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Amor Traído: A Queda de Uma Estrela

Amor Traído: A Queda de Uma Estrela

Há quatro anos, meu nome era Luana, uma promessa no futebol, com pernas que eram minha vida, minha carreira, meu futuro. Até que, em um lance decisivo, ouvi meu joelho estalar e a dor que senti não foi só física. Foi a dor de um sonho partido, de uma carreira construída com suor que virou pó, e a desgraça não veio sozinha. Meu namorado, Felipe, me descartou no hospital, chamando-me de "aleijada", e dias depois o vi nas redes sociais com Bruna, minha melhor amiga e influencer digital. Eu estava no fundo do poço, afundada em dívidas e desespero, quando Ricardo, o presidente do "Estrela da Vila", surgiu como meu salvador, prometendo ajuda e um propósito. Ele me cobriu de gentilezas, casou comigo e me deu a esperança de uma família com a notícia da gravidez. Eu pensei que finalmente havia encontrado a paz, a felicidade. Até aquela noite. Caminhando pela casa escura, ouvi a voz de Ricardo no telefone, um sussurro urgente que virou meu mundo do avesso. "Bruna, meu amor... eu fiz tudo isso por você. Desde o começo. A lesão dela abriu o caminho. O casamento foi um passo necessário. E essa criança... essa criança é a nossa garantia. A garantia da sua felicidade." Um plano monstruoso se desvendou: minha lesão não foi acidente, o casamento era fachada, e meu filho uma ferramenta para a obsessão dele por Bruna. Eu era a peça de sacrifício, meu corpo, minha dor, meu filho... tudo usado para satisfazer o desejo deles. Uma fúria fria me tomou e, sem chorar ou gritar, peguei meu celular e enviei uma mensagem: "Preciso de ajuda. É uma questão de vida ou morte."
Quando o Amor Virou Indiferença: O Renascer de Clara

Quando o Amor Virou Indiferença: O Renascer de Clara

A luz branca do hospital era fria. O meu corpo doía, mas a minha barriga, antes redonda, estava estranhamente leve. O meu filho, Tiago, um prematuro, lutava na UTI neonatal. Quando agarrei no telemóvel, o meu marido, Miguel, atendeu com uma voz distante e irritada. "O que foi, Clara? Estou ocupado." Ele justificou a sua ausência crucial com a "crise de pânico" da prima Sofia. Mas ao fundo, ouvi a voz dela, nada em pânico, a perguntar sobre pizza. A minha sogra, Beatriz, ligou apenas para me culpar pelo parto prematuro e pelo "desgosto" de Miguel e Sofia. Eu, que mal conseguia respirar, vi-me acusada de tudo. A gota d' água veio quando descobri que a sua alegada "emergência no trabalho" que o impedia de estar com o nosso filho era, afinal, cocktails caros com Sofia, posando para fotos em redes sociais. Tantas vezes fui a "forte", a que "entende", a que "aguenta". Mas a indiferença gélida dele, a priorização da sua "alma gémea platónica", e a farsa familiar em torno do meu sofrimento, foram demais. Como ele podia ser tão cego, tão cruel? A minha dor transformou-se em clareza amarga: ele nunca mudaria. Então, no dia da alta de Tiago, enquanto tentavam encenar a "família feliz" no corredor do hospital, entreguei-lhes os papéis do divórcio e da guarda exclusiva do meu filho. O meu caminho estava traçado. A minha libertação começou com os gritos dela e as lágrimas dela. E esta é a história de como encontrei a minha força.
Cicatrizes de Uma Faca Quebrada

