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Livros de Romance Para Mulheres

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Meu doutor proibido

Meu doutor proibido

"- Pensando profundamente, hein? - Sim. Acho que sim. - Você acha que sim? Concordo e ele toca meu rosto, acariciando-o lentamente com o polegar. - O que você está pensando? Eu o encaro, só um olhar, e isso basta para ele saber que estou pensando em Liam. O quanto o machucaria se soubesse o que acabou de acontecer. Como seria desastroso. Não consigo nem começar a imaginar as consequências. Isso destruiria a família dele, e isso é só o começo. - É, eu também. Mas não tanto quanto estou pensando nisso. Ele me beija novamente, tão lentamente quanto antes, e agarra meu cabelo na altura da nuca. Sinto-me fraca novamente, tão fraca quanto antes, enquanto ele explora minha boca com a língua. Ele consegue fazer isso enquanto pensa na esposa? E no filho? Mas não estou fazendo isso enquanto penso no meu namorado? Não estou dizendo "não" e definitivamente não quero que ele pare." Eloise Brooker é uma estudante de 18 anos. Ela está passando o verão antes do primeiro ano da faculdade com o namorado e a família dele em uma casa de praia. Christian Ashford é um homem casado e realizado, pai de quatro filhos. Ele é um cirurgião renomado, rico, charmoso, um marido devotado e um pai presente. Sua vida parece perfeita, com tudo o que alguém poderia desejar. Eloise e Christian percebem rapidamente que existe entre eles uma atração avassaladora e impossível de ignorar. Eles acabam se envolvendo em um caso proibido e intenso. O problema? Além de casado, Eloise está namorando o filho mais velho de Christian...
O Bombeiro e a Esposa Secreta

O Bombeiro e a Esposa Secreta

Minha vida de casado com Ana era uma rotina estranha de regras que ela impunha e eu, José, um bombeiro acostumado ao caos, aceitava por amor ou costume. Dormíamos em quartos separados há três anos, uma decisão unilateral dela, que alegava "purificação espiritual" . Eu trabalhava exaustivamente, entregava todo meu salário a ela, cozinhava, limpava, sonhando em ter minha esposa de volta. Até que um dia, durante um chamado de rotina para um pequeno incêndio, meus olhos varreram a multidão e pararam em uma cena que estilhaçou meu peito. Lá estava Ana, rindo com uma felicidade que não via há anos, abraçada pela cintura por um homem desconhecido, e entre eles, um menino de uns quatro anos comia sorvete, olhando para os dois com a adoração que uma criança reserva aos pais. Eles pareciam a família perfeita que ela sempre me negou. No meio do choque, vi o olhar de Ana cruzar com o meu: havia pânico, mas também uma frieza cortante, como se eu fosse um intruso em sua verdadeira vida. Ainda desorientado, ela chegou em casa impassível, propondo adotarmos uma criança, a quem ela chamava de Lucas. "Que criança, Ana? O menino que estava com você no parque hoje?" perguntei, a voz tremendo. A máscara dela nem tremeu. Ela me humilhou usando sua espiritualidade para justificar a traição, alegando que minha "necessidade por coisas carnais" era o problema. Naquela noite, descobri a verdade brutal: Pedro, o homem do parque, estava na cama de Ana com Lucas. Eu era o tolo que financiava a felicidade de minha esposa com outro homem. Com o coração esmagado, exigi o divórcio, mas ela, com uma calma fria, recusou, usando desculpas esfarrapadas sobre "regras espirituais". Sua frieza era insuportável. "Você não entende nada! Pedro é meu guia espiritual, Lucas é uma criança que precisa de ajuda!" ela gritou quando tentei sair. "Não me chame de burro, Ana, eu vi como vocês se olham, eu vi como ele estava na sua cama!", rebati, e ela me deu um tapa no rosto. Naquele momento, algo em mim se quebrou para sempre. "Agora eu tenho mais um motivo para o divórcio", disse, a voz fria como o ártico. "Agressão." Saí daquela casa, me sentindo mais rico do que nunca, pois levava minha dignidade. Mas o inferno dela ainda não havia acabado.
Quarenta e Nove Livros, Um Acerto de Contas

