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Livros de Romance Para Mulheres

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Casada e Inabalável: Luna Renasce

Casada e Inabalável: Luna Renasce

A festa de noivado da minha melhor amiga deveria ser um dia de celebração. Mas ali estava ele, Rafael, com Sofia ao lado, exibindo o sorriso arrogante que eu conhecia tão bem. Sofia usava um anel de noivado nos dedos, o mesmo que um dia foi meu, e seu olhar de superioridade parecia feito para me menosprezar. "Coitada da Luna. Ouvi dizer que ela ficou completamente destruída depois que ele a deixou." Os sussurros maldosos da sociedade me atingiam como golpes, me chamando de ingênua órfã. Ainda no meu canto, observei os olhares de pena e escárnio misturados com a condescendência de Sofia e o desprezo de Rafael. Rafael se aproximou, me lembrando do dia em que ele me abandonou na rua, acusada de roubo por Sofia. Jogada fora, com o coração partido e sem nada, ele levou anos para me destruir. Eu sobrevivi aos piores meses da minha vida, me reinventando das cinzas para ser uma versão mais forte de mim. Enquanto ele falava, as memórias da minha caixa de música espatifada, o último presente da minha mãe, ecoavam na minha mente. Ele e Sofia sorriam, desdenhosos, falando que meu "nível" era diferente do deles, me oferecendo migalhas como uma irmã mais nova, um eco da mesma desculpa cínica que ele usou para me descartar. Mas eu não era mais a garota frágil que ele quebrou. Levantando minha mão para a luz suave do salão, permiti que o diamante deslumbrante no meu dedo brilhasse, ofuscando o anel de Sofia e congelando o sorriso presunçoso de Rafael. "A propósito, eu não estou apenas 'bem' . Eu estou casada."
O Jogo Sujo: Dinheiro, Amor e Traição

O Jogo Sujo: Dinheiro, Amor e Traição

Minha mãe precisava de uma cirurgia cardíaca de emergência, e eu liguei para o meu marido, Pedro, que estava em Lisboa em uma "viagem de negócios crucial". Mas a voz dele, misturada com risos e música ao fundo, me atingiu como um choque: "Quanto custa? Não posso largar tudo, este negócio é crucial." E então, ouvi a voz dela. A voz familiar da minha cunhada, Sofia: "Pedro, querido, com quem estás a falar? Vem, o nosso jantar está a arrefecer." Naquele instante, meu mundo desabou. Meu marido, numa suposta viagem de negócios vital, estava num jantar romântico com a própria irmã, enquanto minha mãe lutava pela vida. Eu me afastei do telefone, incrédula. A conta do hospital foi entregue: 21.500 euros. Corri para o banco para verificar nossa conta conjunta, a nossa única salvação. O que o funcionário do banco me disse congelou o meu sangue: "O saldo atual é de 15,32 euros. Houve um levantamento de 30.000 euros esta manhã." Ele tinha esvaziado a nossa conta. No dia em que minha mãe teve um ataque cardíaco, ele pegou todo o nosso dinheiro e foi celebrar com a irmã. A raiva me consumiu. Aquele "negócio crucial" era ele esvaziar a nossa conta para financiar uma escapadela romântica com a Sofia, fingindo ser o "Sr. e Sra. Patterson" num hotel de luxo em Lisboa? Como ele pôde ser tão cruel, tão abjecto? Tão indiferente à dor da minha mãe, à minha agonia, à nossa ruína? Naquele momento, enquanto eu vendia minhas últimas joias para salvar minha mãe, uma certeza gelada me invadiu. Este casamento tinha acabado. E eles iam pagar. Todos iam pagar.
Nunca Mais Serei Sua

Nunca Mais Serei Sua

O barulho da festa era ensurdecedor, mas para Sofia, grávida de três meses, o único som que importava era a risada de Bruno, seu marido, ao lado de Bianca, a ex-namorada. A tensão sufocava, e o escândalo explodiu: um desconhecido acusou Bianca de passar a noite com ele, e Bruno, sem hesitar, socou o homem, defendendo a "honra" de sua ex. Enquanto Bruno consolava Bianca, indiferente à sua esposa grávida, seu olhar encontrou o de Sofia. Frio e calculista, ele a agarrou, sussurrando: "Talvez eu deva perguntar onde você esteve na noite passada. Todo mundo sabe como você era antes de casarmos." Em pânico, Sofia o ouviu zombar de sua gravidez: "É mesmo? Agora eu já não tenho tanta certeza." A facada final: Bruno não apenas a humilhou publicamente, mas questionou a paternidade de seu filho. Em casa, a mala de Bianca no corredor confirmou o pesadelo. Sofia pediu o divórcio, mas Bruno a trancou no quarto, roubando seu celular, enquanto trovões ecoavam. Ele correu para Bianca, consolando-a com a intimidade de velhos tempos, deixando Sofia sozinha com o coração partido. Enquanto a tempestade se acalmava, a mãe de Bruno, Dona Lúcia, apareceu, furiosa: "Você não tem vergonha? Engravidar de outro e empurrar o bastardo para o meu filho?" Sofia se defendeu com dignidade, mas Bianca encenou um choro, e o golpe veio de Bruno: "O filho não é meu!" Aquele era o adeus de Sofia, que não chorou mais por ele, mas por si mesma, pela mulher ingênua que morreu naquele dia. Presa em casa, Sofia ouviu a mãe de Bianca exigir uma solução para a gravidez da filha, revelando a farsa que a atormentava. Dona Regina, debochada, quebrou seu precioso presente de avó, a caixa de música. Bruno, cego, prometeu "consertar" tudo, sem perceber que tudo já estava quebrado. Sofia planejou sua fuga, dando-lhe falsas esperanças de reconciliação. No dia seguinte, Dona Lúcia, com um envelope de dinheiro, exigiu o aborto: "Pegue o dinheiro, faça o que tem que ser feito, e suma do mapa." Sofia, sorrateiramente, gravou a confissão da sogra. Em uma clínica, com a ajuda de um amigo da família, Sofia forjou o aborto, garantiu a segurança de seu bebê, e escapou. Livre e com o coração batendo forte pelo filho, ela partiu para uma nova vida.