icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
closeIcon

Reclame seu bônus no App

Abrir

Livros de Romance Para Mulheres

Mais vendidos Em andamento Concluído
Quando te perdi - A redenção de Dante

Quando te perdi - A redenção de Dante

Ivy Martinez, 20 anos, uma garota jovem, bela e muito educada, nascida e criada na alta sociedade, perdeu a mãe cedo e foi criada por seu pai Pedro, o sonho de nora para os pais de Dante. Dante Salvatore, 23 anos, é um jovem rapaz belo, inteligente e obstinado. O príncipe dos sonhos de Ivy desde a sua infância. Cresceram como amigos, sempre juntos. Ele aceitava o relacionamento até conhecer Ellie e começar a comparar o comportamento das duas. Ellie Martinez, 23 anos, a prima do interior que veio tentar a sorte grande na cidade, se alojou na casa de sua tia, a mãe de Ivy. Ela não suportava a prima perfeita, que era linda de forma natural e que tinha tudo o que Ellie nunca teve. Ela ama ele, ele ama outra. Um casamento arranjado pelos pais. Rejeição e raiva. Ivy sempre fez tudo para estar com Dante, se moldou aos gostos dele. Mas ele não queria aquela que o amava, ele queria a sua prima, a descolada Ellie. Mas o destino prega uma peça em Dante, tirando dele todo o controle de sua vida. Ele perdeu Ivy. Mas depois de perder Ivy, Dante também se perde. Se perdeu física e psicologicamente. O que sentia por Ivy era realmente raiva? O que ele fará para voltar? Será que ela está perdida para sempre? Os sentimentos de Dante irão se revelar de forma devastadora e cruel. O amor que Ivy sentia por Dante era verdadeiro e forte o suficiente para que pudessem se reencontrar?
Quando o Amor Reconstrói Corações Congelados

Quando o Amor Reconstrói Corações Congelados

Na noite da exposição de arte que definiria minha carreira, eu estava completamente sozinha. Meu marido, Dante Ferrari, o homem mais temido de São Paulo, havia prometido que não perderia por nada neste mundo. Em vez disso, ele estava no jornal da noite. Ele protegia outra mulher — sua implacável sócia — de um temporal, deixando seu próprio terno de dez mil reais encharcar só para protegê-la. A manchete brilhava abaixo deles, chamando sua nova aliança de uma "jogada de poder" que iria redesenhar a cidade. Os convidados na minha galeria começaram a cochichar imediatamente. Seus olhares de pena transformaram meu maior triunfo em um espetáculo público de humilhação. Então a mensagem dele chegou, uma confirmação fria e final do meu lugar em sua vida: “Apareceu um imprevisto. A Isabella precisou de mim. Você entende. Negócios.” Por quatro anos, eu fui sua posse. Uma esposa quieta e artística, mantida em uma gaiola dourada no último andar de seu arranha-céu. Eu derramei toda a minha solidão e meu coração partido em minhas telas, mas ele nunca viu de verdade a minha arte. Ele nunca me viu de verdade. Ele apenas via mais um de seus bens. Meu coração não se partiu naquela noite. Ele congelou. Virou uma pedra de gelo. Ele não tinha apenas me negligenciado; ele tinha me apagado. Então, na manhã seguinte, entrei em seu escritório e lhe entreguei uma pilha de contratos da galeria. Ele mal ergueu os olhos, irritado com a interrupção em sua construção de império. Ele pegou a caneta e assinou na linha que eu havia marcado. Ele não sabia que a página escondida logo abaixo era nossa certidão de divórcio. Ele tinha acabado de assinar a dispensa da sua esposa como se ela não fosse nada mais que uma nota fiscal de material de arte.
De Servo a Salvador

De Servo a Salvador

O alarme perfurou o silêncio da mansão, um som que eu conhecia melhor que as batidas do meu próprio coração. Por quinze anos, eu fui o remédio vivo de Dorian Almeida Prado, meu sangue a única cura para suas convulsões fatais. Mas então, sua noiva, Isabela, chegou. Ela era impecável, uma visão de beleza fria e estonteante, e parecia pertencer àquele lugar. Ele me empurrou para longe, puxando os lençóis de seda para cobrir meu pijama velho, como se eu fosse algo sujo. "Kira, limpe essa bagunça. E saia." Ele me dispensou como uma empregada, depois de se agarrar a mim pela vida momentos antes. Na manhã seguinte, ela estava sentada na minha cadeira, vestindo a camisa dele, um chupão visível em seu pescoço. Ela me provocou, e quando derramei café, ele nem percebeu, ocupado demais rindo com ela. Mais tarde, Isabela me acusou de quebrar o precioso vaso de porcelana de Dona Eleonora. Dorian, sem questionar, acreditou nela. Ele me forçou a ajoelhar sobre os cacos, a dor rasgando minha pele. "Peça desculpas", ele rosnou, pressionando meu ombro. Sussurrei meu pedido de desculpas, cada palavra uma rendição. Então, eles drenaram meu sangue para ela, por uma doença inventada. "Isabela precisa disso", ele disse, com a voz vazia. "Ela é mais importante." Mais importante que a garota que lhe deu a vida. Eu era um recurso a ser explorado, um poço que nunca secaria. Ele havia prometido que sempre me protegeria, mas agora era ele quem segurava a espada. Eu não passava de um animal de estimação, uma criatura que ele mantinha para sua própria sobrevivência. Mas eu tinha chegado ao meu limite. Aceitei uma oferta da família Lacerda, uma ideia desesperada e arcaica de um "casamento de bom agouro" com seu filho em coma, Heitor. Era minha única fuga.
O Preço Que Paguei Por Você

