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Kalie despertou lentamente em uma cama extremamente confortável e perfumada. Ao olhar ao redor, percebeu que estava em um quarto luxuoso e espaçoso. Seu corpo doía, e sua mente estava repleta de confusão. Levantou-se devagar, ainda tentando entender o que acontecera na noite anterior. Dirigiu-se à porta e bateu, buscando respostas, mas apenas o silêncio lhe respondeu. Insistiu com mais algumas batidas e, diante da falta de resposta, começou a gritar:
— Olá! Tem alguém aí?
Após alguns segundos, ouviu o destrancar da porta, mas nenhuma voz se fez presente. Determinada a encontrar respostas, girou a maçaneta e adentrou o corredor vazio. Avançou até chegar a uma sala ampla e luxuosa, com móveis sofisticados e uma lareira imponente. Enquanto examinava o ambiente, uma voz soou atrás dela, fazendo-a tropeçar no tapete:
— Vejo que acordou bem mais calma.
Virando-se rapidamente, Kalie deparou-se com um homem extremamente elegante, alto, de cabelos dourados e olhos azuis profundos, que exibia um sorriso malicioso nos lábios. Kalie o encarou com desconfiança e perguntou secamente:
— Eu só quero saber por que estou aqui?
O homem sorriu, depois adotou uma expressão séria e começou a percorrer a sala, mantendo os olhos fixos nela. Kalie continuou:
— Não vai me responder? Quem é você?
O sorriso malicioso retornou ao rosto do homem, enquanto ele perguntava:
— Realmente não se lembra?
Percebendo o deboche em suas palavras, Kalie tentou ignorá-lo e deu as costas, afirmando que não permaneceria ali. Porém, antes que pudesse sair, ouviu-o dizer:
— Você não vai a lugar algum.
Irritada, ela enfrentou-o:
— Quem você pensa que é? Não manda em mim, entendeu?
O homem se aproximou lentamente, mantendo a calma enquanto respondia:
— Eu sou Mattia Parganno, e você agora é minha.
As palavras dele acenderam uma fúria dentro de Kalie, que o enfrentou com determinação:
— O que você disse? Eu não sou sua, nem de ninguém. Não importa qual seja seu nome ou quem você é, não fico aqui nem mais um segundo.
Ao tentar sair, Kalie foi agarrada pelo braço com violência por Mattia, que a puxou para mais perto de si, impedindo-a de escapar. Mesmo lutando para se soltar, foi em vão. Desesperada, ela gritou:
— Não toque em mim! Não toque em mim!
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