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Livros de Bilionários Para Mulheres

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O Brilho Do Anel Quebrou

O Brilho Do Anel Quebrou

O anel de noivado no meu dedo brilhava, uma promessa de reencontro com Gabriel, meu noivo que voltava da África depois de três longos anos. Mil e noventa e cinco dias de espera, e finalmente, o conto de fadas estava prestes a ter seu final feliz. Mas a ligação da assistente dele, Clara, virou meu mundo de cabeça para baixo. "Ela não suspeita de nada... Acha que ele é um herói." Poderia ser pior? Sim, um homem desconhecido respondeu: "Assim que ele se casar com a Andrade e colocar as mãos na fortuna... Ele vai poder sustentar a filha dele com luxo." Filha? A respiração parou. A dor rasgou meu peito. Casar comigo pela minha fortuna. Manter a filha de dois anos que ele teve enquanto fingia ir para a África. Sete anos, uma farsa. Eu era a tola, a galinha dos ovos de ouro. A humilhação me engoliu. Eu não podia desabar, não na frente dele. A vingança, fria e calculada, começou a se formar. Eu precisava casar, mas não com ele. Eu precisava destruir o plano dele de uma forma que ele nunca esperaria. Um nome surgiu na minha mente: Lucas Mendes. Um magnata inacessível, rumores de um homem quebrado. Um casamento de conveniência. Uma loucura desesperadora. Quando Gabriel ligou do aeroporto, sua voz cheia de uma falsa ternura, eu fingi paixão. "Estarei esperando", eu disse, sentindo o gosto amargo da minha própria mentira. O jogo dele acabou. Agora era a minha vez de jogar. A raiva me deu força. Eu não seria a vítima. Eu seria a protagonista da minha vingança. O confronto era inevitável. Eu precisava ver a verdade nos olhos dele. "Gabriel, você está escondendo alguma coisa de mim?"
A Dor da Desilusão

A Dor da Desilusão

A pequena linha azul no teste de gravidez transformou Maria da Silva, uma designer promissora, na mulher mais feliz do mundo. Ela imaginava o brilho nos olhos de Pedro, seu marido, o homem que ela tanto ajudou a construir um sonho, ao saber da notícia. Mas uma notificação no Instagram a jogou em um abismo: uma foto de Pedro abraçado a outra mulher, linda e sofisticada. A legenda era um soco no estômago: "Com meu amor, celebrando o futuro. #poder #sucesso". Pedro chegou em casa e confirmou o horror: a mulher, Sofia Costa, era filha de um fazendeiro de café milionário, a "salvação" da empresa falida deles. "É sobre futuro, sobre status. É algo que você não pode me dar. Eu quero o divórcio", ele disse, frio. A alma de Maria se partiu em "divórcio". Mas a frieza de Pedro, ao revelar que sabia da gravidez, foi ainda mais brutal: "Você fica aqui, tem nosso filho. Ninguém precisa saber. Eu continuo com a Sofia e sustento vocês. É a melhor solução." A oferta era uma humilhação tão profunda que a tristeza virou fúria, e a mão de Maria encontrou o rosto dele. "Seu monstro!" ela gritou, jogando o teste nele, "Aqui está a sua 'melhor solução'!" Ele riu, jogou os papéis do divórcio e forçou a assinatura dela, empurrando-a contra a mesa e causando uma dor lancinante. O sangue que escorreu por suas pernas não deixou dúvidas: ela havia perdido o filho. No hospital, ela viu Pedro consolando Sofia por um arranhão, enquanto ela própria sangrava até quase a morte, e a solidão a esmagou. Seus pais a resgataram, mas era tarde: "Não puderam salvá-lo, minha querida", disse seu pai. Mas das cinzas da dor, um novo fogo se acendeu: "Eles vão pagar", ela sussurrou ao pai, o verdadeiro e poderoso fazendeiro de café, o João da Silva, cujo nome Sofia havia roubado. Duas semanas depois, Maria ligou para Pedro, com a voz gélida: "Estou pronta para finalizar o divórcio." No cartório, o ventre liso de Maria fez Pedro acusá-la de ter se livrado do filho, mas ela não se abalou. Ela assinou os papéis enquanto Pedro e Sofia se apressavam para casar ao lado. Mas então, Maria viu, nos documentos de Sofia, o nome de seus próprios pais. "O que diabos aquilo significava?"
A Farsa do Casamento Perfeito