O Preço Que Paguei Por Você

Ele construiu um império acreditando em uma única regra: todo mundo tem um preço e nunca esteve errado. Até Carolina. Yan não acredita em amor, acredita em controle, em contratos, em pessoas que sempre acabam cedendo. Para ele, desejo é só mais uma variável que pode ser organizada. Então, quando ela surge com um olhar que não baixa e uma presença que não pede permissão, ele faz o que sempre fez: transforma tudo em um acordo. Sem sentimentos. Sem promessas. Sem espaço para erro. E ela aceita. Mas não pelo motivo que ele imagina. Carolina sabe exatamente o que o dinheiro pode destruir, porque já perdeu tudo por causa dele. Ela não quer o poder de Yan, nem o controle, nem o conforto. Ela quer ele. E isso muda completamente o jogo. Porque enquanto ele acredita que está comprando mais uma mulher, ela entra na vida dele com a única coisa que ele não sabe controlar: intenção. Entre provocações afiadas, silêncios que queimam e uma atração que cresce onde nenhum dos dois admite, eles começam um jogo onde ninguém está dizendo a verdade completa. Ele a mantém perto... mas nunca o suficiente. Ela fica... mas nunca da forma que ele espera. Até que o contrato deixa de ser um acordo e vira uma ameaça. Porque quando o sentimento atravessa o controle de Yan, não existe negociação, só ruptura. E amar um homem que não acredita no amor pode custar mais do que qualquer preço. Ele sempre acreditou que podia comprar qualquer pessoa... mas Carolina não está à venda. E quando ele perceber isso, talvez já seja tarde demais para sair.
A Vingança da Bailarina Esquecida

A Vingança da Bailarina Esquecida

O samba ecoava no salão, minha vida, minha arte. Eu, Mari Silva, bailava para o meu futuro, sob o olhar de Lucas, meu marido jogador, acreditando no conto de fadas. Mas a sombra de Joana, minha prima, sempre presente, escondeu a cruel realidade. Num salto, o chão me traiu. Um estalo seco, a dor lancinante, o osso exposto. E, numa onda quente e líquida, a bolsa estourou. Gritos, pânico, e Lucas correndo – mas seus olhos desviaram. Joana também sentia dor, a mão na barriga. "Ela também entrou em trabalho de parto!" , alguém gritou. No hospital, em meio a contrações e a fratura que me dilacerava, ouvi Lucas: "Calma, Joana, estou chegando. Já estou no hospital. Fica calma, meu amor." Meu amor? Ele falava com ela. Médicos corriam, o bebê pélvico, minha cirurgia urgente. Joana passou em outra maca, gemendo. Lucas me soltou, agarrou o anestesista: "Doutor, ajude minha prima! Ela é mais frágil. Atenda ela primeiro." Minha dor física era nada perto da traição. "A Mari é forte, ela aguenta. Ela sempre quis parto normal, para não estragar o corpo de dançarina. Faça o parto da Joana." Ele usou meu desejo contra mim. Ele fez uma ligação, e o diretor do hospital apareceu. Meu marido, com poder e influência, me abandonou ali, sangrando, com meu filho lutando pela vida. Eu flutuava no vazio. "Seu bebê precisa de você. É uma menina. Ela é pequena, mas está lutando." A voz do Dr. Pedro me trouxe de volta. Minha filha Luz. Nós sobrevivemos. Mas a crueldade não tinha fim. Lucas ligou, animado: "Peguei o enxoval caro que você comprou. O Léo precisa para se aquecer. Nossa filha nem vai poder usar agora, ela está cheia de tubos. E o Léo precisava mais." O ar sumiu dos meus pulmões. Não só me abandonou, tentou apagar a existência da minha filha, pedacinho por pedacinho. A dor da traição era um abismo. Um grito rasgou minha garganta. "Ele não podia! Ele não podia!" O ódio puro e frio me invadiu. Lucas, o jogador, se vangloriava de me ter "entendido". Mal sabia ele que um plano vil seria sua ruína. Eu não seria a vítima. Eu seria a tempestade.