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Livros de Romance Para Mulheres

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CEO divorciado

CEO divorciado

me apaixonei por suas habilidades em corda. Eu fiquei porque, de alguma forma, ele pegou meu coração e o fez dele. Callum Valentine não queria escutar. Então de novo? Quando um homem está chamando uma mulher de gorda na frente da sua mesa, é meio difícil não intervir. Especialmente quando a criatura mais bonita da cidade é chamada de gorda. Desi só quer ser deixada em paz. Depois de um divórcio feio, ela pensa que está livre. Então seu ex assume a responsabilidade de continuar a tornar sua vida miserável, dando a Desi nenhuma escolha a não ser pegar ou ir embora. De fato, suas malas estavam quase prontas quando Callum enfiou o nariz no espetáculo mais embaraçoso que a cidade de Kilgore já testemunhou. No momento em que ele a declara dele e fora dos limites, tudo muda, e definitivamente não para melhor. Como se as coisas não pudessem ser pior do que ser chamada de uma novilha lamentável e gorda na frente do homem mais quente que ela já viu, Callum tem que ir e dizer que é dele, e eles têm que jogar um jogo que ela não tem certeza de que quer estar jogando. Mas diante de seus olhos, as coisas mudam. E de repente as regras do jogo não são claras. E eles estão cruzando fronteiras que nenhum deles vê chegando. Capítulo 1 Por que o chocolate precisa engordar? Por que o aipo não pode engordar? - Pensamentos secretos de Desi Desidara Divórcios arrastados. O que é mais chato que ver seu ex-marido sair com a mulher com quem ele a traiu? Ou, mais precisamente estar lá. Embora ele não tenha me visto, graças a Deus. Eu olho para o meu colo, esperando além da esperança de que, se não mantiver contato visual, isso significa que ele não vai fazer... mas eu devia saber melhor. Mal Stevens e Marjorie Christmas são idiotas. Se eles pudessem encontrar uma maneira de tornar minha vida mais difícil do que precisa, eles o fariam. Pior ainda, eles me envergonhariam se pudessem. Ou seja, quando eles caminham, eles me torturam implacavelmente. “Bem, olá, Desi-Massa”, ouço meu recém-divorciado ex- marido praticamente zombar. Desi-Massa. Deus, se houvesse uma maneira de excluir uma palavra da linguagem humana, seria a palavra 'massa'. Cerca de um ano e meio de casamento, quando comecei a ganhar peso, Mal começou a usar palavras criativas e inventivas para me lembrar que eu não tinha mais seis anos. Pior ainda, ele compartilhou essas palavras com sua agora namorada, que também fica encantada cada vez que ela usa a palavra e eu recuo. Eu lentamente olho para cima, sei o que encontrarei quando o fizer. O olhar cruel de Mal centra-se unicamente em mim. “Oi, Mal”, eu digo suavemente. “Em que posso ajudar?” Seus lábios se levantam em um sorriso de escárnio. “Você pode me ajudar dizendo a meu pai que não precisa mais de dinheiro.” Minhas sobrancelhas se erguem. “Eu não posso”, eu digo. “Se eu não tiver dinheiro de você, não posso pagar a casa, e você sabe disso.” Um pagamento da casa que ele me forçou a adquirir. Um pagamento da casa que, se eu pudesse, desistiria em um piscar de olhos. O único problema é que ninguém na sua maldita mente quer comprar dois mil acres e uma casa de dez mil pés quadrados. Inferno, eu nem sei por que diabos tinha concordado em comprá-la, mas aqui estou eu, endividada até meus olhos, com uma chance mínima no inferno de descarregar uma casa que eu não quero, nem preciso. “Sim”, ele zomba. “Você continua dizendo a si mesma isso
Vendida para o Dono do Complexo

