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Livros de Romance Para Mulheres

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Renascendo das Cinzas

Renascendo das Cinzas

Cinco anos se passaram desde que a humilhação pública na minha formatura destruiu minha vida. Naquele dia, um vídeo íntimo meu e do meu namorado perfeito, João, foi exibido no telão para toda a faculdade, transformando o dia mais feliz da minha vida no pior pesadelo. Minha reputação foi aniquilada, a carreira promissora do meu pai foi arruinada, e minha família desmoronou sob o peso do escândalo. Eu descobri a verdade cruel: João, o homem que eu amava e confiava, me usou, me seduziu e me destruiu para se vingar do meu pai por uma rivalidade de negócios que eu nem conhecia. Minha vida virou um inferno, vivendo de bicos mal pagos para sustentar Pedro, meu filho de quatro anos, cuja luz está se apagando devido a uma grave doença cardíaca que exige um transplante caríssimo. Naquela noite, enquanto eu servia champanhe em uma festa de gala, meus olhos encontraram os dele, mais maduro e imponente do que nunca, ao lado de sua noiva, Lin. Ele se aproximou com um sorriso cruel e cuspiu palavras de desprezo sobre minha degradação. Mas a humilhação não parou por aí; ele sussurrou que sabia sobre Pedro e, em um golpe final, revelou que o coração que eu havia prometido vender para salvar meu filho seria transplantado para Lin. Ainda atordoada pela crueldade do destino, descobri que a vingança dele era uma guerra geracional, onde meu sofrimento era apenas um peão, e ele se recusou a aliviar minha agonia. Em uma noite escura, na casa do meu algoz, fui punida com a mais cruel das humilhações: jogada em uma piscina congelante por ter "assustado" Lin. Abandonada no frio, com o corpo dormente e a alma despedaçada, recebi a ligação que temia: Pedro estava tendo complicações. Percebi, naquele instante, que estava no epicentro de um pesadelo que se repetia e que eu precisaria lutar contra o tempo e o destino. Em meio ao desespero, uma revelação chocante me aguardava: o pai de Pedro era João! Como eu poderia esconder essa verdade, se a vida do meu filho estava em jogo? Eu precisava virar o jogo!
A Farsa do Amor Perfeito

A Farsa do Amor Perfeito

Nosso casamento de cinco anos, com Pedro, era a inveja de todos, uma união tida como perfeita. Até o dia em que um acidente de carro me levou ao hospital, grávida de três meses e precisando de uma cirurgia urgente. Eu tentava ligar para Pedro para assinar o consentimento, mas só dava caixa postal. Então, uma enfermeira me mostrou um vídeo que viralizou na internet: Pedro, ajoelhado, pedindo Clara, minha própria irmã, em casamento. Aquele foi o estopim de uma farsa que se revelaria ainda mais cruel. A dor física mal se comparava ao vazio gelado que me atingiu; a perfeição era uma ilusão, e eu, a última a saber. Pedro chegou, encenando preocupação, mas suas mãos frias e sua voz falsa me reviravam o estômago. Eu estava exausta demais para confrontá-lo, mas uma frieza calculista começou a tomar conta de mim. Dias depois, aproveitei um momento de descuido dele e imprimi um "Acordo de Divórcio", enganando-o para que assinasse, usando a mesma doçura manipuladora que ele sempre esperou de mim. Enquanto ele saía, confiante, eu sabia que o primeiro passo da minha vingança estava dado. Ainda no cartório, recebo uma ligação de Sofia, assistente de Clara, informando que minha irmã havia desmaiado e estava indo para o hospital, com Pedro a acompanhando, claro. Foi a prova que eu precisava. De volta em casa, arrombei a porta de seu escritório e, com a data de aniversário de Clara, abri o cofre. Lá, encontrei o contrato de casamento entre Pedro e Clara, os papéis da minha adoção, fotos e vídeos da obsessão dele por ela, além de áudios onde ele confessava: "Eu me casei com o reflexo, mas eu quero o original. Eu quero você." Eu não era uma ponte; eu era apenas uma substituta, e meu casamento perfeito, uma peça cruel. A raiva me impulsionou. Limpei cada vestígio dele da minha vida, joguei fora presentes e o perfume dele no vaso sanitário, sentindo uma liberdade gélida. Naquela noite, ele estava com Clara, e no dia seguinte, descobri que ele compraria a joia mais cara dela, o "Coração Eterno", no leilão. "Você está lindo" , eu disse, enquanto ele se preparava para ir ao leilão. "Obrigado, amor. É um evento importante, preciso causar uma boa impressão." "Vá. E boa sorte", as últimas palavras de uma esposa. Peguei minha mala e chamei um táxi; eu também tinha um evento importante para ir, o mesmo que o dele.
TORCENDO POR NÓS

