Ricardo encontrou Marcos, o pai de Pedro, esbanjando um cartão de crédito. Ricardo o reconheceu imediatamente: era o cartão de sua esposa, Juliana. Marcos zombou: "Minha mulher, Juliana, é uma empresária famosa. É melhor pegar seu tacho e voltar para a sua cozinha." Ricardo, com um sorriso gelado, sacou o celular: "Cancele o cartão de crédito adicional da Sra. Juliana Silva. Imediatamente." O sorriso de Marcos sumiu quando a máquina gritou: "Transação recusada." Ele não podia acreditar, a "famosa empresária" não tinha fundos. Enquanto isso, Léo o confrontava: "Eu ganhei a vaga no esforço! Não com o dinheiro!" Marcos ligou para Juliana, que prometeu resolver o "probleminha técnico" e transferir um milhão. Ricardo sentiu uma fúria fria. Juliana o tratava como um empregado, usando o dinheiro dele para sustentar o amante. Mas, de repente, uma notificação tocou: "Doação anônima de cinco milhões de reais!" Era Ricardo. Marcos, em desespero para não ser superado, doou mais quatro milhões e um real. Ricardo sorriu. "Diretor, anote aí: eu doarei dez milhões de reais." O choque na sala era palpável. Marcos ficou pálido: "Você não tem esse dinheiro! Está blefando!" Mas o "DING!" confirmou a doação de dez milhões. Ricardo, o "cozinheiro", não era qualquer um. Ele era o verdadeiro magnata por trás do Grupo Silva.