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A Escolha Fatal: Fumaça e Mentiras

A Escolha Fatal: Fumaça e Mentiras

Eu estava a nove meses de gravidez, sonhando com a chegada do meu bebé, numa vida que parecia segura ao lado do meu marido, Miguel, um bombeiro, um "herói" dedicado. Mas o cheiro a fumo acordou-me: o prédio estava em chamas e eu estava presa. Liguei desesperada ao Miguel, o meu último recurso, e ele, friamente, disse-me que estava noutra "ocorrência" urgente. Segundos depois, o ecrã da televisão revelou a chocante verdade. Lá estava ele, o meu marido "herói", a "salvar" a sua meia-irmã, Sofia, de um "pequeno incêndio na torradeira" do outro lado da cidade. A fumaça preta engoliu-me, e acordei no hospital com a notícia mais devastadora: o nosso bebé, o nosso filho, Lucas, não sobreviveu. O "herói" veio ao meu encontro, mas não com lágrimas de dor, e sim com um pálido rosto de raiva. Ele culpou-me: "Vês o que fizeste? Se tivesses mantido a calma..." O mundo desabou de vez quando o meu sogro chegou, ignorou a minha dor e defendeu o filho, apelidando-o de "herói público" e a mim de "criadora de problemas". Naquele momento, enquanto a minha dor se transformava em raiva fria, percebi a cruel verdade: eu nunca fui a sua escolha. Nunca. Sempre a Sofia, sempre a "frágil" Sofia. Perder o meu filho não me destruiu; deu-me uma clareza brutal. As lágrimas secaram, e uma única palavra ecoou na minha mente: "Divórcio". Eu não apenas iria sair; eu iria expor a verdade, custe o que custar, e garantir que a sua imagem de "herói" se desintegrasse.
A Vingança da Filha Desprezada

A Vingança da Filha Desprezada

O cheiro de desinfetante foi a primeira coisa que Maria sentiu, familiar e sufocante. Abri os olhos para o teto branco do hospital, e a última lembrança era a escuridão fria, meu corpo cedendo à febre enquanto meu pai, Dr. Carlos, ignorava meus apelos, segurando a mão de Joana. Eu tinha morrido, disso eu tinha certeza. Mas agora, eu estava viva, minhas mãos jovens, sem as marcas da doença. O calendário na parede, um ano antes da minha morte, um ano antes de tudo desmoronar, paralisou-me: eu havia voltado. Uma enfermeira entrou e disse: "Maria, seu pai esteve aqui mais cedo. Resolvendo os papéis da adoção de Joana." Adoção, a palavra que iniciou o meu fim. Dr. Carlos, um cirurgião cardíaco renomado, trouxe Joana da Amazônia, a órfã de um "herói" que supostamente salvou sua vida. Eu, ingênua estudante de medicina, a acolhi como irmã, mal sabendo que ela queria meu lugar. Minhas roupas favoritas, meus livros de medicina, tudo começou a aparecer com Joana, enquanto meu pai, cego pela gratidão e pela história heroica dela, a incentivava. Ele me substituiu por ela em jantares e eventos, celebrando as mínimas conquistas de Joana com um orgulho que antes era meu, e me via apenas como uma sombra. O golpe maior veio com Pedro, meu noivo e herdeiro de uma grande rede de hospitais. Joana, com sua fragilidade fingida, o conquistou. "Maria, Joana precisa de mim. Seu pai apoia nossa união, é o melhor para a família" , foi o que ele disse ao terminar comigo, anunciando o noivado com ela uma semana depois. A sociedade médica me via como a filha descartada, enquanto Joana, a "filha do herói" , era a protegida do Dr. Carlos. Então, veio a bolsa de estudos mais prestigiada do país, meu sonho de anos. Meu nome estava no topo das listas, mas o nome chamado foi o dela. Meu pai, Dr. Carlos, aplaudia-a com lágrimas nos olhos, enquanto eu descobria que ele usou toda a sua influência para transferir a bolsa para Joana. "Joana merece mais, Maria. É uma forma de compensar tudo que ela perdeu. Você já tem tudo" , ele justificou, me despojando de tudo. Fui expulsa de casa, da minha vida, do meu futuro. Sem pai, noivo ou bolsa, adoeci com uma infecção tratável, mas fui negligenciada e morri sozinha em um quarto de hospital barato. Agora, de volta, o fogo da vingança queima. Não sou mais a vítima ingênua, mas sim uma força forjada pela dor. "Vou pegar de volta tudo o que é meu" , sussurrei, "cada lágrima, cada humilhação, cada pedaço da minha vida que vocês roubaram. Joana, pai… vocês vão pagar." A porta abriu e ele, Dr. Carlos, entrou. "Maria, que bom que está bem. Joana está vindo para casa. Finalmente, você terá uma irmã." Meus olhos eram gelo puro, mas forcei um sorriso. "Que notícia maravilhosa, pai. Mal posso esperar para conhecê-la." A caçada tinha começado.
Por Amor ao Meu Filho: A Guerra da Custódia

