Sofia: De Sombra a Luz

Sofia: De Sombra a Luz

Gavin

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Capítulo

A festa de aniversário de Pedro estava no auge, e eu, Sofia, sua esposa, sorria como uma estátua decorativa ao seu lado. Por anos, fui apenas sua sombra, tendo abandonado minha faculdade de arquitetura para que ele fundasse sua empresa. Sua mãe veio, lançou veneno disfarçado de doçura, e ele, meu marido, me humilhou publicamente com piadas sobre meu lugar. A humilhação era um prato que ele me servia diariamente, e eu engolia, acreditando ser inútil sem ele. Mas naquela noite, algo se partiu. Olhei para Pedro e minha voz saiu firme: "Pedro, quero o divórcio." Ele riu, incrédulo: "Divórcio? Você não sobrevive um dia sem meu dinheiro!" Peguei o envelope pardo da minha bolsa e o joguei na mesa. "Aqui está o acordo de divórcio. Meu advogado já revisou. Sugiro que o seu faça o mesmo." Sua mãe gritou, chamando-me de parasita, mas eu sabia que estava finalmente livre. Na manhã seguinte, ele me confrontou, os olhos injetados de raiva. "Você me humilhou! O que você quer, Sofia? Destruir tudo que eu construí?" Eu apenas disse: "Respeito. Eu queria respeito." Ele zombou: "Você vive do meu dinheiro, não tem nem diploma, e quer falar de respeito?" "Somos casados em comunhão parcial de bens, Pedro," eu revelei. "E sua empresa foi fundada depois de nos casarmos." O pânico tomou conta de seu rosto, e ele bateu na mesa: "Você quer guerra, Sofia? Então terá!" "Ótimo. Fico feliz que concordamos," eu respondi, e senti o alívio que seria ser livre. Dias depois, ele me caluniou nas redes sociais, e amigos me traíram, com Clara me implorando para voltar atrás. Mas eu não me importei. Apenas postei no grupo: "Com a minha metade dos bens, pretendo abrir meu próprio escritório de arquitetura." Pedro saiu do grupo, e eu, pela primeira vez em anos, sorri sinceramente. Ainda bem, o passado estava virando irrelevante.

Introdução

A festa de aniversário de Pedro estava no auge, e eu, Sofia, sua esposa, sorria como uma estátua decorativa ao seu lado.

Por anos, fui apenas sua sombra, tendo abandonado minha faculdade de arquitetura para que ele fundasse sua empresa.

Sua mãe veio, lançou veneno disfarçado de doçura, e ele, meu marido, me humilhou publicamente com piadas sobre meu lugar.

A humilhação era um prato que ele me servia diariamente, e eu engolia, acreditando ser inútil sem ele.

Mas naquela noite, algo se partiu.

Olhei para Pedro e minha voz saiu firme: "Pedro, quero o divórcio."

Ele riu, incrédulo: "Divórcio? Você não sobrevive um dia sem meu dinheiro!"

Peguei o envelope pardo da minha bolsa e o joguei na mesa.

"Aqui está o acordo de divórcio. Meu advogado já revisou. Sugiro que o seu faça o mesmo."

Sua mãe gritou, chamando-me de parasita, mas eu sabia que estava finalmente livre.

Na manhã seguinte, ele me confrontou, os olhos injetados de raiva.

"Você me humilhou! O que você quer, Sofia? Destruir tudo que eu construí?"

Eu apenas disse: "Respeito. Eu queria respeito."

Ele zombou: "Você vive do meu dinheiro, não tem nem diploma, e quer falar de respeito?"

"Somos casados em comunhão parcial de bens, Pedro," eu revelei. "E sua empresa foi fundada depois de nos casarmos."

O pânico tomou conta de seu rosto, e ele bateu na mesa: "Você quer guerra, Sofia? Então terá!"

"Ótimo. Fico feliz que concordamos," eu respondi, e senti o alívio que seria ser livre.

Dias depois, ele me caluniou nas redes sociais, e amigos me traíram, com Clara me implorando para voltar atrás.

Mas eu não me importei. Apenas postei no grupo: "Com a minha metade dos bens, pretendo abrir meu próprio escritório de arquitetura."

Pedro saiu do grupo, e eu, pela primeira vez em anos, sorri sinceramente.

Ainda bem, o passado estava virando irrelevante.

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