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Prólogo
Gustavo Oliveira sempre acreditou que a felicidade verdadeira estava nas pequenas coisas. Aos 32 anos, sentia-se realizado. Casado com Bianca, a mulher que amava desde a juventude, e pai do pequeno Enzo, ele tinha tudo o que sempre sonhou: uma família. Sua vida era simples, mas cheia de significado. Trabalhava duro para construir um futuro melhor, e sua maior ambição era garantir que sua esposa e filho nunca precisassem passar por dificuldades.
Caio, seu melhor amigo desde os tempos de faculdade, era praticamente um irmão. Sempre estiveram lado a lado, nos momentos bons e ruins. Gustavo confiava cegamente em Caio, sem imaginar que um dia essa confiança seria sua maior fraqueza. Juntos, sonhavam em construir algo grandioso, uma empresa que revolucionaria o mercado e traria prosperidade para ambos.
A chegada de Enzo foi um dos momentos mais marcantes da vida de Gustavo. Lembrava-se nitidamente da emoção ao segurar seu filho pela primeira vez, do choro de Bianca ao vê-lo nos braços do pai. Naquele instante, ele prometeu a si mesmo que sempre estaria presente para proteger e cuidar de sua família.
Os anos seguintes foram repletos de momentos felizes. Viagens em família, jantares com amigos, risadas ao redor da mesa. Gustavo não poderia estar mais grato pela vida que construíra. Ele e Bianca eram um casal sólido, apaixonados mesmo após anos juntos. Sempre que olhava para ela, sentia a mesma chama do início do relacionamento. Bianca era sua companheira, sua fortaleza, a mulher com quem queria envelhecer.
Caio também fazia parte dessa felicidade. Ele era padrinho de Enzo e frequentava a casa deles quase diariamente. Gustavo confiava nele de olhos fechados. Quando decidiu investir em um novo negócio, foi a Caio que recorreu, certo de que juntos alcançariam o sucesso.
O que Gustavo não sabia era que, enquanto ele via um irmão em Caio, o amigo via uma oportunidade. Pequenos detalhes, gestos sutis, um olhar prolongado de Caio para Bianca que Gustavo não percebeu na época. Ele não desconfiava de nada. Por que desconfiaria? Caio sempre esteve lá, em todos os momentos, sempre disposto a ajudar.
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