Vendida para o Dono do Complexo

Luana cresceu entre as grades invisíveis da pobreza e da violência, tentando manter-se intacta num mundo que queria corrompê-la. Mas quando sua mãe contrai uma dívida impagável com o homem mais temido do Complexo do Arco, Luana é entregue como pagamento. Miguel Torres, conhecido como o Dono do Complexo, governa com punho de ferro. Respeitado por uns, temido por todos, ele não perdoa, não esquece e não cede. Para ele, tudo se resume a uma regra: quem entra em seu domínio, obedece. E agora Luana pertence a ele. O que começa como punição, rapidamente se transforma em um jogo perigoso de domínio e submissão, onde cada ordem dada por Miguel a obriga a se dobrar - e cada desafio feito por Luana acende nele a necessidade de dobrá-la. Presos em um vínculo tóxico e viciante, os dois descobrem que o controle pode ser exercido com palavras sussurradas no escuro, olhares que queimam mais do que açoites, e limites que são testados noite após noite. Luana tenta resistir, mas Miguel não quer apenas seu corpo: ele quer sua entrega completa, mente, alma e coração. Entre algemas emocionais, castigos que marcam e beijos que ferem, Luana se vê em um labirinto de prazer e dor, onde só existem duas opções: ceder... ou quebrar. No Complexo, amor é fraqueza. E Miguel está decidido a mostrar que, às vezes, se render é a forma mais cruel de sobreviver.
Bilionário de Wall stret

Bilionário de Wall stret

está preparado para isso e eu... Kendall bate o copo de chá gelado com tanta força que o líquido de seis dólares cai de sua borda. Agarrando o guardanapo, ela enxuga o molhado e me encara sobre o prato meio comido de crepes de trigo-mourisco. — O que foi? — Eu pisco para a minha melhor amiga. — Consegue notar que está falando sobre Sr. Puffs, Cottonball e Rainha Elizabeth pela última meia hora? — Kendall se inclina, os olhos castanhos estreitados. — É gato isso, gato aquilo, veterinário aquilo outro. — Ah — Envergonhada, olho para o relógio na parede do local de brunch no qual Kendall me arrastou. Com certeza, já faz quase trinta minutos desde que chegamos aqui – e não calei a boca durante esse tempo. Sem graça, olho para Kendall. — Me desculpe por isso. Não quis te entediar. — Não, Emma. — O tom de Kendall é de paciência exagerada quando ela se inclina para trás, jogando o cabelo escuro e brilhoso por cima do ombro. — Você não me entediou. Mas me fez perceber uma coisa. — O quê? — Você, minha querida, é oficialmente a Senhora dos Gatos. Minha boca se abre. — Como assim? — Sim. Uma típica Senhora dos Gatos. — Claro que não sou! — Não? — Ela arqueia uma sobrancelha perfeitamente formada. — Vamos rever os fatos então. Quando foi a última vez que teve seu cabelo cuidado por um profissional? — Hum… — Conscientemente, toco na explosão de cachos vermelhos na minha cabeça. — Talvez um ano ou mais atrás? — Foi, na verdade, para a festa do vigésimo quinto aniversário de Kendall, o que significa que já faz dezoito meses que nada além de um pente tocou essa bagunça cheia de frizz. — Certo. — Kendall corta seu crepe com a delicadeza de Rainha Elizabeth – minha gata, não a monarca britânica. Depois de mastigar, ela diz: — E o seu último encontro, foi quando? Sobre isso eu preciso realmente pensar. — Dois meses atrás — digo triunfante quando a lembrança finalmente chega até mim. Eu cortei um pedaço do meu próprio crepe e levei-o à minha boca, murmurando: — Isso não é há muito tempo. — Não — Kendall concorda. — Mas eu estou falando sobre um encontro de verdade, não um café por sentir pena de seu vizinho de sessenta anos. — Roger não tem sessenta anos. Ele tem no máximo quarenta e nove... — E você tem vinte e seis. Fim da história. Agora, não evite a pergunta. Quando foi a última vez que você teve um encontro de verdade? Pego meu copo d’água e engulo enquanto tento lembrar. Tenho que admitir, Kendall me pegou nessa. — Talvez um ano atrás? — Eu me arrisco, embora tenha certeza de que a data em questão – uma ocasião menos que memorável, claramente – antecedeu a festa de aniversário de Kendall. — Um ano? — Kendall bate as unhas cor castanho na mesa. — É sério, Emma? Um ano? — O quê? — Tentando ignorar o rubor subindo pelo meu pescoço, concentro-me em consumir o resto do meu crepe de vinte e dois dólares. — Tenho andado ocupada
CEO militar