Cicatrizes de Uma Faca Quebrada

Quando acordei no hospital, o quarto estava em silêncio. Meu marido, Pedro, estava ao meu lado, descascando uma maçã. Minha voz rouca perguntou: "Pedro, a criança... onde está o nosso filho?" Ele me olhou com olhos frios e disse: "Catarina, o bebê se foi. Ele nasceu morto. A culpa é sua." Naquele momento, a porta se abriu e vi minha sogra, Helena, e Sofia, a prima de Pedro. Sofia carregava um bebê recém-nascido, rosado e saudável. Helena me ignorou, enquanto Sofia sarcasticamente disse: "Catarina, sinto muito pela sua perda. Este é o meu filho, o pequeno Tiago." Pedro olhou para Sofia com uma ternura de que eu nunca havia sido alvo. Sofia revelou: "Eu não poderia ter feito isso sem você, Pedro. Você ficou comigo o tempo todo." O tempo todo em que eu estava em trabalho de parto, sozinha, perdendo nosso filho. A traição me atingiu como um soco. Helena, então, disse: "Você não conseguiu nem dar um neto saudável ao meu filho!" Minha voz estava surpreendentemente firme. Eu olhei para Pedro e disse: "Eu quero o divórcio." Ele zombou: "Você está delirando? É nisso que você pensa?" Eu sorri amargamente. "Eu não perdi um filho, Pedro. Você o tirou de mim. Todos vocês tiraram." Eles me culparam, me humilharam, me abandonaram. Mas eles não sabiam. Eu tinha todas as mensagens. Todas as fotos. A reserva do hotel. Eles acharam que eu não tinha mais nada. Mas eu tinha a verdade. E eu a usaria para me libertar.
A Vingança Silenciosa da Esposa Negligenciada

A Vingança Silenciosa da Esposa Negligenciada

Grávida de oito meses, as águas da enchente já batiam na porta do meu carro, aprisionando-me no meio do caos. A minha mão tremia tanto que mal conseguia segurar o telemóvel, enquanto, desesperada, tentava ligar para o meu marido, Tiago. Ele era a minha única esperança. Quando finalmente atendeu, a sua voz soou distante e, pior, irritada. "O que foi, Clara? Estou ocupado." Ele disse que não podia vir, que a sua meia-irmã, Laura, tinha torcido o tornozelo e o cão dela quase se afogara, por isso tinha de a ajudar. E, sem mais, dispensou-me e desligou, deixando-me sozinha com o medo. Abandonada naquela tempestade, o meu corpo não aguentou o choque e o terror. Perdi o nosso filho, ali, no meio do caos e da água gelada. Mas a crueldade não parou. A família dele, liderada pelo meu sogro Ricardo, ligou a culpar-me, a chamar-me dramática e egoísta, chegando a congelar as nossas contas conjuntas para me forçar a aceitar a "tragédia" em silêncio. A morte do meu bebé era uma "tragédia", mas a minha dor e o abandono de Tiago eram apenas um "circo", segundo eles. Como podiam ser tão frios? Como podiam culpar-me por algo que ele podia ter evitado? Ele escolheu a sua meia-irmã e o cão dela em vez do seu próprio filho? A sua desculpa soava a falso, mas a minha mente estava num nevoeiro de luto e descrença. Eu estava partida, mas não quebrada. A minha tristeza deu lugar a uma raiva gélida e uma determinação de aço. Eles acharam que eu seria silenciada, que a culpa me consumiria. Mas quando a minha mãe encontrou a foto, a verdade chocante veio à tona, revelando a verdadeira face daquele homem e da sua família. O Tiago não estava a "salvar" ninguém; ele estava a divertir-se. Aquela mentira custou-me o meu filho. Agora, ia custar-lhes tudo.
Meu Marido Escolheu a Amante

Meu Marido Escolheu a Amante

Grávida de oito meses, a água gelada subia pela cave da nossa casa. Era uma tempestade avassaladora, e eu, Eva, estava presa, lutando pela vida do meu filho. Mas o meu marido, Tiago, ignorou os meus apelos desesperados. Em vez de me salvar, ele priorizou a irmã, Lia, que tinha um "pneu furado" a uma hora de distância. Ele desligou-me o telefone na cara, selando o destino do nosso bebé. Perdi o meu filho, afogada no desespero e na água fria. Saí do hospital com a barriga vazia e a alma destroçada. Quando pedi o divórcio, Tiago e o seu pai, Artur, lançaram um ataque implacável. Congelaram as minhas contas, tentando deixar-me sem um tostão. Acusaram-me de ser "mentalmente instável" e "dramática" para me descredibilizar. Apanhei-o a esconder um vestido da Lia, e uma foto deles que mais pareciam amantes do que irmãos. Enfrentava-os sozinha, sem apoio, e com a minha própria mãe calada diante de tudo. Como podia ele, o pai do meu filho, dizer que era "apenas um bebé"? Como puderam eles tentar destruir-me por completo, como se a minha vida não valesse nada? A traição era profunda, e a dor, insuportável. Eu estava no fundo do poço, desprovida de tudo o que conhecia. Mas subestimaram a fúria de uma mãe. Naquela fatídica reunião familiar, quando Tiago proferiu a cruel frase sobre o nosso filho, a minha mãe, Marta, quebrou o silêncio. Ela revelou os segredos obscuros do Artur: a conta na Suíça. Depois, os do Tiago: as transferências de milhares de euros para a Lia, sua amante, não irmã. A verdade gritava, e a sua revelação foi o meu bilhete para a liberdade. A guerra deles tinha-me libertado. Agora, era a minha vez de lutar, e de vencer.
Minha Vingança, Nosso Amor Renasce