A Farsa do Casamento Perfeito

Olhava para o salão de festas luxuoso, os lustres brilhando, mas meu coração estava vazio. Naquele dia, eu deveria ser o homem mais feliz do mundo: Lucas, o empresário que, do nada, construiu um império e se casou com Clara, a mulher mais linda da cidade. Minha mãe adotiva, Sofia, sorria ao meu lado, o retrato da mãe orgulhosa. Tudo parecia perfeito, uma mentira perfeita em minha vida de órfão que finalmente encontrara amor e apoio. Até que, no dia da assinatura de um contrato crucial, Clara, minha esposa, sumiu. Ela alegou um engarrafamento, mas as ruas estavam livres. Perdi a oportunidade de uma vida. Naquela noite, um e-mail anônimo piscou na tela: "A verdade sobre sua família". Havia um vídeo em anexo. Assisti, chocado, enquanto Sofia, Pedro (o filho "ilegítimo" de Sofia) e Clara brindavam e zombavam de mim. Pedro debochava: "Ele realmente achou que a Clara estava presa no trânsito? Ele perdeu o maior contrato da vida dele e nem sabe que fomos nós que armamos tudo!" Clara riu, um som que fez meu sangue gelar: "Ele é tão ingênuo. Acredita em tudo que eu digo. Tão fácil de manipular." Mas foi a voz de Sofia, minha mãe adotiva, que quebrou meu mundo em pedaços: "Pedro, meu filho, tudo que é do Lucas será seu. Ele não passa de uma ferramenta que usamos para construir o seu império. Ele nunca fez parte desta família. Ele não tem nosso sangue." Meu copo d'água caiu, estilhaçando-se. Minha esposa, minha mãe, meu "irmão"... tudo era uma farsa. Eu era apenas um peão em um jogo cruel. Tremendo incontrolavelmente, recebi uma mensagem, as letras borradas pelas lágrimas: "Eu sei de tudo. Se quiser vingança e recuperar o que é seu, eu posso ajudar. Pense nisso. - I." Vingança. A palavra ecoou em minha mente vazia. Naquela mesma noite, eu as ouvi: Sofia e Clara, tramando. Sofia disse, sua voz suave e venenosa: "O plano está funcionando perfeitamente. Assim que o Pedro estiver no comando, você pode se divorciar dele e ficar com metade de tudo que ele \'pensa\' que tem." Eu não era apenas uma ferramenta, era uma ferramenta descartável. A dor se transformou em uma raiva fria e cortante. Eles não apenas me traíram, eles me subestimaram. E isso seria o maior erro deles. Me chamaram de tolo... Mas o tolo vai ser o último a rir. Agora, tenho um convite para lutar, e para queimar o mundo que eles construíram sobre as minhas costas.
Traída no Altar, Rainha da Moda

Traída no Altar, Rainha da Moda

O salão do Grand Palace Hotel brilhava, palco para o lançamento da nova coleção de Pedro e o anúncio de nossa parceria de negócios. Mas as luzes dos lustres de cristal e o tilintar das taças de champanhe se estilhaçaram quando Pedro, meu noivo, pegou o microfone. Com um sorriso que não era para mim, ele estendeu a mão para Isabela, a filha da nossa governanta, declarando-a sua verdadeira musa e parceira de negócios. "Isabela é a pessoa destinada a mim, não vou me casar com outra," ele proclamou, e a frase me atingiu como um golpe físico, dilacerando meu noivado e a honra da minha família. Ele me descartou publicamente, justificando a traição com "incompatibilidade de ideias" e, inacreditavelmente, "mapas astrais", me oferecendo um cargo de funcionária em algo que deveria ser meu. A elite da moda me observava com pena e divertimento mórbido, sussurrando sobre a herdeira Bernardes trocada pela Cinderela. A humilhação era profunda, e a raiva borbulhava, mas não dei a Pedro o prazer de me ver desmoronar. Lembrei-me das palavras de um consultor: "Essa menina não nasceu para ser parceira, ela nasceu para liderar, um dia, ela vai dominar o mundo da moda." Pedro abriu mão da posição suprema no tabuleiro, e sua ignorância seria sua ruína. Eu respirei fundo, endireitei as costas, e decidi: a humilhação era temporária, o poder seria eterno. Meu jogo havia acabado de começar, e Pedro, cego por sua suposta "sorte", acabara de armar seu inimigo mais perigoso.
Sem Espaço Para o Remorso Deles

Sem Espaço Para o Remorso Deles

A porta da mansão dos Silva se abriu, e um ar frio de ar-condicionado me atingiu. Meus pais biológicos e minha irmã Patrícia me aguardavam, cheios de uma culpa e curiosidade que me virava o estômago. Patrícia, a influenciadora perfeita, me abraçou para as câmeras, e seus olhos me desnudaram, avaliando minhas roupas simples. Eles esperavam que eu, a garota pobre recém-descoberta, fizesse um pedido grandioso, uma lista de desejos. Mas, ao invés disso, eu só tinha uma coisa em mente, uma obsessão que me manteve viva por anos. "Eu só quero estudar." A confusão nos rostos deles foi palpável; uma chef? A herdeira de um império do café queria trabalhar em uma cozinha? No jantar, Patrícia se aproximou, me acusando de querer roubar seu lugar. "Eu não quero o seu lugar", eu disse, a voz monótona. Rodrigo, meu irmão, me empurrou, me chamando de caipira e zombando da minha ambição. Para eles, eu era só uma estranha, uma anomalia em seu mundo de aparências. Na manhã seguinte, pedi dinheiro para meus estudos, e eles me olharam como se a palavra fosse estranha. Ainda zombando, Rodrigo alertou o pai para não me dar muito dinheiro. Eu não estava pedindo, eu estava informando: o prazo de matrícula para o curso intensivo terminava no dia seguinte. Eu me levantei e saí, deixando-os para trás em seu silêncio chocado. Eu era um banco, e eles, um recurso para meu único propósito: me tornar uma chef. "Júlia, querida. Bem-vinda ao seu lar."