CEO militar

podemos não sair vivos desta vez. Explosões ressoam no céu e nas minhas calças. Estou encharcada de suor. Ian, de inıćio, estava vestindo uniforme camulado, mas eu o arranquei com os dentes. E por isso que sei que estou sonhando — minha boca não é tão hábil assim. Na vida real, eu quebraria um dente no zıṕer dele. O despertador berra outra advertência. Minha mente despertando grita: Levanta ou vai se atrasar! Eu me envio mais ainda sob as cobertas, e meu inconsciente vence. Ian dos Sonhos me joga por cima do ombro, como se estivesse tentando ganhar uma Medalha de Honra, e então caıḿos em um beliche de metal. Outra indicação de que isso é um sonho é o fato de que a parte carnuda da minha bunda bate na quina do beliche, mas não dói. Ele se esfrega em mim e balança a cama. Eu arranho suas costas. — Nós vamos ser pegos, soldado — eu gemo. Sua boca cobre a minha, e ele me lembra: — Aqui é uma zona de guerra; podemos fazer quanto barulho quisermos. Uma saraivada de tiros de metralhadora soa do lado de fora. Botas pesadas fazem barulho rumo à porta trancada. — Rápido, precisamos fazer uma barricada! — eu imploro. — Mas como? Não há nada de útil aqui, apenas aquele chicote de couro e meus coturnos que vão até os joelhos! Ele me puxa contra a porta, e nós nos olhamos. A solução de repente se torna clara: teremos de usar nossos corpos como um bloqueio sexy. — Ok, toda vez que eles chutarem a porta, eu vou entrar em você, entendeu? No três: um, dois... Assim que meu sonho chega à parte boa, meu celular começa a tocar “Islands in the Stream”, de Kenny Rogers e Dolly Parton. O country pop dos anos 80 soa no volume máximo. Ouço sintetizadores. Eu gemo e me forço a abrir os olhos. Ian mudou meu toque novamente. Ele faz isso algumas vezes por mês. A anterior era outra música boba de dois velhos malucos. Pego o celular e o puxo para baixo das cobertas comigo. — Tá, tá — eu respondo. — Já tomei banho e estou passando da porta. — Você ainda está na cama. A voz profunda e rouca de Ian dizendo a palavra “cama” faz com que coisas engraçadas aconteçam no meu estômago. Ian dos Sonhos está se misturando com o Ian da vida real. Um deles é um tenente bonitão com braços de aço. O outro é meu melhor amigo, cujos braços são feitos de um metal que nunca tive o prazer de sentir. — Dolly Parton desta vez? Sério? — pergunto. — Ela é um tesouro nacional, assim como você. — Como você arruma essas músicas? — Eu tenho uma playlist no celular. Por que você está respirando com tanta dificuldade? Parece que você daria conta de embaçar um espelho. Ai, meu Deus. Eu me sento e me livro dos resquıćios do sonho. — Adormeci vendo as reprises de M*A*S*H novamente. — Você sabe que há outros programas para ver, não sabe?! — Sim, sei, só que ainda não encontrei um homem que me excite como Hawkeye. — Você sabe que Alan Alda está na casa dos 80, certo? — Ele provavelmente ainda tá com tudo em cima. — Se você diz, Hot Lips… Eu gemo. Assim como acontecia com a Major Houlihan, esse apelido me irrita... um pouco. Afasto os cobertores e planto os pés no chão. — Quanto tempo eu tenho? — O primeiro sinal toca em trinta minutos. — Parece que vou ter que pular aquela corrida matinal de mais de dez quilômetros que estava pretendendo fazer. Ele ri. — Arram. Começo a vasculhar o armário, procurando um vestido e um cardigã que estejam limpos. Os requisitos de vestimenta dos funcionários da nossa escola me obrigam a me vestir como a versão feminina do sr. Rogers. Hoje, meu vestido de verão é vermelho-cereja, e meu cardigã é rosa-claro, apropriado para o primeiro dia de fevereiro. — Alguma chance de você ter enchido uma garrafa térmica extra com café antes de sair de casa? — pergunto, esperançosa. — Vou deixar na sua mesa. Meu coração palpita de gratidão. — Quer saber, eu estava errada — eu provoco, fazendo um tom afetado e apaixonado