Quarenta e Nove Livros, Um Acerto de Contas

Meu marido, Artur, tinha um padrão. Ele traía, eu descobria, e um livro raro aparecia na minha estante. Quarenta e nove traições, quarenta e nove pedidos de desculpas caríssimos. Era uma transação: meu silêncio por um objeto belo. Mas a quadragésima nona foi a gota d'água. Ele faltou à cerimônia de premiação do meu pai, que está à beira da morte – uma promessa que ele fez segurando sua mão – para comprar um apartamento para seu amor de adolescência, Júlia. A mentira foi tão displicente que me quebrou mais do que a traição. Depois, ele a levou ao jardim memorial da minha mãe. Ele ficou parado enquanto ela tentava erguer um monumento para seu gato morto ao lado do banco da minha mãe. Quando os confrontei, ele teve a audácia de me pedir compaixão. "Vamos ter um pouco de compaixão", ele disse. Compaixão pela mulher que profanava a memória da minha mãe. Compaixão pela mulher para quem ele contou sobre o meu aborto espontâneo, uma dor sagrada que ele compartilhou como se fosse um segredo sujo. Percebi então que não se tratava apenas de um coração partido. Tratava-se de desmontar a mentira que eu o ajudei a construir. Naquela noite, enquanto ele dormia, instalei um programa espião em seu celular. Sou estrategista política. Já destruí carreiras com muito menos. O quinquagésimo livro não seria o pedido de desculpas dele. Seria a minha declaração final.
Renascendo das Cinzas do Casamento

Renascendo das Cinzas do Casamento

Meu casamento de sete anos era uma piada, uma farsa dolorosa. Eu suportava a humilhação diária da traição dele, dia após dia. Até hoje. Grávida de cinco meses, minhas mãos tremiam no volante, as lágrimas embaçando a visão. "Laura, querida", disse minha avó ao meu lado, "não vale a pena se destruir por um homem que não te merece." Eu tinha acabado de ver a foto: Heitor com outra. Foi então que as luzes ofuscantes de um caminhão surgiram do nada. O barulho do metal e do vidro foi a última coisa que ouvi. Acordei no hospital, com cheiro de antisséptico. Heitor não estava lá e uma enfermeira fria me entregou a verdade: Minha avó e meu bebê haviam morrido. Tudo se foi. Liguei para Heitor, a voz rouca. "O que foi, Laura? Estou numa reunião importante. Não pode esperar?" Sua indiferença me sufocava. "Vovó se foi. E o bebê... nós o perdemos." Sua resposta me perfurou: "Talvez seja melhor assim. Você sabe que eu nunca quis essa criança." Meu coração, já em pedaços, quebrou-se novamente. "Acabou, Heitor," eu disse, com uma calma assustadora. "Quero o divórcio." Desliguei. Horas depois, recebi uma mensagem: uma foto de Heitor e sua amante, Jéssica, numa joalheria, no exato momento da minha cirurgia, ele lhe presenteava um "Coração do Oceano". Sua crueldade me atingiu, mas em vez de dor, surgiu uma clareza gelada. Tudo fazia sentido agora. Naquele momento, o telefone tocou. Era Seu Afonso, o avô dele. "Laura, minha querida, soube do acidente... Seu Heitor disse que..." Eu o interrompi: "Seu Afonso, estou bem. Mas preciso que o senhor veja uma coisa." Enviei a foto. O silêncio que se seguiu era pesado, prenunciando a fúria do velho. "Aquele moleque..." ele murmurou. "Eu resolverei isso." A batalha estava apenas começando, mas, pela primeira vez em sete anos, eu não sentia medo.
Quando o Bilionário Se Apaixona