TORCENDO POR NÓS

O famoso jogador de futebol Antony Sillve, está de volta a sua cidade para ser padrinho de casamento do seu primo, tudo certo na vida do então promissor jogador em ascensão, mas ele não estava preparado para ser posto a prova ao reencontrar a incrível e bela Sarah Carter, a atração entre os dois foi mútua e fulminante, porém o incrível jogador terá que suar a camisa para conseguir conquistar a garota, já que só atração ferrenha para ela não é o suficiente. Além do mais, Sarah, não está em boa fase de sua vida, ela acaba trancar a sua tão sonhada faculdade de fisioterapia, e ainda voltou para casa dos seus pais, devido à problemas financeiros. Para ela, ver Antony Sillve, só piora a sua falta de sorte, já que carrega uma grande mágoa por seu tratamento lhe dado nos tempos da escola, ele porém não fazia ideia da sua antipatia, afinal não eram muitos próximos naqueles tempos, e como bom jogador, não irá medir esforços para vencer as barreiras imposta pela linda garota. Uma vez que entra a paixão em jogo, tudo pode acontecer, e assim será entre os dois. Sarah terá que enfrentar o assédio da mídia, que cerca o jogador em ascensão, além das dificuldades de viver um relacionamento a distância, e um terrível acidente que deixará marcas na vida de Antony, abalando assim o relacionamento do casal, porém o amor de Sarah tudo pode suportar, e não irá deixar o seu incrível jogador perder o maior jogo, o jogo da vida.
MINHA PEQUENA REDENÇÃO: O AMOR PODE MUDAR VOCÊ, BASTA QUERER! E-BOOK 1.

MINHA PEQUENA REDENÇÃO: O AMOR PODE MUDAR VOCÊ, BASTA QUERER! E-BOOK 1.

PRIMEIRO LIVRO DA SÉRIE. SINOPSE: Kaleb: O próprio nome evocava uma sensação de gelo cortante. Era um homem talhado pela adversidade, uma fortaleza erguida sobre ruínas de dor.  Sua aura era de um frio impenetrável, cada traço de seu rosto, cada linha de seu corpo, parecia desenhado para repelir qualquer calor humano.  O sabor da vida, para ele, era amargo, uma bebida indigesta que ele absorvia dia após dia.  O conceito de sentimentos havia sido arrancado de sua alma há muito tempo, deixando um vazio onde antes poderia ter existido ternura. Ele era a personificação da desilusão. Em um contraste vívido e quase irônico, surge Celina. Uma jovem cujo sorriso era o próprio sol da manhã. Ela era a delicadeza em pessoa, exalando uma meiguice inata que acalmava o ambiente ao seu redor.  Sua gentileza não era forçada, mas sim uma fonte que fluía naturalmente de seu interior. Era doce, com a leveza de uma brilha de mel, e seu coração era um santuário para a crença mais antiga e poderosa: ela acreditava no amor.  Para Celina, o mundo, apesar de suas sombras, ainda guardava a promessa de um final feliz. Duas pessoas completamente diferentes. A escuridão e a luz. O cinismo e a esperança. Pareciam órbitas distintas, fadadas a jamais se cruzar. No entanto, o universo tem seus próprios roteiros. Em uma noite que começou como qualquer outra, o destino, com sua mão invisível e implacável, teceu uma trama inesperada e os uniu. Não foi um encontro romântico, mas sim um choque de mundos, uma faísca acesa no limiar entre a necessidade e o desespero. E desse encontro explosivo, nasceu um acordo. Uma pacto frio e pragmático, ditado pelas circunstâncias e aceito com reservas por ambos.  Um mero contrato, aparentemente. Mas esse acordo tinha o poder de um elo inquebrável, pois ele ligou a vida desses dois para sempre, amarrando a frieza do Kaleb à doçura da Celina. Kaleb carregava um fardo pesado. Um passado que o assombrava com ecos de dor e perda, que o havia ensinado a se proteger, a construir muros intransponíveis. Ele tinha um medo quase físico de se envolver, de permitir que a vulnerabilidade se instalasse novamente em sua vida.  O risco de ser ferido era maior do que a promessa de felicidade. Mas a convivência forçada com a Celina começou a operar uma fissura na sua armadura. O que fazer quando o coração fala mais alto que a razão, que o medo autoimposto?  Os gestos simples, a inocência cativante, a luz pura da Celina eram um veneno lento, mas irresistível, para o seu cinismo. Ele percebia, com pavor e fascínio, que o gelo em seu peito estava começando a derreter. Não havia como fugir. Ele tentava se afastar, mas era puxado de volta por uma força gravitacional emocional que ele jamais havia experimentado.  O sentimento que nascia era tão puro e verdadeiro que desarmava todas as suas defesas. Agora, o desafio era unicamente dele. Kaleb precisa ser forte, não no sentido de endurecer, mas no sentido de ter a coragem de ser vulnerável. Ele precisava fazer as pazes com seu passado, entendê-lo, perdoá-lo, e finalmente, deixá-lo para trás. Somente assim ele poderia se abrir para a possibilidade de um futuro que ele nunca ousou sonhar, um futuro ao lado daquela que se tornara sua pequena redenção. A verdade universal se impõe: O AMOR PODE MUDAR VOCÊ. Não é uma transformação mágica, mas um ato de vontade profunda. BASTA QUERER abrir a porta, aceitar a luz e permitir que a doçura cure as feridas amargas.  O destino os uniu; agora cabe a eles escolherem o amor.
Clímax

