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Livros de Romance Para Mulheres

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PERTENÇO A ELE

PERTENÇO A ELE

Carter Um jovem empresário muito respeitado e dono de uma grande fortuna, mas, que esconde um passado obscuro. Cresceu nas ruas e para se livrar da pobreza, entrou para o tráfico. Dono de uma reputação incomparável, porém o que ninguém imagina, é que ele possui um coração frio e amargurado pelo abandono. O ódio consome sua vida e a busca por vingança o motiva a seguir em frente, pois, não é capaz de perdoar quem lhe feriu no passado. Seu objetivo é tornar-se cada vez mais rico e não se importa de usar quem quer que seja para conseguir seus objetivos. Para ele as pessoas são para serem usadas ao seu bel prazer ou para humilhar. "Eu ainda vou achá-la e se não estiver morta, eu mesmo irei matá-la."   Camilly Não foi fácil crescer em uma casa sem amor, onde o único carinho recebido era de sua babá, Nina, que a criou como uma filha. Seus pais nunca se importaram com ela e a convivência familiar sempre foi escassa. Porém, por mais difícil que fosse, ela jamais imaginou que eles fossem capaz de vendê-la apenas para manter suas vidas de luxo. E ela jamais esqueceria o que seu pai me disse no dia que a entregou a um estranho: "Prefiro sacrificar um, a vários, não pretendo viver na pobreza, não nasci para isso." Se Camilly achava que sua vida era miserável com seus pais, ela descobriria que o verdadeiro inferno era ao lado dele. ATENÇÃO Este livro contém cenas de sexo explícito, violência física e verbal, tortura e assassinatos que podem deixar alguns leitores desconfortáveis. Se este for o seu caso: Não leia! Esta é uma história de ficção, a autora não concorda com os abusos relatados aqui. Se mesmo após os avisos, optar por ler, tenha a mente aberta. Não recomendado para menores de 18 anos.
Vingança da Noiva Abandonada

Vingança da Noiva Abandonada

Meu casamento, que deveria ser a coroação de um amor que eu acreditava ser de infância, transformou-se no palco do meu maior pesadelo. Pedro, o homem que eu amei, me olhou nos olhos na noite de núpcias e fingiu não me reconhecer. Com uma crueldade que eu jamais imaginei, ele forjou uma amnésia para me humilhar diante de todos, devolvendo-me à minha família como um produto defeituoso. Da noite para o dia, de noiva, tornei-me a piada da cidade, a rejeitada, a envergonhada. Minha família foi à falência, e eu, uma garota quebrada, fui enviada para longe, exilada para recomeçar minha vida longe dos sussurros e olhares de pena. Mas a vida prega peças, não é mesmo? Cinco anos depois, eu, Sofia, a noiva abandonada, voltei, reconstruída e forte. Mas o destino, com sua ironia cruel, colocou-me novamente frente a frente com Pedro e minha ex-amiga Camila. Imagine a cena: ele, arrogante, tentando me contratar como empregada, a mim, que ele aniquilou. Mal sabia ele que a garota que ele quebrou não existia mais. Eu, que fui jogada na lama, ostentava agora um anel que era o peso do poder absoluto. Um anel que denunciava que eu não era mais a pobre Sofia, mas a mulher de um dos homens mais temidos e respeitados do país. Um Juiz Federal. Mas Pedro, em sua cegueira e fúria, não pôde aceitar isso. Ele me esbofeteou publicamente, me arrastou como lixo para um estábulo e cortou meu dedo! Tudo para me incriminar e se gabar ao meu marido que havia "cuidado" de uma impostora. Ele pensou que seria recompensado. Mas o que ele não sabía, é que estava prestes a enfrentar a ira de um homem que viria me resgatar e fazer justiça com as próprias mãos. Será que Pedro sobreviveria à fúria do Juiz Federal?
A Promessa Quebrada do Meu Marido

A Promessa Quebrada do Meu Marido

Quando o médico me disse que precisava de um transplante de rim, o meu marido, Pedro, jurou estar ao meu lado e doar o seu. A sua voz firme encheu-me de esperança. Mas essa esperança desmoronou-se no dia da cirurgia. Já estava na sala de pré-operatório, com o cateter inserido. Uma enfermeira entrou com uma expressão de desculpa: "Senhora Alves, o seu marido retirou o consentimento. A cirurgia foi cancelada." O meu mundo parou. Liguei para o Pedro, o coração a bater descontroladamente. A sua voz era distante, sem a habitual calidez. Ele disse que a sua irmã, Clara, tinha sofrido um acidente grave e que precisava do seu rim. Não era apenas por querer "estar forte" por ela; ele ia dar-lhe o MEU rim. Aquele que me prometeu. "Não te preocupes, amor. Eu vou doar o meu. Somos compatíveis." Como pudeste? A minha doença crónica, que juraste ajudar-me a superar, tornou-se a tua desculpa para me abandonar no momento mais crítico. Fui um problema a ser resolvido, e ele encontrou uma solução mais conveniente. As lágrimas que eu segurava finalmente caíram. Mas ele não me tinha apenas abandonado. Ele tinha assinado a minha sentença. A minha sogra, Dona Helena, ainda me ligou para me dizer que eu era egoísta e que "a família vem sempre em primeiro lugar". "Tu podes esperar. Podes fazer diálise," ela disse. Pedro, sem culpa nos olhos, repetiu que a Clara precisava, que era o destino, e que eu podia fazer diálise. Naquele momento, eu vi-o claramente. O homem que eu amava não existia. "Eu quero o divórcio," disse eu, a decisão solidificada. Ele riu, incrédulo. "Quem é que vai cuidar de ti?" "Eu prefiro morrer sozinha a viver com um mentiroso." Comecei as sessões de diálise, ligada à máquina que me mantinha viva. O Pedro mandou uma mensagem: "A cirurgia da Clara foi um sucesso. O meu rim foi aceite. Os médicos estão otimistas." Nem perguntou como eu estava. Foi então que o Miguel, o meu ex-namorado da faculdade, ligou. "Sofia, eu sei que isto vai parecer uma loucura, mas eu fiz o teste. Eu posso ser um dador universal. Quero ajudar." Pela primeira vez em semanas, senti um vislumbre de esperança. Uma esperança que não vinha do homem que me tinha prometido o mundo, mas de um fantasma do meu passado.