Quando o Bilionário Se Apaixona

Quando saí do escritório do advogado, o acordo de divórcio na minha bolsa parecia pesar uma tonelada. As notícias do incêndio na cidade ainda mostravam meu pai em estado crítico, e meu ex-marido, Pedro, um "herói" que salvara uma vizinha e o gato dela. Liguei para Pedro, esperando algum consolo, mas ele me recebeu com irritação: "Que foi agora, Sofia? O fogo já foi apagado! Passei os últimos três dias nisto!" Ele estava ocupado a ser aclamado, enquanto meu pai, o homem que o tratou como filho, lutava pela vida. Mal tive tempo de processar a dor, e ouvi a voz da vizinha, Lúcia, agradecendo a Pedro por tê-los salvado primeiro. Meu sogro, Diogo, também estava a consolar a Lúcia. Então, Pedro estava a salvá-los, enquanto meu pai, no décimo andar, era deixado para morrer? Anunciei que o divórcio estava tratado. A sua reação foi a de um homem irado: "Não podes querer divorciar-te de mim só por causa disto, pois não? Não tens um pingo de compaixão? Sabes que a Lúcia tem uma vida difícil!" Compaixão? O meu pai estava em coma, e eu tinha uma vida fácil? Pedro desligou-me na cara e bloqueou o meu número. Enfrentei meu sogro, Diogo, que me ligou do hospital do meu pai. "És uma filha ingrata! O Pedro arriscou a vida para ser um herói e tu crias problemas? Ele disse que o acusaste de ter um caso!" Eu nunca disse que ele tinha um caso! Só perguntei por que ele a salvou em vez do próprio sogro! Ele exigiu que eu pedisse desculpa, mas eu recusei: "O divórcio está assinado. É definitivo." Ele me ameaçou: "Tu vais arrepender-te. Vais voltar a rastejar." Com meu pai entre a vida e a morte, e uma conta médica astronómica, eu não tinha nada. Foi então que recebi uma ligação de uma advogada: "O Sr. Ricardo Aguilar quer que se case com ele." Casar com um estranho, um bilionário lendário, para salvar meu pai? Que escolha eu tinha?
A submissa do mafioso

A submissa do mafioso

Lívia é uma brasileira de 20 anos linda e batalhadora que sempre sonhou em dar uma vida melhor para sua avó que a criou desde criança depois da morte de seus pais e por conta disso ela acaba sendo enganada por Gino, um italiano que ela conhece na boate no Centro de São Paulo onde trabalhava como stripper. Gino lhe convida para dançar em sua boate na Itália lhe prometendo que ela ira ganhar muito dinheiro trabalhando para ele e Lívia com a possibilidade de ter uma vida melhor financeiramente caba acreditando no que ele diz sua esperança se torna um pesadelo quando é levada por ele para Itália e sendo vendida em um leilão, nisso ela será comprada por Dante Mancini é um homem lindo e muito atraente chama atenção por onde passa conhecido por muitos como um Capo impiedoso com quem lhe contraria ,cruel e arrogante. Um dominador por natureza ele faz uma proposta que Lívia sem ter escolha acaba aceitando a de se tornar sua submissa. Dante Mancini é um homem criado pelo pai para ocupar o seu lugar e se torna o que é hoje um homem duro e impiedoso principalmente com seus inimigos, ele também sofreu uma grande decepção em sua vida o que o tornou ainda mais desprovido de sentimentos, isso até ele comprar Lívia e ela começar fazer sentir coisas que ele prometeu a si mesmo nunca mais sentir por uma mulher. Essa relação se tornará tão intensa que Dante não saberá se ele é o dominador ou o dominado por uma mulher que saberá como ninguém abalar suas estruturas.
Sob o Toque do Médico Mafioso

Sob o Toque do Médico Mafioso

LIVRO 1 - Sob o Toque do Médico Mafioso: Andreas Casteline é um médico brilhante - e o homem mais enigmático que alguém já ousou enfrentar. Confidente da temida Famiglia Vescari, conhecida como La Notte Rossa, ele domina com precisão cirúrgica tanto a medicina quanto os segredos da máfia. Frio, controlado e impenetrável, Andreas vive sob o peso de um passado que ninguém conhece. Por trás da serenidade impecável, existe uma dor antiga... e uma crueldade adormecida, pronta para despertar com um único erro. Giovanna Fontana é jovem, determinada e está prestes a se formar em medicina. Órfã desde cedo, dedicou toda a vida ao irmão - até o dia em que o perdeu de forma brutal. A dor se transforma em fúria, e a sede de vingança passa a ser o único remédio que ela conhece. Quando seus caminhos se cruzam, o destino costura o improvável: dois mundos opostos, duas almas marcadas e uma atração que desafia a razão. Entre o perigo e o desejo, Andreas e Giovanna descobrem que o amor pode ser tão letal quanto a vingança. Porque até o coração mais frio pode sangrar... quando o amor decide atacar. * LIVRO 2 - O Toque da Fera: Leônidas Constantino é um homem forjado pela dor. CEO temido, implacável e solitário, carrega no rosto uma cicatriz que não apenas desfigura sua pele, mas mantém viva a lembrança de uma traição que o destruiu. Desde então, ninguém é autorizado a encará-lo. Olhares são proibidos. Desobediência é punida. O medo é a sua armadura. Virna Casteline é tudo o que ele não esperava. Filha de um médico ligado à máfia, ela cresceu cercada de segredos, mas escolheu trilhar o próprio caminho. Tornou-se uma advogada brilhante, determinada e orgulhosa de sua independência. Ao aceitar trabalhar para Constantino, Virna não imagina que está entrando no território de um homem quebrado... nem que sua presença mudará tudo. O que Constantino não sabe é que a jovem que insiste em enfrentá-lo, que não desvia o rosto e não se intimida com sua ferocidade, guarda uma verdade que muda as regras do jogo: Virna é cega. Quando ele descobre sua fragilidade, algo inesperado desperta. O homem que vive nas sombras passa a observá-la em silêncio, tornando-se seu protetor invisível. Sempre à espreita. Sempre vigilante. Sempre lutando contra um sentimento que ele acredita não merecer. Mas o amor não pede permissão. E quando Virna toca o rosto de Constantino - não com medo, mas com ternura -, a fera percebe que, pela primeira vez, alguém o enxerga além das cicatrizes. Entre segredos, perigos, proteção obsessiva e um desejo impossível de controlar, nasce uma paixão intensa, proibida e arrebatadora. Porque às vezes... não é preciso enxergar para amar. E nem toda fera quer ser salva - algumas só precisam ser tocadas.
A Decepção Dele, a Redenção Dela