Por Amor ao Meu Filho: A Guerra da Custódia

O quinto aniversário do meu filho, Léo, era para ser um dia de alegria. Insisti em levá-lo ao parque de diversões, já que o Pedro, o meu marido, estava ocupado a cuidar da sua ex-namorada, Clara. Mal sabia eu que uma volta na roda gigante mudaria as nossas vidas para sempre. Léo sofreu um acidente. O médico disse que conseguiram salvar-lhe o braço, mas a perna direita... Foi amputada abaixo do joelho. Enquanto o meu mundo desmoronava, e o meu filho lutava pela vida, eu estava sozinha. O Pedro nem atendeu as minhas chamadas, pois a febre da Clara era, aparentemente, mais séria do que o acidente do nosso filho. Quando ele finalmente apareceu no hospital, horas depois, a sua primeira reação foi culpar-me. "Sofia, foi tudo por tua causa!" A dor de ver o Léo a tentar entender porque a sua perna não estava lá era insuportável. A sua inocência fez o meu coração partir-se em mil pedaços. Para piorar, a minha sogra, Lídia, transformou-se numa fera, acusando-me de arruinar o futuro da família Mendes. E quando percebi que o Pedro nunca me defenderia, que ele continuava a colocar outra mulher à frente do nosso filho ferido, eu soube: não podia mais viver assim. Pedi o divórcio, na esperança de encontrar um pouco de paz. Mas a Lídia não parou por aí. Ela usou toda a força da família Mendes para me tirar o Léo, alegando que eu era uma mãe instável e negligente. E o Pedro? Ele parecia hesitar em testemunhar contra mim. Chegaram ao ponto de conseguir uma ordem de restrição, proibindo-me de me aproximar do meu próprio filho no hospital. A dor de ouvir o Léo a chamar por mim, sem poder acalmá-lo, acendeu uma raiva fria. Eles foram longe demais. Olhei para o Pedro, que finalmente demonstrava alguma culpa. "Arranja-me um advogado. O melhor. Vamos lutar. E vamos ganhar." A minha batalha pela custódia do meu filho tinha acabado de começar.
A Mentira Gravada no DNA

A Mentira Gravada no DNA

O médico entregou o relatório, o rosto sem expressão. "A probabilidade de paternidade é de 0%. O feto não tem relação biológica com o Sr. Lucas." Lucas, meu marido, arrancou o papel da minha mão, um sorriso cruel espalhando-se pelo seu rosto. "Sofia, sua vadia mentirosa. Como te atreves a engravidar do filho de outro homem?" Inês, a minha sogra, gritava, acusando-me de envergonhar a família. Ela empurrou-me, e uma dor aguda perfurou a minha barriga de três meses. Perguntei a Lucas, implorando, "Não é o que pensas! Eu nunca te traí. Deve haver um engano." Mas ele riu sem calor. "O relatório está aqui preto no branco, Sofia. Os números não mentem." Inês anunciou friamente: "Vamos para o hospital agora. Vais fazer um aborto." O meu sangue gelou. "Não! Este bebé é teu filho, Lucas!" Mas ele olhava para mim como se eu fosse lixo. "Não me chames pelo meu nome," ele sibilou. "Tu perdeste esse direito." Depois, ele arrancou o telefone da minha mão enquanto falava com a minha mãe, contando-lhe a mentira, e cortando-lhe as esperanças sobre o neto. A dor de perder o meu bebé por causa de uma mentira inimaginável rasgou-me o coração. A ausência na minha barriga era um vazio insuportável, mas o acordo de divórcio na mesa da cozinha, frio e clínico, acendeu uma chama dentro de mim. Havia algo de errado, algo que não fazia sentido. A clínica de ADN que a assistente de Lucas, Clara, tinha recomendado. Seria possível? Alguém havia trocado a amostra de Lucas, e só havia uma pessoa com o motivo, os meios e a oportunidade. Clara. Ela queria Lucas, e para isso, precisava livrar-se de mim e do nosso filho. A raiva fria tomou conta de mim, transformando-se em determinação. Eu ia descobrir a verdade e ia fazê-los pagar.
Liberdade e Um Beijo Inesperado

Liberdade e Um Beijo Inesperado

A umidade fria da cela ainda parecia impregnada nos meus ossos, mesmo depois de semanas em liberdade, um lembrete cruel dos dois meses que passei preso por um crime que não cometi: fraude fiscal. O verdadeiro culpado? Bruno, o assistente bajulador da minha esposa, Sofia. Mas foi meu nome que ela entregou para salvá-lo, para salvar seu amante. Eu descobri tudo só depois, as peças se encaixando com uma clareza brutal, cada olhar cúmplice, cada ausência inexplicada dela, tudo fazendo um sentido horrível agora. Mesmo assim, lá estava eu, no dia do nosso casamento, uma farsa espetacular que ela insistiu em manter, uma celebração de um amor que ela mesma tinha matado. O salão de festas era luxuoso, as flores brancas e luzes quentes não conseguiam aquecer o gelo no meu peito. Sofia estava deslumbrante em seu vestido de noiva, um anjo de seda e renda, e seu sorriso era a obra-prima de sua hipocrisia. No auge da festa, com o bolo de cinco andares à nossa frente, o celular dela tocou. "É o Bruno", ela sussurrou, a máscara de noiva feliz rachando para revelar uma preocupação genuína que ela nunca demonstrou por mim. Ela voltou pálida. "Ricardo, eu preciso ir. O Bruno não está bem, está ameaçando fazer uma besteira. Ele precisa de mim." Fui deixado sozinho no altar da nossa vida, humilhado publicamente. Ela se virou e saiu correndo, sem uma palavra, sem um olhar para trás, abandonando a nossa festa de casamento para seu amante. A humilhação queimava, quente e amarga. Por que eu fui tão cego? Como pude ser traído assim pela mulher que amava, pelo homem em quem confiei? Eu não discuti, não gritei. A raiva dentro de mim se solidificou em algo mais frio, mais duro. Enquanto ela falava de um futuro que não existia mais, eu peguei meu celular. "Patrícia, sou eu, Ricardo. Preciso de uma advogada. Podemos conversar amanhã?" A vingança seria um prato servido frio.