Clímax

Uma repórter determinada e um guarda-costa implacável protagonizam uma envolvente narrativa de amor e aventura. Exausta após o banho, arrastei-me para a cama apenas com a toalha; não tinha forças nem para me vestir. Envolvi-me no edredom e adormeci antes mesmo de ele retornar. Eu me encontrava em um lugar que não desejava estar: o restaurante, aquele maldito restaurante. Mas, desta vez, a situação era diferente; não era o Dr. Nicolas que estava à minha frente, mas sim Ethan. Ele exibia um sorriso, como era habitual quando estávamos juntos, enquanto segurava minha mão e afirmava que tudo ficaria bem. De repente, a porta da frente se fechou com um estrondo. Um homem usando um boné preto subitamente entrou no ambiente, dirigindo-se em nossa direção. Ele sacou uma arma e disparou duas vezes contra o peito de Ethan. "Ethan, não, não!" gritei, em meio às lágrimas, enquanto sua mão se soltava da minha. "ETHAN, POR FAVOR, NÃO." Desorientada e entrecortada por soluços, despertei com ele me envolvendo em um abraço apertado. - Querida, acorde, foi apenas um sonho. Estamos bem, fique tranquila. - Você está realmente bem? Não está ferido? Em meio ao choro, retirei sua camisa para verificar se ele havia se machucado. Minhas mãos exploravam a área que eu temia estar sangrando. Eu precisava tocá-lo; sentia-me aliviada por não precisar de permissão, pois ele era meu, e eu era dele. - Veja, estou bem, foi apenas um pesadelo. - Apenas um pesadelo. Repeti enquanto acariciava seu peito. Ele passou a mão em meu cabelo ainda úmido, olhando em meus olhos, visivelmente indeciso sobre como proceder. - Ethan, faz amor comigo? Minha solicitação soou mais como uma súplica, mas, naquele instante, ele se tornava uma necessidade única para mim. - Não é necessário pedir. Com um único movimento, ele me posicionou em seu colo. Eu já estava completamente despida, tendo me deitado apenas com uma toalha, e o beijei de forma intensa e ansiosa. Minhas mãos, trêmulas, esforçaram-se para desabotoar sua calça. Assim que tive acesso ao seu membro ereto, sentei-me sobre ele; sua penetração vigorosa me libertou daquele temor noturno recorrente. Sua boca quente beijava minha orelha, provocando-me e despertando minha excitação. Suas mãos exploravam meus seios enquanto ele sugava meus mamilos, intensificando meu desejo por ele. Seus gemidos ecoavam como o rugido de uma fera imponente, aumentando ainda mais meu êxtase. - Eu te amo! Preciso de você. Suspirei enquanto ele se movia dentro de mim. - Querida, eu também te amo! Ele segurou minha cintura com firmeza, puxando-me para mais perto. Em um ritmo constante e prazeroso, sua penetração continuava implacável. Movendo-me e rebolando em seu colo, Chegamos ao clímax.
Rejeitada Pelo Ex, Amada Pelo CEO