A Decepção Dele, a Redenção Dela

O silêncio em nossa casa era pesado, quebrado apenas pelo som da terra caindo sobre o caixão do irmão do meu marido. Um mês depois, o silêncio foi substituído por algo pior. A viúva do meu cunhado, Larissa, estava grávida, e meu marido, Ricardo, decidiu que ela viria morar conosco. "É pelo bebê, Laura", ele disse, com a voz vazia. Ele não olhou para mim. Estava olhando para Larissa, que esperava perto da porta com sua única mala, pálida e frágil. "Ela precisa de apoio. É o filho do meu irmão." Eu observei enquanto Larissa, de forma lenta e sutil, começava a tomar conta da minha vida. Ela esperava do lado de fora do banheiro com uma toalha limpa para Ricardo, alegando que era um hábito. Ela batia na porta do nosso quarto tarde da noite, fingindo ter pesadelos, arrancando Ricardo de mim por horas de "consolo". O ponto de ruptura veio quando ouvi Ricardo massageando os pés inchados dela, exatamente como o falecido marido dela costumava fazer. Deixei a faca que segurava cair. O som metálico retumbou contra a bancada. Eu queria ouvir Ricardo dizer não. Queria que ele dissesse a ela que aquilo era inapropriado, que eu era a esposa dele. Em vez disso, ouvi sua voz baixa e calmante. "Claro, Larissa. Pode colocar eles aqui." Eu havia desistido de tudo por ele, me tornando a mulher que fazia de tudo para agradá-lo, buscando constantemente sua aprovação. Agora, vendo-o atender a todos os caprichos dela, percebi que nem sequer reconhecia a mulher que me encarava no espelho. Naquela noite, liguei para o meu pai. "Pai", eu disse, com a voz trêmula. "Eu quero o divórcio."
Simplismente Amo Meu Chefe

Simplismente Amo Meu Chefe

Letícia Fontenelle é uma mulher doce, sonhadora, e vive há anos encantada por seu chefe, Guilherme Werkema. Desde os 20 anos, ela nutre um amor platônico e secreto, acreditando que ele jamais a notaria.  Mas tudo muda quando uma viagem de negócios os coloca cara a cara, fazendo com que Letícia acredite que finalmente o seu conto de fadas está prestes a começar. No entanto, o que parecia ser o começo de uma história de amor se transforma em uma amarga decepção, e a realidade se distancia do sonho que ela sempre idealizou. Cansada de esperar por um amor impossível, Letícia decide seguir em frente, determinada a deixar o passado para trás. Mas será que ela conseguirá realmente apagar esse sentimento do coração? Só o tempo dirá. Por outro lado, Guilherme Werkema é um homem marcado por cicatrizes profundas. Abandonado ainda criança e com um passado de perdas devastadoras, ele construiu um muro ao redor do seu coração.  Sua dor foi reforçada quando, pouco antes de seu casamento, sua noiva o deixou.  Desde então, ele se afasta do amor, acreditando que todas as mulheres que se aproximam dele estão interessadas apenas em sua fortuna.  Agora, vivendo em um ciclo de relacionamentos superficiais, Guilherme se afasta do homem que um dia foi – gentil, romântico e generoso – e se transforma em um cínico desconfiado, incapaz de acreditar no verdadeiro amor. Será que Letícia conseguirá romper as barreiras do coração de Guilherme e fazer com que ele acredite no amor novamente? Ou o destino os separará para sempre? Uma história de corações partidos, cicatrizes do passado e a luta pela possibilidade de um amor verdadeiro. Não perca a chance de descobrir se o amor realmente pode curar as feridas do passado e mudar o futuro de Letícia e Guilherme.
"No Limite da Sedução e do Medo"