Minha Vingança, Nosso Amor Renasce

O cheiro de hospital e o latejar na minha cabeça não eram estranhos. A última coisa que eu lembrava era do fogo lambendo o carro, do grito da minha mãe, do silêncio do meu pai e dos ossos do meu irmão Pedro quebrando. Mas a enfermeira disse: "Luana, você acordou. Teve um pesadelo feio." Pesadelo? Não foi um pesadelo. Foi real. Então ela me disse a data: 12 de abril de 2023. Meu coração gelou. Era exatamente um ano antes do acidente que matou minha família e a mim. Naquela vida, eu fui uma tola, cega pela paixão por Marcos, um filho de político charmoso e rico. Ignorei os avisos dos meus pais: "Luana, eles são perigosos." E a obsessão doentia de Clara, minha amiga de infância, por Marcos, que eu confundi com admiração. Meu pai se recusou a se curvar à corrupção deles, e a retaliação veio: a auditoria forjada, a ruína financeira, a venda de tudo. E eu, em minha cegueira, culpava meu pai, encontrando-me secretamente com Marcos, acreditando em suas mentiras. O inferno veio no dia do meu noivado. Um carro em alta velocidade nos atingiu. A última coisa que vi foi o rosto de Clara, distorcido pelo ódio e triunfo. Ela sobreviveu. Meus pais e eu não. Meu irmão Pedro ficou paralítico. Eu morri dias depois. Mas agora... eu estava viva de novo. Abraçada aos meus pais vivos e ao meu irmão andando, as lágrimas escorriam incontroláveis. "Não foi um pesadelo, mãe. Foi um aviso", eu disse, minha voz finalmente firme. "Temos uma segunda chance. E não vamos desperdiçá-la." A família de Marcos e Clara eram nossos inimigos. Desta vez, não seríamos vítimas. Desta vez, lutaríamos. Na TV, Clara já causava um tumulto tentando se aproximar de Marcos. Foi o começo de tudo. A guerra havia começado, e eu estava pronta.
Quando a Vida do Filho Pende por Um Fio: A Escolha do Pai

Quando a Vida do Filho Pende por Um Fio: A Escolha do Pai

Meu nome é Sofia. Meu filho, Leo, de apenas cinco anos, tem leucemia. Ele precisa de um transplante de medula óssea urgentemente, e o pai, Miguel, é o único compatível. Liguei-lhe, a voz trémula, a implorar para que ele viesse salvar o nosso filho. Mas do outro lado, ouvi a voz adocicada da assistente dele, Laura, e a palavra "Clarinha", a filha dela. Miguel não negou, e a sua voz estava cheia de impaciência, enquanto justificava estar a levar a filha da Laura para o hospital. Eu gritei, a minha alma a esfarelar-se: "Ela tem febre, e o nosso filho está a morrer!" Ele desligou. Sem perguntas, sem preocupação pelo Leo. Três dias de silêncio absoluto se seguiram, enquanto o estado do meu filho piorava drasticamente. Liguei para o escritório dele, desesperada. "Lamento, Senhora Antunes, mas o Senhor Antunes tirou uma licença de uma semana. Ele foi numa viagem de empresa... um retiro de 'team building' no Algarve." Um retiro. Com a Laura e a filha dela, sem dúvida. O homem que era a única chance de vida do meu filho estava de férias, enquanto Leo lutava para sobreviver. A raiva gelada deu lugar a uma determinação implacável. Se ele não viria até nós, eu iria até ele. Mas, de repente, uma figura inesperada surgiu, pronta para arrastá-lo de volta à realidade, custe o que custar. Será que ele faria a coisa certa? E, mesmo que fizesse, poderia o meu coração alguma vez perdoá-lo?