Rejeitada Pelo Ex, Amada Pelo CEO

No meu 18º aniversário, preparei um jantar especial, esperando que Leo, o meu namorado há cinco anos, finalmente me priorizasse. Mas ele chegou tarde e bêbado, desvalorizando o meu dia e chamando-me infantil, deixando claro que a sua ambição e o projeto com o Grupo Almeida eram as suas únicas prioridades. Na manhã seguinte, decidi que não aguentava mais ser um mero acessório na sua vida, e terminámos. Sozinha, sem emprego nem casa, encontrei apoio na minha amiga Clara, que me encorajou a lutar. Consegui uma entrevista no prestigiado Grupo Almeida, a mesma empresa que Leo idolatrava, e obtive o emprego dos meus sonhos. Mas o meu antigo mundo não me deixaria em paz. Leo, furioso pelo término, começou a assediar-me e a espalhar rumores infames, acusando-me de ter conseguido o trabalho de forma desonesta. Eu tinha sacrificado a minha carreira por ele, mudei-me para outra cidade pela sua causa, e agora ele ousava difamar-me? Como podia alguém que dizia lutar "pelo nosso futuro" ser tão cruel e egoísta? Na festa de celebração de uma parceria entre a sua empresa e o Grupo Almeida, Leo e a noiva de Ricardo Almeida, Sofia – com quem eu trabalhava num projeto complicado – uniram-se para me humilhar em público, chamando-me de "empregada" e revivendo o meu passado. Mas foi ali, no meio daquele silêncio constrangedor, que Ricardo Almeida, o CEO do grupo, fez algo inesperado. Pela primeira vez na vida, senti que algo estava prestes a mudar, para sempre.
O Colar e o Coração Partido

O Colar e o Coração Partido

A música alta vibrava em meu peito, mas não era páreo para a ansiedade que me consumia. Ricardo Mendes, meu namorado há cinco anos, me segurava com uma possessividade que antes me acalmava e agora parecia uma gaiola. Eu era seu bibelô, sua boneca, e por cinco anos, cega pelo que pensei ser amor, aceitei meu papel. Então, ele pegou o microfone, e o mundo ao redor emudeceu, todos os olhos voltados para nós. "Muitos de vocês conhecem a Júlia. Por cinco anos, ela foi uma companhia divertida... uma distração adorável." A palavra 'distração' me atingiu como um tapa. "Mas toda distração tem seu fim. E hoje, apresento a mulher que realmente importa: minha alma gêmea." De repente, Clara, sua assistente, surgiu usando o "Oceano Estrelado", o colar da minha falecida mãe, que Ricardo jura ter guardado para me proteger. Ele a beijou na frente de todos, e o mundo de Júlia desabou. A humilhação foi pública, esmagadora. "O show acabou, Júlia. Você pode ir. Preciso do apartamento de volta até amanhã." Lágrimas queimavam meus olhos, mas algo dentro de mim se partiu e se refez, mais duro e afiado. A submissão de cinco anos se transformou em fúria fria. "Você se engana sobre quem é o palhaço principal." Minha voz nem sequer tremeu. "Fique com o colar. Fique com a sua 'alma gêmea' . Vocês se merecem, pessoas superficiais precisam de objetos superficiais para provar algo que não existe." Eu não dei a ele a satisfação de uma única lágrima. "E não se preocupe com o apartamento, Ricardo. Eu nunca gostei da decoração mesmo. É tão sem alma quanto o dono." Deixei para trás as ruínas de minha antiga vida, respirando, pela primeira vez em cinco anos, o ar da liberdade.
O Segredo do Rádio: Meu Passado Me Salvou

O Segredo do Rádio: Meu Passado Me Salvou

Por dez anos, Sofia Almeida viveu um casamento sem amor, marcada pela traição do marido Ricardo Neves com sua própria irmã, Letícia. Ele, cruelmente, recusava-se a conceder o divórcio. Num acesso de desespero, Sofia ligou um velho rádio amador de seu avô. Uma voz familiar, mas jovem, soou: era Ricardo, de dezenove anos. Ela explicou sua vida futura, a traição e a recusa do divórcio. Pediu que ele, no passado, assinasse os papéis do divórcio. O Ricardo do presente (32 anos) tornou-se ainda mais cruel, minimizando o caso e jogando papéis de divórcio em sua cara. Então, veio a chocante conspiração de seus pais e Letícia: eles queriam que ela "cedesse" Ricardo para a irmã e transferisse a casa dos avós, sua última lembrança feliz. A crueldade atingiu o ápice quando Letícia, num ato de ódio puro, incendiou a casa com Sofia dentro. Por que tanta traição da própria família? Por que o homem que jurou amá-la virou um monstro? Em meio às chamas e à fumaça, Sofia sentiu a dor de uma traição tão profunda que quase a consumiu. Conseguiu escapar, mas o mundo desabava sob seus pés. A acusação de Ricardo de que ela tentara matar Letícia e incendiar a casa foi a gota d'água. Enquanto as chamas devoravam suas últimas memórias, Sofia, com a voz embargada, olhou para Ricardo e disse: "Eu quero o divórcio. Agora." No rádio, a voz do jovem Ricardo soou: "Sim, Sofia. Eu vou assinar. Vou enterrá-los sob o velho ipê." Com a prova do passado e a cicatriz em seu rosto milagrosamente desaparecida, Sofia rompeu com tudo, sua família e aquele casamento tóxico, partindo para Paraty para reconstruir uma vida de paz e amor.