"No Limite da Sedução e do Medo"

Selene sempre foi uma mulher racional, desconfiada de tudo o que fugia à lógica. Mas, após herdar a antiga casa de sua tia, ela começa a perceber que o local guarda mais segredos do que imaginava. A casa é envolta em mistério, com corredores silenciosos e uma biblioteca cheia de livros antigos, entre eles, um que contém um ritual de invocação. Curiosa e buscando algo para preencher o vazio de sua vida, Selene realiza o ritual descrito no livro, sem acreditar realmente no que estava fazendo. No entanto, o que começa como uma brincadeira logo se transforma em um pesadelo. Ao invocar um demônio, Selene desperta Astaroth, um ser poderoso do além. Porém, em vez de atacá-la, como ela esperava, o demônio se vê atraído por ela. A paixão de Astaroth por Selene não é apenas física, mas uma obsessão que transcende o desejo. Com sua chegada, a realidade de Selene começa a se distorcer. O demônio a seduz com promessas de prazer e poder, mas ao mesmo tempo a arrasta para um mundo onde o medo e o desejo caminham juntos. Enquanto ele se aproxima, Selene se vê dividida entre a tentação de se entregar à paixão proibida e o medo do preço que terá que pagar por essa ligação com um ser do outro lado. À medida que os dias passam, ela começa a questionar sua própria humanidade, à medida que se afasta do que sempre conheceu e se entrega cada vez mais a Astaroth. Mas com cada toque e beijo, ela também percebe que seu destino está selado: o demônio não a deixará escapar tão facilmente. A obsessão de Astaroth é mais profunda do que ela poderia imaginar, e Selene se vê presa em uma rede de sedução e terror, onde os limites entre o amor e a possessão se tornam cada vez mais tênues. "No Limite da Sedução e do Medo" é uma história de paixão, mistério e terror sobrenatural, onde o desejo e o perigo se encontram, e a protagonista luta para manter sua alma intacta, mesmo quando o inferno inteiro parece querer tomá-la para si.
Tarde demais para o perdão dele

Tarde demais para o perdão dele

O homem que eu amava, o homem com quem eu ia me casar, me pediu para salvar a vida da minha irmã gêmea. Ele não olhou para mim enquanto explicava que os rins de Anabela estavam parando de funcionar completamente. Então, ele empurrou os papéis de anulação do noivado pela mesa. Não era apenas o meu rim que eles queriam. Era o meu noivo também. Ele me disse que o último desejo de Anabela era se casar com ele, mesmo que por um único dia. A reação da minha família foi brutal. "Depois de tudo que fizemos por você?", minha mãe berrou. "Anabela salvou a vida do seu pai! Ela deu um pedaço de si mesma! E você não pode fazer o mesmo por ela?" Meu pai estava ao lado dela, com o rosto sombrio. Ele me disse que se eu não fizesse parte da família, eu não pertencia à casa dele. Eu estava sendo expulsa. De novo. Eles não sabiam da verdade. Não sabiam que, cinco anos atrás, Anabela drogou meu café, me fazendo perder a cirurgia de transplante do nosso pai. Ela tomou o meu lugar, surgindo como uma heroína com uma cicatriz falsa, enquanto eu acordava em um hotelzinho barato na beira da estrada, taxada de covarde. O rim que pulsava dentro do meu pai era meu. Eles não sabiam que eu só tinha mais um rim. E certamente não sabiam que uma doença rara já estava devastando meu corpo, me dando apenas alguns meses de vida. Arthur me encontrou mais tarde, com a voz rouca. "Escolha, Aurora. Ela, ou você." Uma calma estranha tomou conta de mim. O que mais importava? Olhei para o homem que um dia me prometeu a eternidade e concordei em assinar minha sentença de morte. "Tudo bem", eu disse. "Eu faço."